História We Still Have Paris - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Lydia Martin, Malia Tate, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Scott McCall
Tags Allison Argent, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Lydia Martin, Paris, Scallison, Scott Mccall, Stiles Stilinski, Stydia, Teen Wolf
Visualizações 84
Palavras 3.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Seja bem-vindo, espero que essa leitura te transporte para outro lugar, como Paris, por exemplo!

Enjoy <3

Capítulo 1 - Chapter 1


Fanfic / Fanfiction We Still Have Paris - Capítulo 1 - Chapter 1

Eu não pensava nas consequências, nem próximo a isso. Confesso que achei que, se ele foi tão impulsivo a ponto de ter um caso, eu poderia sim pegar um avião para outro país. Poderia me libertar do famoso pensamento “O que ele acharia se eu fizesse isso” e nem sentiria remorso de fazer o que desse na minha telha. Talvez não fosse mesmo errado largar o trabalho no meio de uma confusão catastrófica para a minha carreira, e pegar minhas malas para entrar dentro daquele avião. Acho que de fato, essa foi a melhor decisão da minha vida. Se não foi, foi com toda certeza a mais radical.

 

Eu queria me exilar de toda a minha vida exageradamente programada, e ilusoriamente, feliz. Sendo a ansiedade e a falsa sensação de inclusão, meus melhores amigos.

 

Eu mal acreditava, faltavam cerca de 6 meses para o casamento, já tinha até meu vestido Vera Wang tradicionalmente branco. Pelo menos não fui deixada no altar. Comentei um tanto otimista para mim mesma. Será mesmo? Seria bem dramático sair da igreja ainda com o vestido de noiva e entrar pelo aeroporto. Isso sim faria valer a pena tudo o que economizei pelo meu pobre vestido, qual provavelmente nunca mais será usado. Talvez se eu morrer solteira, possa ser enterrada com ele, faria sentido, pois em algumas culturas, branco, significa luto. Mas isso não vem ao caso.

 

Nesse exato momento, estou em um voo para Paris, França, onde respectivamente seria a minha lua de mel com meu noivo, que me traiu com seu respectivo assistente.  Particularmente, eu acho que deveria estar mal, no fundo do poço, totalmente inconsolável. Mas eu não amava Jackson, nem ao menos gostava do meu trabalho de assistente jurídica. Gostava da ideia de ter uma vida planejada, e da ideia de amar alguém, e ter uma vida com essa pessoa.

 

Talvez minha vida estava finalmente sendo controlada por mim mesma, estava indo para a França! Um dos meus sonhos qual eu mais prezo, é uma viagem prolongada pelos meus países favoritos. Talvez estivesse começando a minha jornada interior para uma vida plena. Ou não.




 

Meu celular estava praticamente sem bateria, mas ainda sim conseguia ler as mensagens, e ouvir ele tocar, haviam oito ligações perdidas de Allison, e dez de Jackson, além da minha mãe, de Scott, e de minha chefe.

 

Tudo estava parecia estar um caos em Nova York, mas na primeira classe do Air France, estava tudo serenamente bem.


















 

Chegando em Paris




 

Estou hospedada no Maison Albar Hotel, qual tinha uma bela vista, e uma bela banheira redonda, e também, um belo bar! Assim que cheguei, estava morta de cansada, merecia muito aquela cama que fiquei meses admirando pelas fotos junto com Jackson. Antes eu rolar naqueles lençóis do que ele e seu amante. Não tenho raiva de Jackson por ter me traído, tenho raiva por termos vivido uma mentira por tanto tempo. Talvez, se ambos tivessem sidos francos um com o outro lá no início, hoje, eu estaria sendo madrinha do casamento dele.

 

Era tudo real, estava sob solo francês, talvez visitasse o Museu do Louvre, e a torre Eiffel, e qualquer outro lugar que me interessasse. Eu amo esse lugar.

 

Ao chegar ao Maison Albar, eu fiz o check-in e fui para a minha suite, havia uma decoração maravilhosa, bem confortável, e metálica, o que deixava as coisas frias e incrivelmente atraentes. Eu coloquei a banheira para encher, e abri todas as janelas, guardei minhas roupas no closet, e fiquei semi-nua andando por todo o quarto. Meu celular estava carregando, e desligado. Eu coloquei velas aromáticas próximas a banheira, e fiquei lá por muito tempo, até que estava enrugada igual a um Shar Pei velho.

 

Eu tomei champagne, olhando as pétalas de rosas sob meu corpo, e sentia o ar fresco passar por todo o cômodo, fiquei completamente entorpecida em todos os pensamentos da minha mente. Tudo estava tão perfeito, ninguém poderia estragar a minha noite.

