História We're All Just Victims Of A Crime... - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Avenged Sevenfold
Personagens Arin Ilejay, Johnny Christ, M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags Arin Ilejay, Avenged Sevenfold, Johnny Christ, M Shadows, Morte, Revelaçoes, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Exibições 32
Palavras 1.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aconteceram umas coisas comigo e estou escrevendo para me distrair e compensar toda a demora.

Espero que gostem <3 seus dlçs <3

Capítulo 18 - You're my life!


Eu estava me divertindo muito, conheci várias pessoas e troquei números de telefone com algumas que eu nem sequer sabia o nome, mas troquei. Eu fumei vários cigarros mas não bebi muita cerveja, queria estar lúcida o suficiente para me lembrar dessa noite, fora que eu não queria que meus pais descobrissem que eu estava em uma festa com cigarros e bebidas porque eu estava no hospital por ter tido uma overdose. Meu organismo ainda não é acostumado com essas substâncias.

Fui procurar alguém que eu conhecia naquela casa gigantesca, mas não achei ninguém, então fui ao jardim e encontrei Brooks na frente da piscina. Ele parecia pensativo:

-Brooks? - ele se virou.

-Eileen? Não sabia que você estava na festa. - ele aparentava estar magoado e acabado, seu cabelos loiros estavam despenteados e seu rosto estava cansado.

-Posso me sentar ao seu lado? - ele assentiu e eu me sentei - Parece pensativo... O que aconteceu?

-Tive um desentendimento com a minha esposa, ela não queria que eu fosse para essa festa, mas eu queria ir... A coisa foi feia, duvido que ela queira olhar na minha cara algum dia.

-Se acalma... Não sou boa de consolar pessoas mas vocês são casados, então se amam. Vão se resolver alguma hora, acredite.

-Obrigado.

-Quer um alguma coisa?

-Sim. Se não for incômodo, pode pegar uma cerveja para mim?

-Claro, eu já volto, não saia daí.

Entrei na casa e fui em direção à mesa de bebidas, peguei a cerveja dele e aproveitei para pegar um copo para mim e voltei para o jardim. Brooks permanecia lá, então dei a cerveja a ele e falei:

-Vou deixar você pensar, até mais. - saí e fui explorar os outros cantos do enorme jardim, até que me cansei e me sentei, encostando em uma árvore.

Algumas pessoas vomitavam por terem passado da conta, outras corriam como pessoas bêadas felizes, outros brigavam com amigos ao lado, tentando separar a briga. Acendi um cigarro e comecei a beber minha cerveja calmamente, aproveitando a brisa suave e o brilho da Lua que a noite me proporcionava, até que ouvi gemidos vindo da parte de trás da árvore. Gemidos de quem estava... Bem, fazendo “coisas”. Aquela voz era familiar, parecia... Com a Alyssa! Me virei discretamente e vi ela fazendo “coisas” com o Al. Porra! Hoje é um dia de surpresas!

Saí de lá para não atrapalhar os dois e continuei a caminhar até que alguém me abraçou por trás.

-Eeeeileeeeeeennnnn... - era Jimmy.

-Oi Jimmy. Está se divertindo?

-Mais ou menos.

-Porque? Pensei que ia gostar pra caralho dessa festa...

-É que os outros não estão me vendo mais como o Jimmy festeiro e divertido de antes, sabe, eles me tratam como algo de outro mundo, um morto-vivo. Se eu abraço eles, eles demoram para corresponder, é como se para eles eu não fosse real, mas eu sou, sou o mesmo The Rev de antes, porra! Eu só quero que eles voltem ao normal comigo. A única pessoa que sempre falou comigo da mesma maneira que sempre falava foi você. Eu não gosto disso, minha cabeça dói.

-Vamos sentar em algum lugar mais calmo. - decidimos ir até um muro localizado bem no canto do jardim, me sentei e ele deitou a cabeça no meu colo - Sabe, as pessoas sentiram muito a sua falta, a ficha delas pode demorar um pouco para cair porque foi por muito tempo em que elas acreditaram que você morreu. Eu não vou usar o termo “vai ficar tudo bem” porque... Ah céus, como eu odeio esse termo. Prefiro falar que uma hora as coisas vão se resolver e você vai se sentir mais a vontade, mas tudo tem seu tempo, pode não ser agora, pode ser amanhã ou no ano que vem, mas uma hora ou outra as coisas se resolverão. - terminei meu discurso enquanto alisava os cabelos pretos dele.

-Você tem razão... Linda noite, não é?

