História We make our destiny - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Joey Graceffa
Tags Amor, Daniel Preda, Janiel, Policial, Reiravolta
Exibições 8
Palavras 3.037
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Slash
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - The End


Fanfic / Fanfiction We make our destiny - Capítulo 7 - The End

Daniel acordou com Joey deitado ao seu lado. Quem diria, primeira vez em que encontrava J em seus lençóis novos de NY.

a confusão tinha passado, o desespero e a insegurança também, ele só queria estar ali com Joey e tentar esquecer de tudo que tinha acontecido. enquanto pensava foi surpreendido com o outro lhe tocando nas costas.

-Dan, volte pra cama… recém são 8 horas!-falou baixo o mais baixo, com aquela voz rouca de recém acordado.

-já estou indo - ele respondeu caminhando até o banheiro e tirando tantos pensamentos da cabeça juntamente com a água que escorria por seu rosto.

Joey decidiu ficar mais tempo lá, ficar o tempo que fosse necessário para que eles se acertassem, além de amantes, sempre foram melhores amigos.

Daniel chegou do trabalho balbuciando uma música “if you wanna dance, I’m the girl with something extra…”

-LadyBoy senhor? Ai meu Deus Dan, voltou pra 2009?!

-hello bitch.- responde D rindo.

-essa música é tão suja, nem posso crer que você está cantando!

-verdade, mas como a Mama RuPaul me ensinou -Dan fala puxando Joey para beija-lo - eu sei que você gosta.

-da música ou da sujeira?

Daniel não responde, só o encara com um sorriso de canto de boca.

-o que você acha de assistirmos os antigos episódios de RuPaul’s Drag Race?- pergunta Joseph.

-então você vai mesmo ficar por aqui?

-vou.


 

Joey e Daniel estavam morando naquele pequeno apartamento no centro de Nova Iorque por 2 semanas, era como se eles tivessem recomeçado.

É claro, algumas coisas precisaram ser adaptadas; J teve que voltar para LA só para que pudesse pegar wolf e o deixar com seu amigo, teve que desmarcar todos seus compromissos e pegar mais algumas roupas, e então tudo estava perfeito.


 

Manhã com jeito de perfeita, os passarinhos cantavam, o céu estava azul e limpo, o friozinho característico era bom… Joey e Daniel andaram até uma padaria e tomaram café juntos, então Daniel foi para o trabalho deixando J ali, terminando seu café da manhã.

Repentinamente a pessoa menos esperada por Joseph se sentou à mesa, Henri veio com fome de morte.

-Henri?! O quê você tá fazendo aqui?!- perguntou Joey se afastando da mesa.

-Bom dia Michael.- respondeu ele com o olhar sereno.

- Mas que merda, fala logo porra!

- se acalme garoto, você não gostaria de causar um escândalo, gostaria? - ele fala num tom sarcástico.- eu vim por um motivo e você sabe muito bem qual é…

-Não. Eu não sei. Eu falei para ele, tudo. Por que veio Henri?

-oh não… Joseph, Joseph… sempre tão dissimulado. Eu vim por sua causa meu amor.

-cale a boca, você não tem o direito de me chamar assim.

-mas é claro que tenho, querido.- ele falou franzindo a testa e sorrindo.

Joey levantou da mesa, saindo irritado do estabelecimento e sendo seguido pelo outro.

-escute Joey, correr de mim não vai ajudá-lo,eu vou continuar aqui!

-sei, sempre minha sombra.

-não por muito tempo.

- o que você quer dizer? - joey para.

-me permite explicar? venha comigo por favor, eu adoraria conhecer o Central Park.

Eles dois seguiram até lá, nenhuma palavra, Joey tinha ódio e Henri parecia feliz.

 

-então, comece a falar.-J falou impaciente.

