História What are you thankful for? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Deadpool, Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Natasha Romanoff, Pantera Negra (T'Challa), Peter Parker, Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Steve Rogers, Thor, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Tags A Autora É Louca, Avengers Love, Especial Fim De Ano, Mais Amor Por Favor, Menção De Spideypool, Menção De Stony, Swad, Thanksgiving Day, Viadores Haha, Winterfalcon
Exibições 71
Palavras 2.656
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Super Power, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ESPECIAL FIM DE ANO. AÇÃO DE GRAÇAS.
Sim, eu fiz isso mesmo. Tem de Halloween também, e... Teremos Natal e ano novo. Porque eu quis. ;)

PERDOEM QUALQUER ERRO ORTOGRÁFICO.

Capítulo 1 - Capítulo Único


   “Hoje é um novo dia, hoje nos reuniremos com o intuito de agradecer… apesar de qualquer eventualidade.”

Novembro, 24.


 

  O ar que soprava as madeixas de tamanho mediano, arrastavam também o aroma do shampoo por ele usado. Guiando quase que exclusivamente ao olfato do homem que o observava com tamanha curiosidade.

  Sam Wilson, o falcão, conhecia a rotina de Bucky tão bem quanto a própria. Desde que reverteram a criogenia, Sam encarregou-se de observar os passos do ex soldado invernal. A princípio atendendo ao pedido de seu amigo, Steve Rogers. Mas depois, por pura vontade de prezar pelo bem estar daquele que antes, lhe parecia tão desconhecido.

  — E o braço? — aproximou-se na surdina, evitando denunciar sua presença previamente. — Ainda acha que o Stark colocou um explosivo aí?

  Bucky girou o corpo, apenas o suficiente para lançar um olhar na direção de Sam, que observava um pouco distante.

  — Tinha meus motivos para desconfiar disso. — o comentário, entrecortado pela respiração que beirava o ofegante, devido aos recentes exercícios físicos.

  Cessou seus movimentos com o agente que se propunha a treinar com ele pelas manhãs. Acenando com a cabeça enquanto o agente se afastava após um chamado em seu comunicador pessoal.

  — Ele não faria nada que colocasse em risco a atual trégua entre ele e o Steve. Fica calmo, você tem um anjo da guarda. — o comentário despretensioso, instantaneamente intrigou Bucky, que raramente presenciava aquele tom usado por Sam.

  — Veio verificar se eu não fiquei sem controle de minhas ações? Como quase todos os dias, após o pedido do Steve? — o caminhar vagaroso até passarem pelas portas do complexo, abandonando a imensidão verde do gramado que rodeava toda a enorme construção.

  — Não estou aqui porque o Steve pediu. — dentro daquelas paredes de concreto, alguns agentes caminhavam apressadamente, contrastando com o caminhar dos dois homens.

  — Não precisa mentir pra mim, Sam. O Steve me falou que faria isso, por precaução. — o jeito como ele olhava, o tom de sua voz… parecia o antigo Bucky, o Bucky que Steve conheceu. E que agora, Sam estava conhecendo e querendo conhecer ainda mais.

  — Não estou aqui a pedido do Steve. — repetiu suas palavras, apesar de um pouco diferentes.

  Continuaram a caminhar, ingerindo apenas o silêncio que parecia constrangedor demais para suportar. Quase no limite do corredor, distanciaram-se, seguindo cada um para seu quarto. Estranhamente localizados defronte um ao outro.

  Ao fechar a porta, Sam relaxou o peso de seu corpo, apoiando-se desajeitadamente na parede próxima à porta.

  — Idiota. Dá próxima vez tente estragar as coisas de uma forma um pouco menos estranha. — gostava, ele sabia que gostava do ex soldado que controlado pela Hydra, virava uma máquina assassina. Ele sabia muito bem que gostava do Bucky, só não queria que ele soubesse. Não agora, não assim.

 

  No outro lado do corredor, escorado à porta, como se ela fosse sua âncora o impedido de alçar vôo, Bucky tentava evitar um singelo sorriso. O cabelo levemente molhado pelo suor, colava em sua testa, emoldurando-lhe a face branco, de bochechas rubras pelo exército e felicidade momentânea.

  Caminhou até sua escrivaninha, abriu a pequena gaveta com abertura por identificação biométrica, retirou de lá um pequeno caderno, onde anotava as coisas corriqueiras do seu dia-a-dia. Abriu o pequeno caderno, avistando sua última anotação, datada no mesmo dia. Se antes aquela pequena anotação fazia sentido, agora ele sabia o que agradecer. Por mais estranho que pudesse parecer, Bucky Barnes tinha um bom motivo para comemorar o dia de Ação de Graças.



