História We Must - Capítulo 8


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Eu preciso de você


Fanfic / Fanfiction We Must - Capítulo 8 - Eu preciso de você

POV JENSEN

- Como você...? – Eu a encaro, ainda sem acreditar que ela realmente está aqui.

- Eu sempre vou te achar Jensen.

- Me desculpe por ter ido embora, é que... – Ela me interrompe.

- Não precisa se explicar, eu sei exatamente o que aconteceu e eu sinto muito por você ter passado por uma coisa dessas eu jamais imaginei que ele faria algo do tipo.

- Tudo bem, o que importa é que você está aqui agora – Levanto do meu banco, ainda meio tonto, e caminho em sua direção.

Ela me encarava enquanto eu caminhava até ela. Acaricio seu rosto e observo aqueles olhos castanhos, tão penetrantes, me fitarem. Merda, ela é tão linda. Que saudade eu senti desse seu rosto macio. Coloco minha outra mão em sua nuca e a aproximo para um beijo calmo e cheio de necessidades. Eu necessitava dela, talvez mais do que necessito do ar para sobreviver. Não poderia ficar mais sem a minha garota.

Interrompo nosso beijo e continuo a encarando.

- Você está aqui – Digo ainda incrédulo.

- Sim – Ela abre um sorriso.

- Eu nunca mais vou te deixar ir. Nunca mais.

- Jensen, não se preocupe com isso, eu não vou a lugar algum.

Sorrio e a beijo novamente. Logo me viro para Oliver e coloco uma nota de cinquenta no balcão. Sara o cumprimenta e assim vamos embora.

Minha única vontade era sair daquele lugar. Pensei em levar Sara ao parque das flores ou em algum lugar romântico o suficiente para me ajudar a extravasar um pouco desse amor acumulado no meu peito, mas não o faço, apenas dirijo em direção ao meu apartamento.

- Esse lugar é lindo – Ela diz enquanto admira a paisagem.

- Pensei em você quando me mudei para cá.

- Olha essas árvores, Jensen, quantas flores.

- É bom que goste, porque esse bairro será sua casa – Ela abre um enorme sorriso.

Entro no prédio e estaciono meu carro. Logo vamos ao elevador e subimos até o andar mais alto do edifício.

Durante a subida, nós mal nos encaramos. Não pude deixar de sentir uma breve tensão em mim e Sara. Não sei se a distância ou todos os ocorridos, só sei que o clima aqui estava diferente.

Chegamos em meu andar e assim entramos no apartamento. Ela para um pouco depois da porta e fica admirando o lugar. Logo ela me olha e vejo uma lágrima intrusa em seus olhos.

Em uma de nossas conversas, ainda quando Sara estava comigo e Danneel, ela me disse que adoraria morar em uma casa com paredes pretas. No começo achei a ideia sem nexo, como morar em uma casa tão escura? Mas depois de todos esses anos e depois de me ver totalmente sem ela, quis fazer algo que eu pudesse me lembrar do quanto eu a amo.

- Jensen, você... – Ela não completa a frase.

- Assim que eu comprei o apartamento, pedi para que a arquiteta planejasse toda a casa com paredes pretas. É claro que não pintaria toda a casa de preto, então ela escolheu algumas das principais paredes e pintou. Sei que você gosta muito de amarelo, então dei preferência para os moveis dessa cor. Coloquei várias margaridas na varanda, sei que são suas preferidas e me lembro da nossa conversa sobre uma cozinha arco-íris, então deixei com que tudo fosse colorido por lá. Coloquei vários quadros no corredor, sei que você adora os pequenos detalhes e cada detalhe desse lugar tem o seu gosto. Ter a casa desse jeito me fazia lembrar de você todos os dias, cada vez mais.

Ela me olha e repentinamente me agarra, depositando um beijo demorado em meus lábios. Não podia negar que eu a queria. Queria senti-la novamente. Ficar todos esses anos longe de Sara foi horrível e agora não consigo esconder essa minha necessidade.

- Quero conhecer o quarto – Ela diz enquanto seus olhos castanhos penetram os meus.

- É o que eu mais quero te apresentar.

Guio-a até o quarto. Ela começa a admira-lo e me dá uma olhada antes de esboçar um sorriso malicioso. Eu rio. Oh Sara, eu te conheço tão bem.

- Essa cama é para mim também – Ela diz enquanto caminha em direção ao móvel.

- Tudo aqui é para você.

- E ela é macia?

- Acredito que sim.

- Eu adoraria testa-la – Ela diz e logo em seguida sobe na cama – será que você pode me ajudar?

Abro um enorme sorriso e começo a caminhar em sua direção, subindo na cama e ficando de frente para ela.

Ela se inclina e começa a me beijar. Seu beijo não era aquele calmo, de reencontro, era um beijo apressado, necessitado e que correspondia ao que eu sentia no momento.

Deus, como eu queria isso. Sempre vou querer, desejo Sara todos os dias e mal posso crer no que está acontecendo no momento. Sara me olha antes de voltar a me beijar e logo em seguida começa a arrancar suas roupas.

Poupo a pouco vamos nos despindo, mas eu não queria que isso fosse apressado, não queria que o desespero tomasse conta de nossos corpos, depois de tanto tempo, queria que esse momento fosse perfeito, como todos os outros momentos em que tivemos juntos até hoje.

Sara me deita na cama e se posiciona em cima de mim. Ela continua a depositar beijos em minha boca. Eu apertava sua cintura cada vez para mais perto de mim. Por mais calmo que eu queria que esse momento fosse, não conseguia controlar meu desejo.

Ela me encara uma última vez antes de conectar nossos corpos por completo. Sinto um êxtase no exato momento em que começo a entrar cada vez mais dentro dela. Tinha me esquecido o quanto ela era macia, quente e apertada. Sara começou a se movimentar em cima de mim e eu sentia como se fosse explodir a qualquer momento.

- Meu Deus, Sara... – Ela ria e eu ficava cada vez mais louco com os sons que ela emitia enquanto continuava a cavalgar sobre mim.

Passo a mão pelo seu corpo e sinto sua pele macia, cada vez mais quente e levemente tomada pelo suor que começa a aparecer devido aos seus movimentos.

Ela começa a ganhar velocidade e logo está cada vez mais rápido. Era difícil aguentar muito tempo. Eu estava necessitado, queria ela, aquele corpo, aqueles olhos me fitando. Queria sua pele na minha e queria nosso encaixe perfeito.

Em meio aos meus delírios, foco a minha visão em Sara e a imagem é fascinante. Ela estava soada, porém as gotas de suor em meio a sua pele branca, davam um contraste diferente, fazendo com que ela brilhasse. Suas bochechas estavam naquele tom de rosa, quase vermelho, que eu tanto amo. Seus olhos estavam fechados e sua boca estava entre aberta, emitindo todos os tipos de grunhidos possíveis. Suas mãos repousavam em meu peito e seus cabelos, levemente enrolados nas pontas, estavam começando a ficar molhados. O movimento de seus seios era hipnotizante e ela estava cada vez mais apressada.

Não demora muito para que ela se desmanche em cima de mim e logo em seguida, atinjo meu ápice dentro dela. Ela ainda estava ofegante quando se deitou sobre mim, repousando sua cabeça em meu peito.

Começo a acariciar seus cabelos enquanto suas mãos passeiam pela lateral de meu corpo.

- Jensen... – Ela diz quase que em sussurro.

- Oi.

- Eu te amo – Abro um enorme sorriso.

- Eu também te amo Sara. Mais do que tudo nesse mundo!



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