História Welcome To The Wood - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jeff The Killer, Slender
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Ben Drowned, Creepypasta, Eyeles Jack, Jack Risonho, Jeff The Killer, Sally A Suja, Slenderman, Sonic Exe, Suicidal Lee, Tails Doll, The Rake
Exibições 23
Palavras 2.779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Geeeeeennnnnttttteee!!! Desculpa mesmo, eu simplesmente havia esquecido de editar e postar esse cap T~T estou me sentindo uma pessima pessoa por isso. Desculpa msm T^T

Capítulo 6 - Capitulo 6


Não sabia onde estava, mas sentia que era conhecido. Estava tudo escuro e apenas uma silhueta distorcida era possível ser vista correndo, ela levava lago um pouco menor nos braços enquanto tentava se manter em pé. Crianças, sim eram duas crianças, uma maior aparentando ter no máximo onze anos enquanto a outra não passava de quatro.

-O que elas estão fazendo aqui? –ele correu as seguindo até que pararam diante de um prédio branco que na hora fora reconhecido por Josh –O orfanato? Mas... –ele se aproximou ainda mais  das crianças e viu a si mesmo, quando novo, adormecido nos braços da mais velha –O que está acontecendo aqui!? –ele deu alguns passos para trás.

-Me desculpe Josh! –abraçou o pequeno corpo com força deixando algumas lágrimas caírem no rosto sereno do garoto –Um dia irei te encontrar novamente, mas por enquanto se mantenha a salvo, por favor. –a criança mais velha levantou um pouco a cabeça e Josh, do presente, pode ver um colar com o mesmo pingente de cão que ele usava o fazendo aperta-lo involuntariamente. A criança beijou sua testa e o colocou sentado ao lado da porta, acariciou seus cabelos e colocou o capuz do casaco que usava. –Você sabe que sempre cumpro minhas promessas, não é maninho? Essa não será diferente, só peço que tenha paciência. –tirou o colar do pescoço e colocou no do garoto. –Pronto! Assim saberá que sempre estarei com você.

-Isso não pode estar acontecendo...! –deu outro passo para trás escorregando na escada e caindo de costas no chão.

A criança beijou novamente sua testa cantarolando uma musica calma e tranquila, que agora Josh lembrava sua letra de cor.

-...Aqui no meu jardim das sombras... –disse involuntariamente levantando sua cabeça do colo da loira.

-O quê? –Candy perguntou confusa deixando o garoto da mesma forma.

-Espera, isso foi um sonho?

-O que foi um sonho, querido?

-Ah! ...Nada não... esqueça... –abaixou a cabeça frustrado.

-Você deve estar preocupado com a Mel. Seu cérebro faz esse tipo de coisa involuntariamente, não se preocupe. –Candy sorriu para ele.

-Eles ainda estão lá? –ergueu seus olhos para a loira.

-Sim, e já faz bastante tempo. –olhou para a porta em seguida voltou a olhar o garoto. –Micke veio aqui agora pouco e pediu para que eu entregasse isso quando acordasse. –lhe estendeu uma vasilha com um pouco de salada de frutas. –Parece que Sebastian contou o que aconteceu no banheiro e ele ficou preocupado com você.

-Me desculpe... –pegou a vasilha e começou a comer com calma. –E você? –parou com a colher no meio do caminho a boca.

-Estou bem. –apontou o criado mudo onde tinha uma outra vasilha vazia e dois relógios de pulso. –Eu comi enquanto você dormia.

-Na verdade me referia as suas roupas. –a loira ainda estava de biquíni. –Não está com frio?

-N-Não! Estou bem... –gaguejou. Na correria de mais cedo, simplesmente havia se esquecido que estava de biquíni. Mataria Britany por tê-la feito colocar aquelas roupas e nem mesmo precisou entrar na banheira e estabilizar a temperatura de Mel.

-Espera um pouco. –entregou a vasilha pela metade à ela e se levantou vasculhando o guarda-roupas. Pegou uma blusa larga e um shorts masculino entregando a ela. –Espero não ficarem muito largos. Aparentemente eram para ser de Micke, mas acho que ele não vai se importar. –sorriu pegando de volta a vasilha da loira e se sentou novamente na cama. –Por que não experimenta?

A loira acenou com a cabeça e foi até o banheiro se trocar deixando o garoto sozinho a terminar sua “refeição” e colocar sua vasilha sobre a outra. Ele olhou curioso para os relógios e pegou um vendo seu tempo cair a cada segundo. O temporizador estava no 67 e caindo. Ouviu a porta do banheiro se abrir, mas continuou a olhar os segundos indo em bora aos poucos.

