História We're only Human - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~yoonjeonghan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Suga
Tags Bts, Min Yoongi, Suga
Exibições 38
Palavras 1.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ola meus amores
Ta atrasadinho mas tai, não sei como consegui postar esse cap hj com um tcc pra apresentar.
Mas enfim esse cap tem sofrencia dnv ent ja separem seu lençinho
Bjokas

Capítulo 23 - Revelando segredos pt.2


Kotomi: No orfanato eu ficava isolada, ninguém queria fazer amizade com a garota cheia de cicatrizes, a verdade era que eles tinham medo de mim por estar sempre com a cara fechada. Geralmente ficava no quarto o dia inteiro e chorava a noite quando ninguém via.
Kotomi: Em toda a minha estadia de 5 anos no orfanato eu ja tentei me matar mais do que gostaria de admitir. Uma vez de madrugada pendurei uma corda no ventilador de teto e tentei me enforcar mas uma menina acordou gritando e a monitora me tirou dali rápidamente.
Kotomi: Essa história de suicídio não deu muito certo, pois depois da primeira tentativa eu era monitorada o dia inteiro, chegaram até a me colocar num quarto separado com câmeras com medo de que eu me matasse. Se eu já visitava frequêntemente o psiquiatra do orfanato, passei a vê-lo todos os dias. Eu fui até diagnosticada com trastorno de bipolaridade (^<^)
Kotomi: Quando eu tinha por volta de uns 10 anos um monitor novo chegou e desde a primeira vez que o vi eu sabia que não era uma boa pessoa e minhas dúvidas foram concluídas depois que ele começou a me assediar. O mesmo me ameaçava de várias maneiras, me levava até o porão e me batia, me extuprava e eu passei a tentar me matar de novo. Era horrível e eu sentia como meu pai me dizia, que realmente não tinha que ter nascido e tirado a vida de alguém.
Kotomi: Eu não podia contar, ele ameaçava matar não só a mim, mas também as garotas que dormiam no mesmo quarto que eu. Por sorte um dia flaglaram-o comigo no porão e soube que antes de ser levado embora preso, um dos monitores deu uma surra nele nos fundos do orfanato.
Kotomi: Depois disso eu fiquei um pouco melhor, mas não o suficiente. A maioria das pessoas com quem eu convivia iam embora e eu ficava, ninguém queria adotar uma garota louca suicída. Mas um dia uma nova psiquiatra foi contratada e incrívelmente a mesma tentava se aproximar de mim, tanto que eu tinha até medo dela. A mesma vivia perguntando sobre a minha vida, em como estava me sentindo que eu não queria nem ver a cara dela. Mas um dia em que não consegui fugir dela ela simplesmente disse do nada que queria me adotar e sem saber por que eu chorei muito, Ryouko me abraçou e disse que ficaria tudo bem. Ela sabia tudo da minha vida de certa forma mas não por que eu lhe contara, a mesma tinha meus prontuários médicos e meu histórico pessoal por isso a mesma me atormentava todos os dias.
Kotomi: No outro dia o diretor do orfanato me chamou, Ryouko estava na sala e sem enrolação me perguntaram se eu queria ser adotada por ela. Passei vários minutos calada encarando o vazio e ambos se desanimaram evidentemente dai eu voltei a chorar e botei o que estava sentindo pra fora. A verdade era que eu queria muito ser adotada e ter o que as pessoas chamavam de família, a minha vida toda eu havia esperado por aquele momento. Levantei-me abruptamente e abraçei Ryouko e a tensão naquela sala sumiu como se nunca tivesse existido. Umas duas semanas depois a papelada da adoção estava pronta e eu fui finalmente levada dequele local. Não fiz questão de me despedir, afinal não tinha vínculo com ninguém de la.
Kotomi: Minha adaptação foi um pouco complicada, fiquei bastante reclusa por um tempo conversando apenas o necessário com Ryouko. Um dia ela me fez sentar e conversar adequadamente com ela, perguntando-me sobre o que eu gostava ou o que eu queria fazer no futuro. Fiquei quieta por vários segundos pensando, eu realmente nunca tinha parado pra pensar em coisas como aquela, estava tão fixada em como evitar a dor que eu não dava atenção pra mim mesma. Eu começei a sorrir que nem boba do nada, fazendo-a franzir o cenho devido a minha mudança drástica de comportamento. Respondi pra ela que gostava de desenhar e dançar eu fazia aulas as vezes durante a minha estadia no orfanato
