História What If? - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P, Got7
Personagens BamBam, Daehyun, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, 2young, Markson, Yugbam
Visualizações 73
Palavras 3.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello <3
Já ouviram a palavra de The Eve hoje?
Capítulo fora do dia? Sim!
Vou deixar de postar amanhã? Infelizmente sim, por causa do dias dos pais :3 mas caso eu consiga terminar, provavelmente segunda ou terça tem capítulo já que já tenho boa parte do próximo escrita.
Passamos os 40 favs!! Nem acredito :3
Boa leitura!

Capítulo 14 - Sinto Muito e Obrigado


Fanfic / Fanfiction What If? - Capítulo 14 - Sinto Muito e Obrigado

Jackson não tinha mais dúvidas de que algo estava errado. Sua mãe passou vários dias com um bom humor inabalável, não ligava que saísse e passasse a noite fora, ou que sequer voltasse no dia seguinte. Foram ótimos dias, Jackson tinha de admitir, mas aquilo não estava certo. Mal parecia a sua mãe, aquela que ficava preocupada até quando ia para a escola. Tinha comentado esse fato com Youngjae, mas disse para Jackson apenas aproveitar enquanto ainda tinha tempo.

Durante o tempo em que ela esteve diferente, aproveitou ao máximo o tempo que tinha com Mark. Fizeram os mais variados tipos de encontros, às escondidas, é claro, mas nenhum dos dois se importava muito com o fato de não poderem sair por aí como qualquer casal, andar de mãos dadas na rua; enquanto tivessem certeza de que seus sentimentos eram recíprocos – e eles eram –, estavam satisfeitos.

Entretanto, não deixavam de sonhar em como seria se pudessem ser como todo mundo; encontros românticos em restaurantes ao invés de boates para não serem reconhecidos, poder falar a verdade para seus pais ao invés de mentir. Seria bom para variar. Mas Jackson estava certo de que, se fosse para continuar ao lado de Mark, não se importaria de se esconder para sempre.

Youngjae dizia que Jackson havia mudado depois que começou a namorar Mark e, apesar de ele próprio que era o mesmo de sempre, sabia que tinha algo diferente em si, algo que o fazia querer apenas Mark e mais ninguém além dele. Jackson sequer olhava para outras pessoas, tudo que seus olhos queriam era guardar cada detalhe de Mark em sua memória. Podia até mesmo dizer que o amava, embora ainda não tenha lhe dito aquelas palavras ainda.

Em sua última saída, foram às três da manhã passear no rio Han. Apesar de ser bem tarde da noite e do frio – que Jackson usou como desculpa para manter Mark bem pertinho de si – conseguiram aproveitar bem a companhia um do outro, já que o lugar estava vazio àquela hora. Foi bom ter aquele tempo para serem eles mesmos.

Nesse mesmo dia, Jackson dormiu na casa de Mark e só voltou para sua própria na tarde seguinte, e ainda assim não recebeu nenhuma bronca nem reclamação.

Jackson não conseguia acreditar naquela animação estranha que rondava sua casa. Teve certeza no dia que, durante o jantar, sua mãe perguntou como ia seu melhor amigo esbanjando um sorriso presunçoso. Mesmo sem entender o interesse repentino em Youngjae, respondeu que o amigo tinha conseguido um novo lugar para morar e que dividia as contas com seu colega de quarto, Jaebum.

Sequer viu quando a mulher atirou a taça em suas mãos contra a parede. Ela se levantou e se retirou deixando seu prato quase intacto para trás. E lá estava a mãe controladora com que estava acostumado de volta. Bem que Youngjae havia lhe aconselhado a aproveitar a boa fase. E ainda bem que ele tinha aproveitado.

Estava trancado em seu quarto depois de mais uma discussão. Jackson se perguntava até quando seria tratado como criança. Talvez devesse seguir os passos de seu melhor amigo e ir morar sozinho. Com certeza seu pai concordaria com a ideia, já que seria uma amostra de que o filho estava amadurecendo. Sua mãe é que era o problema.

