História We push and pull like a magnet do - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Changkyun, Monsta, Monsta X, Nari, Por Trás Das Câmeras, Shownu
Visualizações 29
Palavras 1.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, eu sumi feião agora, eu sei. Mas foi porque meu avô morreu e essas duas semanas eu estive lidando com isso, cuidando da minha avó, e só não tinha condições de eu vir aqui postar. Não vou fazer promessas também, porque não sei qual vai ser meu ritmo de escrita. Porém, posso dizer que vou tentar ao máximo, porque sei que tenho uma obrigação com vocês. No geral, desculpa (por ter sumido e por esse capítulo, que está bestinha haha).

Capítulo 23 - Emprego novo, vida velha


Nari caminha pela rua sem prestar muita atenção aos arredores, seguindo no automático o endereço dado por sua nova chefe. A perna, que a manteve desempregada por 2 meses, já está sarada e a dor, antes insuportável, não passa de um incômodo ignorável. De volta ao mercado, não demorou a ser contratada por uma empresa para fazer a nova coreografia de um grupo, o que não é novo em sua vida, mas ficou nervosa no segundo em que recebeu a música, pois a voz de Changkyun estava lá.

Chegou a considerar a recusa, mas a necessidade a fez aceitar e no momento se dirige para a Starship Entertaiment, onde terá que forçar uma convivência agradável com o seu maior rival. Só em pensar nisso, um longo suspiro escapa pelos seus lábios. O nervosismo quase a faz dar meia volta e sair correndo, principalmente porque ela não conhece 100% a origem de tal sentimento. Há algo mais ali, no fundo da sua cabeça, que parece rir das suas palavras de escárnio destinadas a Changkyun, ao mesmo tempo em que a faz se sentir como uma garotinha boba ao lembrar do sorriso dele, e isso a assusta. Como esses não são pensamentos agradáveis, os afasta. Já tem o suficiente para se preocupar.

Pára em frente ao prédio que não é nada além de ordinário, mas, na visão da garota, parece imenso e sinistro. Não deixa isso impedi-la. Com a cabeça erguida, adentra e caminha direto para o elevador, ansiosa para enfrentar seu medo e torná-lo inexistente. Odeia se sentir assim, vulnerável e frágil, como uma garota nas comédias americanas mais melosas. Se concentra em ser forte, independente e capaz de fazer qualquer coisa, tanto que nem nota a mulher ao seu lado, uma estrangeira que a observa com curiosidade.

“Oh, você é aquela garota que estava no programa com o Chang, certo?” O apelido faz seu corpo inteiro se contorcer. Pensou ser a única pessoa a chamá-lo assim, mas claro que não, com certeza esse deveria ser um apelido comum entre seus amigos.

“Sim...” Responde ao observar a garota. Estrangeira, linda, tanto de rosto quanto de corpo, e com um coreano perfeito, o que acaba com o único obstáculo que ela poderia ter para conquistar um nativo.

“Você parece nervosa.” Por mais que não tenha ido com a cara de sua companhia, apesar de não ter um motivo, o sorriso simpático da garota é contagiante e a amolece. “Eu lembro do meu primeiro dia aqui, exatamente do mesmo jeito, incluindo a tentativa de esconder meu nervosismo e parecer a mulher forte que eu sei que sou. Mas não precisa se preocupar, é normal se sentir assim, e hoje em dia todo mundo é bem legal e receptivo. Você teve a sorte de não pegar o manager que eu peguei, o cara era um saco.” O tom de voz é divertido, acolhedor, e, sem perceber, Nari está encantada e sorrindo. “Ah, e meu nome é Lisa.” Ela fala no segundo em que as portas se abrem.  “Boa sorte.” A garota sai, acenando.

“Obrigada! Meu nome é Nari!” Ela consegue dizer antes das portas deslizarem, a deixando sozinha.  

Quando chega ao andar certo, caminha lentamente até a sala de ensaios, sem muita vontade de adentrá-la, mas o faz mesmo assim. Os garotos estão dançando uma música só com batida, provavelmente para alguma apresentação especial, e nem ao menos notam a presença da estranha. Quem o faz é a manager, uma mulher alta, com expressão séria e bonita, que pára a música sem se importar se eles chegaram ao fim ou não.

