História Weightless - Camren - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Alimentares, Amor, Anorexia, Bailarina, Camila, Camilacabello, Camren, Drama, Fifthharmony, Homossexualidade, Lauren, Laurenjauregui
Exibições 196
Palavras 2.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bethaney Wallace.
19 anos. Britânica.
Morreu pesando 38kg.
Tenha um pensamento feliz por ela, ela merece.

Capítulo 2 - Chapter One - Pensamentos Tortos (Lauren)


Fanfic / Fanfiction Weightless - Camren - Capítulo 2 - Chapter One - Pensamentos Tortos (Lauren)

— Para Camila! Você vai terminar fazendo a gente ser expulsa da sala. — sussurrei para a latina, que insistia em ficar jogando bolinhas de papel em mim.

Tudo o que Camila fez foi rir, ela não estava nem aí. Camila Cabello é a minha crush desde os tempos de jardim de infância, podemos dizer assim. Ela é uma cubana de 17 anos que tem a pele, o cabelo e os olhos castanhos. A pele de Camila é bronzeada, totalmente diferente da minha, que não possui coloração alguma

Revirei os olhos quando ela me jogou outra bolinha dessas, mesmo irritada eu não consegui segurar o sorriso.

— Senhoritas Cabello e Jauregui! — o professor chamou nossa atenção e a turma inteira nos olhou, fiquei vermelha e xinguei Camila mentalmente. — Queiram se retirar da minha sala de aula, por favor! Podem esperar o próximo tempo do lado de fora.

Droga, Camila! Pensei e me levantei para arrumar as minhas coisas. Ela continua com aquele sorrisinho idiota no rosto. Por que eu não podia crushar alguém normal, ein?

Ao sair da sala com Camila eu dei de cara com: Dinah, Normani, Ally e Harry me encarando. Revirei os olhos contendo a minha vontade de bufar alto e bater neles.

— Isso foi um plano para me tirar de sala? Sério? Não poderiam pelo menos me avisar? — perguntei zangada.

— A gente até poderia, mas eu te conheço desde que eu nasci primeiro e sei que você não ia querer sair da sala, Srta. eu-sou-toda-certinha. — Harry me respondeu, não perdendo a oportunidade de jogar na minha cara que ele é, tecnicamente, o mais velho, qual é, foram só oito minutos. Pois é, eu dei trabalho.

— Eu não sou toda certinha, é só que a apresentação de balé é no mês que vem e eu não quero a mamãe pegando no meu pé mais ainda. — Harry revirou os olhos quando eu terminei de falar.

— Nem me fale, o jogo de basquete é no domingo. Ela não me deixou em paz até agora. Eu preciso relaxar. — Harry falou impaciente e eu assenti.

Nós amamos a nossa mãe, o único problema é que ela não nos deixa em paz um minutinho sequer. Ela projetou em mim o sonho dela de ser uma bailarina famosa, e agora eu tenho que sacrificar a minha vida para realizar os desejos dela. E em Harry, ela simplesmente projetou o sonho americano, ser um jogador de algum esporte popular, ficar rico e não precisar trabalhar nunca mais.

A verdade é que no começo eu gostava da dança, eu me divertia, adorava fazer todos aqueles passos e usar aquela roupa linda. Mas depois que minha mãe percebeu isso, ela achou que eu quisesse transformar a dança na minha vida, que eu queria entrar pro Bolshoi ou algo assim.

A frustração de minha mãe na dança é que ela foi irresponsável, verdade seja dita. Ela tinha 20 anos e estava em seu mais absoluto auge na carreira de bailarina, prestes à ganhar uma vaga no Bolshoi, no teatro da Rússia. E então ela conheceu o meu pai e se apaixonou perdidamente, e uma bela noite, meu pai esqueceu o preservativo e ela esqueceu a pílula, e aqui estamos eu e o Harry. E aqui jaz a carreira dela.

— Deus me livre da mãe de vocês. — Normani falou, aquilo me magoou um pouquinho, mas eu fiquei calada, Harry riu.

Quando chegamos ao terraço eu avistei uma sombra que logo se mostrou serem duas sombras, na verdade. Harry, Camila e as meninas se encaminharam para a outra parte do terraço, a parte que dava uma visão completa do campo de futebol. Eu caminhei na direção das sombras para ver quem eram, minha curiosidade implorando por isso. Ao chegar mais perto eu pude ver quem eram, Bianca e Riley.