Respirou fundo frustrado.

Vozes alteradas no corredor chamaram a atenção de Jackson, que pulou da cama e se aproximou da porta para ouvir.

- Eu não trabalho o dia todo para você gastar dinheiro a toa! – era seu pai.

- Não é a toa, é pelo futuro do nosso filho! – sua mãe gritava de volta.

- Não, é por causa do seu egoísmo! Agora me deixe em paz! – o som de uma porta batendo foi ouvido.

O casamento dos pais, assim como de várias pessoas da “alta sociedade”, não passava de um grande jogo de máscaras; na frente das câmeras os dois se amavam e viviam uma vida feliz juntos, mas dentro de casa mal falavam um com o outro a não ser que fosse necessário ou quando discutiam, o que era bastante frequente.

Os dois se casaram para selar um acordo entre as famílias, e por isso Jackson morava na Coréia. Pelo que sabia da história, sua mãe queria o casamento, mas seu pai abobinava a ideia de uma união arranjada, mas acabou cedendo à sua família.

Jackson se dava muito bem com seu pai, e raramente discutiam. Ele não havia sido o mais presente dos pais, mas Jackson se lembrava de cada momento ao lado dele; quando estavam apenas os dois, sem câmeras e sem sua mãe por perto, ele se transformava. Parecia até mesmo mais feliz, como se nenhuma daquelas coisas fossem o que queria para a própria vida, é aquele fosse seu verdadeiro eu.

Devido ao silêncio, Jackson se jogou na cama novamente, voltando a encarar o teto. Sequer tinha seu celular para se distrair pois o tinha esquecido na casa de Mark no dia anterior – motivo da discussão e do atual “castigo”. Estava decidido a descobrir o que raios estava acontecendo naquela casa, mas infelizmente para isso precisava sair do quarto.

Se não fossem os benditos parafusos em sua janela, já estaria longe dali, ou com Mark, ou invadindo o novo apartamento de Youngjae. Não aguentava mais aquela casa, e todo tempo longe dela era um alívio. Por isso passava tanto tempo fora, onde fingia que nada daquilo existia; não tinha problemas com sua mãe, não fingia ser uma família feliz, e o mais importante, não fingia ser quem não era.


[...]


Os primeiros dias estavam sendo normais. Isto é, na medida do possível. Youngjae mantinha a mesma rotina de antes, apesar de que agora não precisava acordar tão cedo nem se arrumar com tanta pressa. Jaebum, apesar de dizer que não, se virava bem sozinho, exceto pela parte de se alimentar, já que dependia de Youngjae para cozinhar e não podia comer fora todos os dias.

A única briga que realmente tiveram foi pela escolha dos quartos, pois os dois queriam a suíte, porém, Youngjae acabou saindo vencedor. Jaebum não conseguia lhe negar coisas por muito tempo. E era uma experiência nova para Youngjae, nunca teve um banheiro próprio antes. Era mais uma coisa para limpar, mas estava gostando.

É claro que para comemorar o fim da busca interminável de Youngjae por um lugar para morar, e do início da independência de Jaebum, fizeram mais uma noite dos garotos, resultando numa bagunça sem tamanho que Youngjae obrigou os amigos a arrumar.

Tudo estava indo bem. De vez em quando Jaebum invadia seu quarto e não saía nem por decreto, muitas vezes o impedindo de estudar. Jaebum dizia não gostar de ficar sozinho, e Youngjae, apesar de reclamar, também não gostava. Tinha chegado a uma conclusão, mas ainda não estava pronto para ela, menos pronto ainda para dizê-la em voz alta. Não queria admitir que estava apaixonado por Im Jaebum – por mais que este fizesse questão de dizer e de demonstrar.

O problema era que Jaebum o deixava fora de controle, não o deixava pensar em nada além dele, e isso o assustava. Quando estava com Jaebum, sua mente nublava; nada mais importa além dos dois e do momento. Mas Youngjae não era assim, não era impulsivo e não se deixava levar pelo momento. Gostava de se gabar por ser racional e por conseguir lidar com circunstâncias mesmo no calor do situação.