Quando finalmente sai da viciante banheira, tomei uma ducha rápida, e depois, chequei minhas mensagens.



 

Allison ― Onde você está Lydia Martin? Eu vou mesmo ter que ligar para a Polícia?

 

Lydia ― Eu estou em Paris, antecipei a minha lua de mel.

 

Allison ― Você e Jackson voltaram?

 

Lydia ― Não, nunca. Allison, eu, mais que nunca, preciso de férias.

 

Allison ― Você só pode ter ficado maluca mesmo.

 

Lydia ― Porque? por que estou vivendo um sonho?

 

Allison ― Lyd, está um caos aqui.

 

Lydia ― Está um caos aqui também! não consigo escolher se passo minha noite me empanturrando de comida, ou se vou ao bar beber um pouco.

 

Allison ― Nossa, que escolha difícil, eu estou a escolher como conto para nossa mãe que seu genro favorito é gay.

 

Lydia ― Deixa disso Alli! Vem para Paris, eu pago a passagem.

 

Allison ― E como fica meu esposo, e minhas filhas?

 

Lydia ― Traz eles também.

 

Allison ― Tenho que ir, eu preciso trocar a fralda da Maddison, o Scott vai chegar tarde hoje.

 

Lydia ― Boa sorte.

 

Allison ― Não faça igual a Britney Spears em 2007 e volte para cá com o cabelo raspado e uma nova tatoo.

 

Lydia ― Eu não prometo nada.





 

OFF



 

Eu menti, já tinha decidido faz tempo, ia com toda certeza ao bar beber, antes de ir a algum pub estranho, e curtir a noite com parisienses. Eu vasculhei toda a minha mala para encontrar uma saia preta, e uma blusa vermelha com decote em V específico. Agora, tudo que importa, é a minha própria diversão.

 

Eu me vesti inteiramente para noite, sem nenhum tipo de julgamento mental, e sem ligar para oque os outros provavelmente falariam, ou apenas o como seria difícil para tirar se eu chegasse em casa bêbada. Eu queria me divertir, apenas isso, era o meu único foco.

 

Eu desci até o bar do hotel, pois ia fazer um “esquenta” antes de ir ao foco principal, sentei na cadeira mais próxima ao balcão, e fiquei lá por uma soma razoável de tempo. Algumas pessoas foram, outras vieram, e a única que eu estava interessada, praticamente não tirava os olhos, era um homem sentado a cerca de 7 cadeiras da minha, trocamos alguns olhares, e alguns sorrisos, mas nada parecia ir para a frente. Estava tão fixada a meus próprios pensamentos sobre o tal homem, que praticamente me desliguei do que estava acontecendo ao meu redor. Tanto que, nesses curto espaço de tempo, o mesmo estava indo em minha direção. Eu estava aparentemente calma, mas psicologicamente nervosa. Faziam 4 anos que não recebia cantadas, ou apenas aceitava um convite para algo casual em um quarto qualquer de hotel. Então sim, era relativamente algo novo.

 

Stiles ― Posso te pagar uma bebida? ― Ele disse em francês, mas seu sotaque sutil americano praticamente apagou tudo o que percorria pela minha mente.

 

Lydia ― Um americano. ― Eu disse sorrindo de canto.

 

Stiles ― Você também, pelo visto. ― Ele retribui o sorriso.

 

Lydia ― Respondendo a pergunta, tudo bem, pode me pagar um Martini.

 

Ele vira para o garçom, e pede um Martini e um Glenfiddich 30. Nunca tinha provado essa bebida, nem sabia muito bem se queria, parecia ser bem forte, achei melhor ficar apenas no controlável Dry Martini.

 

Stiles ― O que te trás a solo parisiense? ― Ele parecia sério, e esperava pouco ansioso com a minha resposta. Não caia nesse jeito sombrio e misterioso, mas gostava de fazê-lo acreditar que sim.

 

Lydia ― Apenas visitando, e você?  

 

Stiles ― Estou a trabalho. A Propósito, qual seu nome?

 

Lydia ― É mesmo necessário dizer meu nome? ― Eu cruzei as pernas, e recebi o Martini com a minha garganta seca.

 

Stiles ― Não sei se entendi ― Ele deu um gole curto em sua bebida.

 

Lydia ― Quer dizer, é 19hrs. A noite está só começando. Para quê te dizer meu nome se no final da noite você vai acabar esquecendo dele.

 

Stiles ― Então vamos ficar juntos até o final da noite?

 

Lydia ― Eu não quis dizer isso, falo hipoteticamente.

