História We Got Married - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Girls' Generation, Red Velvet, SHINee, Super Junior
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Heechul, Irene, Jennie, Jimin, Joy, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Min Hyuk, Rosé, Sehun, Seohyun, Seulgi, Sooyoung, Suga, Suho, Taeyeon, Tao, V, Wendy, Xiumin
Tags Abo, Baekhyun, Lemon, Mpreg, Sebaek, Sehun
Visualizações 144
Palavras 2.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - The Expected Meeting


Fanfic / Fanfiction We Got Married - Capítulo 2 - The Expected Meeting

The Expected Meeting


Hoje é domingo. São exatamente oito da manhã e eu já estou no aeroporto a duas horas. De acordo com as atendentes o voo do meu irmão atrasou "um pouco" e eu ainda teria que esperar mais uma hora.

Logo meu celular e procuro algo que me distraia por uma hora, talvez algum filme ou jogo. Procuro por filmes em um aplicativo do celular. Encontro um com o título "Hyung" parece ser um drama. Aperto o play e começo a assistir filme.

*~*~*~*~*

— Não acredito! — Suspiro triste e sinto a lágrima escorrer no meu rosto assim que vejo o final do filme. — Por que? Ele tinha mesmo que morrer no final? Ai que vontade de matar o roteirista desse filme! Quem é que escreveu essa...— Levo um susto quando uma mão toca meu ombro direito e levanto o rosto pra ver quem é.

— Não acredito que você ainda chora e fala sozinho sempre que assiste esses dramas Baek! Você está em público. Se recomponha! — Ele fala em tom de riso e dá dois paços para trás levantando os braços.

— Depois de três anos você não vai se levantar pra dar um abraço no seu irmão? — Eu me jogo em cima dele e o abraço apertado.

— Nossa nem acredito que se passaram três anos. Três fucking anos! — Eu río quando ele me gira e me deixa de pé a sua frente. — Hyung! É impressão minha ou você ficou mais baixo? Eu tenho certeza de que você era um pouco mais alto que eu três anos atrás.

— Você cresceu pirralho. Não é possível eu ter diminuído. — Ele mexe no meu cabelo me deixando todo despenteado.

— YAH! KIM JUNMYEON, VOCÊ SABE QUANTO TEMPO EU DEMOREI PRA ARRUMAR O MEU CABELO? — Ele não fez nada, gargalhou e passou um braço ao redor do meu pescoço. Ser um alfa lúpus não mudava nada em Suho, ele continuava sorrindo sempre e difícilmente perderia a cabeça.

— Vamos pra casa pirralho. Eu tô morrendo de fome!— Nós andamos até o meu carro que estava estacionado não muito longe de onde estávamos.

— Hyung? — Eu chamei a atenção de Suho que estava olhando pela janela do carro e ele rapidamente olha pra mim. — O que você acha disso tudo sobre o casamento? — Vi Suho suspirar e parar pra pensar um pouco sobre o assunto e sobre o que me responder.

— Baek, eu não sei o que eu faria se estivesse na sua situação atual. Mas acho que não é uma coisa tão ruim assim. Okay, o fato de vocês não se conhecerem é um ponto bem negativo, mas acho que você deve tentar sabe? Vai que ele é a "chave da sua felicidade" e o amor vem com a convivência. Você sabe que eu não acredito nessa coisa de amor a primeira vista, no meu ver o amor é algo construído.

— E se eu me apaixonar e ele não sentir o mesmo? O que eu faço? — A dúvida surgiu de repente e eu não pude controlar a minha boca, quando me dei conta eu já havia perguntado.

Suho me olhou por um instante um pouco surpreso com a pergunta e riu consigo mesmo.

— Bom, nesse caso, você tem todo o tempo do mundo para fazer o alfa se apaixonar por você. O casamento é um contrato vitalício bebê Baek. — Ele riu um pouco por ter usado apelido que meu omma usava e voltou a fechar os olhos com a cabeça encostada no vidro da janela do carro.

*~*~*~*~*

— Junmyeon! Junmyeon, acorda! — Meu irmão acabou dormindo na poltrona do carro e o dever de acordar ele é todo meu. — KIM JUNMYEON ACORDA! — Ele se mexeu um pouco. Será que esse vagabundo 'tá fingindo? — Já que eu não consigo acordar você eu vou chamar o omma. Ele com certeza faz esse trabalho melhor do que eu. — Falei dando de ombros e abrindo a porta de carro saindo de dentro do mesmo e indo para dentro de casa.