Olhe, eu não estou julgando, mas você nunca vai entender o que é um relacionamento nocivo até conhecer Riley e Bianca. As duas fazem aulas de dança comigo. Elas se conheceram aos 10 anos e começaram à namorar aos 15. São até fofas juntas, porém fazem muito mal uma à outra. Bianca foi diagnosticada com bulimia há dois anos, e Riley com anorexia, no mesmo período de tempo. E não precisa ser gênio para saber que uma incentivou a outra.

— Oi, Lauren. — Bianca me saudou, sorrindo e eu sorri de volta.

— Olá, Bianca. — Riley pareceu nem ter me notado, eu sei que ela falaria se tivesse me visto.

Era de se esperar que as duas se apoiassem uma na outra, que uma buscasse forças na outra para superar as doenças, mas foi exatamente o contrário. Uma puxa a outra mais para baixo. Sempre se ajudando à continuar doente.

— Você ficou sabendo, Lauren? Um olheiro do Bolshoi vai assistir a apresentação mês que vem. — Riley se pronunciou, lenta, como se só agora tivesse percebido a conversa, e a minha presença. — Ele obviamente não vai me escolher, gorda desse jeito. — foi aí que eu entendi a doença, porque Riley estava muito magra, e eu tenho certeza que facilmente poderia envolver o pulso dela com o meu dedo indicador e o polegar.

Eu acho que li em algum lugar que a anorexia pode deixar a pessoa com o raciocínio lento, deve ser por isso que Riley demora à notar as coisas ou as pessoas, no caso eu.

— Eu ouvi a professora Julie falar que eles irão levar as melhores de nós para um intercâmbio de três meses. — Bianca falou baixinho, animada.

— Quantas? Mais ou menos. — indaguei, curiosa, e, de repente animada com algo que nem mesmo eu sabia o que era.

— Acho que eu ouvi falar de dez meninas e dois meninos. — assenti e me virei ao ouvir alguém me chamar.

— Tchau, meninas. Vejo vocês hoje, na aula. — me despedi e Bianca sorriu e acenou, se despedindo também, já Riley pareceu não ter me escutado.

Camila estava sorrindo de algo que Harry disse. Dinah e Normani estavam mais afastadas, escutando música nos fones da morena. Beyoncé, eu aposto. E Ally estava perdida encarando o celular, conversando com algum crush novo, imagino eu.

Fiquei pensando no que Riley e Bianca acabaram de me contar. Eu pensei em falar para Camila, mas ela estava muito perdida em seja lá o quê que Harry tenha dito. Não, eu não estou com ciúmes. Meu irmão sabe que eu gosto de Camila e ele jamais faria algo para me machucar.

— Lolo, sua linda, vem cá. — Harry chamou e eu me arrastei até eles dois. — O que aconteceu, bolinha? Tá tudo bem? — ele me perguntou preocupado e eu assenti.

— Jullie trouxe um olheiro do Bolshoi para selecionar 12 de nós para um intercâmbio de três meses no teatro da Rússia. — soltei sem querer e Camila e Normani me encararam de repente.

Eu não sei como Normani havia me escutado, com os fones, mas ela veio correndo até mim e logo ela e Camila estavam me enchendo de perguntas que eu não conseguia entender.

— Como assim 12 de nós? — Normani perguntou.

— Dez meninas e dois meninos. — respondi e ela abriu a boca em espanto.

— Mas tem mais de 40 meninas e 15 meninos na academia. Não é justo. — Camila disse. Realmente, pensando por esse lado, não é nada justo.

— Será uma grande competição. — concordei.

— Já vou começar a dieta hoje. — Normani falou e Camila assentiu.

— Como assim? — perguntei, confusa.

— Esses caras do Bolshoi não olham só pros seus pés não, olham seu corpo todo, e o rosto também. Acha que é coincidência que todas as bailarinas deles são lindas e magras? — levantei o olhar e vi Harry me olhando com pena, eu sabia o que ele queria dizer.

Assim que mamãe soubesse disso eu não teria alternativa à não ser entrar em uma dieta muito rigorosa. E se Normani e Camila que são magras naturalmente precisariam de dieta, imagine eu? Droga!

❤ ❤ ❤

Estávamos todos na mesa de jantar, Harry, mamãe, papai e eu. Pensei o dia todo se deveria ou não contar para a minha mãe sobre o intercâmbio. Harry disse que eu não deveria, que mamãe só me pressionaria ainda mais e que eu podia muito bem ganhar o intercâmbio do jeitinho que eu estou agora, me dedicando e saudável.

— Mamãe, terá um intercâmbio na escola de balé, para o Bolshoi. — falei antes que pudesse me controlar. Harry me encarava bravo, eu sei que ele está preocupado comigo apenas. Mastiguei o último pedaço de carne em meu prato e me encolhi na cadeira, olhando todos ao meu redor na mesa.