 

Stiles ― Se eu prometer hipoteticamente lembrar seu nome até o final da noite, hipoteticamente você me diria seu nome? ― Ele não conteve um sorriso de canto encantador, ele tomou mais um gole olhando dentro dos meus olhos.

 

Lydia ― Meu nome é Emma. ― Eu sorri.

 

Stiles ― Seu nome não é Emma. ― Meu coração palpitou, e eu o olhei confusa.

 

Lydia ― O que quer dizer com isso? ― Disse em um tom meio fino e agressivo.

 

Stiles ― Quero dizer que sei que está mentindo. Sei que acabou de passar por um termino, o que explica a marca de aliança na mão direita, e como todo o resto dos seus anéis são dourados, tenho quase certeza absoluta que usa eles nessa cor para combinar com o anel de noivado. E por estar emocionalmente vulnerável, me disse outro nome para que não se sinta exposta a outra relação.

 

Lydia ― Ou, você simplesmente leu minha pulseira que está escapando pelo meu casaco.

 

Stiles ― Um mágico nunca revela seus truques.

 

Lydia ― Isso não foi um truque, só mostra que você analisa as pessoas muito bem. Mas está certo na maioria das coisas. Me chamo Lydia. ― Eu estiquei a mão para cumprimentá-lo.

 

Stiles ― Prazer, Stiles.

 

Lydia ― Prazer. ― Eu continuei sorrindo por um bom tempo.

 

Stiles ― O que eu errei?

 

Lydia ― Como?

 

Stiles ― Você disse que acertei a maioria das coisas, o que eu errei?

 

Lydia ― Errou porque eu não estou emocionalmente vulnerável.

 

Stiles ― Então qual seria outra razão para mentir sobre o seu nome?

 

Lydia ― Talvez para me proteger de você ser um psicótico.

 

Stiles ― Então não errei quando disse que tinha medo de se sentir exposta.

 

Lydia ― Porque não simplesmente trocamos de assunto?

 

Stiles ― Lydia, você tem problemas para falar de seus problemas?

 

Lydia ― Cruzes, para de me analisar!

 

Stiles ― Como deseja.

 

Lydia ― Fale-me de você, e no que trabalha.

 

Stiles ― Sou investigador particular.

 

Lydia ― Oh, que interessante.

 

Stiles ― E você?

 

Lydia ― Assistente Jurídica.

 

Stiles ― Onde mora?

 

Lydia ― Nova York, e você?

 

Stiles ― Boston.

 

Nossa conversa para no exato momento que meu celular toca.

 

Era uma chamada de Jackson, com a foto do contato bem sugestiva, tinha certeza que Stiles tinha uma ideia de quem ele era. Eu não atendi o telefone, e renovei meu ânimo.

 

Lydia ― A quanto tempo está aqui em Paris?

 

Stiles ― Acho que dois dias.

 

Lydia ― E você conhece bem a cidade?

 

Stiles ― Não sou um expert, mas achei boas pérolas.

 

Lydia ― Hm, eu cheguei de tarde, mal saí do quarto.

 

Stiles ― O que acha de algum dia eu te amostrar o que eu achei nessa cidade?

 

Lydia ― Bom, agora é 19:30. Tem até meia noite para me convencer que você é uma boa companhia.

 

Stiles ― Acho que isso vai ser divertido.

 

Lydia ― Perfeito.

 

Nós dividimos a conta, e ele, segurando a minha mão como uma criança de dez anos, me levou até o seu carro. Não sabia exatamente para onde ele me levaria, talvez até me levasse para algum lugar proibido, uma boate de striptease, ou algo levemente repugnante para mostrar como sua personalidade era fria e detestável, mas tinha quase certeza que não. Eu sempre faço isso, penso em tudo que vai dar de ruim, e espero que dê, para poder pular fora, mas decidi abandonar isso de vez. Então, não, não importa para onde Stiles vai me levar, sei que será bom e proveitoso.


 

Seu carro era uma informação bem relevante sobre ele, é elegante, e cor grafite, não fazia ideia do que esperar, mas era excitante e novo, Jackson nunca fez algo assim comigo, sempre deixou as coisas a mercê da minha preferência, sempre me perguntava o que me dar de presente, por isso era muito previsível como terminaria a nossa relação, ou eu achava isso, pois, olha, um amante gay no escritório foi um plot twist muito bem escrito.

 

Passou-se alguns minutos, pude ver o rio Sena pela janela, eu e Stiles não conversamos muito durante a viagem, ele parecia se esforçar para lembrar o caminho, o que eu achei especialmente fofo. Ele estava me fazendo um pouco menos triste, e não sabia.