Meu omma sempre nos acordava com um balde de água bem gelada na cara quando fingimos que estavamos dormindo quando era criança. Acho que Junmyeon sabe bem disso, já que ele acordou levando banho de água gelada várias vezes.

— Não acredito, você faria mesmo isso com o seu hyung, Baekhyun? — Suho falou ao meu lado fazendo um biquinho zangado. — Eu passei três anos fora e é assim que você demonstra o seu amor pelo seu hyung? — Nós entramos pela porta de casa e não vimos ninguém na sala.

— Não sei como você se tornou um alfa hyung. As vezes você faz drama melhor que um ômega. — Olhei para ele com um sorriso ladino.

— Onde estão as pessoas dessa casa? Eu chego e não tem ninguém além de um pirralho irritante pra me receber. — Suho saiu bufando em direção a cozinha.

— MEU COELHINHO! VOCÊ CHEGOU! — pude ouvir meu omma gritando da cozinha, andei até lá e encontrei Junmyeon sendo esmagado por um abraço, ele olhou pra mim e me pediu ajuda com os olhos. Eu gargalhei alto e fui sentar ao lado do meu appa que ria com a histeria do esposo.

— Bom dia, appa. — Lhe dei um abraço apertado.

— Bom dia, bebê. — Ele deixou um leve selar em minha testa e foi cumprimentar meu irmão que tinha acabado de se livrar dos apertos do meu omma.

— Bem vindo de volta. — Meu appa sorriu e abraçou Junmyeon. — Você não faz ideia do quanto sentimos sua falta Suho. Nunca mais passe tanto tempo longe da família. — Appa sorriu e apertou os ombros de Suho.

— Vamos tomar café da manhã. Vocês devem estar famintos. — Meu omma se sentou a mesa.

— Omma, tomar café? Já é quase hora do almoço e eu comi um lanche no aeroporto enquanto esperava o Junmyeon. Não estou com fome. — Me levantei para deixar a cozinha.

— Fale por si mesmo baixinho. — Suho falou pegando uma torrada, suco e uma maçã. —Eu vou comer muito bem omma. Obrigado.

Subi as escadas em direção ao meu quarto. Os pensamentos sobre o alfa que eu conheceria tornaram a minha mente. Como deve ser esse alfa?

Balancei minha cabela tentando tirar esses pensamentos da minha mente. Eu não quero sofrer por antecipação. Vamos deixar rolar.

*~*~*~*~*

— Está tudo bem Baekhyun. — Eu dizia para mim mesmo enquanto me olhava no espelho. Já era noite e os Wu estão pra chegar para o jantar de noivado que foi marcado pra essa noite.

— Baek, não demore muito pra se arrumar. Os Wu chegam daqui a pouco. — Ouço minha mãe falando do outro lado da porta.

— Tudo bem. — Respondo e dou uma boa análise em mim mesmo refletido no espelho do closet, meu cabelo loiro está perfeito; passei um pouco de maquiagem para disfarçar um pouco das olheiras e o delineador que eu usava dês de sempre; vesti uma camisa social azul claro, uma calça preta e um sapato social preto. Estando completamente arrumado já não havia nada o que fazer se não descer e esperar os convidados.

Já na sala de estar eu me mantinha sentando ao lado do meu irmão, tentando ao máximo aparentar estar calmo enquanto minha mente parecia funcionar a mil por hora.

— Baekhyun fique calmo. Desse jeito você vai ter um ataque cardíaco. — Suho me tirou dos meus pensamentos.

— Por favor Junmyeon. Eu não estou nem um pou… — O soar da campainha me fez travar e esquecer qualquer coisa que eu iria falar ao meu irmão agora.

— Você não está nervoso? — Ele perguntou rindo debochado. — Tudo bem então, se é o que você me garante, eu acredito totalmente.

Meus pais se levantaram e foram em direção à porta, logo em seguida Suho e eu nos levantamos e fomos receber a tão esperada visita da família Wu.

Passei meu braço pelo do meu irmão como se tivesse pedindo apoio pra me manter de pé e o mesmo me sorriu com a tranquilidade que sempre teve tentando me acalmar. Suspirei fundo e acenti com a cabeça afirmando que tudo estava bem.

