História We'll Brave This Storm - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Veil Brides (BVB)
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Personagens Originais
Visualizações 7
Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AAAA não me matem por favor. Sei que tenho mil fanfics pra terminar, mas não consigo tirar a ideia dessa história da cabeça, me perdoaaaaaaaaa. E comentem, por favor. Faço a capa em breve.

Capítulo 1 - Newbie


Sempre quis ser cantora... Mas aí vem o problema que sempre quis ser bailarina. E, talvez, atriz. Quem sabe também uma astronauta... Guitarrista de uma banda famosa... Ilustradora de quadrinhos... Ok, sempre quis ser tudo. Meu pai sempre disse que eu poderia ser o que quisesse na vida. Meu pai foi cortado de nossas vidas a partir do momento que deixou minha mãe. Não porque eu quis. Não porque ele era um “monstro que abandonou a família, odeio ele”, mas sim porque deixou minha mãe, e ela nunca superou. Logo, fazia questão de não me deixar falar com ele, pra que falar com o homem que nos abandonou? Na verdade, eu não culpo ele, sinceramente, ela é insuportável. Mas por que to falando tudo isso? Como se alguém estivesse me ouvindo... Na verdade, no momento, a única coisa que tá acontecendo na minha vida é o papel de trouxa que to fazendo. Quem diabos fica parada duas horas na frente da escola, falando consigo mesma? Ok. Talvez não fosse duas horas, talvez cinco minutos e, talvez, eu não estivesse falando comigo mesma em voz alta, lógico, mas ainda assim... De todas as coisas que sempre quis ser, a que eu era melhor, era ser a aluna nova. The new kid. Novata. A apresentação na frente da sala. A perdidona... Se isso fosse uma profissão, queridos, eu estava arrasando.

A pior parte de ser a aluna nova, é não conhecer ninguém. O que pra algumas pessoas pode ser a melhor parte, mas na verdade não é. Se você for o esquisitão da escola, não conversar com ninguém, não fazer contato visual com ninguém e ficar sempre no seu canto, você vai ser o esquisitão. Mas TODO mundo sabe que você é. Se você for a garota popular, adorada por todos e odiada por todas: TODOS sabem disso. E assim por diante. Mas a aluna nova, ninguém conhece, ninguém sabe o nome, de onde ela veio, o que faz da vida, é rica ou pobre? Qual o timbre de voz dela? Alguém entendeu o estilo de roupas que ela usa? Sabe, NINGUÉM te conhece. Durante os primeiros dois meses, você ainda vai ser a novata. Durante os primeiros dois meses, todo mundo ainda vai estar te conhecendo e entendendo como você é. Seu “circulo” de amigos vai ser de, no máximo, duas pessoas que te acharam interessante. E, talvez, você mude mais de circulo de amigos, do que de roupa. E você basicamente é jogada de um lado pro outro, até um grupo decidir que, ok, ela pertence aqui. EU ODEIO SER A GAROTA NOVA DA ESCOLA. Mudei cinco anos atrás de escola, levei todo esse tempo pra construir amizades, ser conhecida, pras pessoas entenderem quem sou. E olha só onde estamos. No começo de tudo, mais uma vez.

- Parece que temos uma aluna nova entre nós. – disse o professor, não consigo lembrar que matéria ele dá. O que não importa agora, porque já odeio ele. – Gostaria de se apresentar para a turma?
Ah claro, meu sonho, com certeza, vamos chamar mais atenção do que já faço normalmente. Neguei com a cabeça.
- Venha, se apresente para nós. – ele insistiu, desgraçado. Fiz toda aquela walk of shame pela sala, até chegar na frente de todos. Óbvio que estaria sentada no fundo. Regra número um do aluno novo: sente no fundo. Você não vai querer dar de cara com todos os professores que entrarem na sala, né? É pedir pra se apresentar.
- Hm. Meu nome é Emma, vim de Nova Iorque e, hm, é isso. – murmurei. Porque não dá pra dizer que falei isso confiantemente pra todos ouvirem. Na verdade acho que só o professor me ouviu, aliás, tenho certeza disso.
- Ok Emma – ele sorriu – Seja bem vinda à nossa escola. Espero que se sinta acolhida aqui.
Filosofia, ele só pode ser professor de filosofia, ou história. Eles são os mais estranhos, sem ofensa. Andei todo o caminho humilhante de volta ao meu lugar, sentei e pretendia nunca mais sair dali na minha vida. Eu seria a aluna de 78 anos, parcialmente cega, cabelos brancos, surda, sentada na ultima mesa da fileira da porta. Sem problemas.

Claro que minha vinda à escola teria que ser de um jeito horrível. Quando digo isso, quero dizer que: não bastava ser a aluna nova, tinha que ser a aluna nova que chegou uma semana e meia depois. As panelinhas já estavam feitas, os nomes já foram trocados, telefones distribuídos, intrigas já estavam se formando e eu, bom, eu não sabia de nada pois acabei de chegar aqui. Como que já vou sentar na janelinha social né? Silly me.

O professor começou a passar o assunto no quadro, escrevendo uns textos e perguntas cabulosas, sugestões de leitura, notas pessoais, sei lá o que ele tava escrevendo naquela porcaria, só sei que perdi minha caneta. Como que pode um dia ser tão desastroso?
- Hm, oi, é, desculpa, você tem uma caneta pra me emprestar? – cutuquei o garoto ao lado, C U T U Q U E I, ia ser conhecida agora como aquelas pessoas que ficam cutucando e falando ao mesmo tempo até a pessoa dar atenção. Socorro. O tal do garoto me entregou uma caneta do estojo sem nem olhar na minha cara, mal deu uma virada de rosto pra ver se estava entregando na minha mão mesmo. Grosso. Porém a tentativa foi em vão, já que eu, linda e maravilhosa como sempre, deixei a caneta cair no chão. Vou repetir: SOCORRO.
- Desculpa. – falei, envergonhada, quando na verdade deveria é estar enterrando a cara no chão. Ele olhou pra mim dessa vez, entregando a caneta. O rosto dele ficou bem surpreso quando olhou pra mim. Surpresa deveria estar eu querido, olá, tudo bom? Onde mora? Como vive? Que hábitos você possui? Posso lamber seu rosto?
- Sem problemas. – sorriu, que abafado nessa sala, credo. – Me chamo Andy.


Notas Finais


Rerere. Ia escrever mais coisa, mas tenho toc (talvez) e preciso que as coisas terminem em ordem, gosto de múltiplos de cinco, olha quantas palavras tem e me diz se não termina com 5 ou 0 rerere. TÁ, FIZ MAIS UMA, ME JULGUÉM, JOGA PEDRA MESMA, RECLAMA, XINGA MUITO NO TWITTER, FALA MAL DE MIM LÁ E ME MARCA (é LizzzieMoon tá) PODE FALAR MESMO, GRITA COMIGO! Vou fazer a capa dessa fanfic assim que possível, no momento minha preguiça de abrir o photoshop tá do tamanho do mundo, #pás


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