História We're Off To Never Neverland - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Alternative Universe, Ficção Adolescente, Goldentrap
Exibições 219
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Capa do capítulo pôr: ~XVINahax
Que lindo esse Spring, como não amá-lo? Bem, pessoas, o Spring da fic é assim! E ficou tão lindo! Muito obrigada por deixar eu postar o desenho Nah :3

Boa leitura!

Capítulo 32 - Chapter 32


Fanfic / Fanfiction We're Off To Never Neverland - Capítulo 32 - Chapter 32

“Blood, Sweat & Tears”

{Bonnie}

Terminei de revisar a música que Golden compusera. Estava muito boa, na verdade, mas ele era louco em pensar em músicas em cima de uma turnê quase eclodindo de um álbum recém lançado.

Ele parecia viver para as composições – foi o lugar que ele achou para se expressar em todos esses anos – eu não sabia se todas eram para Spring, ou apenas idéias que surgiram facilmente na imaginação dele.

Meu telefone tocou, era Nightmare Bonnie, o que meu irmão iria querer comigo? Eu pensava que tínhamos cortado o contato.

— Alô, Demon? — perguntei, um tanto curioso.

— Bonnie, você ainda está vivo. Que bom. — respondeu–me com um tom de humor. — Faz tanto tempo que não te vejo.

— Eu tenho ficado muito ocupado com a banda, e temos alguns shows programados para amanhã. — respondi. — Nada anormal.

— Você é sobrecarregado de trabalho. — ele suspirou. — Tenho que desligar, o Logan chegou.

— Tchau. — até nunca mais.

[•••]

{…}

— Me solte, Brendon! — resmungou Spring. — Isso é indecente!

— 'Tá bom, 'tá bom, vossa santidade. — murmurou entediado. — Acabei minha sessão com o emo. Já almoçou?

— Sim, e você poderia ter um pouco de respeito com seus pacientes. — rebateu Spring. — Pessoas passam por problemas sérios, e tentamos ajudá–las a se sentir melhor. — digo.

— Avisa isso ao cara que fez isso com você. — bufou apontando para minhas cicatrizes. — Vou falar com ele, então. — resmungou. — Acho que você iria “amar” conhecê–lo, na verdade.

— Não tenho tempo.

— Cala a boca, e vem. — ele me puxou pelo braço.

Tinha um loiro, alto e de aparência doentia conversando com a secretária. Nightmare gritou um de seus apelidos ao loiro, que se virou para nós. Minha descrença ao ver seus cabelos lisos e levemente longos era chocante, seus olhos azuis me assustavam. Era mesmo.. Lance!? Não, não poderia.

Para Lance Glover, aquele loiro antes abraçado com seu psicólogo era deveras estranho. Uma mistura de andrógino, cabelos longos e cicatrizes realmente feias. Porém, era bonito – bonito até demais – e muito familiar. Ele não saberia dizer quem lembrava, mas trazia uma sensação agradável.

— Pentelho! — riu Nightmare, deixando o Lance irritado. — Este é meu colega, recém começando aqui, médico sexy das cicatrizes.

— Ignore ele. — murmurou Spring, evitando contato visual com o paciente. — Com menos de um mês aqui, sinto vontade de matá–lo. — afirmou em um tom irônico.

— Compreendo. — sussurrou Lance. — Eu tenho que ir, adeus.

O loiro saiu nervoso para fora, enquanto Nightmare sorria da cena. E Spring parecia surpreso.

— Ele vive assim por causa do ex. — respondeu Nightmare. — Esse ex devia ser bom de cama para uma depressão dessas.

— Isso é impróprio para um profissional como você. — bufou Spring.

— Bobagens. Eu escuto pessoas perturbadas, loucas e de todos os tipos todos os dias. — começou. — Dar risada é um dos melhores remédios, eu me divirto para não ficar igual a eles.

Acho.. que você é ligeiramente mais perturbado que seus pacientes. — Spring disse, enquanto Nightmare sorria.

— Entendo.

[•••]

Plushie chegou em casa por volta das seis da tarde, Alfred fôra muito educado em leva–lo até em casa. Imaginava perfeitamente o amigo como se lembrava de Lance, mas Alfred era muito oposto ao ex namorado de Springtrap. Mesmo ambos sendo muito parecidos.

Genética e personalidade. Nunca pareciam combinar no fim de tudo.

Se jogou no sofá, e sua mochila caiu no chão. Na mesa ao centro da sala, tinha alguns livros, maioria de Spring e um outro mais antigo, um diário? Não, um caderno de letras musicais.

Plushie abriu o caderno pequeno, e na primeira página marcado com caneta preta estava o nome do dono: Lance Glover. Spring era louco de não ter dado um fim nesse caderno. Suspirou e guardou o caderno na sua mochila, subindo as escadas.

Quando chegou ao topo delas, seu celular apitou. Uma nova mensagem recebida. Desbloqueou a tela e riu ao ver que era Alfred. Respondeu a mensagem com rapidez e entrou em seu quarto.

Acabou absorto nas mensagens trocadas com o amigo, que quando deu sete da noite e Spring chegou se arrastando pelos cômodos. Nem percebeu, só quando seu irmão mais velho tropeçou em um móvel e caiu no chão.

Desceu as escadas correndo para ajudar o mais velho, que quase dormia. Plushtrap suspirou cansado, Spring era muito bobo eu não dormir direito, depois acontecia essas coisas consigo.

O levantou, e o levou para cima com dificuldade. Depois voltou para o andar de baixo para fazer o jantar dos dois. Não iria deixar seu irmão morrer de fome.

[•••]

No dia seguinte, Golden terminava de ver suas coisas para a viagem que faria. O show seria rápido, a turnê só iria começar de verdade dentro de uns dois ou três meses. Isso lhe dava certo tempo.

Abriu a última porta de seu armário, quando ouviu uma gritaria no andar de baixo. Desceu e foi recebido pelo irmão caçula e Christopher, seu filho.

— Olá, Lance. — sorriu Alfred.

— Papai. — Chris abraçou o mais velho com um enorme sorriso nos lábios.

Golden ficou sem jeito com a situação, e abraçou o filho com força. Alfred achava a cena no mínimo tocante, seu irmão e seu sobrinho juntos era muito bonito de se admirar. Só faltava.. Spring ali. Seriam uma perfeita e linda família feliz.

— Viemos dar um tchau para você. — disse Alfred.

— É sim, pai! — emendou Chris. — E vamos ver tudo pela internet. — completou.

— Só não durma muito tarde, o.k, Christopher? — disse Golden, acariciando os cabelos do loirinho. — Amanhã você tem aula cedo. Então se cuide.

— Certo papai. — disse o garoto.

— Na sala dos instrumentos do papai tem um presente que comprei para você. Vá lá pegar. — disse Lance, e o menor concordou correndo pelos corredores familares da casa.

— Que pai exemplar. — riu Alfred, abraçando o irmão. — Queria te contar uma coisa que anda me assustando.

— O quê? — Lance perguntou.

— Reencontrei Plushtrap. — respondeu. — Ele voltou para cá.

Os olhos de Lance se arregalaram. Spring também..?

— Mas só ele voltou. É tão bom revê–lo.. mas, agora é diferente. — respondeu.

— Diferente em que sentido? — perguntou com um tom de decepção.

— Não sei.


Notas Finais


Bai bai ♥


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