-Ah é! Ele também tinha dito para cada um de nós pegarmos um  deles, são nossos temporizadores. Teddy deve ter te explicado sobre eles.

-Sim, ele falou. –olhou a loira que parecia uma rapper com as roupas largas, seu cabelo ainda preso um pouco mais arrumado do que quando Mel o prendera e a maquiagem borrada nos cantos mostrando evidentemente que ela havia chorado.

Josh queria saber o motivo dela ter chorado, mas decidiu não perguntar para não fazer ela chorar novamente, caso contrario ele acabaria por chorar também. Ele acenou com a cabeça e colocou o temporizador no pulso se lembrando de algumas coisas em seu sonho, como a forma carinhosa como a criança o tratou e a música que ele se lembrou repentinamente.

-Hmm... Candy? –ela o olhou –Onde foi que ouviu aquela musica que estava cantarolando antes de eu dormir? –ela pensou um pouco.

-Pra falar a verdade eu não consigo me lembrar. Eu nunca tinha a ouvido antes de repente ela pareceu brotar em minha cabeça. –sorriu –Eu devo ser uma compositora ou algo do tipo. –riu.

Josh não teve coragem de lhe dizer a corrigi-la. Não queria ter que contar tudo o que vira no sonho, principalmente sabendo que podia não ser real. Ele sabia sim que havia sido abandonado com aquela mesma idade no orfanato, mas jurava que tinham sido seus pais que o entregaram, nem mesmo sabia que havia tido irmãos, em suas memórias só o que via era o vulto de seus pais.

Não, havia mais alguém naquela noite, alguém com o mesmo sorriso de Jack quando matou Edward. O sorriso de um psicopata, o sorriso de um assassino.

-Ah! Por favor, faça isso parar! –gritou com as mãos na cabeça puxando seus cabelos com força.

-Ei, Josh! Josh! –Candy se agachou a sua frente e segurou seu rosto com as duas mãos o fazendo olhar para ela –Vai ficar tudo bem. –sua voz estava calma –Nós vamos sair daqui e esse pesadelo logo vai terminar. –afastou as lagrimas que ameaçavam a escorrer pelo rosto do garoto –Eu prometo. –sorriu tentando passar confiança para que ele se acalmasse.

