História Westbury - Capítulo 3


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Jeffrey Dean Morgan, Negan, Rick Grimes, The Walking Dead
Exibições 78
Palavras 3.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá humanos lindos !!!! Então, me empolguei de novo e escrevi muito (desculpa ai, sérião desculpa eu) eu espero que vocês gostem, e sem mais delongas bora ler essa delicia

Capítulo 3 - Capítulo 3.


-Você realmente gosta de se arriscar por ai, né!?

Me virei e o vi, fiquei estática, sem reação-Desculpa, Rick, tinhamos que ter certeza que eles não nós seguiram ou algo assim –Disse Michonne recebendo um abraço.

-Eu ent... – Rick parou e ficou me olhando eu e ele com os olhos cheios de lágrimas, mas a diferença é que Rick, já estava chorando e eu nem isso conseguia fazer, ele estava ali, bem na minha frente e eu não conseguia acreditar.

-C-Cat? – Rick me olhava como se eu fosse uma visão, ele estava próximo de mim e eu não me segurei e o abracei, comecei a chorar como uma criança, eu não estava acreditando, ele estava ali, e eu estava o abraçando, eu apertava meu pai como se eu dependesse disso pra viver, no meio daquela chuva, eu sentia que naquele momento só existia nós dois, ainda o abraçando o olhei, ele estava barbudo e com alguns machucados pelo rosto, mas estava vivo e isso que importava, ele passou a mão pelo meu rosto e eu em meio ao choro tentei falar – P-pai me desculpa, eu n-não devia ter dito aquilo pra você por telefone, e-eu não devia, é que, e- eu... –Rick me interrompeu me apertando mais em seus braços.

- Pai? – Me separei do seu abraço- Onde está o Carl? –Perguntei com medo de sua resposta, ele sorrindo me respondeu.

-Está lá dentro de casa- Me aliviei – Vamos entrar não quero que fique doente, vamos entrar pessoal –Rick disse indo em direção a uma das casas.

-Rick, te vejo mais tarde, vou pra casa- Escutei Abraham gritando por conta da chuva.

Entrei na casa e ela era linda, bem arrumada e grande, por um momento eu esqueci dos horrores que existem alem dos muros da comunidade, meus pensamentos foram interrompidos pela voz de Carl :

-Pai é você ? Eu acho que a Judith tá com fome – Disse provavelmente de um dos quartos.

-Deixa que eu cuido dela- Michonne deu um beijo em Rick e foi em direção a sala, eu encarei Rick e ele me deu um sorriso.

-Lori, não ... –Ele acenou negativamente.

-Mas Michonne é uma pessoa legal, você vai ver.. –O interrompi.

-Não gostava da Lori mesmo –Ele deu uma risada fraca e balançou a cabeça, me encostei na parede do corredor- Ela me odiava, só por que eu sou a bastarda da familia.

-Pai, por que a Michonne ta rindo a toa? –Michonne desceu as escadas e foi em outra direção e Carl parou no meio da escada e ficou me olhando assustado, e eu fiquei rindo que nem uma idiota, então ele desceu as escadas correndo e me abraçou, o apertei tanto, eu não queria mais o soltar, meu menino estava tão grande, grande mesmo estava quase da minha altura, eu já estava chorando e Carl também, nos separamos e ficamos nos encarando feito idiotas, então fizemos nosso toque e mão personalizado, que constituía em bater as mãos em um Hi-Fi, depois bater elas em forma de soco e estalar os dedos duas vezes, demos risada e voltamos a nos abraçar.

-Você não ta velho pra brincar de pirata? –Falei me referindo ao “tapa-olho” improvisado que ele usava.

-Não –Ele parou de me abraçar e ficou me encarando –É que aconteceu um acidente e eu fiquei sem ele.

-Maneiro, ta todo descolado, cabelo grande, sem um olho, ta parecendo os meus amigos fora da lei –demos risada.