Por isso detestava criar expectativas; era melhor se surpreender com o melhor que se decepcionar com o melhor. Não esperava conseguir um apartamento novo, e já estava cogitando a possibilidade de voltar para sua cidade natal para morar com seu pai, mas se surpreendeu ao conseguir com a ajuda de Jaebum. Porém agora se pegava pensando como seria estar em um relacionamento com Jaebum, e tinha medo de onde aquilo iria levar.

- Youngjae? – a voz de Changkyun o assustou. – Distraído de novo! – disse negando com a cabeça. – Ainda pensando no Jaebum?

- Podemos não falar dele? Eu já o vejo todos os dias! – reclamou.

- Como se você não gostasse disso! – Changkyun o cutucou. – Não vai conseguir se enganar para sempre, sabia? Além do mais, é capaz de ele se cansar de esperar por você.

- Não estou me enganando. – Youngjae fez um bico. – E daí se ele cansar de mim?

- Não seja teimoso, sabe melhor que ninguém que gosta dele, por que não demonstrar isso?

- Eu não sei! Não sei se sou a pessoa certa para ele ou se ele é a pessoa certa para mim!

- Só vai descobrir se arriscar! Depois de tudo que ele fez por você ainda duvida se o que ele sente é verdadeiro? Ele deixou a comodidade da própria casa para te ajudar, para que não precisasse largar a faculdade que tanto gosta. Não acha que deveria fazer algo por ele também?

- Você tem razão. – suspirou.

- Não é fim do mundo gostar de alguém. Tenho certeza de que tudo dará certo.

- Tenho ouvido essa frase com frequência ultimamente. – riu fraco.

- Só pode ser um sinal! – Changkyun levantou-se e puxou Youngjae para irem para a sala.

Passou o resto do dia pensando nas palavras de Changkyun, e chegou conclusão de que o amigo estava certo; depois de tudo que tinha feito por ele, Jaebum merecia um voto de confiança, e Youngjae estava disposto a dá-lo. Quando chegou em casa naquela noite depois do trabalho encontrou Jaebum concentrado estudando sentado à mesa. Ele era bonito até mesmo naquela situação simples, tinha o cenho franzido e os olhos corriam rápidos pelas palavras escritas no livro. Youngjae sorriu com a cena. Continuou o observando até que ele notou sua presença, e um sorriso involuntário brotou em seu rosto.

- Não vi que já tinha chegado! Está com fome? – Jaebumse levantou e o puxou pela mão até a cozinha. – Eu acabei pedindo comida já que não estava aqui e pedi para você também, mas juro que logo aprendo a preparar algo.

Youngjae apenas sorriu em resposta.

- Não tem problema, eu gosto de cozinhar. Posso te ensinar algumas coisas se quiser. – sugeriu Youngjae.

- Isso seria bom! – os dois ficaram em silêncio, apenas se encarando. Jaebum continuou retribuindo a troca de olhares até não conseguir mais aguentar de curiosidade. – O que houve? Está tudo bem?

Youngjae assentiu com a cabeça.

- Pode voltar a estudar, só estou cansado. – sem parecer convencido, Jaebum deu de ombros e voltou para sala.

Suspirou. Por que estava tão nervoso?

Pegou a comida no microondas e colocou em cima do balcão, devorando tudo rapidamente. Estava com tanta fome que quase comeu a embalagem. Depois de limpar tudo, foi até seu quarto para tomar um banho. Tudo que precisava naquele momento era relaxar na água quente e depois uma boa noite de sono. Não tinha dormido bem nos últimos dois dias, pois ficou estudando até tarde, porém o cansaço já começava a se mostrar presente.

