História Weakness - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Henry Cavill
Personagens Henry Cavill
Exibições 44
Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Domhnall Gleeson - Max Blake.

Capítulo 7 - Chapter 7


Fanfic / Fanfiction Weakness - Capítulo 7 - Chapter 7

Eu não sabia o que aconteceu, foi de repente. Max me beijou, foi um beijo intenso. Não sabia o que sentir naquele momento, apenas fechei os olhos e retribuí, mas logo depois de abrir os olhos, percebi que Henry estava parado em frente á minha porta. Afastei-me rapidamente e levantei-me da cama, Max olhava para mim, curioso, enquanto, Henry olhava para mim, furioso. Estava com os braços cruzados. Estava lindo usando calça jeans, camisa branca e uma jaqueta de couro, aparentava a idade que tinha. Senti um frio na barriga ao vê-lo me analisar. Max parecia estar desconfortável. - Blake, saía. Agora! - Max olhou para mim, intrigado, mas eu não conseguia tirar os olhos de Henry. - Saía. Agora! - Max saiu do cômodo. Henry fechou a porta. - Vim até aqui pedir desculpas pelo artigo e encontro você com Max Blake. - Ele observou o cômodo. - Em seu quarto. - Observei um sorriso surgir em seus lábios. Sua respiração estava acelerada, ele tira a jaqueta e a joga em cima da pequena cômoda. - Eu deveria castigar você, Charlie. Você sabe que me deixa louco? - Sorriu. - Ah, Charlie. - Fechou os olhos, caminhei para trás tentando me manter afastada dele. Ele caminhou até a minha direção, colocando as mãos em meu quadril. - O que eu devo fazer com você? 

- Henry...

- Fique quieta, Charlie. - Ele segurava meu rosto. Ele me beijou, senti minhas pernas ficarem fracas. Segurei seus braços. Respirei fundo, agarrei o seu cabelo. Ele segurava minhas pernas, mas logo suas mãos vão para a minha bunda. Caímos na cama e deixo soltar uma risada, ele sorri. - Você é minha, Charlie Carter. Somente minha. - Respirou fundo. - Você tem ideia do quanto que a desejo, Charlie? - Sussurrou. Minha respiração fica presa. - Você tem uma pele preciosa, branca e perfeita. Eu quero beijar centímetro por centímetro. - Ele beija meu pescoço. - Eu gosto de loiras. - Ele murmura, suas mãos descem para o meu pescoço, e logo estão em minha barriga. Ele beija minha barriga e rasga a minha camisa, deixando-me apenas de sutiã. Henry tira a camisa rapidamente e volta a me beijar. Ele estava abrindo o zíper da calça, quando alguém bate na porta.

- Charlie? Está tudo bem? - A voz de Amber ecoava pelo cômodo. - Bom, você tem visita.

Henry respirou fundo. - Está esperando alguém?

- Não.

- Bom, então vou voltar a terminar o que comecei. - Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios. Seu beijo foi intenso, minhas mãos percorreram seu corpo. 

- Charlotte está? - Ouvi a voz de um homem vindo da sala da estar. Henry olhou para mim, confuso. 

- Ela está no quarto. - Ouvi a voz de Amber.

Eu conhecia a voz que ecoava pelo apartamento. - É o meu pai! - Engoli em seco.

- Porra! - Henry levantou rapidamente e se vestiu. Caminhei até o closet e coloquei uma camiseta vermelha, observo a camisa rasgada no chão e a jogo para debaixo da cama. Saio do quarto, fechando a porta atrás de mim, percebo duas malas perto do sofá. No centro da sala, estava meu pai. Corri em sua direção. - Pai! - Pulei em seus braços. - Senti a sua falta. - Senti lágrimas rolarem pelo o meu rosto.

- Charlotte. - Ele passou a mão em meu cabelo. - Minha pequena, Charlie. 

Um cheiro maravilhoso invadiu o apartamento. - Ótimo, já está pronto. - Amber sorriu, ela caminhou até a cozinha, Tyler a acompanhou. Eles serviram os pratos. Antes de me servir, caminhei até o quarto e segurei a mão de Henry, ele parecia estar confuso. Ao chegar na sala de jantar, soltei sua mão, todos os olhos estavam pregados nele. Meu pai pareceu perder a fome, engoli a seco. Henry se aproximou, estendendo a mão. - Senhor Carter, olá. Sou Henry Cavill.

- Trevor. Senhor Trevor. - Ele estendeu a mão, cumprimentando Henry. Meu pai olhou para nós. - Vocês são...?

- Não! - Gritei. - Nós não somos... - Estremeci.

- Ela trabalha para mim, sr. Trevor. Ela é uma ótima secretária. - Sorriu.

Ryan ficou sério. - E o que você estava fazendo no quarto da minha filha? 

- Uma reunião, estávamos explorando os negócios da empresa. 