-Carl, mostra Judith pra ela, enquanto eu vou arrumar um quarto pra garota fora da lei – Rick tirou minha mochila das minhas costas e foi subindo a escada entrando em um dos quartos, Carl me levou até a o quarto aonde Judith se encontrava, e meu Deus, que coisa mais fofa, Carl me explicou que Judith era filha do Shane com Lori, e me explicou resumidamente as coisas que aconteceu pra ele perder um olho, Judith ergueu os braços e pediu colo pra mim,Carl olhou e fez uma careta engraçada.

-Estranho, ela nunca pede colo pra estranhos- Falou mexendo nos cabelos de Judith que já se encontrava entre meus braços.

-Uma bastarda reconhece a outra – dei risada e Carl pegou em meus cabelos.

-Você deixou eles crescerem? –Falou se referido aos meus cabelos que já estavam na cintura.

-Ah! , Já ia me esquecendo- Coloquei Judith no berço novamente e vendo Michonne entrar pelo porta do quarto, entreguei o colar de pertencia a Carl.

-Droga Cat! Pensei ter perdido ele pra sempre.... Aonde ele estava? –Perguntou enrolando ele no pulso, mas como o fecho estava quebrado ele deu um pequeno nó facil.

-Em uma casa um pouco longe daqui- Michonne respondeu pegando Judith e dando de mamadeira.

-Branca e velha ? – Perguntou ele sabendo que casa era.

-Branca e velha- Respondi.

-Eu passai lá a uns dias atrás, ele deve ter enganchado em algo- Falou olhando pro colar.

-Pronto, já arrumei um quarto pra você, Cat- Disse Rick entrando no quarto que estávamos –Se você quiser pode se aprontar, hoje vamos todos almoçar na casa da Carol, o pessoal vai amar te conhecer e você a eles.

-Só espero que Spencer não de o showzinho dele hoje- Carl falou.

-E isso é bom ou ruim?- Perguntei.

-Vindo dele... Ruim- Disse Michone terminando de dar mamadeira a Judith.

-Rick você tem uma tesoura ai ?- Perguntei já na porta do quarto.

-Por que? Deu agora que se cortar ? –Brincou Carl passando pela porta dando risada e recebendo um cotovelada minha.

-Tenho sim –Foi até uma gaveta do criado mudo e pegou uma tesoura, veio em minha direção e me entregou ela, mas quando eu fui pega-la ele puxou de volta – Seu quarto agora é no sótão, era o único lugar disponível, desculpa, mas é que... –O interrompi.

-Obrigada, Rick – Agradeci, peguei a tesoura e dei um beijo em seu rosto, me retirei do quarto, fui até o final do corredor, não tinha como errar no final dele tinha uma porta que estava aberta que dava a visão de uma pequena escada, subi até lá e vi um quarto tão simples, porém lindo, tão delicado- Meus pensamentos foram interrompidos por Carl.

-Era pra ser o meu quarto, mais o pai não deixou.

O quarto não era tão grande, mas tinha o tamanho normal de um quarto de casal.

-Essa cama já estava aqui?- apontei pra cama, a cama é bem diferente, ela possui tipo um "palanque" de madeira, o que a deixava mais perto do teto, [1] praticamente em cima da cama avia uma janela, a janela estava aberta e uma brisa gostosa vinha dela, também tem um local de estudos, com uma mesinha de madeira e uma cadeira giratória na cor preta, num canto isolado avia uma cômoda que devia ser aonde se ficava as roupas.

-Esse quarto sempre esteve aqui, bem desse jeito, apenas com os moveis, até achamos estranho, mas a Deanna disse que sua sobrinha era alguma coisa que mexe com casa e resolveu fazer isso pra passar o tempo-Explicou Carl.

-Deanna é... ?

-A ex dona daqui, por assim dizer- ele veio em minha direção e me entregou umas roupas –Elas são de uma amiga, espero que sirva em você, vou te esperar lá em baixo, o pai e a Michonne vão mais cedo pra ajudar a Carol a arrumar a mesa e o banheiro é a direita do seu quarto- acenei ele saiu do quarto, fui em direção a cômoda e coloquei as roupas ali em cima juntamente da tesoura, minha bolsa estava pendurada atrás da porta  eu peguei ela a abrindo, e dela tirei :

Lanterna, três barras de cereal, minha pistola five seven e uma garrafa d’água.