 

  Atendendo ao pedido mais que especial do Capitão Rogers, os vingadores, agora devidamente libertos encontravam-se reunidos ao redor da grande mesa na sala de jantar recém adquirida. A mesa repleta das mais variedades de alimentos. E o mais importante, todos estavam ali. Bem, quase todos. Com exceção, claro, de Bruce Banner e Thor. E Clint, que aproveitou a liberdade adquirida para passar um tempo com sua família.

  Natasha dava os toques finais necessários para um melhor ajuste da mesa, como se sempre estivesse à frente de tais organizações festivas.

  Visão conversava - entusiasmado - com Wanda, T'Challa e Rhodes. Scott Lang observava o jeito do sintozóide, e suas características, ora humanas, ora absurdamente robótica.

  Steve Rogers conversava com Tony em baixo tom, num canto mais recluso na sala de jantar. Pareciam desconfortáveis toda vez que alguém se aproximava, mudando bruscamente o assunto.

  — Cheguei, eu sei que vocês estavam esperando por mim. Mas eu precisava me livrar de um tarado tagarela que deu pra me seguir. — Peter acenou sorridente para Steve e Tony, que aproximavam-se do jovem aracnídeo.

  — Pensei que você estivesse com dificuldade de convencer sua tia que você já é grandinho. E que pode jantar com seus amigos. — Tony, de forma involuntária e paternal, apoiou a destra no ombro do garoto, acrescentando leves batidinhas.

  — Na verdade, eu falei que o senhor estava com dificuldade de arrumar os projetos no seu computador. — deu de ombros, afastando-se minimamente, esperando - talvez - pelo pior. — Cadê o passarinho e o parceiro emburrado? — numa vasculhada pelo recinto, notou a ausência de ambos.

  — O sem memória deve estar enrolado pra arrumar o cabelo. Muito provavelmente o… passarinho deve estar ajudando a achar as presilhas. — ao término de sua frase, e início de sua risada, sentiu uma pontada entre suas costelas. — Ai!

  Aquela foi a única repreensão, afinal, os mencionados se encontravam agora na sala de jantar.

  — Chegaram juntos. — o cochicho, audível apenas para o Capitão, e consequentemente Peter e seu aguçado sentido aranha.

  — Eu não sei quanto à vocês, mas eu estou com fome. — Peter sentiu-se na obrigação de falar, afinal o silêncio parecia não ser quebrado por ninguém.

  — O menino aranha tem razão. — Rhodes comentou caminhando na direção dos demais vingadores, buscando seu lugar à mesa.

  — Qual é! É Homem-aranha. HOMEM ARANHA. — Peter sentou-se próximo a Rhodes.

  — Quando sua barba crescer, discutimos esse nome.

  Era inevitável manter as carrancas, primeiro, estavam bem como um grupo e o clima de ação de graças dava maior descontração ao recinto.

  — Bom, como o anfitrião da festa. Passo a palavra ao Capitão, afinal eu não sei o que dizer nessas datas. — Tony comentou, enquanto ainda estava de pé.

  — Agradeço por terem comparecido. Sei que não é de costume, mas dessa vez queria comemorar com vocês. Afinal, os Vingadores estão mais uma vez unidos como um grupo. E com novos membros. — não seria preciso sinalizar, todos sabiam de quem o Capitão falava. — Então, a tradição implica em darmos graças à algo. E é esse meu agradecimento, estamos novamente unidos como um grupo. — agora sentado, Rogers apoiou sua mão, discretamente na coxa de Tony, sentado à seu lado. Longe da vista de qualquer vingador ali presente.

  Os vingadores permaneceram em silêncio, num agradecer pessoal, sem compartir seus pensamentos com os demais presentes. Visão, agradecia por Wanda, obviamente. A jovem, agradecia por ele. E assim seguiam os agradecimentos de cada um. Bucky, agradeceu, mesmo que infimamente pela presença de certo vingador sentado ao seu lado.

  A princípio, o murmurinho de conversas aleatórias tomou conta do ambiente, ocupando cada ínfimo espaço possível. Visão, ao lado de Wanda, ficando em uma das pontas da mesa. Ao seu lado direito, T'Challa, Natasha Romanoff, Peter Parker e Rhodes. Fechando com Tony na outra ponta, com Steve Rogers ao seu lado. Seguido por Bucky Barnes, Sam Wilson, Scott Lang, voltando à Wanda Maximoff.

  Os sons das conversas aleatórias, foram aos poucos trocados por barulho de talheres de encontro aos pratos, mas ainda era possível ouvir uma risada ou outra. Todos aparentemente animados com a união do grupo, novamente.

  Vez ou outra, o assunto englobava à todos. Em outras, pareciam conversar em par. Sam, sempre que possível, chamando Scott por seu apelido; “Zé pequeno”.

  O jantar, ameno na medida do possível. Animado o quanto podia. Doces como: torta de maçã, abóbora e variados sabores. Agradando à todos, sem exceção. Para finalizar, um café forte, para felicidade de Tony.