-tu vai terminar com o Daniel, ou hoje ou amanhã, vou te dar dois dias porque te amo muito.-ele fala e J não compreende, deixando um vácuo para que ele completasse- Oh meu deus, okay eu explico pra você, eu te amo e sei que com o tempo, tu também vai me amar… a única coisa que nos impede é seu namoradinho.

-tu é muito surtado né cara? - joey responde o encarando de cima a baixo- Quando que tu vai entender  que eu não te amo, e  nunca vou! sai dessa! Você veio até aqui, me seguiu, me chantageou e ainda quer que eu termine com meu namorado por essa sua loucura? pra mim já chega. - ele encerra indo embora.

-não dessa vez. -Henri fala rapidamente pegando um pano e botando no rosto de Joey, que nem teve tempo para se defender pois caiu desmaiado.

Sons, adrenalina, frio e escuridão. então uma voz surge falando algo ainda não claro. Joey abre os olhos, as luzes se acendem.

Um quarto, ele estava em uma cama rosa, nas paredes haviam porta retratos de seu rosto, as almofadas que ele havia criado com o formato do rosto de Wolf, e na sua frente ele, seu sequestrador.

-Que bom que acordou meu amor. - fala Henri com um sorriso assustador e um olhar fixo- você sabe, sempre foi um sonho meu que você viesse aqui… claro que nunca pensei que fosse ser assim,tão quieto. Ok não vou mentir pra você- ele ri- já tive meus sonhos com você, e sempre sonhei tanto.

-o que está acontecendo seu maníaco? onde eu tô? que lugar é esse- a frase se interrompe no momento que J tenta se mexer e nota que está acorrentado, o pânico começa a agir- O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?

-tu começou a ficar muito agitado e eu não queria me machucar. Bem-vindo ao meu quarto. - ele fala alto com felicidade- vejo que gostou da decoração!

Henri pulou na cama e se sentou ao lado do menino.

-aqui tem todas as minhas coisas preferidas de você, tudo que me lembra você.

-que loucura é essa?- joey fala analisando as paredes- o que aconteceu com você? éramos amigos cara, eu te conheço desde a adolescência.

-ah você não gostou? que pena, não gostou que nem tu nunca gostou de mim?!

O rosto de medo de Joey não dizia nada, somente o observava.

-eu sempre te amei sabia? -ele acariciou a perna de Joseph- Sempre, desde que eu era um menininho, um jovem adolescente com os hormônios a mil, e ai, seus olhos sempre meigos me cativaram, não foi atoa que me descobri gay com apenas 13 anos… eu sonhava com você, com nossas mãos se tocando, nossas bocas.-  ele suspira- mas tu nunca me notou, claro, eu sempre fui aquele menino magrelo, dos olhos castanhos e nada de atraente. Tu não, sempre foi o cara bonitão, o mais desejado. Você era o fodão.- ele olha com raiva para Joey- eu queria ser você, eu queria estar com você e ser seu amigo nunca foi o suficiente.

Henri o encara com olhos profundos, sem piscar, o analisava ali, naquela cama, imóvel, tudo que ele sempre sonhou.

-Henri - J fala calmo segurando o choro e o nervosismo- me deixe sair daqui.

-pra que? Pra você me deixar de novo? HAHAHA, você não entendeu ainda meu amor? você NUNCA vai sair daqui, seu lugar é aqui comigo.

-por favor - ele exclama com as lágrimas correndo em suas bochechas- me deixe ir! Eu juro que não falo nada pra ninguém!

Encarando-o com cara seca e fria, Henri se vira e vai em direção da porta, antes de sair declara “trago sua comida daqui a pouco tempo” e então deixa-o sozinho e acorrentado.

Olhando para o teto com muita raiva J tenta se soltar das correntes e algemas, sem sucesso. A lágrima corre novamente, o nervosismo, a adrenalina, ele entra em pânico rapidamente, pensando se algum dia conseguiria voltar para casa. Ele lembra de Daniel, claro, ele iria sentir sua falta, iria atrás dele, mas como iria o encontrar se nem ele mesmo sabia onde estava? Desânimo, mas contudo,esperança.