 

Meu celular não parava de tocar, estava me deixando eufórica, minha caixa de mensagens estava lotada, e não, eu não queria ouvir a voz de ninguém. Mas infelizmente, meu celular inteiro pertencia aquela vida qual eu não queria voltar. Eu peguei o celular, abaixei o vidro, e taquei no rio Sena, queria ser impulsiva.

 

Stiles ― Está ficando maluca?

 

Lydia ― Se não nos libertarmos das coisas que nos prendem no passado, nunca conseguiremos prosseguir.

 

Stiles ― O que é isso? seu novo mantra budista?

 

Lydia ― Era isso, ou um novo corte de cabelo.

 

Stiles ― Gosto do seu cabelo como está.

 

Eu sorri meio escondida.

 

Passaram-se cerca de 10 minutos, e parecíamos ter chegado ao destino. Quando pude olhar além do vidro escuro do carro de Stiles, eu sabia exatamente onde estávamos. O Jardim de Luxemburgo. O lugar era maravilhoso, havia flores coloridas, e o Palácio do Luxemburgo logo a frente. Eu percebi a tristeza nos olhos de Stiles, e eu obviamente perguntei o porque, ele disse que queria poder me mostrar o jardim ao pôr do sol, e como incrível era cada detalhe daquela paisagem. Eu estava maravilhada com a visão dele após ele explicar o porque amava tanto aquele lugar.

 

Ele pegou na minha mão, e me levou a correr pelo jardim, fomos até as cadeiras que ficavam na lateral do jardim, ficamos sentados lá conversando um pouco sobre o que mais gostávamos de fazer, e o que mais gostamos na paisagem. O dia não podia estar melhor. Estavamos parecendo crianças, de tanto brincar naquele jardim. até que voltamos ao estado adulto normal, e ele começou a explicar a história do lugar.

 

Stiles ― O Palácio do Luxemburgo foi construído por Marie de Médicis, e quando acabaram de construir-lo, no mesmo ano, a Marie foi expulsa da corte, mas ela deixou de herança para Gastão de Orleans, seu segundo filho. E daí ele foi passando de mão em mão pois seus proprietários morriam e o deixavam de herança.

 

Lydia ― Fez um bom tamanho copiando isso da Wikipédia, impressionante.

 

Stiles checou o relógio, e eram 21:00 ele praticamente enlouqueceu. Ele me puxou até o carro e iriamos até o nosso segundo destino. Não demorou muito e a gente chegou, foi cerca de pouquíssimos minutos até lá. Era uma rua comum, movimentada e iluminada.

 

Entramos em um estabelecimento chamado Galway Irish Pub. o lugar estava meio cheio, havia um balcão com vários tipos de cervejas artesanais, é extremamente confortável e a iluminação usa tons quentes o que deixa tudo um pouco mais rústico e agradável. Não poderia estar mais divertido, o som era alto, e o clima muito alegre. Stiles me levou a sentar no balcão, pedimos duas cervejas e dois hambúrgueres. Estava morrendo de fome, e confesso ficar com medo de Stiles me achar um animal, por que devorei aquele hambúrguer como uma pantera devora uma gazela na selva. O sabor era divino e eu estava satisfeita após uma refeição nada vegana, com batatas fritas crocantes e um hambúrguer com bacon em excesso. Não, eu não me sentia culpada por comer bacon.

 

Stiles achou um barato rir da minha cara enquanto comia me sujando inteira. Um desconhecido se aproximou de nós dois para tirar uma foto nossa, eu estava com molho barbecue no nariz, e uma folha verde no cabelo, foi incrível. Guardei aquela foto com todo o meu coração.

 

Nós dançamos um pouco com todo mundo do bar, o que não sabia exatamente como, pois o lugar era bem pequeno, bebemos, conversamos mais, tiramos mais fotos, e ficamos ainda mais próximos. Ficamos sentados bebendo bebidas aleatórias do menu até dar 22:00. Quando deveríamos ir ao próximo,  provavelmente o último lugar. Voltamos ao carro, e ficamos conversando sobre o povo divertido do bar, e quanto queríamos voltar de novo. Por mais 10 minutos ficamos no carro, silêncio era algo que não habitava no lá, os únicos sons aparentes eram risadas histéricas, e piadas ruins.

