História Welcome to the West - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Ação, Cowboy, Faroeste, Hot, Interativa, Red Dead Redemption, Romance, Suspense, Velho-oeste
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Palavras 1.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Surpresa, vaqueiros!!
Mais um capítulo pra vocês já entrarem no clima do Velho Oeste e conhecerem um pouco mais de Lily, John e Billy.

Falta apenas uma semana para encerrar o envio dos formulários (até 20/08). Por isso, se você ainda não enviou o seu, corre lá que dá tempo! (Link nas notas finais)

Os resultados vou postar no dia 25/08. Segue link nas notas finais.

AVISO: Recebi muitas damas e poucos cavalheiros. Então, fica a dica!

Capítulo 2 - Lembranças


Fanfic / Fanfiction Welcome to the West - Interativa - Capítulo 2 - Lembranças

A cidade estava de luto, devastada pela destruição da igreja e pela morte do vigário.

Os murmurinhos tomavam conta da rua principal. Não se falava em outra coisa na pequena e misteriosa WildWest.

Quem teria causado tamanha destruição?

Era o que todos se perguntavam.

Com a união e o esforço de vários habitantes, o fogo finalmente foi apagado, mas não sobrou muita coisa da igreja.

O prefeito Harrys tratou de pagar o agente funerário para providenciar tudo quanto fosse necessário para o funeral do santo padre no dia seguinte.

Ninguém podia acusar o homem de ser um mão de vaca.

― Amanhã é outro dia. Vão para suas casas e durmam em paz. Como o padre costumava dizer: “O Senhor é nosso pastor e nada nos faltará”!

Billy discursava para o grupo de homens e mulheres próximo aos escombros da igreja. Ele poderia não ser um exemplo de cristão, mas sabia como controlar a população.

A senhorita Stuart seguia com John até o Saloon enquanto o prefeito dava uma amostra de sua oratória.

― Você acha seguro cavalgar até sua propriedade? - Lily se mostrava preocupada com a segurança do amigo.

Marshall dá um sorriso torto para ela.

― Não se preocupe comigo! Eu sei me defender.

A mulher parecia ter se esquecido que John era um reconhecido caçador de recompensas do Oeste. Enquanto tivesse uma bala em seu revólver estaria seguro.

John monta em seu cavalo e segue para sua casa, despedindo-se da amiga com um leve movimentar do chapéu em sua cabeça.

Ele cavalgaria mais alguns poucos quilômetros até sua casa.

Lily fica observando o amigo se afastar até sumir completamente do alcance de sua vista.

Já era início da noite quando Marshall chegou ao lar.

A pequena criação de cabras já estava recolhida e havia uma pequena faixa de luz refletia pela janela.

Provavelmente o velho Francis, caseiro e responsável por cuidar da propriedade na ausência de John, estava preparando o jantar.

John deixa o cavalo no celeiro e retira a sela do animal, colocando um pouco de feno e água à disposição para seu velho amigo recarregar as energias depois de uma longa viagem.

― Não se mova ou vai levar chumbo!

John reconhece a voz do velho Francis, seu tom era ameaçador. Ao menos ele continuava o mesmo velho rabugento. Francis era viúvo e não tinha família, sempre trabalhou para os pais de John e após anos, aquele era o único resquício de família que ambos possuíam.

― Que recepção calorosa.

Marshall se vira para o homem, revelando seu rosto. O velho apontava uma espingarda para sua direção e estava com o dedo no gatilho.

Ao notar que tratava-se de John, ele abaixa a arma e um misto de surpresa e felicidade toma conta do homem.

― John! Chegou bem na hora do jantar.

Eles se cumprimentam e John acompanha o homem até a casa. O velho ajuda John com as bolsas que formavam sua bagagem.

A casa estava em perfeita conservação. John coloca as bolsas em cima da mesa de madeira no centro da sala.

― É bom estar de volta!

Marshall se sentia à vontade ali. A nostalgia de algumas lembranças o alcança. Ele nasceu e foi criado ali. O lugar era um álbum intacto de seu passado, de sua infância, de sua família.

O velho Francis traz uma tigela de sopa para John.

― Legumes! Se reclamar é você quem vai cozinhar daqui pra frente. - o velho resmunga.

― Sempre tão gentil. Eu até que senti falta disso.

John sorri e Francis mantém a expressão séria. Eles se entendiam e se davam bem à maneira deles.

Jantaram em silêncio.

Após terminarem, John seguiu para a varanda. Tirou as botas e ficou sentado na cadeira de balanço por um tempo observando o céu estrelado.

― Você passou no Saloon à caminho daqui?

Francis se aproxima e se senta em outra cadeira.

― Sim! Lily está mais linda do que eu me lembrava...

O velho acende um cigarro de palha e sorri. Ele sempre pensou que as duas crianças que costumavam brincar por aqueles pastos acabariam juntas um dia. Mas ele jamais admitiria pensar nessas coisas, para um velho rabugento feito ele não era nada apropriado pensar em romances.

― Colocaram fogo na igreja e mataram o padre.

John fala em um tom sério e com certa indiferença.

Francis arregala os olhos com a informação.

― Malditos! As coisas por aqui estão saindo do controle. Ninguém mais está seguro por estas bandas.

O velho termina de fumar e joga o resto da palha no chão.

― Boa noite, rapaz!

Francis se despede e vai para o seu quartinho no fundo da casa.

John permanece ali, pensativo, observando as estrelas.

Aquela terra nunca fora um lugar seguro.

Na cidade, alguns homens se embebedavam no Saloon e o murmurinho continuava. Muitos homens ali acreditavam que os responsáveis por aquela barbárie eram os mexicanos, outros afirmavam ter sido obra de índios selvagens.

