História What We Really Are - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Steven Universe
Personagens Alexandrite, Ametista, Connie, Garnet, Greg Universo, Jasper, Lápis Lazuli, Leão, Malaquita, Opal, Peridot, Pérola, Personagens Originais, Rose Quartzo, Rubi, Safira, Sardonyx, Steven Quartzo Universo, Stevonnie, Sugilite
Tags Aventura, Crystal Gems, Diamonds, Drama, Esgrima, Lutas, Originais, Revelaçoes, Romance, Rose Quartz, Steven Universe, Tragedia, Violencia
Exibições 71
Palavras 3.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Steampunk, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas ❤
Essa é minha nova fanfic
Se trata de uma mini AU de Steven Universe que eu mesmo inventei
Espero que gostem!
Boa leitura :D

Capítulo 1 - White


Fanfic / Fanfiction What We Really Are - Capítulo 1 - White

  Gems. Seres fortes, de estatura perfeita. Feitos para o mais puro genocídio. Aberrações em nosso universo, temíveis e surpreendentemente abomináveis. Classificada como demônios. Suas idéias sádicas apareciam infinitas vezes em suas mentes corrompidas e dilaceradas. Elas não paravam de enlouquecer, cada vez mais. Não paravam de atacar qualquer ser que viam. Suas colorações eram escuras e ameaçadoras, assim como sua postura. Seus olhos negros e seus corpos enormes eram posicionados com soberania e intimidação. Formas estranhas, semelhantes a animais grandes e perigosos, distorcidos como aberrações. Gems nunca foram seres bobos e inocentes. Sempre foram abominações imensuráveis, guiando seu próprio caminho da forma que quiserem, como se fossem monstros libertos sem uma jaula para contê-los. Não existiam leis e regras naquelas mentes psicóticas. O universo se distorcia para elas. Não sabiam fazer nada além de atacar. E elas não paravam de surgir. Entre as ríspidas rochas, elas se formavam e já partiam para sua guerra imaginária, que persistia em suas mentes até o último segundo da sua fatídica existência. Porém, certo dia... As Diamonds foram formadas, misteriosamente. Seres puros e realmente perfeitos. Que colocaram uma ordem nas gems. Colocaram o seu segundo lado. O lado consciente, que sempre estava ativado, para que o genocida não voltasse quando as gems não queriam.

  As gems cursaram diferentes caminhos, mas sempre estavam atrás das Diamonds, quase como se fossem sombras, pois elas as admiravam de forma profunda e tênue. As agradecia e as louvava. Atendia suas vontades. As três Diamonds, naquela época, eram rainhas de um povo quase falecido, que foi se multiplicando. Líderes rígidas e ditadoras, elas não se deixavam vencer tão facilmente. Blue, era paciente. Porém, não havia o mínimo resquício de piedade e empatia em seu coração. Rachava as gems que se opunhavam a suas leis. White, era inteligente. Uma líder que criava os mais diferentes equipamentos e ensinava às suas seguidoras que o conhecimento valia mais do que tudo no mundo. Caso ela considerasse uma gem do seu exército como estúpida ou defeituosa, logo a rachava com suas próprias mãos ou apenas a abandonava para ser morta. Yellow, era uma guerreira ditadora e rigorosa. Não se deixava ser comparada como inferior, seus sensos não eram nada democráticos. Tratava suas gems como se fossem lixo, não as observava de maneira empática, apenas queria que elas fossem seu pequeno e estúpido apoio para colonizar mais e mais planetas com suas próprias ordens de prisão ou morte.