Meu appa abriu a porta e foram entrando os cinco membros da família Wu. O primeiro foi um alfa muito alto com cabelos loiros, muito bonito por sinal; em seguida o ômega também alto e bonito também, não posso deixar de ressaltar as manchas escuras ao redor dos olhos que me lembra um pouco um panda; entraram também mais dois ômegas, um deles com traços bem femininos e delicados, loiro com tom de pele claro, eu poderia facilmente confundi-lo com uma menina ao seu lado estava um ômega um pouco mais alto que o de traços femininos, cabelos pretos bem penteados para trás e um sorriso encantador com uma covinha profunda no lado direito de suas bochechas que me fez sorrir também; por último entrou um alfa alto, com sua postura altiva de quem não poderia ser abalado por nada e o rosto sério. Sua pele branca, cabelos castanhos, seu queixo fino e seus lábios perfeitamente desenhados. Eu não sei se sou só eu que acho isso, mas esse alfa devia ser desejado por muitos ômegas, homens e mulheres.

— Sejam bem vindos. —Meu pai apertou a mão do alfa mais alto. — Quero que conheçam a minha família. — Enquanto meu pai falava eu olhava descaradamente o alfa de cabelos negros a minha frente. — Este é o meu esposo Kibum, e estes são os meus dois filhotes: Junmyeon, o meu alfa e primogênito e o meu ômega mais novo Baekhyun. — Eu me curvei assim que ouvi o meu nome ser dito pelo meu pai e desviei minha atenção do alfa.

— É um prazer conhecer vocês. — Disse o alfa com uma voz grave e um sotaque chinês bem perceptível — Eu sou Wu Yifan, esse é meu esposo, ZiTao como o seu ômega já deve conhecer, e estes são os meus filhos: o primogênito ômega Luhan. — Ele falou apontando para o ômega de cabelos loiros que se curvou ao ser apresentado. — Meu filho do meio, também ômega Yixing. — o ômega simpático de cabelos negros se curvou. — Por último o meu alfa, Sehun. — Ele repetiu o mesmo ato que os outros e ao se levantar os nossos olhares se cruzaram e eu senti um arrepio subir pela minha coluna.

—Vamos, venham sentar. Afinal temos muito para conversar hoje. — Falou meu omma guiando as visitas para sentar na sala de estar. Eu voltei a me sentar ao lado de Suho. — É muito bom conhecer vocês, devo dizer que estava muito animado por esse encontro.

— Nós também estávamos ansiosos, principalmente Zitao, que não parava de falar sobre os tempos que vocês viviam juntos na China.

— Eram bons tempos. Mas não me arrependo de ter parado um pouco com as viagens e construído minha família. — Falou Zitao sorrindo para os seus filhos.

— Então JongHyun, como estão indo as coisas com a empresa?— Perguntou Yifan. Meu pai suspirou cansado. Ele não fala muito sobre os problemas da empresa, talvez seja cansativo pra ele.

— Nós estamos conseguindo melhorar, ainda não posso dizer que não os perigos de irmos a falência não exitem mais, mas nós estamos conseguindo aos poucos. Eu agradeço muito por sua ajuda Yifan. — JongHyun curvou a cabeça em sinal de agradecimento.

— Eu é que agradeço por você estar nos confiando o seu filhote mais novo. Tenha certeza de que cuidaremos muito bem dele. — Eu não esperava que eles tocar nesse assunto assim tão rápido e me surpreendi com isso.

— Nós agradecemos por isso, sabemos que seu filho será um ótimo parceiro para o nosso Baek. — Disse meu appa.

— Nós temos que terminar os preparativos do casamento logo, afinal só temos uma semana. —Meu omma comentou e eu vi Zitao sorrindo. "Como assim uma semana? Eu soube que estava noivo ontem e já vou me casar em uma semana?"

— Como assim uma semana? — Eu e Sehun perguntamos juntos em um timing perfeiro.

— Sim. Uma semana. Nós não falamos isso?

Eu neguei ainda surpreso. Em uma semana tudo vai estar totalmente diferente. Eu vou estar casado, morando com um estranho.

Eu devo ter dançado ao pé da cruz, trocado a água benta do padre por mijo ou mostrado a minha bunda para uma estátua do Buda. Será que é Deus me castigando por ter fechado a porta na cara do testemunha de Jeová?

'Porque isso tinha que acontecer justo comigo?"



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