— Como assim para o Bolshoi? O da Rússia ou o do Brasil? — perguntou minha mãe, subitamente esquecendo a comida em seu prato.

— O da Rússia. Vão selecionar os melhores de nós e nos levar para ensaiar três meses por lá, aprender algumas coisas. — expliquei, minha mãe assentiu.

— Nada de sobremesa pra você hoje. — minha mãe decretou e eu arregalei os olhos surpresa, Harry revirou os olhos e bufou.

— Mãe, hoje tem o sorvete preferido dela! Deixa ela comer só hoje e amanhã ela começa mais uma dieta. — Harry falou, com a voz cansada. Eu sei que ele se estressa muito com a mamãe, queria ter a coragem dele de rebater ela.

— Não! — exclamou. — Quando ela não for uma gorda que não consegue nem se mexer vamos ver à quem ela vai agradecer, à você ou à mim. — Harry encarou a minha mãe por um tempo antes de retrucar.

— Quando ela for uma velha infeliz que só tem a beleza de consolo, vamos ver contra quem ela vai praguejar, contra você, ou contra mim. — Harry sorriu e a minha mãe levantou a mão contra ele, porém pensou duas vezes e a abaixou.

Abaixei a minha cabeça sentindo as primeiras lágrimas vindo por ter causado mais uma discussão. Deve ser por isso que minha mãe me odeia, eu causo todas as brigas dela com Harry e com o papai.

— Já chega! — meu pai elevou o tom de voz e todos olhamos para ele. — Ninguém vai gritar ou bater em ninguém aqui. E se a minha filha quiser ela vai tomar sorvete sim. — meu pai decretou e ninguém ousou questionar. Ele voltou a comer ignorando o que acontecera antes e eu esperei que todos terminassem de comer.

Assim que Harry terminou ele ficou fazendo caretas para me provocar e conseguiu arrancar de mim algumas risadas. Meu pai normalmente não permitiria, mas ele preferiu ignorar pois sabe que antes eu estava chorando e mesmo que pudesse ser distante as vezes, eu ainda sou a sua garotinha.

Depois que ele e minha mãe terminaram de comer, ela se levantou e pegou o pote de sorvete na geladeira, colocando-o em cima da mesa. Ela colocou quatro potinhos para tomarmos o sorvete. Mas havia algo me incomodando, algo no olhar dela que me dizia que eu a desapontaria se tomasse aquele maldito sorvete. Por isso eu me levantei da mesa.  

— Com licença. Eu não estou mais com fome. — dito isso eu me levantei e fui para o meu quarto, e fiquei brincando com o meu celular decidindo para quem ligar.

Optei por só mandar uma mensagem para Bianca:

Olá. Digitei e mandei, esperando por uma resposta. Oi, Lauren! O que aconteceu? Eu e Bianca nos conhecemos há muito, muito tempo. Mamãe me fez me sentir culpada e eu recusei o meu sorvete preferido. Eu podia ser direta com ela, não importa a situação, e eu meio que gosto disso.

Oh! Respondeu inicialmente e eu achei que ela fosse deixar por isso mesmo até que recebi outra mensagem. Se eu fosse uma pessoa saudável eu te diria que você deveria voltar lá e comer todo o pote de sorvete e ignorar a sua mãe. E eu faria mesmo isso. Mas você sabe... eu vomitaria tudo depois.

É... Eu sabia. É muito ruim? Vomitar depois. Perguntei antes que pudesse perceber a pergunta que estava fazendo. Não, eu não acho. Mas a Riley acha, por isso ela evita comer, se não vai ter que vomitar. Mordi os meus lábios e me despedi quando ouvi alguém batendo na minha porta. Tchau, tem alguém na porta. A resposta veio logo. Tchau!!

Falar com Bianca ou Riley podia ser muito engraçado. Porque não parece que elas são doentes, embora qualquer um perceba isso se falar com elas pessoalmente. Elas agem como se aquilo fosse uma escolha delas, como se estivessem no controle. Talvez na mente delas, estivessem.

— Entra! — falei para a pessoa que batia na porta do meu quarto.

— Oi. Tá vestida? — sorri ao ver Harry colocar só a cabeça dentro do meu quarto, deixando o corpo do lado de fora. 

— Claro que eu tô, palhaço. Se não eu não diria pra você entrar. — ele fez uma cara de confuso, como se só agora percebesse isso.