  Alguns vingadores se reuniram na sala social, para ainda mais conversas.

  — Acho que vou me deitar. Estou um pouco indisposto. — Bucky parou seus passos, ficando para trás. Voltando para o caminho recém trilhado. — Boa noite.

  —Tudo bem? — Steve perguntou, caminhando dois passos em sua direção.

  — Tudo sim, só tive um dia cansativo. Nada que uma boa noite de sono não resolva. — com tudo esclarecido, Bucky sumiu ao longo do corredor, deixando os demais vingadores para trás.

  — O papo tá bom, mas… eu preciso mesmo ir. — Peter, o segundo a se prontificar para se despedir.

  — Fica mais um pouco, posso ligar pra sua tia e informar que você vai passar a noite aqui. — Tony levou a mão ao aparelho celular. Decidido a ajudar o garoto.

  — Não, não precisa. Não gosto de deixá-la sozinha. — seu comentário, apesar de verdadeiro, não valia no momento. — Obrigado pelo jantar de ação de graças.

  A despedida rápida, e logo Peter sentia o ar da brisa de outono encontrar com sua pele alva.

  — BABY BOY! — se não fosse por seu sentido aranha, Peter provavelmente teria pulado de susto. — Sabia que não resistiria à minha oferta. Afinal, não é qualquer dia que posso te levar pra casa! — não muito longe da entrada do complexo, Wade esperava por Peter, na ridícula esperança de que talvez o rapaz aceitasse sua companhia.

  (Como não é qualquer dia? Nós vamos com ele todo dia pra casa!)

  [Quem você pensa que engana? Ele sabe que a gente segue ele, idiota!]

  — Caladas, não estão convidadas pra conversa particular com o Baby Boy! — estapeando a lateral da própria cabeça, Wade caminhou na direção de Peter. — E então Baby Boy. Ainda está em tempo de agradecer. Afinal, é ação de graças! — mesmo trajado com sua inseparável máscara, era visível um formato diferente em seus lábios. Criando assim o famoso bico, esperando por um beijo.

  — Não viaja, Wade. Só aceitei sua companhia porque sabia que você não iria desistir mesmo. — Peter caminhava ao lado daquele lunático, rumando o caminhão conhecido por ambos.


 

  A conversa, ainda animada, apesar da desistência de alguns membros da equipe. Tony, assim como Bucky, alegou uma exaustão. Optando assim pelo aconchego de seu quarto. Natasha falava com Clint e as crianças por vídeo chamada. Enquanto Visão e Wanda observavam o estrelado céu de novembro. Sam, T'Challa, Scott, Rhodes e Steve, sentados no enorme sofá, conversando sobre o treinamento dos vingadores, as vezes sobre o jogo de basquete.

  — Bem, a conversa está realmente boa, mas amanhã acordo cedo para uma reunião com Ross. — Steve levantou-se, deixando-os ainda na animada conversa. Os passos, logo acompanhados pelo colega. — Já vai se retirar? — perguntou num misto de curiosidade e incredulidade.

  — Amanhã o dia será cheio. Uma boa noite de sono é sempre a melhor escolha. — Sam comentou quando viraram o corredor que levava aos aposentos de cada um. — Até amanhã, Steve.

  Steve Rogers fechou a porta, retirou seus sapatos e sentou aos pés da cama, deixando-se descansar por breves segundos antes de optar por um banho. Prestes a levantar, ouviu as batidas na porta, seguida por uma ínfima abertura.

  — Tony, pensei que estivesse dormindo. — seus olhos observaram com extrema intensidade, cada detalhe que compunha a imagem do bilionário.

  — Sabe que não durmo cedo. E bem, estava pensando em tomar um banho antes de deitar. — falou apenas quando trancafiado junto a Rogers naquele recinto.

  — Aqui? — ainda era, para Tony, absurdamente graciosa a forma como Steve conseguia ser ingênuo.

  — Prefiro tomar banho acompanhado, Rogers. — se o sorriso que lhe estampava os lábios, não fosse suficiente para demonstrar sua intenção… o despir sensual de suas roupas, seriam.



 

  — Bucky? — duas batidas na porta.

  — Entra. — a resposta, rápida e sem grande emoção empregada em sua voz.

  Sam tremeu. O vagaroso girar da maçaneta, o barulho de seu coração batendo… tudo parecia levar uma eternidade para por fim acontecer. E aquilo o deixava louco, afinal não queria agir como um adolescente apaixonado. Ainda mais por não saber como o ex soldado reagiria àquilo.

  Ele estava sentado na cama, com as pernas esticadas, levemente cruzadas. A calça escura, contrastando com a camiseta branca. Os fios soltos e levemente molhados, como se lavados recentemente. Nas mãos, um caderno de capa de couro, lembrando a aparência de um diário.