-Sim, a Lua está bonita... Me diga, porque você gosta de festas, Jimmy?

-Eu gosto de festas porque é o único momento em que eu posso ser eu mesmo, posso curtir a vida com meus amigos sem responsabilidade nenhuma, e você?

-Me sinto à vontade em festas, mesmo eu não tendo ido em muitas. Gosto do ambiente, do clima de... Descontração? Não sei que palavra poderia definir a sensação, mas é algo novo e incrível para mim, antes eu não aproveitava porra nenhuma, só sabia ficar de mal humor e ser grosseira com os outros, provavelmente ficaria emburrada na entrada da festa. De quem é essa casa? - brincar com os cabelos dele era legal, eram macios e bons de se passar a mão.

-Eu tenho essa casa, era da minha família. Meus pais me deram antes da minha suposta morte. Eles ficaram chocados quando eu apareci na porta da casa deles como se eu nunca tivesse "morrido", ainda vão precisar de um tempo. Eu sei que você ainda não está autorizada legalmente para comprar bebidas nem fumar, mas... Quer cometer uma loucura?

-Depende de que loucura. Desde que eu não vá parar no hospital ou na prisão eu aceito cometer uma loucura. Por mais que não pareça tanto quanto antes, tenho um lado responsável.

-Certo. - ele tirou um cigarro do bolso - Experimenta.

-Eu já fumei antes, Jimmy. Essa não vai ser minha primeira vez com um cigarro na boca.

-Esse é diferente, é mentolado. - experimentei e... Aquela porra era melhor que cigarros tradicionais! - Gostou?

-É bom.

-Justamente por sem bom faz mais mal que o cigarro tradicional. O gosto de menta nos faz dar tragadas mais profundas e acabamos por inalar uma quantidade muito maior de nicotina. A vida é assim, tudo o que é bom faz mal: batata frita, refrigerante, pizza, cigarro, cerveja, cigarro mentolado, festas... Bom, pelo menos é isso que as pessoas que se consideram malditos bons exemplos para a sociedade dizem. Eu não ligo para a sociedade, que se foda.

-Tudo o que é ruim para nós, as pessoas dizem ser boas: responsabilidades, estudos... Cara, a vida é tão injusta. - falei.

Continuamos a conversar sobre coisas boas por um tempo, até que a farra no jardim foi diminuindo, até praticamente todos, exceto eu e o Jimmy, entrarem e começarem a dormir em qualquer canto da casa. O álcool no final derrubou eles, e duvido que não vá me derrubar uma hora. A brisa noturna parou e o ambiente começou a esquentar. Não, não é aquele tipo de calor, é calor de temperatura mesmo.

-Caralho, que calor. - ele reclamou enquanto suava.

-Tem razão. Quer saber? Que se foda. Eu vou na piscina. - me levantei.

-Eu vou junto, mais alguns minutos aqui e eu vou acabar cozinhando. - ele tirou o blazer chamativo, a camisa branca que estava por baixo e só ficou com a calça, lancei um olhar mortal à ele, do estilo "nem pense em tirar mais roupas, se não eu te mato" - Não vai tirar a sua roupa?

-Não. Se eu tirar, não vou ter a sensação refrescante depois que eu sair da piscina. - ele me pegou no colo estilo noiva - Ei! O que está fazendo?

-O que você acha? Vamos pular juntos! - ele saiu correndo em direção a piscina.

Nunca me senti tão livre na minha vida, sempre vivia de mal humor, mas agora eu estava sorrindo, feliz, correndo em direção à piscina. Na minha versão carrancuda eu normalmente bateria nele até que ele me soltasse, fora que eu nem teria a ideia de entrar na piscina. Ah cara... Como eu era uma chata do caralho! Acho que é por isso que eu não tinha amigos, ninguém conseguia me aguentar.

Jimmy pulou comigo e mergulhamos. Abri meus olho embaixo d’água e lá estava ele, olhando para mim enquanto sorria, retribui o sorriso e emergimos, recuperando o ar. Ficamos nos encarando por alguns segundos, que na minha cabeça realmente pareciam horas, as melhores horas da minha vida. Ele se aproximou e finalmente nos beijamos. Meu coração batia forte, erámos duas pessoas bêbadas se beijando em uma piscina, bêbados felizes, livres e de bem com a vida.

Quando nos separamos, só consegui sorrir e falar:

-I love my fucking life!

-And I love you!

-I love my life, you're my life!

Meu coração estava quase saindo pela boca. Eu amo essa sensação, ah sim, é uma das melhores que já senti.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3 seus dlçs <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...