História What If? - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias B.A.P, Got7
Personagens BamBam, Daehyun, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, 2young, Markson, Yugbam
Visualizações 72
Palavras 2.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello <3
Voltei!! Quem voltou de férias e já tem prova? Eu mesma. Não tenho sossego kkk
Enfim, boa leitura!!

Capítulo 13 - Colegas de Quarto


Fanfic / Fanfiction What If? - Capítulo 13 - Colegas de Quarto

Youngjae tentava se manter otimista, o que era uma tarefa quase impossível para ele. Todo dia depois de levantar repetia para si mesmo que tudo daria certo e procurava outros lugares em pudesse morar, mas não tinha sorte em encontrar algo que coubesse em seu orçamento, que não era lá grandes coisas. Já tinha procurado em dezenas de prédios, até mesmo em alguns a mais de uma hora de distância da faculdade. Seu tempo estava acabando, tinha mais uma semana para encontrar outro lugar, ou teria que voltar para a casa do pai. Sabia que ele o receberia de braços abertos, mas não queria desistir da faculdade e de tudo que tinha lutado para conseguir.

O que tinha feito para merecer isso? Sempre se esforçou para ser uma boa pessoa, um bom filho, um aluno; não passava pessoas para trás, não furava filas, não jogava lixo na rua, nem matava insetos – eles também têm família, certo? –, então onde havia errado? E se o espírito do boneco que ganhou de presente e quebrou, mas nunca contou para os pais voltou para se vingar? Se pedisse desculpas mais uma vez, depois de milhares delas, ele iria embora?

Respirou fundo e se jogou no sofá, ao ver a mensagem do último prédio que tinha visitado. Agora era quase certo de em um semana viraria um sem teto. Bagunçou os cabelos em frustração. Como sua vida podia mudar tanto em tão pouco tempo? Os amigos, mesmo que Youngjae dissesse que não precisava, o ajudavam a encontrar o lugar, as estavam tendo tanta sorte quanto ele. Jackson insistia para que fosse morar com ele, mas morar na rua era mais convidativo que morar com a senhora Wang, além disso, não queria incomodá-lo com seus problemas. Jinyoung também morava com os pais, e se fosse morar com ele, Jaebum iria cometer um homicídio.

Os dois não estavam juntos, pelo menos não oficialmente, ainda mais porque Jaebum não podia contar nada para sua família. Ninguém podia saber sobre os dois. Youngjae não saía com mais ninguém além de Jaebum e vice versa, não era como se Youngjae tivesse tempo para sair com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, mas gostava de Jaebum – gostava demais –, mais até do que admitia para si mesmo. Jaebum agora disputava sua atenção com Jackson, que não perdia uma oportunidade de provocá-lo, enquanto Jinyoung ria da situação. Os três – e Mark – eram moradores honorários de seu apartamento – que em breve não seria mais seu.

Ouviu batidas fortes na porta, e pulou de susto. A pessoa do outro lado não parou de bater até que Youngjae a abrisse. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, Jaebum passou apressado pela porta, deixando um Youngjae confuso para trás.

- Posso saber o motivo de toda essa animação?

- Tenho a solução para o seu problema! – disse com um sorriso que mal cabia em seus lábios, os olhos numa linha fina. – Já pode começar a me agradecer!

- Qual a solução? – perguntou Youngjae esperançoso. – Encontrou algum lugar?

- Mais ou menos. – mas isso não fez Jaebum desanimar. – Já que não há nenhum lugar você possa pagar sozinho, eu pensei: e se você não morasse sozinho? – Youngjae arqueou a sobrancelha, incentivando Jaebum a continuar, mesmo não gostando muito do rumo daquela conversa. – E se você tivesse alguém para dividir as despezas?

- Tipo um colega de quarto?

- Isso! – Jaebum disse animado. – Dividindo as contas, tenho certeza de que seria mais fácil encontrar algum lugar.

- Não é a pior ideia do mundo. – Youngjae ponderou.

Não tinha mesmo muita escolha. Não se dava muito bem com estranhos, mas era melhor que morar na rua – ou com a senhora Wang.

- De nada. – Jaebum ignorou o fato de Youngjae ter feito pouco caso de sua ideia genial.

- Mas onde vou encontrar alguém para dividir as contas em tão pouco tempo?

- Essa é a parte que eu consegui resolver!

- Já me encontrou um colega de quarto? – Jaebum assentiu freneticamente. – Quem?