Foi a gota d’água para ele. Se jogou nos braços da garota como uma criança indefesa, deixando que o choro levasse suas preocupações, suas magoas, suas tristezas, tudo o que estava sentindo naquele momento.

~~~~~~//////~~~~~~~

Mais uma hora havia se passado. Josh mais uma vez estava deitado no colo da loira que fazia caricias em seu cabelo, seu olhar havia perdido o brilho de antes, ele estava perdido, angustiado, com medo, queria sair daquela floresta o mais rápido possível e sair procurando por aquela criança que prometera que o acharia, mesmo sabendo que ela já devia ter esquecido ou que poderia não ser real, mas havia algo dentro dele que não o deixava simplesmente esquecer. Não se importaria, aquela era sua nova meta para quando saísse daquele lugar, se é que sairia.

Por um minuto aquela ideia não pareceu lhe estranhar. Ficar naquela floresta e ser encontrado morto por outra criança inocente parecia lhe agradar. Não! Ele estava perdendo a sanidade! Era isso o que eles queriam que todos acabassem fazendo, perder a sanidade e se entregassem para a morte de braços abertos e cabeça erguida, como um campeão prestes a subir ao pódio.

Lentamente a porta foi aberta fazendo Candy ficar em expectativa olhando para a mesma. Micke e Teddy entraram por ela parecendo cansados, suas roupas estavam um pouco sujas com uma gosma negra e poucas gotas de sangue.

-O que aconteceu? –se adiantou Candy com vontade de se levantar, mas não o fez por conta do garoto em transe em seu colo, nem mesmo notara que os dois entraram no quarto.

-Calma. Está tudo bem. –Micke disse com as duas mãos a frente do corpo como se a garota fosse o atacar. –Ela só precisa descansar um pouco.

-E como foi? –perguntou depois de um suspiro aliviado. Micke e Teddy se entreolharam e depois para a loira.

-Acho que Seby explicaria melhor do que nós. –Teddy coçou a nuca nervoso com uma mão e a outra permaneceu em seu bolso como de costume. –Nós tomamos conta dele agora, pode ir se quiser.

-Claro. –pós a mão no ombro de Josh e o chacoalhou levemente. –Josh, posso me levantar? –ele nada respondeu, apenas levantou a cabeça para que a loira se levantasse e voltou a deita-la no colchão. Preocupada ela se aproximou da dupla e os alertou em baixo tom –Parece que ele teve algum pesadelo e chorou horrores agora pouco, conseguiu comer sua salada de frutas, Micke, mas está assim desde então. Não presta atenção em nada do que falo e vez ou outra fala coisas desconexas.

-Okay, –pós a mão em seu ombro –daremos um jeito agora.

Candy acenou com a cabeça e saiu do quarto receosa de deixa-los com o mais novo naquele estado. Não sabia o que o garoto havia sonhado, mas pelo seu estado não era pouca coisa que podia dizer “Isso não é real” sabendo que a pouco tempo nem mesmo essa floresta era real. Ele precisava urgentemente de algo que o mostrasse confiança e paz, e não sabia se conseguia o passar isso. Estava cansada e preocupada com o estado de Mel, afinal ela estar naquele estado era culpa dela, se não tivesse travado de medo frente a Slenderman, Mel não precisaria tê-la salvo  e não estaria a beira da morte.

Entrou no quarto devagar para não assustar quem estivesse alí. Brit estava trocando os lençóis de uma das camas enquanto na outra estava uma Mel adormecida e com seu rosto sereno que fez a loira se aliviar apenas em vê-la.

-Como está o Josh? –Brit foi a primeira a quebrar o silencio.

-Ainda traumatizado. –aproximou da cama em que a morena dormia –Ainda bem que conseguiram salva-la. –sorriu de canto.

-Graças ao Seby, ele estava fazendo um curso de medicina on-line. –assim que disse a porta do banheiro se abriu e de lá saiu um Sebastian coberto de gosma do peito aos sapatos.

-Sebastian!? –a loira se espantou com o estado do outro. –Meu Deus! Pelo jeito não foi nada fácil.

-Até que foi, o problema é que demorei de mais para descobrir que a gosma preta não era o veneno. –Candy ficou confusa.

-Então ela era o quê?

-A Mel tem uma doença rara que faz com que o sistema imunológico do portador seja mais rápido do que o de pessoas normais. Ele estava misturado ao sangue e ao veneno por isso ficou com uma coloração negra. –coçou a nuca nervoso. –Eu nunca tinha visto essa doença agindo, então por isso demorei para descobrir o que era. Desculpa, eu quase a matei.

Brit colocou a mão em seu ombro o sorrindo calorosamente. Candy também sorriu para ele de uma maneira gentil que fez com que ele se sentisse um pouco melhor.

-O que importa é que você conseguiu salva-la.

Sebastian retribuiu o sorriso e foi para perto da morena que dormia, medindo sua temperatura com a mão. Candy olhava suas atitudes com cuidado e notou que ele tremia levemente.

-Sebastian, tá tudo bem com você? –ela segurou sua mão dando-lhe sustentação.

-É só o calmante fazendo efeito, fique calma. –sorriu.

-Devia descansar também.

-Ainda posso cuidar dela.

-Só porque pode não quer dizer que deva. –a loira o sentou na cama. –Foi minha culpa ela acabar desse jeito, então acho que sou eu quem devia, ao menos, cuidar dela.

-Odeio admitir, mas ela está certa. –Brit se aproximou dos dois e ajudou o garoto a se levantar. –Candy fica de olho nela até eu voltar, por favor?