“Vocês já ensaiaram essa apresentação o suficiente.” A voz é baixa, mas rígida, e não deixa espaço para discussão. “Está na hora de pegar a coreografia da música nova e a professora já chegou.” Só então os rostinhos suados e curiosos viram na direção de Nari. “Meninos, essa é Nari, a coreografa que eu escolhi. Espero que vocês trabalhem bem juntos.”

Na hora que a vê, Changkyun acredita ser seus olhos lhe pregando peças, mas então a manager confirma sua suposição. Depois de 2 meses pensando nela, se preocupando e se esforçando para sufocar tudo isso, Nari está na sua frente, em carne e osso, e, o principal, recuperada. Sorri abertamente, mas percebe que o faz e logo se reprime. Agradece aos céus pela garota estar fazendo uma reverência e não ter notado tal reação. Precisa lembrar a si mesmo que não gosta dela, estava apenas preocupado e que agora não tem mais razão para isso. Já pode voltar a odiá-la.

A apresentação é rápida, a manager não perde tempo e logo coloca a música nova para tocar. Dura uma tarde inteira, mas os meninos logo conseguem pegar a dança. Essa é a diferença entre idols profissionais e alunos convencionais. Ao final do dia, os movimentos não estão perfeitos, mas estão quase lá. Porém, tudo ocorreu tão bem, que, mesmo dançando, Nari se sente quase entediada. É estranho estar no mesmo ambiente que Changkyun e a relação deles não passar do profissionalismo e, embora não saiba, essa é uma sensação recíproca. Enquanto observa os garotos repetirem seus movimentos, planeja seu próximo passo: implicar com o seu rival preferido.

“Todos estão certos...” Ela fala quando eles terminam. “Mas Changkyun, seus movimentos são muito exagerados. Você se destaca do resto do grupo e isso não foi um elogio.”

“Como assim?” Changkyun não consegue acreditar. Ele se esforçou mais que o comum, o suor em sua cara não o deixa negar. “Eu... Eu...” Ele tenta falar, mas a respiração ofegante o atrapalha. “Eu acho que fui bem.”

“Eu sou a professora hoje e estou dizendo que não.” Ela sorri, satisfeita. “Olhe para o Shownu, o Jooheon, ou até mesmo o Kihyun, que demorou um pouco mais para pegar a coreografia... Todos eles estão perfeitos, mas você... Está com muita energia. Seus movimentos são exagerados. Não fica bom no todo.” Começou a discussão para implicar, mas o que ela fala não é mentira. Ele se esforçou tanto que fez demais.

“Você realmente me comparou ao Kihyun?!” Sua indignação chega ao ápice. “A dança dele fede!”

“Ya!” Kihyun se manifesta. “Se ela está dizendo que eu estou melhor do que você, só aceite. Eu sabia que esse dia iria chegar mesmo...” Ele dá de ombros, com um pequeno sorriso no canto dos lábios, o que só aumenta a irritação de Chang.

Sem pensar o suficiente sobre suas ações, ele se aproxima de Nari, que o encara com firmeza, sem medo da intimidação. Eles se olham por um longo período e a tensão entre ambos é palpável. Ninguém ousa fazer qualquer barulho.

“Retire o que você disse. Eu não posso ter sido o pior.” Ele fala entre os dentes, enquanto ela se aproxima, repetindo sem querer uma situação que já os colocou em um momento constrangedor.

“Não retiro e repito. Você errou, Chang. Aceite isso.”

“Eu aceitaria, se fosse verdade.” Ele dá mais um passo. “Mas você está fazendo isso só porque não gosta de mim.”

“Eu de fato não gosto de você, mas isso não tem nada a ver.” Mentira. E mais um passo. “Seus movimentos estavam certos, mas exagerados. É algo que você precisa ajeitar e ponto final.”

“Pelo amor de Deus, se beijem logo e acabem com isso. Eu quero ir para casa.” Kihyun fala, quebrando a tensão e fazendo Chang e Nari perceberem o quão próximos estão.

“Eu jamais beijaria ele!”

“Eu jamais beijaria ela!” Os dois gritam ao mesmo tempo, com a mesma indignação e com os rostos igualmente vermelhos.

E também sabem, no fundo, que estão mentindo. Pois ambos estavam prontos para dar o próximo passo e assim, inevitavelmente, causar um encontro sem volta.


Notas Finais


E aí, o que acharam? Bestinha e meio repetitivo, né? haha Mas é para mostrar que eles conseguem viver bem se quiserem, mas que anseiam pela implicância um com o outro, faz parte do relacionamento. E vai ser importante pros próximos. :3


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