Assim que saiu do banho – em seu banheiro, isso ainda era difícil de acreditar! –, saiu do quarto para levar a toalha para secar e encontrou Jaebum cochilando sobre os livros. Jogou a toalha sobre uma cadeira e se aproximou do outro. Riu com o rosto amassado e a baba esocrrendo pela página do livro.

- Acorde. – tocou o ombro de Jaebum de leve, fazendo-o pular de susto. Ele olhou em volta parecendo desorientado, depois secou a baba da bochecha com as costas das mãos.

- Você me viu babar! – ele reclamou, fazendo Youngjae rir.

- E qual o problema?

- Agora a imagem legal que você tinha de mim já era!

- Quem disse que eu tinha uma? – Youngjae levantou a sobrancelha.

- Magoou. – disse Jaebum colocando a mão sobre o peito com se sentisse dor.

- Sei, agora vai dormir.

- Não posso, ainda tenho que terminar isso. – coçou os olhos e bocejou.

- De que adianta ficar lendo isso se não vai conseguir pretar atenção?

- Pelo menos vou ficar com a consciência limpa de ter estudado tudo.

Youngjae bufou.

- Se parar agora deixo você dormir comigo. Sem resclamar.

- Sério? – os olhos de Jaebum brilhavam. Youngjae não achou que isso fosse dar certo. Assentiu. – Ótimo, eu já estudei o suficiente mesmo! – Youngjae revirou os olhos. – Ah! Não pode reclamar!

- Não estou reclamando! – levantou as mãos em rendição.

Enquanto Jaebum tomava banho, Youngjae estava deitado perdido em pensamentos. De onde tinha saído a ideia – e a coragem – para chamá-lo para dormir consigo? Youngjae sequer pensou, apenas disse a primeira coisa que lhe veio à cabeça. Tinha medo de o que mais seu lado impulsivo o faria fazer.

Deitou-se de lado totalmente enrolado no edredom, com um braço apoiado embaixo da cabeça. Estava com muito sono, mas não parecia que iria pegar no sono tão cedo. Jaebum sempre pedia para deixá-lo dormir com e ele nunca deixava, por isso a alegria tão grande do outro. A ideia dos dois morarem juntos agora não parecia mais tão ruim.

Já estava quase pegando no sono quando sentiu o colchão ao seu lado afundar e alguém entrar junto dele debaixo da coberta. Aquele frio na barriga voltou instantaneamente, ainda mais quando sentiu um braço passar por sua cintura. O toque de Jaebum deixava um rastro quente, mesmo que a o tecido da blusa separasse as peles.

- Boa noite. – as palavras sussurradas tão próximas de sua orelha o deixaram arrepiado.

- Boa noite. – disse tentando manter a voz o mais firme possível.

- Achei que já estivesse dormindo.

- É por isso que está me abraçando desse jeito? – Youngjae se virou para Jaebum, percebendo que ele estava perto o suficiente para que sua respiração calma batesse contra seus rosto.

- Não, isso é só porque quero mesmo.

Os dois ficaram em silêncio encarando um ao outro, mas dessa vez a troca de olhares era muito mais intensa. Youngjae parou de pensar, nada que não fossem as orbes castanhas de Jaebum importava naquele momento. E ainda sem pensar, levou a mão até o rosto de Jaebum, cobrindo sua bochecha. O mesmo fechou os olhos com o contato e cobriu a mão de Youngjae com a sua.

- Está tão quente.

Como não se apaixonar por Im Jaebum? Aquele que parecia frio e rabugento por fora, mas era manhoso e coração mole por dentro; que tinha o sorriso mais bonito que Youngjae já tinha visto e poderia admirá-lo por horas; que fazia todas as suas vontades se pedisse com jeitinho; que sentia ciúmes até da própria sombra e que não media esforços para mostrar que se importava com ele.

Youngjae fez menção de puxar sua mão de volta, mas Jaebum a segurou com mais força. Quando ele abriu os olhos, Youngjae viu um brilho diferente neles. Não soube idenficar o significado por trás daquilo, mas soube exatamente o que queria. Puxou o rosto de Jaebum para mais do seu, iniciando um beijo calmo. A mão que antes cobria a sua voltou para sua cintura.