A loira acenou com a cabeça, então Brit deixou o quarto ajudando Sebastian a se manter em pé. O loiro pediu que ela passasse na cozinha para que ele tomasse um copo d’água e encontraram Teddy procurando algo nos armários.

-Teddy, como está o Josh? –a garota sentou o loiro na cadeira de frente a mesa.

-Melhor. –procurou na geladeira e pegou uma lata de refrigerante –Micke conseguiu tira-lo do transe e agora pouco estavam conversando sobre o sonho que ele tivera. Eu não sou muito bom com isso de confortar pessoas, então achei melhor não atrapalhar. –olhou o loiro sonolento quase caindo da cadeira –O que houve com ele?

-É o calmante. –entregou ao loiro o copo com água. –Vou voltar para ajudar Candy.

-Ei! E ele? – apontou o outro garoto tentando tomar da água sem derramar grande parte dela.

-Pode leva-lo para o quarto para mim, por favor? –sorriu vendo o punk a olhar com a boca aberta sem conseguir pronunciar nenhuma palavra. –Ótimo! Obrigada Teddy! –saiu apressada da cozinha.

-E-Ei, Brit! –olhou o loiro que o olhava com a cabeça pensa para um dos lados. –Por favor fala que você ainda está são.

-Por acaso pareço não estar? –respondeu ríspido com a voz enrolada deitando com a cabeça na mesa.

-Sim... –suspirou –Vamos logo antes que eu perca a paciência.

Terminou de tomar o refrigerante e jogou a latinha no lixo. Se aproximou do loiro e passou um de seus braços pelo seu pescoço recebendo uma série de xingamentos por parte do menor que tentava a todo custo se soltar. O punk chegou ao quarto vendo que este se encontrava vazio.

-Parece que Micke finalmente conseguiu convencer Josh a sair do quarto. Bom... já é uma evolução. –colocou o loiro sentado em uma das camas e se jogou de bruços sobre outra –Já te trouxe até aqui agora se vire! Não sou obrigado a cuidar de um almofadinha como você! –disse abafado pelo travesseiro. Não recebeu qualquer resposta do outro.

Ouviu as molas da cama ao lado rangerem e depois de um tempo um click, mas não deu nenhuma atenção, estava cansado de tudo o que estava acontecendo até ali. Outros clicks mais baixos foram ouvidos deixando o punk um tanto quanto irritado, olhou o loiro que estava escorado a porta desabotoando sua camisa. Teddy rolou os olhos e voltou a se deitar tentando ignora-lo e seus barulhos irritantes que não o deixava dormir.

Eles sessaram por alguns segundos e então foi um barulho alto a ser escutado dessa vez assustando o punk que se levantou mais uma vez vendo o outro caído no chão com as calças nos joelhos e a camisa aberta.

-O que acha que está fazendo? –gritou irritado.

-Tentando ir tomar um banho! –ainda com a voz embolada, gritou tentando se levantar. –Estou coberto de gosma e sangue!

-Você é sempre inútil assim ou também fez um curso on-line para isso? –disse irônico e saiu da cama ficando a sua frente.

Teddy levantou o loiro pelos braços e o colocou nas costas feito um saco de batatas. Sebastian resmungou, mas não teve muito o que fazer pela sua falta de força, então deixou ser levado para o banheiro. O punk o colocou sentado sobre a bancada da pia e tirou as roupas do loiro soltando um riso nasal.

-Qual é a graça!? –murmurou o  loiro sendo colocado na banheira.

-Só estou pensando que talvez uma certa morena apaixonada gostaria de estar aqui agora. –o rosto do loiro ficou vermelho de uma hora para a outra –E pelo jeito você também preferiria ela do que eu. –riu da reação dele.

-P-Pare de dizer coisas estranhas...

-Já que se sente melhor, pode se virar sozinho. Vou tirar um cochilo, se precisar me chame. –ele ia se levantar, mas sentiu seu braço sendo segurado.

-Por que está fazendo isso? Digo, me ajudando.

-Digamos que eu não queira virar o alvo de tiro da Brit. Ela é uma garota que com certeza eu não quero ver irritada.

-Então é por isso... –ele abaixou a cabeça meio triste.

Teddy achou estranha essa reação dele, mas não quis perguntar com medo de ser algo muito pessoal e ele parecia muito abatido.

-Bom... eu já vou... –foi puxado mais uma vez e com mais força fazendo cair com os dois braços dentro da banheira acabando por se molhar, entretanto o mais estranho foi entender o porque de Sebastian o ter puxado.

O loiro segurava seu rosto com ambas as mãos enquanto o dava um selinho demorado. Teddy estava espantado, mas não conseguia se mexer. Sebastian abriu levemente seus olhos então notou o que estava fazendo, se separou dele rapidamente e tentou se explicar.

-D-Desculpa! E-Eu não sei o que deu em mim. N-Não era pra... –foi interrompido por outro beijo desta vez partindo por parte de Teddy.

-Você fala de mais. –iniciou outro beijo mais feroz e apaixonado.

Suas línguas travavam uma batalha por dominância, pareciam já se conhecer a muito tempo, seus corpos estavam quentes mesmo estando dentro da água fria. Sebastian tentava, com as mãos tremulas, tirar as roupas de Teddy que acabou por ajuda-lo em sua tarefa.


Notas Finais


Pois eh... já podem imaginar o que aconteccerá no proximo cap, certo? SURPRESA!!!! \o/ ksksksk
Bjs amores e até o proximo. Mais uma vez peço mil desculpas por ter esquecido de postar T^T


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