  As gems começaram a assumir diferentes papéis, como em uma sociedade. Peridots eram designadas a cuidar das mais altas tecnologias. Não eram tratadas tão bem, mas se esforçavam além da conta e eram facilmente manipuladas por atmosferas e Gems diferentes. Minérios tinham papéis variados, ajudando nos diversos tipos de problemas e trabalhos, sendo observadores com senso crítico. Metais eram responsáveis pelas oficinas e ferramentas, as formando para futuras guerras e estruturas, sempre prontos para servir ao desenvolvimento de novas colonizações. Pérolas eram as mais obsoletas. Obrigadas a cumprir um padrão constante, serviam gems poderosas e nunca podiam se opor a elas. As defeituosas eram tratadas como um lixo maior, mesmo quando tinham um grande potencial, sendo abandonadas constantemente. Rubis eram guerreiros com facilidade em se fundir, que serviam seus mestres como um todo. Eram os soldados mais comuns, por serem fáceis de se achar e produzir, além de servir bem para missões, sendo facilmente dispensáveis. Sapphires eram mais raras, consideradas informantes aristocratas das colônias, previam os acontecimentos para que nada de errado ocorresse. Sua criocinese era admirada por deixar as armas mais fortes, por isso, às vezes eram assistentes de Metais da alta sociedade. Os Quartzos eram os melhores guerreiros, admirados pelas Diamonds. Tinham alta força e inteligência, nunca falhavam e sempre obedeciam. Os mais perfeitos e firmes, nunca se entregavam a solene desistência, corriam atrás de suas objetividades e sempre mostravam sua lealdade a Diamond que serviam.

  Tudo ia bem naquela rigorosa sociedade. Até que, as gems começaram a ficar muito populosas, se multiplicando e ocupando cada vez mais espaço. Suas condições de vidas eram ameaçadas por isso. Mesmo havendo muitas colônias, poucas delas tinham recursos necessários para a sobrevivência e eram interligadas de forma segura. Por causa disso, elas precisavam de uma nova colonização de emergência. Tudo isso fora informado para a Pérola de White Diamond, que se denominava White Pearl. Uma rigorosa e arrogante soldada, que treinava pérolas novatas para se comportar na frente de suas líderes, serem guerreiras, terem uma boa esgrima e conduta, entre outros requisitos. Ela lia o relatório de pedido que as gems faziam por uma nova colonização, seus olhos ríspidos fixados no papel, lendo-o de forma rápida e célere. Suspirara ao terminar a leitura, se virando e encarando o par de pérolas que entregaram a tal proclamação, deixando o papel em sua mesa esbranquiçada e respirando fundo antes de responder:

  – Eu irei reportar isso para White Diamond. Ela saberá que planeta escolher para a colonização especial. Por enquanto, só resta a vocês aguardar pacientemente pelos resultados. – Ela concluía, afastando seus cabelos espetados para vários lados, que decaiam sobre seus olhos de vez em quando, escondendo sua pedra de maneira leve, sem ser muito perceptível.

  – Obrigada, venerada líder. – As pérolas falaram, juntas, simultaneamente, fazendo uma referência a White Pearl e saindo de maneira organizada até a saída do templo que servia de moradia a White Diamond, era quase como um prédio enorme e personalizado, com vários andares. White Pearl sabia que agora tinha de se encontrar com sua mestra, então, calmamente se levantava de sua carteira, prestes a deixar seu posto, quando...

  – White Pearl! – A voz esganiçada e séria da Sapphire pertencente ao condado de White Diamond se espalhou pela sala, em um grande eco. A Pérola mal ouvira e já se virara, para observar a pequena e séria Sapphire, com seu vestido cheio de rendas espalhado pelo chão e seus cabelos claros amarrados em um coque, escondendo seu único olho acinzentado. Suas luvas estavam presas por alfinetes. Seus lábios carnudos se movimentavam conforme ela falava e andava, arrastando seu vestido pelo tapete escarlate que decorava o hall de entrada. – Nossa Diamond quer te encontrar e falar com nossa senhoria, mas, quer que você antes, traga uma Peridot consigo por recomendação. Quer que eu comunique uma para vir?

  – Por favor, Sapphire. – White Pearl dizia, se virando completamente e encarando Sapphire, sentando-se novamente em sua carteira, posicionando seus palmares sobre a superfície de vidro sólido e transparente, lembrando vagamente de como as Bismuths construíram todo o local com a ajuda de mais e mais metais do condado de White Diamond. Sapphire foi, pacientemente, comunicar uma Peridot para prestar os serviços mandados e recomendados. Encontrara uma logo a diante, com cabelos espetados em um formado estelar e reto, com seu visor perfeitamente limpo e sua pedra sendo bem perceptível no alto de sua testa. Seu uniforme estava devidamente colocado, o símbolo de White Diamond reluzia e chamava bem a atenção, localizado no peito de Peridot. Seus extensores de membros estavam minimamente folgados, mas ainda persistiam de forma firme. Sapphire chamara a Peridot, fazendo um gesto para que ela entrasse. Ela obedecera e seguira Sapphire, não perguntando absolutamente nada e engolindo em seco ao ver o olhar sério de White Pearl, a encarando, quase como se estivesse a julgando. A tal raspara a garganta e dissera, de maneira ríspida, se direcionando a Peridot: – Venha comigo.