O beijo tinha gosto de pasta de dente de hortelã. Jaebum sugou o lábio inferior de Youngjae, fazendo-o arfar. Enfiou seus dedos nos fios macios do cabelo de Jaebum, enquanto inconscientemente colava seu corpo ao do outro.

O sono agora tinha ido completamente embora, estava bem desperto – bem até demais. A mão em sua cintura desceu até sua coxa deixou ali um leve aperto, que o produzir um som do qual se arrependeu logo em seguida. Suas bochechas esquentaram. Porém, Jaebum parecia satisfeito com os efeitos que causava em Youngjae, por isso continuou a alisar a o local coberto pela calça.

Jaebum ergueu o tronco, projetando-se para cima de Youngjae, que apenas continuava a beijá-lo com voracidade e desfrutava de seus toques. Nenhum deles pensava mais racionalmente, só queriam mais e mais um do outro. Youngjae desceu uma das mãos seguindo a linha da coluna de Jaebum, para então enfiá-la por baixo de sua camisa. Correu as unhas pela tez branca e macia, e ouviu o gemido melódico de Jaebum. Só de pensar que ele mesmo havia sido o motivo daquele som o fez se sentir orgulhoso de si mesmo.

Vendo que atrapalhava Youngjae, Jaebum separou o beijo para tirar a vestimenta inconveniente. Youngjae aproveitou para admirar o corpo magro, porém bem torneado do outro. Como ele conseguia ser tão bonito? Como alguém tão lindo quanto Jaebum tinha olhos para ele? Youngjae não era o mais bonito, nem o mais inteligente, nem o mais interessante. Era apenas Youngjae. Não havia escolhido isso para si, mas era. O que tinha de tão especial que chamou a atenção de Jaebum?

- Pode me tocar. – Jaebum disse e deu um beijo na bochecha ainda vermelha de Youngjae.

Youngjae não esperou que ele repetisse, correu os dígitos pela barriga de Jaebum e subiu até seu pescoço, enquanto o mesmo apertava os olhos. Empurrou Jaebum até que estivesse deitado com as costas na cama, e ficou em cima dele apoiado nas mãos e nos joelhos.

- Me desculpe. – Jaebum o olhou sem entender. – Esse tempo todo você tem cuidado de mim, e eu sinto que não retribuo o suficiente. Não sou muito bom com essas coisas.

Jaebum se sentou na cama e Youngjae se acomodou em seu colo.

- Não precisa se desculpar. – pegou as duas mãos de Youngjae. – E está errado, é claro que retribui! Se não fosse por você eu morreria de fome e ainda estaria vivendo sufocado dentro daquela casa. Serei eternamente grato pelo que faz por mim.

Youngjae abaixou a cabeça sentindo os olhos marejados, e Jaebum colou suas testas.

- Eu que agradeço, era para eu estar em Mokpo e sem faculdade agora.

- Então estamos quites. Nada para se desculpar. Certo?

Youngjae assentiu com a cabeça.

- Agora vamos dormir, se não amanhã não vai conseguir me acordar! – brincou Jaebum e Youngjae riu.

Coçou os olhos para afastar as lágrimas, e entrelaçou seus dedos aos de Jaebum. Youngjae estava decidido a dar uma chance para qualquer coisa que a vida pudesse lhes reservar. Trocaram um último beijo e voltaram a se deitar abraçados, ainda de mãos dadas.


Notas Finais


Obg por ler até aqui <3
Minhas provas começam segunda, e já estou surtando :s
Não vejo a hora de terminar a escola logo.
O que acharam da capa dos capítulos?? Fiz para comemorar os 42 favoritos!!
Obg a todos que acompanham e comentam <3
Agora 2jae vai se dar bem! Será que o Jackson vai descobrir os planos da mãe dele??
Estou querendo fazer um cap especial Markson, mas terá q ser depois das provas.
Enfim, até o próximo <3


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