História We're Meant to be - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Addison Montgomery-Shepherd, Alexander "Alex" Karev, Alexandra "Lexie" Grey, April Kepner, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Cristina Yang, Derek Shepherd, Jackson Avery, Jo Wilson, Mark Sloan, Meredith Grey, Miranda Bailey, Owen Hunt, Richard Webber, Theodora "Teddy" Altman
Exibições 43
Palavras 1.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capitulo comeca a partir da hora que acabou o ponto de vista da Lexie no capitulo anterior.

Capítulo 8 - Loosing My Mind: part 1


Fanfic / Fanfiction We're Meant to be - Capítulo 8 - Loosing My Mind: part 1

Pov. Lexie
(No hospital, saindo do ultrassom)

Eu estava ficando nervosa de ver o Jackson brigando com a April. Ele e o Mark são iguaizinhos, nao ligam para o que sentimos.

Sentei ao lado da April que encarava o chão com uma expressão de acabada. Ela estava pálida.

-Homens...-suspirei sentando e agarrando uma almofada.

-Eu to com medo, você se sente assim? Tenho vontade de passar o dia todo com um monitor fetal, pra ter certeza que o coração do meu bebê está batendo.- ela me olhou falando

-meu medo é tanto que eu acabo desejando não te-lo. -forcei um sorriso deixando ela com cara de assustada.

Olhamos nosso bipe e estavam nos chamando na emergência. Corremos lá para fora vestindo o avental amarelo, Mark e Jackson estavam colocando as luvas e foram até uma ambulância.

-Mark, olha...- segurei o ombro dele mas ele ignorou seguindo pra dentro com a maca.

-Grey- Hunt Chamou. Corri para a ambulância.

~4pm~

Eu estou no refeitório, almoçando. Bem fora da hora. O caso que chegou foi uma mulher grávida de 28 semanas. Foi muito dificil pra mim e a April ver aquela mulher perdendo seu filho, Alex fez Cesárea na sala de trauma, e conseguiu reanimar o bebê. Aquilo foi pesado para mim.
Eu queria comprar um hambúrguer, bem gorduroso e um copo de refrigerante. Mas não, estou comendo uma salada de brócolis.

Percebi que todos estavam me olhando quando sai correndo. Entrei no banheiro e entrei na primeira cabine aberta e comecei a vomitar na privada. Me ajoelhei, e tossia. Sentei no chão encostando na porta e respirei fundo. Minha garganta doeu de tanta força que fiz. Deram descarga no banheiro ao lado, e vi que era Meredith, ela saiu e ficou me olhando ali no chão.

-enjoo?

-é- falei levantando

-desculpa nao ter te dado os parabéns hoje cedo- ela encarava o chão. Algo estava deixando-a desconfortável em relação a minha gravidez.

-tudo bem. Eu só queria saber o porque você saiu daquele jeito- falei lavando minha boca- eu entendo que você queria que eu te contasse primeiro

-nao é isso... é isso mas eu também me senti mal porque eu estou tentando engravidar a um tempão, e desde que perdi o meu bebê nao consigo mais. Ver você grávida, sem nem querer, foi dificil pra mim. Mas eu estou muito feliz por você- ela disse seca sem nem se dar ao trabalho de fingir um sorriso e saiu. Eu me sinto horrível, isso foi um tapa na minha cara. Talvez ela nao tivesse tido a intenção de me atingir, mas parece que ela quis dizer que foi injusto, eu engravidar sem nem tentar, enquanto ela tenta e não consegue. Pior, ela usou o bebê que ela perdeu. Não sei se é a gravidez, os hormônios, mas já comecei a chorar apoiada na pia.

Senti tudo subir novamente, e vomitei de novo. A porta abriu e eu vi minhas "queridas internas entrando". Para variar, rindo alto.

-mas ele é um safado- ouvia elas falarem- ele quer que eu fique aos serviços dele hoje- era voz da Murphy. Isso me deu mais enjoo ainda.

-Leah para, ele ta noivo. E a Dra. Grey é sua chefe- Edwards falava falava baixo, mas nao o suficiente para eu nao conseguir ouvir.

-nossa, se eu tivesse mais bebada aquele dia, eu tinha conseguido transar com Mark Sloan.

Essa foi tão nojenta que nao consegui segurar e voltei a vomitar, fazendo barulho o suficiente para elas perceberem que eu estava aqui. Meus joelhos já estavam ralando se tanto tempo no chão. Minha boca já estava sem cor. E agora me caiu a ficha de que eu estou passando tudo isso para dar a vida a um filho de um homem que não vale a pena.

Sai do banheiro e elas me olhavam assustadas.

-continuem. Nao parem a conversa por minha causa- falei abrindo a torneira da pia novamente.

-Me desculpa Lexie...- Murphy colocou sua mao sobre a minha que estava apoiada na pia e imediatamente eu tirei.

-Pra voce é dra. Grey- falei nervosa

-você esta bem dra. Grey?- Wilson se aproximou.

-não. Ainda mais com minha interna falando em transar com meu marido- perdi o controle e acabei falando

-ele ainda nao é seu marido- a loira se aproximou com um olhar desafiador- e nem será, se as coisas continuar como estão - falou Murphy dando meia volta e saindo. Edwards saiu com ela e Wilson ficou comigo.

-você nao precisa encher meu saco. Eu to bem- falei chorando - que droga só porque to grávida vou ficar chorando? -falei meio alto

-você ta grávida? - ela perguntou surpresa. Eu nao respondi e ameacei sair.-dra. Grey... a Leah...- ela disse fazendo eu olhar pra ela- ela não vale a pena.

