História We're Off To Never Neverland - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Alternative Universe, Ficção Adolescente, Goldentrap
Exibições 166
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu poderia ainda tentar me recuperar depois do episódio de Yuri!!! On Ice, mas sabe, sou uma autora desocupada e sem tema de casa, então o que fazemos quando já gritou feito uma palhaça por um anime? Isso, você vai escrever fanfics dos seus shipps, no meu caso venho atualizar aqui ;3

Boa leitura.

Capítulo 35 - Chapter 35


“Fools”

 

 

 

{Bonnie}

 

Tentei empurrá–lo para longe, mas Alexander é mais forte que eu. Seria quase impossível fazê–lo me soltar, bom, quase impossível não é impossível. Então chutei Alexander exatamente no meio de suas pernas.

 

Ele caiu instantemente na escada, e eu aproveitei para correr. Tudo que eu gostaria agora é me trancar no meu quarto. No fim de tudo, eu teria que pegar o elevador, subir até seu quarto e de lá só sair quando soubesse que Alexander estava no Japão!

 

Cheguei na frente do elavador e apertei o botão como louco. Mas de nada adiantava, era como se o tempo estivesse contra mim. Se Alexander se recuperasse rápido demais eu estaria perdido!

 

O elevador se abriu, e entrei sem olhar para trás. Mas não pude nem respirar aliviado, pois Alexander apareceu do inferno e entrou também. Ele por acaso tem poder de se teletransportar?

 

— Vai para o inferno. — digo, e ele aperta o botão de emergência do elevador. Fazendo–o parar. — Caralho! Você é louco?

 

— Agora você vai me ouvir, nem que eu tenha que te sequestrar! — ele ameaçou.

 

— Então terá que me sequestrar! Eu me recuso a ouvir e a ficar perto de você. — retruco.

 

— Temos no mínimo uma meia hora até perceberem e colocarem esse elevador para funcionar de novo. — ele riu sarcástico. — Vamos ao que interessa. — ele me empurrou contra o metal frio.

 

— Por favor, me deixe em paz! — pedi. É para o seu próprio bem que estou fugindo de você por longos nove anos.

 

— Não! Eu tentei tantas vezes te reencontrar. Mas você some de mim tão rápido. — ele tocou meu lábio inferior, tremi ao contato gélido de sua mão robótica. — Você tem nojo de mim? Nunca me amou de verdade?

 

Eu te amo. Por isso que faço tudo isso.

 

Eu.. eu não te amo. Me deixe em paz! — menti, fechando meus olhos com força. Saía!

 

— Eu não acredito em você. — ele disse suavemente, levantando meu rosto próximo ao seu. — Repita. Olhando nos meus olhos. — exigiu.

 

Encarei ele, tentando ficar sério. Mas era impossível. Novas lágrimas se formavam.

 

— E–eu — começo a gaguejar. — E–eu.. te amo! — admito, e ele me abraça.

 

— Por que mesmo assim me abandonou?

 

— Você não merece alguém como eu. Você tem que esquecer de mim, eu não mereço o amor de ninguém. Eu não mereço nenhum tipo de alegria.

 

Ele apertou minha pele. Doeu, e o encarei com lágrimas escorrendo livremente pelas minhas bochechas. Seu maxilar estava rijo, e ele parecia com raiva. Fiquei assustado de que ele – por inconseqüência – me machucasse. Reprimi um gemido de dor, e ele me soltou, surpreso.

 

— Bonnie! — ele suspirou apavorado. — Me perdoe. Eu não queria, eu.. sou um idiota. Eu não consigo te ver triste por minha culpa, eu sinto vontade de, argh, de fazer coisas muito erradas.

 

— Me solte.

 

— O quê?!

 

— Alex, mesmo que eu te ame. Não significa que irei voltar para você como se isso fosse uma novela onde todo mundo tem um final feliz. — digo, curto e grosso. — Eu nunca mais irei voltar há ser o Bonnie de dez anos atrás, e nunca vou voltar há ser seu namorado.

 

— Mas — ele me segura. — Você não pode fugir de mim para sempre. Se culpando por algo que não foi sua culpa.