  Se fosse possível, ele diria que estava congelado. Talvez embasbacado fosse a palavra que melhor combinasse com o momento. Ele, Sam Wilson estava apaixonado por Bucky Barnes.

  — Posso ajudar? Steve pediu para que você viesse ver como estou? — perguntou após o silêncio de Sam.

  — Steve não me pediu nada. Vim por vontade própria. Steve poderia te ver, sem precisar que alguém fizesse isso por ele. — Sam caminhou até a cama, desferindo um leve tapa na perna de Bucky, para que ele lhe cedesse espaço na cama para sentar. — Isso aí é um diário?

  — Anoto por medo de esquecer. Mas não é um diário. — fechou-o, colocando no outro lado da cama. Longe de Sam.

  — Anota as coisas que você não quer esquecer?

  A própria pergunta o fez voltar alguns dias no tempo, recordando de encontrar o ex soldado na cozinha do complexo, tarde da noite. Mais parecia um sonâmbulo, falando algumas coisas sem o menor nexo. Ao menos para Sam, que estava ali apenas para pegar um copo de água antes de dormir. Todo o ocorrido, não foi fácil de entender, e Sam não buscaria explicações, não quando na manhã seguinte, Bucky parecia não lembrar de absolutamente nada, e o beijo estava cravado na memória de Sam. Mas só na dele.

  — Sim, precaução. Olha, não precisa mesmo ficar me acompanhando nos treinos, eu estou bem. Seja lá o que o Tony e o T'Challa fizeram com os cientistas… deu certo. Pode avisar ao Steve que não preciso de babá. — levantou-se num rompante, decidido ele mesmo à fazer aquilo.

  — Você não entendeu, não é? O Steve me pediu sim para ficar de olho em você. Afinal, estava desmembrado e sem memória. Mas eu continuei… mesmo depois de chegarmos a conclusão que você não é perigoso para o grupo. — Sam, agora de pé, observava as íris dos olhos daquele homem que com o tempo, lhe cativou profundamente.

  Talvez suas ações não fossem percebidas por ele mesmo. Só percebeu que segurava o braço de Bucky, quando o mesmo se desvinculou do toque. Deixando um rastro de qualquer sensação ruim.

  — Por quê? — não queria se encher de esperança, afinal era Sam parado à sua frente. O homem que vivia de implicâncias. Não queria criar expectativas, apenas para se iludir.

  — Me importo com o bem estar dos vingadores como um todo.

  — Claro. Não precisa mais. Agradeço a preocupação, mas não é mais necessária. — prestes a se afastar, mas impedido pelo toque de Sam, que alcançou sua mão.

  — Não se lembra mesmo, não é? — a risada, de puro nervosismo.

  — Não me lembro do quê?

  A confusão que estampava em seu rosto, fazia com que Sam o achasse ainda mais adorável. “Merda!” Sim, estava apaixonado.

  Aproximou-se, tão rápido que fez com que o ex soldado recuasse. Puro reflexo de seus músculos. As mãos, impedindo um novo distanciamento, trazendo aquele belo homem para perto de si. Selando seus lábios aos dele, num suave toque, que logo evoluiu para um contato mais íntimo, onde as línguas bailavam num ritmo quase familiar para Bucky.

  Separaram-se apenas para inflarem os pulmões, enchendo-os com o oxigênio necessário para suportar mais e mais beijos. As carícias sutis, como dois adolescentes com medo de apressarem as coisas. O breve sorriso entre os beijos, o estalido  ao término do selar dos lábios. O afago de Sam no rosto de Bucky, arrumando os fios, agora desgrenhados.

  — Não lembra disso? — Sam encarava aquelas orbes azuis, com esmero.

  — Acho que não.

  — Então teremos que fazer de novo. Até você lembrar.

  E novamente, os lábios estavam prensados, as línguas travavam uma batalha por domínio, enquanto as mãos acariciavam costas, braços, o que alcançassem.



  Naquele dia de ação de graças, todos tinham algo para agradecer, após muito tempo, as coisas pareciam finalmente caminhar para uma coisa boa. Estavam reunidos novamente, alguns mais que os outros. Mas finalmente… eles tinham algo para agradecer naquele dia.


Notas Finais


Galera, espero que tenham gostado.
Dei atenção para os casais, alguns vão querer me matar pela falta de lemon, mas... Vai em TNHB. Tem lemon WinterFalcon, juro!

Enfim, já ouviu falar da iniciativa MARVEL SLASH BRASIL?
Não? Oh hell!
É um grupo no face, para interagir com fãs desse universo, partilhar as fics que você se apaixonou, as fanarts, de sua autoria ou não.
Se você se interessar, pode entrar em contato. Sou amorzinho... As vezes ;)


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