 

As horas passam e tudo que ele tem são quatro paredes que pareciam diminuir a cada minuto. Ele no momento tentava se soltar das correntes, já estava fazendo a um bom tempo, porém nenhuma das tentativas haviam dado certo. Um estalo na porta e já era esperado; Henri vem trazendo uma bandeja com um sanduíche e um suco, junto com H quem voltou foi a raiva visível no rosto de J.

-Seu lanche chegou!- o sorriso de orelha a orelha era incrivelmente assustador.

-eu não quero isso - ele grita - quero sair daqui seu louco!

Um longo suspiro e expressão de cansado; - não vai acontecer, meu amor- fala pausadamente.

Henri apoia a bandeja na cama, pega uma colher e tenta fazer com que Joey coma. Num momento repentino, tomado de ódio Joey cospe tudo na cara do outro.

-SUA VADIA!- Henri fala se distanciando e limpando o rosto. Logo em seguida dá um soco na cara de Joseph. O sangue escorre pelo canto da boca.- VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO CONSIGO MESMO!

O garoto não resiste e quando as lágrimas começam a rolar o sequestrador se entedia e sai rapidamente do cômodo.

-EU TE ODEIO! EU TE ODEIO! SOCORRO! SOCORRO! Por favor- ele fala em meio do choro e suspiros atropelados- alguém….



 

A percepção de tempo era indescritível, o quarto tinha janelas, porém todas fechadas e bloqueadas, estava frio naquele tenebroso quarto e sozinho Joey se viu em seu pior momento.

Já tinha passado algum tempo e ele se perguntava quando aquilo acabaria? quando ele poderia voltar pra casa? Ele pensava em Dan, em como seu menino estaria sozinho, estaria ele preocupado? O procurando? Veio a falta de seus amigos e os questionamentos aumentavam, não era possível, já haviam passado dias lá…

Joey sujo e com alguns machucados das lutas com Henri continuava acorrentado lá, quanto tempo teria se passado? 3 dias? 1 semana?

Ele precisava sair dali, era caso de vida ou morte.

Henri abriu abruptamente a única porta que tinha acesso aquele lugar. Trouxe a comida e se sentou, Joey manteve-se calmo precisava fazer com que Henri confiasse nele, que ele pudesse baixar a guarda para que ele pudesse fugir. O plano já estava arquitetado, tinha chegado a hora da execução.

Henri o alimentou e Joey deixou, ele ficou surpreso pelo bom comportamento e o acariciou a face.

-Já estamos nos dando bem não é? - ele fala calmamente- To tão feliz que tu tá aqui. tão feliz…- ele fala roçando seu rosto no de Joey, de olhos fechados, sentindo seu cheiro.

-e-eu, eu te amo Henri…

Seus olhos se arregalam, seu coração bate mais rápido e a respiração fica ofegante. Henri pegou Joey pela cabeça e o beijou.

Joey o beijou de volta. Henri foi se esgueirando pela cama, indo cada vez mais pra cima dele, o beijando e acariciando seu rosto.

-Eu sempre soube disso, finalmente, nossa finalmente você pode ver.

-Eu sempre te amei Henri, sim, eu te amo, vamos ficar juntos para sempre!- ainda sim a angústia continua.

-vamos amor, claro que vamos- ele abraça Joey com nervosismo, tremendo, chora um pouco.- eu sempre fui uma criança sensível, eu sempre tive problemas de convivência, e todos aqueles malditos babacas da escola sempre…- ele fala altamente irritado sendo interrompido por Joey.

-shhh, tá tudo bem, eu estou aqui para você.

Henri o encara - sim, você está aqui agora…Eu te amo Joey, vamos ficar juntos pra sempre, vamos andar de mão por todos os lugares, vamos fazer biscoitos e bolos juntos, vamos criar nossas crianças numa casa com uma grande varanda, e , e vamos comprar um cachorro e ser como uma família normal, vamos não vamos?