 

— Se eu não fosse um covarde, teria encarado tudo aquilo. Mas eu fugi, fugir dos problemas não é a solução! — digo. — Se eu não tivesse fugido como um covarde, você não estaria assim!

 

— Então é por isso? — perguntou, mudando sua postura. — Você não gosta de como estou agora? Não gosta de eu ter esse braço e não ter dois olhos bons?

 

O quê?! Não!

 

— Eu não quis dizer isso! — respondo nervoso.

 

— Mas foi o que pareceu. — ele retrucou. Num péssimo momento, o elevador voltou a funcionar. E ele saiu dali assim que a porta se abriu.

 

Eu não sei se agradeço aos céus por isso. Ou me sinto um idiota total. Talvez os dois. Com certeza os dois.

 

[•••]

 

{...}

 

— Foi uma péssima ideia. — admite Plushie, puxando o ar com certa dificuldade. Alfred tinha tido a brilhante – e imbecil – ideia de fazerem uma corrida até a casa do mais novo.

 

O resultado fôra o mais óbvio possível: ambos estavam muito cansados, e ofegantes.

 

— Foi! — riu Fredbear. — Mas foi até que engraçado. Você deveria usar cintos, teve que correr segurando as calças. — deu mais risada ainda do rubor do loiro menor.

 

— Se você rir mais um pouco vou te matar e jogar no esgoto. — ameaçou Plushie, o que fez o mais velho ficar pálido de medo. — É brincadeira, vem, precisamos de água ou vamos morrer.

 

Fredbear assentiu, e seguiu atrás do melhor amigo. O garoto mais novo abriu a porta de casa e entrou, tirando seus tênis de qualquer jeito. Fredbear achou graça do menor, e foram até a cozinha.

 

Plushie serviu dois copos de água, e ofereceu ao amigo suado, assim como ele próprio com um enorme e alegre sorriso.

 

— Nunca mais invento de correr até aqui. — resmungou Fredbear, assim que terminou sua água.

 

— Que ótimo. Eu nem iria aceitar correr como um louco por aí de novo. — bufou Plushie, tirando seu cabelo da testa. — Eu vou tirar essa roupa grudenta, quer uma toalha ou alguma roupa limpa?

 

— Uma toalha, e eu vou até o banheiro me virar. — sorriu sem jeito.

 

— Claro. — Plushie disse. — Me segue até o andar de cima. — disse, indo até as escadas.

 

Fredbear concordou, indo atrás do amigo. Faziam–se dez anos desde que pisara naquela casa. Mas ainda conseguia se lembrar da harmonia que era a família Broken completa. Até surgiu uma sombra de um sorriso ao se lembrar que morria de vergonha ao ver Richard, achava–o bonito como um anjo.

 

Bateu a testa na parede, na verdade uma porta. Plushie o encontrou com as mãos na testa, e riu. Entregando uma toalha felpuda de cor azul.

 

— Bom, eu já volto. Sinta–se em casa! — disse Plushie, indo até uma das portas, seu quarto provavelmente.

 

Fredbear entrou no banheiro. E molhou o rosto, molhando sua blusa por acidente. Suspirou em irritação, e tirou a mesma.

 

— Espero que Plushtrap não se importe. — resmungou se secando com a toalha.

 

Depois que saiu do banheiro, foi até o quarto onde tinha visto o amigo por último. Plushie estava sentado em sua cama usando apenas uma calça escura, enquanto digitava algo no celular. Assim que viu o amigo ficou vermelho e jogou o celular longe.

 

— Oi, Fred! — riu nervoso. Se levantou atrás de uma camiseta limpa, enquanto o amigo achava graça. — Por que está sem sua camiseta?

 

— Molhei ela sem querer. — respondeu. — Você fica uma gracinha assim. — brincou, deixando o outro sem jeito.

 

— Fique quieto. Idiota!

 

Plushie vestiu uma blusa verde, com a estampa de um coelho fofo. Devia ser personagem de algum anime, Fredbear não sabia por não olhar esse tipo de coisa.

 

Quando Plushie chegou até a porta, Alfred se abaixou, deixando um simples selinho no mais novo. Que ficou vermelho de vergonha.


Notas Finais


'Tá, sério gente. Tenho que me recuperar para a próxima quarta.

Beijos ♥ E fui–me.


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