Lily não aguentava mais ouvir tantas teorias.

― Calem a boca! Se vieram aqui para beber então façam isso e parem com este falatório.

Sua voz alta e forte fez todos se calarem.

A senhorita Stuart era muito respeitada na cidade e ninguém ousava lhe desafiar. Ninguém que tivesse amor à vida e às suas bolas ousaria contrariar uma ordem dela.  

Satisfeita com o silêncio, pediu ao pianista que tocasse uma música.

― Gosto de te ver assim!

Billy se aproxima da loira no balcão do bar. Ela o encara com um pouco de desprezo.

― O que foi? Vai expulsar o seu melhor cliente?

Ele insiste na provocação. Um sorriso travesso se formou nos lábios do homem.

― Pensei que não voltaria hoje depois do ocorrido com a igreja! Você deveria estar planejando uma forma de economizar o dinheiro da prefeitura na reconstrução da nova paróquia.

Ela era ríspida com as palavras e não se intimidava com o fato de Harrys ser o homem mais poderoso de WildWest.

― Já tenho tudo planejado, senhorita Stuart! Tudo planejado...

Billy mantinha a fala mansa e o sorriso sarcástico estampado no rosto. Isso era o que mais irritava Lily.

O homem dá uma piscadinha para a loira e segue para as escadas do Saloon.

No piso superior, ele caminha pelo corredor estreito até a última porta de madeira e entra sem bater.

Uma bela mulher de longos cabelos pretos estava lhe aguardando. Seus lábios carnudos combinados com os olhos de um castanho brilhante e a pele clara deixavam o homem extremamente excitado.

Aquela era a mais bela das prostitutas de WildWest. Talvez a mais bela com quem ele já se deitou.

― Preciso relaxar! Vamos, venha me fazer uma massagem.

Ele se senta na cama e a garota se aproxima por trás dele, tirando o paletó do homem e começando a massagear seus ombros tensos.

Fechou os olhos ao sentir o toque da mulher. Ela vagarosamente vai desabotoando a camisa dele e descendo com suas carícias até o meio das pernas dele.

― Vejo que já está relaxado, prefeito!

Ela nota o membro dele enrijecer em sua mão.

Harrys apenas sorri com o comentário dela. Ele se vira para ela e, segurando sua nuca, a puxa para um beijo intenso.

O corpo dele vai lentamente ganhando espaço em cima dela. Seus beijos percorriam o pescoço da mulher enquanto ela retirava a camisa dele por completo.

A mão de Billy percorria a perna da mulher e ia subindo o tecido do vestido junto com ela. Quando seus dedos alcançam a feminilidade dela, a mulher solta um gemido e isso o excitava ainda mais.

Os beijos dele descem até o decote da moça e enquanto seus dedos penetravam na intimidade dela, fazendo-a gemer de prazer, com a outra mão, ele afrouxa o espartilho dela, deixando os seios firmes dela à amostra.

Cada minuto com aquela mulher valia o montante que ele lhe pagaria ao final.

Desesperadas, as mãos da moça lhe desabotoam a calça, revelando seu membro duro e pronto para penetrá-la.

Billy chupava o belo seio dela enquanto se encaixa entre suas penas.

― Ande logo com isso, Billy! Eu quero você dentro de mim.

A voz da prostituta estava trêmula e ofegante.

Com o pedido dela, ele a penetra em uma só estocada.

― Nossa noite será longa, querida!

Ele diz enquanto se movimentava em cima da mulher em um ritmo constante e intenso. Era assim que ela gostava de senti-lo.

 O som do ranger da cama era audível do salão do bar.

Lily revira os olhos quando os gritos começam. Ela detestava o fato de seu pai ter permitido que garotas se prostituíssem nos quartos do Saloon. No entanto, era aquilo que atraía seus clientes.

Já era hora da mulher ir para casa e cuidar do pai.

A senhorita Stuart deixa o local sob os cuidados de seu melhor barista e segue para casa.

Sua rotina era essa. De casa para o trabalho e do trabalho para casa. Seu pai estava acamado, por sorte, a febre tinha cedido e agora o homem dormia tranquilamente.

A vizinha a auxiliava com o pai enquanto Lily estava no Saloon. A loira se aproxima do pai e ele abre os olhos lentamente.

― Tudo bem, minha filha?

A voz dele era fraca mas ainda assim audível.

― Sim! Tudo na mais perfeita ordem. - Lily faz uma pequena pausa antes de continuar. Ela detestava mentir para o pai, mas era necessário não alarmá-lo.

― John está de volta...

Ela sabia que o pai tinha grande apreço pelo rapaz.

 O senhor Stuart sorri com a notícia. Era bom ter ele de volta na cidade. Homens fortes e destemidos são sempre necessários em uma cidade como WildWest.

― Volte a dormir!

Ela deposita um beijo na testa do homem e apaga a lamparina que iluminava o quarto ao deixar o local.

Seguiu para o quarto e se despiu. Lily tinha o costume de dormir nua.

Da sua cama era possível observar o céu estrelado. Assim que encostou a cabeça no travesseiro, não pôde deixar de notar como aquela noite em particular estava mais estrelada.

O retorno de John lhe deixava feliz e até aliviada.

Quem sabe agora aqueles mistérios fossem resolvidos.

Era isso que ela desejava. Era isso que ela esperava.

O que ele estaria fazendo agora?

Como ela queria observar aquelas estrelas com ele, assim como faziam antes.

Fechou os olhos e seu pensamento foi coberto pelas boas lembranças que John despertava nela.


Notas Finais




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