Tirei meu facão da cintura junta da bainha e coloquei em cima da cômoda, peguei a roupa e a tesoura e fui em direção ao banheiro, entrei e fechei a porta, fechei a tampa da privada e coloquei minhas coisas ali, peguei a tesoura e fiquei olhando pra ela, olhei para o espelho que estava a minha frente e lembrei de Negan.

“-Wow, o que pensa que está fazendo? –Perguntou Negan tirando a tesoura da minha mão, sai da frente do espelho e o encarei.

-Eu vou cortar o meu cabelo- Falei como se aquilo fosse óbvio, tentei pegar a tesoura mas ele levantou a mão deixando a tesoura no alto.

-Você não vai cortar o cabelo- Foi até a caixa que estava ao lado do espelho em uma mesa e guardou a tesoura.

-Por que ? – Perguntei cruzando os braços.

Ele pegou o prendedor de cabelo azul que estava em minhas mãos, e me virou de costas –Porque, todas as minhas esposas tem que ter o mesmo corte de cabelo, como se fosse o uniforme da empresa, e se você cortar o cabelo, elas vão pensar que eu estou favorecendo você- Disse prendendo o meu cabelo com o prendedor.

Me virei e disse -Isso não tem nada a v... –Negan me interrompeu com um selinho.

-Enquanto você for minha mulher, eu decido se você corta ou não o cabelo- Disse bem próximo de mim – Entendeu ?

-Mas Neg...

-Catherine! –Senti que Negan estava ficando irritado.

-Eu entendi Negan- Falei dando um pequeno sorriso.

Me abraçou e disse baixo no meu ouvido.

-Não fica brava, se você ficar brava vou te foder muito forte pra ver se você melhora esse humor.

Me afastei de Negan e com um sorriso malicioso disse –Negan, eu to muito, muito, mais muito puta com você- Fui em direção a minha cama escutando Negan vir atrás de mim”

Balancei a cabeça afastando aquelas memorias, Negan nunca me amou e isso era verídico, ele só me usava, assim como ele faz com todos a sua volta, eu achei que era feliz e que tudo o que eu passei com ele era verdadeiro mas não era, eu estava carente e sem ninguém, sozinha nesse inferno que vivemos, Negan me fez acreditar que aquilo que ele me passava era segurança e confiança, mas na verdade eu só estava procurando algo que me fizesse acreditar que ainda existia coisas boas no mundo, Negan pensava que eu era o brinquedinho dele, um objeto que ele usa sempre quando quer se satisfazer, quando ele me fazia rir eu pensava que era real aquilo que ele me fazia sentir, mas não era, era tudo ilusão, eu até tentava compreender que ele tentava passar uma mensagem de surperioridade para todos e que ele me tratava daquele jeito na frente dos outros pra não demonstrar  “fraqueza” , mas agora eu entendo que tudo o que ele fazia na frente dos outros era ele sendo ele mesmo, rude, idiota, louco e um grandíssimo babaca, não sou mais nada de Negan e agora vou fazer de tudo pra apagar esse sentimento mentiroso que tenho dele,  eu pararia de ser aquela garota que fingia ser, a boa e fofa Catherine, que nunca dizia nada ou discutia com os outros, a que abaixava a cabeça pra outras pessoas que a humilhava, cansei de fazer isso, vou voltar a ser quem eu era, ser a pessoa que minha vó gostava que eu era, ser eu mesma, ser a Catherine Barkers, peguei a tesoura e comecei a cortar o meu cabelo.

                                                               DOIS MESES DEPOIS

                                                                               NEGAN

Ela chupava meu pau com força, colocando fundo em sua garganta, Deborah começou a chupar minha glande enquanto me masturbava, senti que meu orgasmo estava próximo, segurei nos cabelos de Deborah com força a escutando gemer e intensifiquei os movimentos.