 

Quanto mais nos aproximávamos do destino, mais eu tinha certeza de onde estávamos. Torre Eiffel, estamos chegando. Eu tive um mini surto dentro do carro quando eu pude apreciar aquela torre. Não queria sair de lá, era o melhor dia da minha vida, e era a melhor coisa que já vi. Ficamos na fila para comprar os tickets, e demorou um pouco, mas nessa época do ano, geralmente não tem muito movimento. Quando compramos os tickets, eu mal esperava para subir e ver a vista lá de cima. Subimos de elevador até o terceiro andar, e iríamos descer de escada. Lá tinham alguns restaurantes e uma champanheria. Eu fiquei hipnotizada pela vista, não sabia se ia sair dali, só sabia que era mais do que eu sempre imaginei.

 

Stiles ficou lá comigo, sem falar uma palavras, apenas segurando a minha mão, e apreciando a mesma vista que eu.

 

Lydia ― Obrigada ― Eu sussurrei. ― Não me agradeça, agradeça a Paris. ― Ele falou suavemente, e essa mesma frase percorre cada canto da minha mente. ― Todo o peso nas costas que eu sentia, eu deixei em Nova York. Essa cidade é maravilhosa. ― Eu abri um sorriso enorme e gritei em inglês ― Obrigada Paris. ― As pessoas ficaram me olhando, e Stiles fez o mesmo, gritou bem alto em inglês ― Obrigada Paris! ― E as pessoas abriram um sorriso discreto.


 

A maioria das coisas já estavam fechadas, então nós apenas ficamos para aproveitar a vista e o bom ar entrando por nossos pulmões.

 

Lydia ― Eu terminei com o meu noivo.

 

Stiles ― Jura? Porque?

 

Lydia ― Ele me traiu com o assistente dele.

 

Stiles ― Um assistente? no masculino?

 

Lydia ― Sim, meu noivo teve um caso extraconjugal com um homem.

 

Stiles ― Fascinante. ― Ele queria não demonstrar interesse, mas sabia que aquilo mexeu com sua mente. ― Não estou aqui a trabalho.

 

Lydia ― Como assim?

 

Stiles ― Eu vim com um grupo de amigos, e quando estava no bar, eu esperava por eles.

 

Lydia ― E agora está no alto da torre Eiffel com uma desconhecida?

 

Stiles ― Você não é totalmente desconhecida, e eu não poderia estar em um lugar melhor, com alguém melhor.

 

Ele me olhou nos olhos mais uma vez, eu abri um sorriso imenso, e ele se aproximou de mim, e ficamos cada vez mais próximos um do outro. Quando parecia inevitável a nossa atração, ele chegou ainda mais perto, e eu inclinei minha cabeça em direção a sua boca, e ele depos um beijo em meus lábios rosados pelo frio, ele desceu a mão por dentro do meu casaco até a minha cintura e me apertou fonte. Seu cheiro, seu toque, tudo era extremamente hipnotizante, não conseguia sair do transe que era seu beijo.

 

Quando finalmente nos separamos para pegar um fôlego, eu não conseguia conter meu sorriso. Ficamos abraçados por um tempo, e decidimos voltar para o hotel.














 

Não demorou muito para chegar até o hotel, não sabia exatamente onde era o quarto de Stiles, mas ele me levou até o meu. Eu não estava cansada, mas meus pés estavam inaptos para o serviço de usar saltos. Stiles carregava minha bolsa, e os meus saltos vermelhos, ele era um perfeito cavaleiro. Eu planejava me despedir de uma forma totalmente amigável, mas não era mais possível olhar ele dessa forma. Eu estava contra a porta metálica e fria, com Stiles na minha frente com os braços tampando qualquer intenção de fugir, tudo bem, eu não as tinha, eu não conseguia tapar minha cara de felicidade, ele me beijava com intensidade e eu amava ser tocada por ele. Eu estava tentando destrancar a porta do meu quarto, mas não sabia como virar para passar o cartão por estar praticamente encurralada, então eu entreguei o cartão para ele, que deslizou pela minha perna, e logo depois, destravou a porta. Eu corri um pouco pelo quarto e tirei o meu casaco jogando-o no chão, Stiles fez a mesma coisa, e jogou meu salto e minha bolsa longe, ele correu até a mim, e me pegou.

 

Ele me virou contra ele, e desabotoou minha blusa, e deslizou minha saia pelas minhas pernas, eu já estava semi nua e a minha noite não podia estar melhor. Eu me virei e tirei sua blusa social, peguei seu cinto e joguei longe, tirei sua calça e olhei para ele tentando expressar todo o meu desejo, ele sorriu com toda a sua ferocidade para mim, e eu não exitei para beijá-lo, toda a nossa perversidade subia a cabeça e estava praticamente implícito o que cada um queria daquela noite.   

 


Notas Finais


Espero que tenha gostado amore, não esqueça de deixar se quiser, sua opinião pela história.


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