  White Pearl se levantou de sua carteira e Peridot apressou o passo para segui-la, abandonando Sapphire sozinha no hall de entrada, que saira para cuidar de outros assuntos. Enquanto seguia a tal pérola, Peridot olhava a sua volta as diversas instalações presentes no prédio principal. Aquilo tudo a interessava, mesmo ela podendo saber o nome de todos aqueles equipamentos com facilidade e identifica-los, listando suas diversas funções. Peridot sonhava em assumir os condados mais altos, afinal, se esforçava muito e já sabia de cor várias e várias informações, sempre fazendo de tudo para conseguir a atenção das maiores autoridades. Pensava nisso de maneira tão profunda que nem ao menos percebera que já estava prestes a entrar no mais alto andar da torre, aonde era a moradia e o trono de White Diamond. Um nó na garganta se estabelecera em Peridot, seu coração começara a pulsionar mais forte. Mesmo assim, determinada, ela seguiu confiante, vendo que iria visitar a sua mais alta e admirada líder. Sua maior inspiração, que a deixava dias sem descanço apenas para servi-la. White Diamond impressionava muito Peridot, por todo seu caráter. Encontra-la pessoalmente seria uma dádiva. Mal acreditou na sua imensurável sorte. Não conseguiu conter um sorriso enorme e torto, seus olhos se iluminaram enquanto ela subia pelas escadas em direção ao trono e observatório. Porém, essa face logo se esvaiu para ser substituída por uma expressão séria. Ela realmente queria impressionar White Diamond, então tinha que parecer uma gem autoritária. O observatório era uma sala branca e com várias simbologias. Seu teto era pontudo e nele estavam gravados as diversas lutas e colonizações que a White Diamond executara junto a suas semelhantes e ao seu exército. O trono era feito de um tipo de cristal sólido e espetado, que se extendia de forma majestosa, quase formando uma bela lua luminosa e incandescente.

  White Diamond estava observando Homeworld através do enorme vidro grosso e transparente que cobria toda a parede principal da sala. Sua altura era enorme, mas nem se equivalia ao visor tão grande quanto. Seus cabelos espalhafatosos e pontudos eram brancos e se estendiam como se fossem uma coroa. Seu corpo era coberto por um vestido longo com uma abertura, quase como se fosse uma capa, mostrando as pernas finas e compridas da Diamond pálida e totalmente branca. Ela virou-se, minimamente, o que foi suficiente para ver sua Pearl comandante e uma Peridot qualquer. Ambas estavam sérias, se mostrando altas com um tom autoritário. Suor frio escorria no rosto da nervosa Peridot, que parecia prestes a explodir só de observar a Diamond por poucos segundos. Ao ver as gems, ela suspirou e falou, firmemente, de maneira direta:

  – Ora, então finalmente chegaram. Sigam-me. – A Diamond começou a andar de maneira imponente, seus saltos altos formavam um som ecooante pelo local. Peridot e Pearl, ambas, começaram a segui-la, apressando o passo. Ao chegarem bem perto da mesma, formularam uma fila indiana, andando de maneira calma. Ambas se perguntaram sobre as intenções da Diamond, pensando o que ela estava planejando. White era imprevisível de vez em quando, o que a deixava mais intimidadora, pois nunca se sabe quando ela ficará séria ou agressiva. Apenas se sabe sobre sua soberania. E talvez, fosse isso que importava. Ao chegar próximo a uma porta enorme e discreta, White parou e a abriu, girando sua maçaneta rapidamente, dando um curto período de tempo para que Peridot e Pearl entrasssem e quase se infiltrassem na sala cheia de papéis, estantes, livros, todo tipo de mecanismo. Peridot reconheceu todos, menos um que estava posicionado como uma tesla, apontado para frente, com raios saindo de suas extremidades. Ele aparentava ser assustador, estava sobre um pequeno apoio com rodas, suas laterais estavam levemente arranhadas. White Diamond se aproximou daquela estranha máquina, a acariciando como se fosse um pequeno bichinho de estimação, tamborilando seus finos dedos por entre a madeira sólida e ríspida, bruta. Ela sorriu ao ver os olhares assustados de suas discípulas. Pearl nunca havia visto um mecanismo tão estranho e avançado. Peridot, o mesmo. Aquela invenção era surreal. Seu poder parecia ser estrondoso. Nem o mais alto e inteligente metal saberia como construir uma máquina daquele porte destrutivo, que se erguia como uma hélice, prontissimo para matar qualquer coisa.