-claro que vamos! vamos sim! Agora Henri me escute, você tem que me soltar dessas correntes, você tem que me deixar sair daqui.

-SAIR?- ele fala assustado- Como assim?

-pra ficarmos juntos, eu preciso tomar um banho, me vestir bem, precisamos começar agora a sermos normais

-mas você vai fugir -ele começa a chorar- eu quero ter você aqui!

-Henri, calma, me escuta. Eu não vou fugir, eu te amo lembra, eu te amo e precisamos ser felizes, me deixe sair daqui, assim vamos viver juntos e, e felizes para sempre, certo?- Joey mantém a calma.

-certo, certo, faz sentido- Henri desalgema Joey e o ajudando a andar leva até um banheiro dentro da casa, continuava fechada e Henri era mais forte que ele, ele sabia que se atacasse agora, seu plano inteiro iria por água abaixo.

Ele entrou no banheiro, mas Henri também, ele encheu a banheira e deixou algumas roupas e finalmente o deixou sozinho, porém trancou a porta.

Sozinho finalmente Joey começou a procurar por algo, qualquer coisa que pudesse servir, abriu cada armário, olhou em todos os cantos do pequeno banheiro. dentro da gaveta na pia, no fundo, tinha um pente de cabelo, madeira.

-Agora sim, você vai ver.- ele murmurou.

rapidamente ele quebrou o cabo do pente, as farpas, as pontas da madeira, seria perfeito.

contudo Joey tomou seu banho, se ajeitou e botou as roupas dadas a ele.

 

Enquanto o outro não vinha, ele se olhava no espelho, as olheiras, o olho roxo, os diversos hematomas, tudo estava prestes a acabar.

O sequestrador bateu à porta, e abriu calmamente, Joey rapidamente escondeu o pente.

-Joey? Ahh- ele suspirou- você está lindo! Venha.

Ele andou até Henri e o abraçou, naquele abraço apertado ele pegou o pente do bolso.

-tchau tchau vadia.

Joey cravou o pente nas costas de Henri e imediatamente retirou, começou a correr, corria por sua vida, Henri gritando e com raiva ainda estava no banheiro.

J olhou para os lados, era uma casa normal, ele correu pelos corredores, tentando desesperadamente achar a porta de saída,viu pela luz amena que a sala de estar estava muito próxima, e então avistou, lá estava  a porta.

Correu com todo seu fôlego, mas antes de conseguir encostar, Henri o pegou, ele tinha uma faca. ele o cercou, um de frente para o outro, e ATACOU.

cortou o braço do pobre menino, o soqueou. Joey caiu no chão zonzo. O sequestrador começou a estrangular ele, sua força era muito maior que qualquer coisa, um assassino nato. Pegou a faca e se posicionou, cortando lentamente sua bochecha.

-você vai morrer Michael!

-não hoje!

Joseph pegou uma caneta do chão que havia caído da mesa da sala enquanto a briga ocorria, sem hesitação e precisamente atacou seu pescoço.

Chutou o homem que sangrava muito em cima dele. Roubou sua faca e o esfaqueou no abdômen não só uma, mas 3 vezes.

-e - ele respirou fundo- meu nome é Joey!

Joey observou o corpo deitado no chão da sala, a destruição da luta tinha sangue por tudo

Finalmente ele saiu da casa.


 

O ar fresco, que não sentia à dias o dominou, o sentimento que a adrenalina o deixou  incrivelmente horrível.

Eles estavam numa casa mais afastada, porém Joey viu outra casaao longe.

-SOCORRO! SOCORRO ALGUÉM ME AJUDA!

Pessoas saíram da casa, uma mulher no telefone, um senhor correndo até ele e o ajudando a entrar, sons, luzes, a polícia chegara, o barulho da ambulância anunciou a entrada dos paramédicos, ele finalmente cedeu e desmaiado foi levado para o hospital.