-Caralho Cat –Disse atingindo o orgasmo e me derramando em sua garganta, Dedorah levantou limpou a boca e foi em direção ao banheiro sem dizer nada.

Me levantei da poltrona, me ajeitei e peguei Lucille que estava ao lado da porta, quando abri a porta escutei Deborah :

-Você me chamou de Cat- Virei e a vi encostada no batente da porta do banheiro só de roupas intimas.

-Não chamei não, bebê- Disse colocando, Lucille sobre o ombro-Você sabe que é minha favorita, não sabe? –Fui em sua direção sorrindo- De todas aqui dentro, você é e sempre será minha favorita.

Ela saiu de perto de mim e sentou na cama.

-Eu sei muito bem o que ouvi, você me chamou de Cat, e eu não sou idiota, eu sei que você prefere mil vezes aquela piranha- Disse em tom agressivo.

Me aproximei dela e segurei seu rosto com força com uma de minhas mãos, olhei fundo em seus olhos, e vi que ela estava com medo.

-Se eu te chamei de Cat ou não, foda-se, eu te chamo do que quero que você se chame, e para seu próprio bem, acho melhor você parar de dar piti ou Lucille vai provar um pouco do seu sangue... Entendeu ? –Ela nada disse, seus olhos estavam marejados –Entendeu, Deborah?

-Sim, senhor.

Soltei seu rosto que ficou com as marcas de meus dedo –Otimo! –Falei sorrindo e sai do quarto de Deborah, eu sei que disse Cat aquela hora, mas é que foi no automático, por um momento pensei que Cat ainda estava aqui no Santuário, não consigo mais tirar a visão dela da minha cabeça o modo que ela me olhou quando eu disse aquelas coisas pra ela, eu entendo que Cat quer achar sua família, mas eu tenho certeza que eles estão mortos, e  logo ela vai está, cheguei em meu quarto e deitei na cama, como ela pode fazer isso, me deixar sozinho, depois do que fiz pra ela, eu a tirei do mundo lá fora, dei de tudo pra ela, eu cuidei dela e ela vai embora assim? Cat vai me pagar, vou fazer ela vir até mim, vou fazer ela se arrepender de ter ido embora e me deixado, levantei e peguei meu rádio que estava sobre a mesa –Dwight!

“Sim senhor”

-Quero que reúna um grupo, quero que cada um tenha uma câmera, eles vão procurar Catherine e quando acha-la quero que tire fotos de onde ela está e com quem ela está, se ela ver um de vocês mato todos, por isso quero que sejam cuidadosos, entendeu? –Disse com o meu plano já feito em minha cabeça.

“Sim senhor, mas alguma coisa?”

-Não – Desliguei o rádio com um sorriso maldoso nos lábios.

 

                                                                               CAT

 