Jaebum aumentou seu sorriso e apontou para si mesmo com os dois indicadores.

- Está brincando comigo?

- Não! Falei com meus pais e eles concordaram que é hora de eu ter alguma responsabilidade, e nada melhor que morar sozinho. – deu de ombros.

- Tem certeza disso? – perguntou ainda incerto.

- O quê? Acha que seria tão chato assim morar comigo, é isso? Ou está com medo de não poder mais trair Mark com Jackson?

Youngjae revirou os olhos.

- De novo com essa história? Nem o Mark tem ciúmes!

- Porque ele não vê o que eu vejo! Tenho certeza que tem alguma coisa entre vocês!

- É claro que tem: amizade!

- Sei! – Youngjae revirou os olhos pela segunda vez. – Mas enfim, o que acha? Se concordar, já tenho alguns lugares em mente para morarmos.

- Não é como se eu tivesse escolha. – deu de ombros.

- Assim você me magoa! – fingiu estar chateado com um bico nos lábios. – Se não quer é só falar.

- Não é isso, é só... Não queria ter que me mudar daqui. – riu sem humor. – Ainda estou esperando o síndico aparecer e dizer que não vai mais aumentar o alugel.

Jaebum o abraçou, apoiando o queixo no topo de sua cabeça, enquanto Youngjae descançava a testa em seu ombro.

- Não desanime agora, tudo dará certo.

- Espero que sim. – disse com um suspiro.


[...]


Era o terceiro apartamento que visitavam naquele dia, e Jaebum ainda não estava satisfeito. Para Youngjae, tanto o primeiro quanto o segundo eram bons os suficiente, já que ambos eram bem maiores que o que morava antes. Mas Jaebum parecia não ter encontrado o que queria ainda.

- Qual o problema daquele? – perguntou Youngjae enquanto se dirigiam para o próximo no carro de Jaebum.

- Não sei, mas acho que ainda não era o certo. – Jaebum respondeu simplesmente, como fez nós dois anteriores. Além do mais, o que veremos agora é mais próximo da faculdade.

- Tudo bem. – disse negando com a cabeça.

Chegaram no tal apartamento, que ficava no décimo andar de um prédio a mais ou menos quinze minutos da faculdade; era bem maior que onde Youngjae morava – o que não é muito difícil –, grandes janelas com uma bela vista de Seoul, uma suíte, e já estava totalmente mobiliado, o que facilitaria bastante já que Youngjae não tinha dinheiro para móveis novos – mal tinha para terminar de pagar os antigos.

- Gostei daqui. – disse Youngjae olhando para cozinha espaçosa com o balcão e os banquinhos sempre quis ter em casa. – Gostei muito.

- Eu também. – concordou Jaebum. – E é mais barato que o anterior.

- Ótimo, então vamos ficar com esse antes que você mude de ideia!

Jaebum o olhou fingindo irritação, mas riu logo em seguida acompanhado de Youngjae.

- Quando poderemos nos mudar? – perguntou preocupado, já que tinha poucos dias para sair de sua antiga casa.

- Assinando o contrado hoje, poderemos nos mudar a partir de amanhã.

- Ainda bem! – Youngjae agradeceu mentalmente.

Talvez o boneco tivesse aceitado suas desculpas afinal.

Depois de sair do lugar já com tudo resolvido, decidiram comemorar a mudança drástica que teriam em suas vidas. Youngjae que teria de aprender a conviver com outra pessoa, e Jaebum que aprenderia a se virar “sozinho”. Youngjae tinha a sensação de apesar de toda a convicção, Jaebum não estava tão pronto, mas a primeira faxina diria por si só.

Entraram na mesma loja que tiveram seu primeiro “encontro”, Youngjae sentira falta do bolo que comeu ali da última vez. Já com seus pedidos à mesa, os dois comiam enquanto conversavam animadamente. A ideia de morar com Jaebum já não lhe parecia tão ruim agora, os dois eram próximos e se davam bem o suficiente para pelo menos tentar.

Morar juntos podia ser uma experiência boa, mas também podia ser desastrosa. É assim que se vê o verdadeiro eu de cada um; o mal humor e a cara amassada depois de acordar, as manias e hábitos estranhos, os defeitos. Tudo viria à tona. E Youngjae, lá no fundo, tinha receio de que Jaebum não fosse quem ele achava que era, mais ainda de não ser o Youngjae que Jaebum via. Gostava dele e estava envolvido demais, mesmo que não estivessem juntos, por decreto de si próprio, vale ressaltar. E o pior de tudo era que não se arrependia nem um pouco de se deixar levar – mas temia pelo momente em que aquele arrependimento viria.