 

Daniel estava no quarto, os olhos semi abertos de Joseph o observavam, tinha um rosto cansado, tinha uma expressão triste e preocupada, calmantes na mesinha, Dan não estava nada bem.

-hey, piggy…- Joey falou baixinho.

O olhar levantou, atento - Joey! Como você está?- ele falou o abraçando.

-eu pensei que nunca mais ia te ver - J sussurrou em meio a lágrimas envolvido nos braços de Dan.

-shhh, calma, eu estou aqui, eu estou aqui.

Daniel o beijou, os dois choravam, e se abraçavam, o amor era incondicional.

suas famílias estavam lá, todos estavam preocupados, fãs estavam na portaria do hospital, o quarto estava cheio de presentes, ele estava em casa. Finalmente em casa.


 

… 6 meses depois ...


 

Daniel havia deixado o restaurante, os dois foram para casa, foram para Los Angeles, pegaram Wolf de volta, receberam muitas e muitas visitas, até algumas indesejadas, a policia não se cansava de ir em sua casa.

O corpo de Henri foi achado com vida, mas a caminho do hospital ele faleceu pois a ambulância demorou tempo demais e inconsciente o sangramento não parou.

o cativeiro foi encontrado e todas as coisas de henri foram queimadas por sua propria familha.

agora tudo que tinham era um ao outro na casa.

 

amanhecia naquele lindo domingo ensolarado. Daniel observava Joey dormir, tão calmo, tão lindo, tudo estava bem agora.

o sol entrou pela janela, iluminando o rosto do outro. Ele acordou.

-bom dia amor- ele disse o encarando com os olhos quase fechando.

-bom dia piggy, vem aqui. - ele disse saindo dos lençóis e vestindo uma camiseta, andou até o armário e pegou um casaco para J.

caminhou pelo corredor de mãos dadas com dan. nas escadas Daniel carregou-o feito uma princesa, eles foram até o jardim.

rosas, gerânios, tulipas, todos os tipos de flores que Joey amava.

-o que é isso amor?

Daniel se ajoelhou na frente de Joey, com uma mão o deu um buquê de flores.

- Já fazem 3 anos que estamos namorando, acho que já passamos por todo tipo de situação.

eu senti muito a sua falta de uns meses pra cá, e eu não estou falando apenas do sequestro ou do acidente de carro, embora também tenham sido coisas nas quais foram difíceis de lidar. estávamos tão distantes e eu acho que de alguma maneira todas essas coisas que aconteceram fortaleceram como nunca nossa relação, eu nunca na minha vida senti algo assim por alguém. Joseph você é meu mundo, você é tudo que eu tenho, se eu tivesse que me mudar pra Groenlândia por sua causa, eu iria, porque eu acho, acho que não existo sem você… baby I love you more than everything. Foram três anos de várias emoções, essa relação foi e é a melhor coisa que já me aconteceu. bom, o que sinto por você não vai mudar, e se meu destino fosse longe de ti alguma vez, agora aprendi que nós fazemos nosso destino. Joseph MIchael Graceffa, você aceita casar comigo?

As alianças eram as mais bonitas , o momento não poderia ser melhor e entre lágrimas Joey realizou um sonho que tinha já a muito, muito tempo

-Claro que eu quero! Ai meu deus, meu deus. -os dois se abraçaram e se beijaram, Daniel pôs a aliança no dedo de Joey e Joey pôs a aliança no dedo de Daniel.



 

O amor pode vencer todas as barreiras, mesmo que pareça impossível, se for verdadeiro sempre irá sobressair, não se conforme com alguma coisa da qual não gosta, lute por você.



Faça você seu próprio destino.


Notas Finais


ACABOOOU!!!
foi muito divertido fazer essa fanfic mas muitas vezes me vi sem criatividade, bom agora acho que já está bom, finalmente terminados.
janiel tanto na história quanto na vida real estão bem, então espero que vocês tenham gostado <3
bye bye


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