- Meu Deus. - Sussurrei. Coloquei as mãos em meu rosto.

Tyler riu, Amber bateu em seu ombro. - Cala boca! - Sussurrou. 

- Aí! - Ele observou o olhar de Amber e permaneceu quieto.

- Sentem. - Amber disse, servindo os pratos.

Tyler e Ryan ficaram conversando sobre os jogos do Chelsea durante o jantar, Amber havia convidado Ryan para o casamento e ele pareceu estar feliz. Lauren e meu pai estavam se divorciando, eles pareciam ser felizes. Enquanto eu colocava mais vinho em minha taça, senti Henry colocar a mão em minha perna. Respirei fundo. - Não. - Sussurrei. Retirei sua mão e voltei a colocar o vinho na taça.

Tyler olhou para o relógio. - Tenho que ir. - Ele beijou Amber e logo depois a abraçou. Estremeci. - Você vem, Henry?

- Claro. - Ele olhou para mim. - Te vejo amanhã? - Assenti. Sorriu. Ele depositou um beijo em minha mão e acompanhou Tyler. 

Meu pai estava com os braços cruzados. Sorri ao me aproximar. Coloquei a cabeça em seu ombro. - Eu te amo, pai. - Sorriu. - Você vai ficar quanto tempo? - Olhei para ele, seus olhos verdes brilhavam. 

- Não sei. Estou em Londres para resolver uma caso, e quando eu resolver...

- Você vai embora. - Estremeci.

- Mas deve demorar, até lá você terá minha companhia. - Tentei sorrir. - Então, me fale sobre esse tal Henry Cavill.

Respirei fundo. - Ah não. Hoje não, por favor. Agora, eu quero ficar aqui, com o senhor.

- Tudo bem. - Ele beijou minha testa.

Amber pegou mais uma taça de vinho e se juntou a nós na sala de estar. Ficamos ali, apenas assistindo televisão e aproveitando a companhia um do outro. Sorri. Eu amava os dois.

(...)

- Charlie! Acorda! - Levanto-me rapidamente. - Você vai trabalhar, certo? - Assenti, passei as costas das minhas mãos em meus olhos. - Vou acompanhar você, levante. - Sorri. Olhei para o relógio, eu estava antecipada. Coloco o vestido vermelho, ajeito meu cabelo e coloco os sapatos. Pego a bolsa e vou até a sala de estar. - Pronto?

Meu pai sorriu ao me ver. - Você está linda!

- Obrigada. - Sorri. - Vamos? - Assentiu.

Andamos até The Green Cafe, era um dos meus lugares favoritos, o local ficava na 285 Greenwich High Rode, SE10 8NB. Paul, um dos funcionários, era um grande amigo e fazia um dos melhores cafés de Londres.

- Charlie, oi! - Sorriu. - O de sempre?

- Olá, Paul! - Sorri. - Sim, por favor. Pai? O que você vai querer?

Ele olhou para o cardápio. - Pode ser esse aqui. - Ele apontou para a imagem e Paul anotou o pedido. Meu pai acabou comendo o café tradicional inglês. Ovos, bacon, salsichas, pão frito, feijão cozido e cogumelos. Ri ao vê-lo fazer uma careta quando comeu o ovo com a salsicha. Eu apenas pedi o meu de sempre, o tradicional chá com leite inglês. Segurei a xícara com as duas mãos e bebi o líquido que consiste chá preto com um pouquinho de leite. Meu pai não me disse muita coisa sobre o caso, apenas que havia um assassino por aí. Fomos andando até a Cavill Enterprise, ao chegarmos no saguão, ele beijou minha testa e se afastou. Ao chegar na minha sala, encontro Henry sentado em minha cadeira.

- Está cinco minutos atrasada.

Fecho a porta, coloco a bolsa em cima da mesa. - Eu estava com o meu pai. - Coloco as mãos em minha cintura.

- Ah, o sr. Trevor. - Sorriu. Olhei para ele, intrigada. - Sabe, eu andei pensando na noite passada, antes do seu pai chegar. - Ele caminhou até a minha direção. - Podemos terminar aqui e agora. - Sorriu. 

Revirei os olhos. - Você é louco? Não! Não vamos terminar nada aqui. - Respirei fundo. - Eu não quero e nem vou ser conhecida ou chamada de "a garota que teve sexo com o chefe para subir na vida". Então não vamos começar e nem terminar nada. Agora se me der licença tenho muito trabalho a fazer, então saía da minha sala, por favor. - Ele ficou quieto, apenas me observando. - Saía, agora! - Segurei a porta. Ele apenas ficou calado e saiu da sala, o observei caminhar até a sua sala e fechei a porta. Peguei os papéis sobre a contabilidade da empresa e comecei a fazer os cálculos. No almoço eu teria a companhia da minha mãe. Iria ser um longo dia.



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