Rick escondia alguma coisa de mim, todos eles, eu peguei a função de coletar coisas como alimento e munição além dos muros de Alexandria, eu fazia isso dia sim e dia não, teve uma vez que escutei algumas pessoas que moravam lá sussurrando algo sobre “se eles voltarem?”,”se não pagarmos eles irão matar todos nós”,teve uma vez que escutei algo sobre Salvadores e Negan, mas tenho certeza que foi coisa da minha cabeça, eu lembro dele todo dia, eu sei que eu prometi a mim mesma que esqueceria dele, mas eu não consigo, e me odeio cada vez mais por conta disso, eu não comentava isso com o Rick, e nunca falei nada sobre Negan ou o grupo dos Salvadores, perguntar lógico que perguntavam, mas eu sempre dizia que era apenas um grupo comum com pessoas comuns, não queria que as pessoas tivessem medo de mim ou Rick tivesse vergonha de mim, na primeira semana eu ficava só dentro de casa, depois que me deram o que fazer eu ia pra fora, fazia o que tinha pra fazer, voltava e ficava em meu quarto fazendo nada, depois com o tempo, Maggie me chamava na porta da casa pra conversar, sabe, fazer amizade, ela estava grávida de Glenn e eles eram tão perfeitos juntos, depois com o tempo fui fazendo amizade com o povo,Spencer era o mais idiota daqui, ele acha que sou uma qualquer desesperada, ele sempre me encurrala pelos cantos e tenta algo comigo, teve uma vez que ele tentou me beijar a força do lado de fora do portão, ele tinha ido junto de mim matar alguns zumbis que ficaram presos dentro da mata, perto de Alexandria, aqueles malditos faziam muito barulho o que deixava algumas pessoas com medo, nós os matamos e no meio de uma pequena discussão nossa ele tentou me beija, eu o imobilizei e disse que se ele tentasse algo assim novamente, ele seria um zumbi sem pénis, fora o Spencer o resto era legal, praticamente todos, fiquei sabendo que tinha uma mulher chamada Tara, que tinha o meu jeito, porém ela tinha saído com mais um integrante da comunidade, eles até agora não voltaram, a namorada da Tara tinha morrido e eu me senti mal por ela, mesmo não a conhecendo, mas fora essas coisas trágicas, eles eram tão legais, eu me sentia a vontade perto deles, com dois meses de amizade com eles, senti algo que a muito tempo não conseguia, eu tinha o amor, amor de uma família, antigamente Rick era o melhor pai possível, mas com o tempo ele conheceu a Lori e depois teve Carl, eu não entendia por que, que ele tinha que dar seu tempo a sua nova família, mas com o passar do tempo, só nos falávamos por telefone, eu sabia que Rick me amava, mas eu tinha que compartilhar aquele amor e atenção que ele me dava com outras pessoas, mas agora ele está aqui, sendo o melhor pai do mundo de novo, e precisou de um apocalipse pra me fazer parar de ser egoísta e entender isso, meus avós foram mais que meus pais, eles estavam lá, sempre lá, mesmo quando Rick ia me visitar eles estavam lá, chegava a ser engraçado, eles eram meus melhores amigos, diferente da minha mãe, que nunca aparecia, mas quando o fazia, me tratava como seu eu fosse um nada, fazia da minha vida um inferno, ela acha que a culpa das coisas ter dado errado pra ela foi por que nasci, ela nunca me deu amor, sempre foram Rick e meus avós, e agora eu estava sentindo isso, sentia que aquele grupo era minha família, era quem ia me fazer feliz mesmo quando tudo pra mim desse errado.

Hoje era o meu dia de ficar em casa, mas resolvi sair um pouco, aproveitei que era de madrugada e sai de silenciosamente de casa, passei pela minha janela e andei pelo telhado, quando cheguei ao chão vi Carol, com uma mochila enorme, andando pelos lugares com menos luz.

-Suponho que você não vá apenas dar uma volta- falei me aproximando dela e vi quando ela levou um susto e se virou.

-Querida... Eu –A interrompi.

-Tudo bem, Carol, não vou falar nada, eu não sou a melhor pessoa pra dar um sermão sobre fugir por ai... Só... Não morre tá!?- Ela me abraçou- Vai de carro? Se for me da uma carona?

-Vai fugir também? –Perguntou se afastando do abraço.

-Não, na verdade vou treinar, Rick não me deixa sair se não for a trabalho- Ela acenou e eu a segui.