  – Estão vendo essa máquina? Ela será nosso último recurso caso um ataque entre gems ocorra. Andam tendo muitos, afinal, nunca sabemos quando uma gem briguenta aparece. – White dissera, esboçado um sorriso sapeca em sua face fina e esguia. Todas as Diamonds tinham uma natureza sádica, isso era um fato.

  – Caso alguma aparecer, eu sempre me voluntariarei para destruí-la, minha Diamond. Gems como essa não podem permanecer. – Dizia Pearl, com seu rosto e seu nariz empinado, em uma postura zombatoria e medita, o que vez Peridot se zangar, levemente. Diferente das outras, ela odiava ver gems se quebrando. Odiava ter que ouvir coisas daquele tipo. Acreditava que todas deveriam ter uma segunda chance. Que todas poderiam viver em paz se ao menos tentassem. Ela arrumara seu visor e continuara encarando a Diamond, que rira com o comentário de Pearl, dizendo logo em seguida:

  – Por essa razão você é a mais competente de meu exército, Pearl. – Peridot começou a se zangar mais, o suor frio pingava em sua testa, escorrendo pelo seu rosto que ficou corado de raiva, ardento perante as duas. Porém, ela persistiu, firme e forte. Respirou fundo e contou mentalmente até dez. Depois de um tempo tagarelando com Pearl, White retomara seus assuntos. – Quero que vocês saibam sobre o projeto Gaia agora. – White Diamond falara, puxando uma lousa cheia de anotações e desenhos de um planeta que Peridot nunca havia visto antes. Parecia bonito e interessante, repleto de água e terras verdejantes, nuvens esbranquiçadas pareciam a cobrir e a retornar, quase como uma órbita infinita. Esse planeta parecia ser levemente inclinado para trás, seus traços eram impecáveis, seu azul a hipnotizava, suas águas pareciam correr como se fossem pinceladas repetidamente por aquarela. Tudo a encantava naquele pequeno planeta, mesmo ela nem sequer ter pisado em sua superfície, ela ainda desejava um dia poder tocá-lo ou aprecia-lo. Isso se tornara, rapidamente, seu novo sonho. Poder um dia pisar no planeta misterioso. Peridot pensará nisso, por alguns minutos, mas depois retomara sua atenção a White Diamond, que apontara para o tal planeta e dissera, falando com calma e paciência, explicando cada detalhe de seu novo projeto, sua nova criação. – Essa é a Terra. Um planeta ótimo para se colonizar. Porém, ele está em uma constante evolução. Apenas uma única Diamond poderia cuidar de tal planeta, pela sua complexidade e seu maior elemento: A vida. Nós criaremos uma nova Diamond, para que esse estranho planeta vire uma colônia principal. Quero que informe todas as outras Diamonds sobre esse projeto, Pearl. Ele é bem arriscado, afinal, primeiro teremos que criar um jardim de infância na Terra para depois conoliza-la.

  – Mas... Se nós fizermos isso, podemos destruí-la! – Disse Peridot, ousando desesrespeitar a Diamond que se erguia de maneira cada vez mais ameaçadora. Pearl a olhara com as órbitas bem abertas, assustada com a atidude imprevisível dela.

  – E quem liga? É apenas um amontoado de rochas pronto para ser conquistado por nós. – White falara, erguendo sua cabeça e encarando a assustada e indefesa Peridot. Mesmo ela estando totalmente despreparada, ela sabia que havia coisas naquele planeta que precisavam ser protegidas. Mesmo ela sabendo que seria loucura se impor a uma Diamond, ela arriscou. Porque ela queria justiça. Ela foi a primeira gem a sentir isso, um sentimento intenso e profundo, agradável e acolhedor. Um sentimento perdido pela arrogância das gems. Um sentimento que precisava continuar vivo. Ela se encheu do tal sentimento...