Ele entrou totalmente no quarto e eu mordi o meu lábio com certa força ao ver que ele trazia um pouco de sorvete em uma caneca. Ele sorriu pra mim e beijou a minha testa antes de sentar do lado da minha cama e colocar a caneca na mesinha ao lado.

— Eu sei que é o seu preferido, então eu trouxe pra você. Mas... Se não quiser mesmo, pode deixar aqui em cima que depois eu venho buscar. Okay, bolinha? — sorri e assenti, ele sabia que eu queria.

Harry saiu do quarto e eu encarei o sorvete e sem pensar comecei à comer, rápido. Sorvete de frutas vermelhas é simplesmente o meu preferido de todos os tempos. Sorri ao ver que Harry colocou mel em cima do sorvete e quando terminei coloquei a caneca novamente na mesinha, ele disse que viria buscar.

Mas depois de praticamente devorar aquele sorvete eu senti algo que eu nunca tinha sentido antes, algo que era completamente novo para mim. Eu senti, culpa.

E foi por isso que eu me levantei e fui até o banheiro, levantei a tampa do vaso e fiquei encarando aquilo por um tempo que pareceu infinito. Até que fiquei encarando também a minha mão, e logo levei o meu dedo do meio, (por ser maior), até a garganta e o forcei. Mas antes de vomitar eu o tirei. Aquilo doía um pouco e meus olhos estavam lacrimejando devido a força necessária.

Antes de me arrepender e voltar ao quarto eu forcei o dedo na garganta novamente e dessa vez não deu tempo de tirar ou me arrepender, e quando vi eu já estava ajoelhada em frente ao vaso, vomitando o sorvete. Aquilo era muito incômodo e doía, por mais que digam o contrário, talvez por ser a minha primeira vez.

Dei a descarga e abaixei a tampa, indo até a pia para lavar o rosto e as mãos e escovar os dentes. Não houve muito tempo para pensar pois logo Harry estava em meu quarto novamente. Enxuguei meu rosto e minhas mãos com uma toalha e voltei para o quarto, sorrindo para meu irmão e me deitando novamente.

— Tá tudo bem, pequena? Você tá bem pálida, mais que o normal. E tá estranha. — Harry sempre sabia quando havia algo de errado comigo, sempre, mesmo quando ele era o único à ver.

Mas pela primeira vez em minha vida eu senti vergonha de falar algo para o meu irmão. Eu simplesmente não queria admitir o que havia feito.

— Tá tudo bem, eu só tô um pouco cansada. Hoje a aula foi muito pesada. — ele assentiu, mesmo sabendo, claramente, que era uma mentira.

Me preparei para dormir e Harry deu outro beijo em minha testa, pegou a caneca e se levantou, indo até o interruptor e desligando a luz. Quando ele bateu a porta e eu me vi sozinha eu me permiti chorar.

Eu chorei porque estava confusa demais e simplesmente não sabia por que eu havia feito aquilo. Sempre me disseram que eu sou linda do jeito que sou, então por que eu estava fazendo aquilo comigo mesma? Eu não preciso. Preciso? Quer dizer, eu não sou gorda, não sou magra como Camila ou Ally, ou nenhuma das minhas amigas. Mas o meu corpo é proporcional e aqueles é o corpo natural delas, assim como esse é o meu.

Por que eu estou tentando mudar? Eu sabia o porquê. Minha mãe. Eu queria agradá-la, se isso significa fechar a boca até estar mais magra, eu posso fazer isso, não posso? Depois que eu perder peso o suficiente eu paro. Mas eu não vou vomitar, nunca mais. Eu ainda estava com o gosto ruim na boca e a minha garganta estava com uma leve ardência que estava me incomodando mesmo.

E foi com todos esses pensamentos tortos e complicados que eu adormeci aquela noite.


Notas Finais


Segundo capítulo de Weightless... Bom, algumas coisas à dizer.
1- Sempre que quiserem falar sobre qualquer coisa vocês podem me chamar. Eu prometo que vou tentar ajudar, ou simplesmente ouvir. E vai ter sigilo autora, leitor. Nada vai sair daqui e eu não vou julgar, nunca, independente da situação.
2 - Eu tô chorando demais, porque foi isso aí que aconteceu comigo, foi exatamente assim a primeira vez que eu vomitei. Socorro, que dor.
3 - Eu me atrasei com TMTC, eu não sei se consigo postar hoje, porque eu tô realmente mal.
4 - Eu ainda nem respondi nenhum comentário porque tava ocupada escrevendo, diculpa.
5 - Eu amo vocês.
Novo twitter: @lowrencabeyo podem chamar lá também, se vocês se sentirem melhor assim.
Até o próximo domingo.
Kissus,
-Lena


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