Carol me deixou a uns bons 06km de distância, então andei mais um pouco até achar minha moto, que estava escondida por galhos grandes, peguei minha sacola que continha uma garrafa de água, binóculo e barras de cereal, que deixei pendurado na árvore a alguns dias e andei até a estrada, não a que Carol seguiu, mas a outra, a que dava caminho até o Santuário, fui até metade do caminho e entrei na mata, escondi minha moto e continuei o caminho, quando já estava em uma distância boa me escondi e peguei meu binóculo, comecei a observar todos que ali estavam, mas eu procurava alguém em especial, fiquei observando eles por nada, pelo que tudo indicava as coisas estavam as mesmas, exceto por uma coisa, Negan não apareceu o dia todo, já estava pra escurecer quando vi todos arrumando carros e armando suas armas, vi todas as esposas de Negan em fila, então ele passou e todas as moças se ajoelharam, uma coisa que me chamou a atenção foi Deborah, ela estava ao seu lado, então ela se juntou as outras mulheres e se ajoelhou também, Negan sempre nos obrigava a fazer isso, ele dizia que “todas tem que se lamentar quando eu saio do Santuário”, todas davam graças a Deus quando ele ia lá fora, eu sei disso pois elas mesmo me falavam, eu no entanto ficava com medo, sim, eu sempre fui a idiota que se importava, Negan entrou em um dos carros e todos os seus capangas foram junto dele quando ele deu partida, ali já estava arriscado de mais terminei de tomar a minha água e corri até a moto, a levei rapidamente até a estrada e segui caminho,a noite já cobria os céus, quando de repente eu vejo Rick,Abraham, Spencer, Sasha, Aaron e Carl e tinha mais alguém em uma espécie de maca improvisada mais não pude ver, passei de moto por Eugene que estava no trailer e eles andavam apressados pela mata, desliguei a moto, pendurei minha bolsa nela, peguei meu facão e os segui, corri até eles, só que eu tropecei em um galho e cai rolando de um pequeno morro, Abraham me ouviu e apontou a arma pra mim, quando me viu veio me ajudar.

-O que está fazendo aqui, Cat? –Rick perguntou.

-O meu Deus, Maggie! –Olhei desesperada pra Maggie que gemia de dor.

-Depois te explicamos, agora precisamos ir até Hilltop, Cat, abra caminho com Carl- Sasha disse e eu o fiz.

Abri caminho junto de Carl, matando todos os zumbis que se aproximavam.

-O que está fazendo aqui fora, hoje não é o dia em que você descansa? –Perguntou Carl.

-Só por que meu irmão mais novo tem novos amigos, ele pensa que vai me esquecer?- Brinquei- Sem chance, e se você quebrar a fritadeira sem querer de novo, quem vai ter que ir arrumar e fazer com que tudo pareça que foi o Rick.

-Espera ai? Foram vocês, eu levei a culpa aquele dia por culpa de vocês? –Rick disse abismado e escutamos todos rindo, e Maggie tentou mas isso só a fez sentir mais dor.

-Cat, você prometeu não contar- Dei um sorriso.

-Você disse que tudo o que fizemos juntos só poderá ser revelado se acontecer um apocalipse, ou mudarem o nome da lua para Carl, o supremo, desculpa só estou contribuindo com o combinado, e depois quando chegarmos a Hilltop, todos vão saber o que você fez co... –Escutamos assobios de longe, o sorriso que todos tinham no rosto sumiu, juntamente com o meu, eu me arrepiei, pois todos aqueles assobios me lembravam Negan.

-Vão! Vão! –Disse Rick nós fazendo praticamente correr.

Conforme iamos fugindo escutavamos mais e mais assobios, paramos quando uma luz forte foi acendida, nos assustando, então todos aqueles que assobiavam apareceram, nos cercando, estavamos cercados por carros e pessoas, e eu sabia muito bem quem eles eram.


Notas Finais


[1] = https://br.pinterest.com/pin/303500462373316702/
[2] = https://br.pinterest.com/pin/303500462373316735/
e eu tenho uma conta no pinterest e se você tem uma conta lá e quiser segui a pasta da fic o link é esse : https://br.pinterest.com/azayra_liddell/westbury/
E lá vou postar os gif e fotos que possivelmente vão estar aqui ( e lá vai ter spoiler dos proximos cap) enfim da uma passada lá se tu quiser( na verdade fiz aquela coisa mais pra guardar as fotos que tenho relacionada a fic)
Obrigada a todas as pessoas lindas que estão comentando e favoritando, vocês são fodah (a cada comentario e favorito é um grito histérico abafado kkkkkk' )
Enfim.... Beijos e até o próximo...


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