- Youngjae? – a voz de Jaebum o despertou de seus pensamentos.

- O quê?

- Às vezes eu fico curioso de para onde sua mente vai quando fica distraído assim.

Youngja riu tímido.

- É o meu jeito de pensar na vida. – deu de ombros.

- Aceito isso por enquanto. –concordou com a cabeça desconfiado. – Vou pedir mais um pedaço para viagem entes de irmos embora.

- Certo, enquanto isso vou ao banheiro.

Youngjae entrou no local e mirou seu reflexo no espelho. Abriu a água, umideceu as mãos e levou-as ao rosto. Podia ouvir a voz de Jaebum em sua mente dizendo que tudo daria certo, mas por mais que se prendesse às palavras do outro, ainda tinha a sensação de que algo daria errado, e não sabia por quê. Queria acreditar que todos os seus problemas seria resolvidos ao se mudar para o apartamento novo, mas sabia que nada na vida era simples ou fácil assim. Aprendera do pior jeito.

Nunca teve o queria de bandeija, sempre de lutar e correr atrás, assim como tinha feito com a faculdade e co seu apartamente, por isso era tão difícil abdicar de qualquer uma das duas coisas.

- Você precisa relaxar. – pulou de susto com a voz de Jaebum. – Sei o quanto está preocupado, e que é difícil para você tanta mudança de uma vez só, mas confie em mim. Por favor.

Youngjae apenas concordou com a cabeça.

- Temos que parar ter conversas em banheiros, isso é no mínimo estranho.

Jaebum riu.

- Não é não, é mais legal do que parece.

- Conversar em banheiros? – Youngjar perguntou incrédulo.

- É, mas sei de uma coisa ainda melhor que conversar. – disse com um sorriso de canto.

- Nem vem! – Youngjae impediu Jaebum de se aproximar. – Temos que ir embora.

- Tudo bem, teremos bastante tempo para isso já que vamos morar juntos. – seu sorriso alargou. – E não vai conseguir fugir de mim para sempre.

- Não fujo de você. Só acho que banheiros públicos não são o lugar mais indicado.


[...]


- Fez o que pedi? – perguntou a mulher ao homem com falava ao telefone.

- Sim, senhora! Ele sairá daqui em poucos dias.

- Ótimo! – disse animada pelo sucesso de seus planos. – O dinheiro será depositado ainda hoje.

- Muito obrigado, senhora.

- Eu quem agradeço! – ela desligou. – Agora vai aprender que mexeu com a mulher errada!

- Quem mexeu com a mulher errada? – perguntou seu filho com uma expressão confusa entrando no escritório.

- Ninguém importante! Coisas do trabalho. – ela olhou o filho de cima a baixo. – Por que está vestido desse jeito? – ela se referia aos jeans rasgados e ao boné que não saía de sua cabeça. – Assim nem parece que te dou as melhores roupas das melhores grifes!

- Não gosto daquela merda desconfortável! – revirou os olhos.

- Olha como fala com a sua mãe!

- Tudo bem, só vim avisar que vou sair.

- E para onde vai?

- Casa do Youngjae. – a mulher não pôde conter o sorriso ao lembrar-se de que em breve aquele jovem que atrapalhava a vida de seu filho logo não teria mais um lugar para chamar de casa.

- Pode ir.

- Está mesmo me deixando ir? – Jackson perguntou embasbacado. – Sem reclamar? Sem discutir?

- Sim, estou de bom humor hoje. – a senhora Wang sorriu. – Além do mais, não é como se eu fosse conseguir te impedir, não é?

Mesmo desconfiado, Jackson saiu do cômodo antes que a mãe mudasse de ideia. Assim que passou entrou no carro pegou o celular digitou o número de Mark, que não demorou a atender.

- Alô? – disse Mark com a voz sonolenta.

- Acho que algo está errado


Notas Finais


2jae morando juntos!! Será que isso vai dar certo?
Nem eu aguento mais o Yjae enrolando tanto kkkkk
Continuarei a postar aos domingos, e se acontecer algum milagre é capaz de ter capítulo durante a semana, mas infelizmente não garanto :'(
Enfim, obg por ler e até o próximo <3


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