Escutei e sai. Dei de cara com minha ruiva no corredor, bufando, e andando com tres tablets nas mãos.

-o Jackson é impossível- ela gritou. - Eu vou criar meu filho sozinha.- ela continou a caminhar.

Revirei os olhos soltando uma risada, e continuei andando.

~7pm~

Eu estou sozinha em casa deitada na banheira tomando um banho relaxante. Isso me faz lembrar os banhos maravilhosos que tomei com o Mark aqui. Mas agora só consigo lembrar da nojenta da Leah Murphy.
Vesti meu roupão e fui até a cozinha pegar algo para comer. Notei que havia deixado meu ultrassom em cima da bancada, peguei e fiquei admirando aquela linda foto, borrada, de um corpinho pequeno porém perfeito. Quando percebi estava acariciando minha barriga com a mão direita, e segurando a foto com a esquerda. Fui indo até o quarto da Sofia, pois provavelmente seria o quarto do meu bebê tambem. É tão pequeno. E se não couber as coisas do meu bebê?
Comecei a abrir as gavetas, um desespero invadiu meu peito, medo do meu bebê não ser tão unico e amado pelo Mark quanto a Sofia é. Olhei para a mesinha de cabeceira da cama e havia uma foto do Mark, com a Sofia montada de cavalinho em suas costas, e Callie. Pareciam uma familia feliz, todos sorrindo. Eu não podia fazer aquilo, não posso dividir essa familia.

Peguei a foto do meu ultrassom, deixei com um imã na geladeira, e sai do apartamento.

Cheguei na casa da April e ela abriu a porta num estado lamentável. Ela vestia calças de moletom brancas, visivelmente sujas de molho, uma regata preta, e chinelos. Seu cabelo estava com um coque, seus olhos estavam inchados e seu nariz vermelho.

-por que voce ta chorando minha querida?- entrei dando risada. Sabia que viria drama por ai.

-eu não consegui fazer macarrão- April tentou falar desabando no choro. -eu tentei Lexie, eu fiz de tudo mas ele só deu errado- eu meio que entendi que ela podia estar falando do Jackson tambem.

-Vou pedir comida italiana- peguei o celular e sentei no sofá.

Não demorou muito a comida chegou, comemos na mesa e deitamos na cama dela enquanto entrávamos o teto.

-você quer menino ou menina?- Apes perguntou mantendo o foco no lustre de cristal que havia com no teto de seu quarto.

-Eu quero um de cada. E voce?

-eu quero ter três.  viu? Até agora pouco nós nem queríamos esses bebês, viu nós duas juntas damos certo. Nos acalmamos- April sentou na cama me olhando.- só nossos homens que não nos apioam mesmo - a ruiva revirou os olhos voltando a deitar.

-exato. Nós duas damos certo- agora era minha vez de levantar, e dessa vez com cara de ideia.

-vamos criar nossos bebês sozinhas, juntas- a ruiva levantou sorridente -quem precisa do Jackson?

-quem precisa do Mark?

Espera! Até agora pouco eu estava vindo me despedir de April pois eu iria me mudar, sem que o Mark soubesse. Não é justo com ele, mas eu não conseguiria me despedir pessoalmente com ele. Estou sendo egoísta, mas preciso pensar em mim um pouco. E agora, eu estou arrastando a April comigo. Será loucura?

-Você está de carro?- April levantou colocando jeans, e um par de sapatilhas cinzas.

-não vim te taxi- mordi o lábio pensativa.

-vamos eu pego o do Jackson- Ela colocou sua jaqueta e saímos do quarto determinadas.

-espera... deixa seu ultrassom na geladeira. Para o Jackson ter uma boa lembrança quando chegar- eu falei. Mas não era isso. Seria tipo um código. Mais cedo ou mais tarde daríamos conta da loucura que estamos cometendo.

-vou ligar pro Hunt e dizer que precisamos de folga porque vamos ficar na minha mae. - April pegou o celular. Ela jogou as chaves do carro para mim que estou do outro lado, e entrou no banco do carona.

-isso diga que brigamos com nossos futuros maridos- sentei e coloquei o cinto. Dei partida no carro e saímos.

Ela ligou para o Hunt. Ele nos deu 3 dias. Ele estava com a Teddy no bar, espero que o Mark nem o Jackson estejam lá e tenham ouvido.

Ficamos dirigindo e cantando nossas musicas favoritas. Como "Like a Virgin" da Madonna que eu usava muito para zoar a April. Ou "Lets go to the mall" de uma série que gostávamos. Começamos a cantar "toxic" da Britney Spears e quando fui colocar a musica me dei conta de que eram 11pm.

-April onde vamos? Está tarde...- falei estacionando o carro em um posto de gasolina que ainda estava aberto. -vamos comprar algo pra comer. -falei puxando o freio de mão e desci do carro.

-Lexie isso é loucura- Ela disse enquanto entrávamos na loja. -não podemos sair de carro por ai. Amanhã, quando o Mark e o Jackson estiverem no hospital, a gente vai pra casa pegamos nossas roupas e pegamos um avião para Los Angeles.-ela falava rapido enquanto colocava várias latas de refrigerante na cesta de compras.

-Por que Los Angeles?- falei tirando as latas. Era bebida demais.

-vamos a Praia. Vamos nos divertir.

*... continua... *   
  

Notas Finais


Acho que ainda hoje posto o resto da viagem delas


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