História What Is Between Us - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Tags Angst, Chanbaek, Exo, Lemon, Oi Mãe, Suspense
Visualizações 50
Palavras 943
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente.
Eu estou realmente nervoso e tímido, é a primeira fanfic que eu levo a sério e não sei o que vão achar aaaaaaa
Alguém me mata.
Boa leitura, amorez.

Capítulo 1 - Prólogo


Suspirou pela última vez frente aos policiais. A noite estava escura e aquela casa, a maldita casa, parecia sorrir para si; o que havia acontecido naquele local era o ápice de sua estabilidade mental. Não poderia entrar mais ali, nem mesmo para pegar suas coisas, os quartos cedidos opcionalmente na faculdade de medicina que cursava pareciam ser a única e melhor opção, mas Byun sabia que não conseguiria se adaptar ali. Naquele momento, o pequeno garoto de fios loiros, com os olhos inchados pelo choro e a voz rouca por tanto gritar por ajuda e misericórdia havia presenciado o crime que marcou a cidade tamanho a crueldade de exercê-lo até mesmo por não haver motivos aparentes. Byun presenciou a morte de sua família e não pode fazer nada além de se desesperar, viu o homem rasgar a garganta de seu pai, enfiar uma bala dentro da cabeça de sua irmã mais nova e, a mais difícil, viu sua mãe chorar em silêncio, sorrindo gentilmente para si quando o desgraçado a colocava dentro da banheira de seu quarto e jogava os cabos e fios de alta tensão dentro da mesma; observou cruelmente feridas se abrirem na tez clara de sua progenitora enquanto essa se debatia. Naquele momento, Baekhyun perdeu toda e qualquer esperança, seu mundo desabou de um forma que poucas pessoas no mundo poderiam entender, a dor era tanta que, mesmo que fosse torturado, não iria se importar. Parou de chorar, seus lábios se fecharam e não emitiu nem mais um som, se tornou apático e, quando tivera todas as suas roupas retiradas pelas mãos ensanguentadas do criminoso, pronto para abusar da casca que restara do antigo e feliz Byun, apenas aceitou a morte evidente, mas o homem não pode concluir seu objetivo, pois ouviu o barulho das viaturas vindo de longe pelo silêncio que habitava a casa, se o loiro tivesse continuado a gritar, o final poderia ter sido diferente. O criminoso, por fim, saiu de cima do corpo esguio e retirou a máscara, mas estava de costas, e só o que pode ver foi seus fios ruivos; depois de 20 minutos, o suficiente para que o homem fugisse, os policiais apareceram e encontraram Baekhyun na mesma posição que fora deixado, quieto, sem brilho algum no olhar, o que fez com que os policiais pensassem que também estava morto e realmente estava, Baekhyun não se foi como queria, parando de respirar e o coração parando de bater, mas se sentia morto. Dentro de si, tudo havia acabado. Quando os profissionais constataram que o menino estava, de fato, vivo, vestiram-no corretamente e o tiraram da casa, fazendo com que, apenas quando o pequeno estava seguro e sentado em sua calçada com um copo de café e um edredom sobre as costas, voltasse a chorar compulsivamente, chamando por sua irmã, implorando por seu pai e, com o fio de voz que restara, sussurrando por sua mãe; todos os presentes lhe encaravam com pena, desolados com a situação. Não queria acreditar no que havia acontecido, os policiais lhe perguntavam coisas sem parar, tantos barulhos dos peritos e legistas vinham de dentro de sua antiga casa, estava ficando louco. Tinha apenas vinte e um anos e sentia uma dor pior que todas as que alguém de cem poderia ter sentido na vida toda, mesmo que somassem todas elas, não se equivaleria à do Byun sobrevivente

— Senhor, você tem certeza do que viu? - perguntava mais um vez o policial, enquanto mais repórteres chegavam junto à outros vizinhos - Não há nada para informar sobre o homem? 

 Já não havia mais nada para o policial perguntar, todas as questões de rotina já haviam sido feitas, mas nem uma obteu a resposta necessária o suficiente para, pelo menos, ajudar. 

 — E-eu já disse que não. Tudo que eu vi e me lembro já foi dito! Se duvida, entre lá e veja as pessoas que eu mais amo... mortas. 

 — Tudo bem, não estou duvidando, é apenas para as investigações, senhor. Poderia descrever mais uma vez o homem? 

 — Ele é maior que eu, tem a pele bem clara, cabelo colorido, um ruivo vibrante e olhos castanhos, bem escuros. Ele tem também uma tatuagem, na lateral do abdômen, uma... Eram abelhas. 

Quando os repórteres começaram a aparecer aos montes, nem mesmo os policiais davam conta, até que sua vizinha, Park Injae, da casa ao lado, apareceu, abraçando-o com força. A mulher era alta, quase da altura de Baekhyun, tinha os fios naturalmente castanhos e um sorriso gentil. Não o olhava com pena, como os outros, olhava-o como se lhe desse forças, como se dissesse nas entrelinhas que ele ia superar aquilo. 

 — Já chega! - disse a mais velha - Não estão vendo o estado dele?! Vocês deviam se envergonhar. Vão dar um tempo à ele e, quando se sentir à vontade, irá conversar com todos vocês, seus desocupados. Ele está passando por um momento difícil! - ralhou com todos os presentes, que abaixaram a cabeça diante à cena, então a mulher se virou novamente para Byun, sussurrando - Vamos, criança, fique na minha casa enquanto isso estiver acontecendo. 

 Saíram os dois, abraçados, Baekhyun chorando fraco e olhando de relance para a casa da mulher que lhe estendia a mão a tempo de ver o filho da mesma na janela, mas, assim que este viu o mais novo, fechou rapidamente as cortinas e, naquele momento, Baekhyun sentiu um arrepio correr por seu corpo, pensando na face sombria do garoto que havia estudado consigo na escola lhe olhando, mas logo dispersou esses pensamentos, afinal, havia chego à casa e, naquele momento, uma vida nova lhe esperava. 

Estaria separado em ódio, tristeza, amor e vingança.


Notas Finais


Bom, se leu até aqui, obrigado!
Eu espero que tenha se interessado, vou atualizar a fanfic toda semana, entre quinta, sexta e sábado. Estimei dez capítulos além do prólogo e eu realmente espero que gostem... Comentem e Não tenham vergonha, críticas e tudo mais serão aceitos NAKDNSKXNLS
Obs: apesar de toda essa cena do assassino e tal, eu Não achei necessário citar "estupro" nos gêneros e tudo mais, porque foi só uma tentativa e tal.
Bom, até o próximo!
Obrigado, beijinhos.


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