  Ela se encheu de esperança.

  – Olhe, minha cara Diamond, não importa o quanto pense mal desse planeta, mas tem um enorme potencial nele! Eu sei quantas coisas ele pode nos oferecer. Quantos sentimentos, quantos desejos! – White se irritara, falando com a voz firme e alta:

  – PARE DE FALAR COMO SE FOSSE MAIS SÁBIA QUE EU, SUA TOLA! O QUE DIABOS VOCÊ ACHA NESSE PLANETA IDIOTA?! ELE É SÓ MAIS UMA ESTÚPIDA COLÔNIA!

  – CALE-SE! NEM TUDO SÃO COLÔNIAS, SUA... SUA... ESTÚPIDA! – Peridot berrara, seu rosto cheio de raiva e suor, ela realmente estava determinada em mudar a opinião de White, mas isso foi totalmente falho. A Diamond se irritou e logo, teve uma idéia.

  Ela puxara a máquina, arrastando as rodas de maneira e as roçando no piso. Pearl olhara para a máquina, assustada. Seus olhos se abriram em uma grande potência, junto com os de Peridot, que quase saltaram de suas órbitas. Todo o corpo delas começara a tremer, seus lábios permaneciam inquietos e lágrimas arriscavam cair. White sorrira, enquanto mirava a máquina em Peridot e dizia:

  – Nunca... Desrespeite... UMA DIAMOOND! – A máquina se encheu de energia e atirou em Peridot. Um grande feixe de luz a cobriu e seu corpo começou a se decompor e a se dividir, sua pedra começou a virar, e quando ela menos percebera, seu lado genocida e corrompido fora ativado. Sua consciência toda se perdera. Sua compaixão e esperança se esvairam como se fossem fumaça. Vários braços tomaram conta de seu corpo. Seus cabelos ficaram desgrenhados, sua estatura ficara musculosa, ela não tinha mais olhos, línguas que mais pareciam tentáculos saiam de sua boca extremamente aberta e espinhos cresceram em suas costas surradas. Sua pedra estava mais escura, assim como sua tonalidade. O símbolo de sua Diamond fora quebrado. Ela avançara, de maneira descontrolada em direção a Diamond, que apenas dera um chute em seu estômago e a imobilizou, deixando-a jogada aos pés da autoridade, que a pisoteou como se fosse lixo, exercendo uma força estrondosa e dolorosa, quase em uma rápida tortura, quebrando a pedra de Peridot e a rachando em vários pedaços enquanto seus gritos e seus últimos apelos eram ouvidos. Sua forma física desaparecera junto a sua existência. Tudo o que ela acumulara dentro de si... Se perdeu. Para sempre. White começara a rir e se contorcer, até que percebera...

  – Pearl?! – Sua pérola estava destroçada quase por completo. O feixe a atingira, também. Sua metade estava se rachando cada vez mais. Lágrimas escorriam de seus olhos, sua pele estava queimada e chamuscada, não parava de espelir fumaça e labaretas no ar. A White rapidamente correra até a sua pérola e a abraçara, chorando junto a ela. – Não...! Por favor... Ressista... Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem, Pearl...

  – Wh... Whi... Te... – A Pérola gaguejara, sua voz estava falhando enquanto sua forma física estava desaparecendo. Ela sorrira, mesmo com a dor imensa que sentia, com a tortura que parecia quebrar cada vez mais sua pedra que antes era totalmente redonda e simétrica, agora, estava pela metade, se rachando a cada segundo que passava. White a abraçava cada vez mais forte, não aguentando ter que ver sua melhor Pérola morrendo por suas próprias mãos. Quando Pearl estava prestes a sumir e se rachar, suas palavras ecooaram sobre a sala:

  – E... Eu... Te... Amo... Whi… te... Não... Se... Esqueça... De… Mim... Pro... Prome... Te?

  – Eu prometo, minha pérola...

  Eu prometo.


Notas Finais


Se gostaram, não se esqueçam de dar favorito e compartilhar, isso me ajuda muito ❤
O cronograma vai ser totalmente semanal. A cada semana um capítulo será lançando c:
Enfim...
Nos vemos no próximo capítulo ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...