Kotomi: Ryouko ficou toda alegrinha e disse que me colocaria em aulas de ballet já no dia seguinte. Eu também estava animada e pode parecer esnobe da minha parte mais eu definitivamente me tornei a melhor da classe e em menos de seis meses eu ja subia nas pontas. Sempre adorei dançar, era uma forma de expor meus sentimentos de forma discreta. Quando eu era boa o suficiente prestei audição para uma escola profissional de dança e passei. Ryouko ficou tão orgulhosa que fez uma festa pra mim, nós passamos a noite inteira nos esbaldando de tudo o que é gorduroso e prejudicial ao colésterol.
Kotomi: Eu fui muito feliz em todos os anos que passei com ela, nós nos tornamos extremamente amigas uma da outra, contavamos tudo até aqueles sonhos inconvinientes que não faziam sentido algum. Em todos os anos que passei com ela eu nunca tive motivos para ficar triste ou chorar, sempre que algo me deixava apreensiva contava a ela e a mesma achava uma solução.
Kotomi: Eu tinha até uns namoradinhos na escola, minha vida havia se tornado como a de qualquer garota normal da minha idade. Quando me formei na dança passei a estudar fonoaudiologia e Ryouko me deu total apoio tanto financeiro quanto moral. Mas com o tempo eu percebi que ela não estava bem, passava mal de repente e estava fraca. Forçei-a a ir ao médico e levei um dos maiores baques da minha vida : ela estava com um tumor no cérebro. Até ai eu não sabia se a mesma ia sobreviver ou não e ela foi internada por um longo tempo. Todos os dias sem falta eu ia visita-la e passava todo o meu tempo disponivel com ela estando consciente ou não.
Kotomi: Mesmo sendo arriscado os médicos decidiram opera-la e eu não me importei em faltar tanto no emprego quanto as aulas pra espera-la sair da sala de operação. Eu passei a madrugada inteira acordada e quando finalmente o médico saiu da sala de cirurgia veio em minha direção com os olhos baixos mas disse firmemente que ela não havia suportado e faleceu no meio da cirurgia.
Kotomi: Eu entrei em estado de pânico e choque começei a chorar e berrar, cheguei até a estapear o pobre médico. Havia enlouquecido completamente era inadimicível, como Ryouko podia ter morrido? Na minha cabeça isso era absolutamente impossível, foi como se as pilastras do castelo emocional que eu tinha costruído desabassem. Tive que ser agarrada pelos médico, me debati com uma força que eu não imaginava que tinha. A única forma que encontraram de me acalmar foi aplicar um sedativo ao qual eu lutei bravamente mas cai nos braços dos médicos.
Kotomi: Eu acordei e não demorou muito para que eu lembrasse de tudo oque havia ocorrido. Passei o dia inteiro chorando, tanto que a enfermeira ficou preocupada e me fez compania o dia inteiro, fazendo-me tomar água para me reidratar. Eu não quis comer, então eles disseram que enquanto eu não me alimentasse, não teria alta.
Kotomi: Dois dias depois foi o funeral... De todas as coisas que passei na vida aquele dia foi com certeza o pior. Pensei até em me matar novamente, mais sabia que se tentasse fazer isso Ryouko mesmo morta nunca iria me perdoar. Tentei ser forte por ela nos anos seguintes, me esforçei na faculdade mas não queria criar vínculos fortes novamente com medo de sofrer. As pessoas que amo sempre costumam sumir e isso doi muito... Por favor me perdoe Jin oppa... Pode parecer egoísta da minha parte mas eu não quero perder você também.
Eu chorava feito um bebe enquanto mandava as mensagens. Depois de alguns minutos ouvi batidas na porta, Jin estava chorando e permiti que ele entrasse. Olhou pra mim e chorou mais ainda, abraçou-me tão apertado que o ar faltava nos pulmões mas eu não me importava:
-Desculpa!... Eu não sabia... Não devia ter te forçado a falar... Desculpa!- ele dizia com a voz extremamente embargada devido ao choro.
- Desculpa eu devia ter te contado antes.
No fim das contas ambos choravamos feito crianças, abraçados um ao outro e pedindo desculpas. Tudo finalmente tinha entrado nos eixos

Notas Finais


;-; tisti
Comentem ai se sou so eu que to chorando ;-;
Acho q sou muito sensivel heuehuee


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...