História Weird Girls - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Morte, Originais, Sangue, Sobrenatural, Tortura, Violencia
Visualizações 8
Palavras 752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


" Você tem um rosto tão bonito... Por que estragou ele com atitudes tão infantis e estúpidas? "

Espero que gostem :)

Capítulo 1 - White hair - First History


Violet.

Era uma tortura, eu estava na escola, apresentando meu grupo, numa competição que estava acontecendo na escola, E o nosso precisava ganhar! E como eu estava no meio disso, eu fui obrigada a ir apresentar em casa sala. O pior nem foi passar pela escola INTEIRA, foi passar na sala dos 9ºC... todos de lá olhavam pra mim, por causa do meu cabelo armado e branco, por causa da minha roupa, preta e cheia de detalhes frios, até que um menino branco de cabelo bem escuro e grande gritou:

- Iae emozinha! Vai se corta!

Todos riram, eu como sou tímida, preferi ficar calada... Não queria passar mico, não agora.

- Que foi? Não vai falar nada? Não aguenta uma treta? Se eu te pegar, eu te arremesso na parede!

- Para com isso James! Ta assustando ela! – Um outro menino me defende.

- Vai defender essa vadia? Olha como ela se veste! Esqueci que você também se veste assim!

Eu estava meio assustada, não por causa do menino estar me ameaçando, sim por ter alguém me defendendo nisso.

- Parem! – Eu digo baixo, meio assustada.

- Abriu a boca? – Começou a gritar, mas depois, levantou da cadeira.

 As meninas que estavam comigo saíram dali, e estavam na porta, os professores tentaram acabar com aquilo, mas pela minha surpresa, eles desistiam muito fácil.

- Por que implica tanto da maneira que eu me visto? Da maneira que eu sou? – Digo um pouco angustiada. Eu não sentia medo, ele não poderia me agredir.

- Por que você é emo, emos são tudo bando de lixos! – Todos da sala levantaram e foram pro canto, muito apavorados, eu não intendo tanto medo...

- Que foi bando de viados? Estão com medinho é? – Ele estava mais bravo, o absurdo é que era tudo aquilo, por causa da minha roupa?

- Eu não tenho medo de você. – Todos me olhavam, meio que surpresos, coisa que estava me deixando meio nervosa.

- Como é que é? – Ele veio pra mais perto, e apontou para meu rosto – Eu sou quem você deveria mais ter medo!

- Pois é né? Pena que não tenho. E se distancia de mim. – Eu empurrei ele, foda-se o resto.

- Me solta seu resto de aborto! – Ele veio pra cima de mim, com um soco no rosto.

 Ele me socou, no rosto, virei meu rosto de lado, quando olhei para ele, ele estava meio assustado, mas fingindo não estar. Meu rosto estava limpo e sem nenhum arranhão, hematoma ou algo assim.

- Surpresa, babe.

Eu devolvi o soco, mas dessa vez, foi ele quem foi arremessado na parede. Ele levantou meio com dificuldade, sua boca estava sangrando, e sua bochecha estava machucada.

- Você tem um rosto tão bonito – Eu cheguei perto dele, e segurei seu rosto, para minha direção. – Por que estragou ele com atitudes tão infantis e estúpidas?

- Me solta – Diz ele, tossindo.

- Claro que solto, mas deixa eu terminar o que eu comecei, ou melhor, o que você começou. – O joguei no outro lado da sala, onde estava um grupo de 5 pessoas encolhidas, surpresas. E TALVEZ com medo de mim.

-  Você gostaria de ser chamada de delinquente o tempo todo? – Pego no rosto dele com agressividade – Gostaria das pessoas não te darem mais atenção, só por que você é diferente deles? – Pego uma tesoura com ponta, e bem afiada – Gostaria de ser rejeitado? – Encosto as laminas da tesoura no braço do garoto, fazendo ele gemer de dor pelo pequeno corte que fiz.

- Não... não... e não. – Ele responde com uma voz meio arrastada.

- Você não pode acordar, e isso não é um sonho! Você é uma máquina, não um ser humano, sua alto-estima é baixa, você é movido a gasolina e cocaína. – E faço um arranhão grande e raso, e o solto, o deixando jogado no chão. – Cuidado, palavras são como balas, machucam, e são fatais.

Saio dali, com a diretora na porta.

- OLHA O QUE VOCÊ FEZ! VOCÊ APRENDEU ISSO COM SEUS PAIS? APOSTO QUE SEUS PAIS NÃO TE---

- Eu não tenho pais.

- Então com quem você mora?

- Minha gata me ensinou a como usar os próprios dentes como arma.

- Mas... Que...

-Nossa conversa está encerrada. – Chego perto do ouvido dela e cochicho. – E cuidado ao tentar cortar o meu caminho, eu sei muito bem como fazer um assassinato parecer suicídio.

Sai dali com nenhum pingo de remorso. Além disso, se eu quisesse, explodiria essa escola.

End... ?


Notas Finais


:) Sou nova esse lance de originais. Mas tentei

Favoritem e comentem ? <3


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