História What We Really Are - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Steven Universe
Personagens Alexandrite, Ametista, Connie, Garnet, Greg Universo, Jasper, Lápis Lazuli, Leão, Malaquita, Opal, Peridot, Pérola, Personagens Originais, Rose Quartzo, Rubi, Safira, Sardonyx, Steven Quartzo Universo, Stevonnie, Sugilite
Tags Aventura, Crystal Gems, Diamonds, Drama, Esgrima, Lutas, Originais, Revelaçoes, Romance, Rose Quartz, Steven Universe, Tragedia, Violencia
Exibições 46
Palavras 3.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Steampunk, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HOLA PESSOAS
Esse é o segundo capítulo
finalmente
Espero que gostem 😄❤

Capítulo 2 - Rising


Fanfic / Fanfiction What We Really Are - Capítulo 2 - Rising

  Após a morte de sua mais importante Pérola, a revolta e a depressão decairam sobre White Diamond. Mas o que ela poderia fazer? Ela teria que, de uma maneira ou outra, resistir a toda aquela estúpida pressão e seguir em frente. Seus passos esguios e apressados a levavam a sala dos fragmentos, que era como um pequeno cemitério na ampla torre central. Ela abrira a porta daquela sala deprimente, sentindo o ar gélido e a tristeza pairarem no ar. Vários potes aonde continham fragmentos e mais fragmentos se enfileiravam, apoiados pelas estantes de madeira, todos com adesivos, números, pequenas flores e desejos de melhora. Um deles estava unicamente com os fragmentos de Pearl e Peridot. Continha o número 130 em suas frestas, marcado com uma caneta grossa e permanente. Diferente dos outros potes, não haviam bilhetes com palavras de luto, e sim, apenas rosas brancas enroladas com um laço cinzento. Aquelas rosas que dispersavam pétalas esbranquiçadas eram as favoritas da falecida Pearl. Peridot não recebera nada além de uma estranha decepção. Como se White Diamond tivesse se arrependido de seus pecados que se arrastavam em suas costas e se encruzilhavam em sua mente. Ela sabia que iria cometer outro pecado quando pegara vários outros  fragmentos e os colocara junto ao pote 130, sem ressentimentos. Logo, guardara o recipiente cheio em seu vestido, escondendo-o e rumando até a grande varanda de sua moradia, da onde tinha uma visão bem ampla de Homeworld, iluminada pelas luzes cegantes dos postes e das construções. Seu reino era complexo e tecnológico, cheio de cores mais claras que se estendiam como se fossem uma grande metrópole. Ela teve uma vaga lembrança em que sua Pérola e ela estavam na varanda, observando cada arredor de Homeworld, flertando entre as mais diversas conversas, sorrindo como se estivessem em um sonho. Ela deixara algumas lágrimas escapar, melancólica e dificultada. Mas, ela precisava seguir com o plano. Voltou a seu foco.

  White invocara suas asas. Imponentes e enormes, semelhantes a cristal, se estendiam e se alongavam em direção ao céu, espalhavam um brilho esbranquiçado que parecia reluzir quando ela levantava vôo, suas asas planavam de maneira mais discreta pelo céu escuro e sombrio, na mais profunda noite. Ela olhara para o pote firme em suas mãos, o ar batia em seus cabelos e os fazia tremular. Abraçava o pote que brilhava com os fragmentos, chorando, lembrando cada vez mais de sua falecida pérola. Aquilo a deixava depressiva, de maneira impactante. Ela não parava de derramar lágrimas, enquanto trilhava seu caminho, indo diretamente ao jardim de infância principal, que ficava vazio e isolado a noite. As gems que nasciam por lá logo se direcionavam a Homeworld, então, não teria perigo de encontrar uma em seu trajeto. Ela pousara, sem que ninguém percebesse. Suas asas brancas desapareciam e se evaporavam, transformando-se em uma fina fumaça que fora logo afastada pelo vento. White estava prestes a começar a missão, até que, de repente, avistou o Palaquin. A moradia e transporte de Blue Diamond, que estava fixo no chão, suas pontas enterradas nas rochas, a terra borrando seu metal impecável. White podia ver até mesmo seu reflexo na estrutura daquela grande máquina misteriosa, que se erguia como se fosse uma cama preenchida com longas e belas cortinas, semelhante a uma gaiola.

  – Vejo que já está iniciando o projeto... – Uma voz paciente e estridente veio das profundezas das cortinas estensas e transparentes. Blue Diamond se encontrava lá, deitada, descansando enquanto cruzava suas mãos frias, observando White perante as cortinas azuladas.

  – Sim. Eu irei juntar os fragmentos... E enterrá-los na terra. – White dizia, cabisbaixa. Um olhar triste preenchia seu rosto, enquanto ela olhava para o pote de vidro fino em suas mãos. Ela suspirara, se abaixando e abrindo o pote, deslizando sua mão pelos fragmentos coloridos e brilhantes, que reluziam com a luz vinda do jardim de infância. Blue a observava, enquanto saia do Palaquin, arrastando sua capa azulada pelo chão rochoso.

  – Não se sinta tão triste. Vamos, aposto que tudo ficará bem após criarmos uma nova companheira. Já decidiu o nome dela? – Blue dizia, sua voz arrastada ecooando pelo local enquanto ela se aproximava de White, que tirava os fragmentos do pote e os juntava rapidamente, utilizando sua telepatia, formando um losango perfeito e colorido que aparentava ter uma coloração mais puxada para o rosa. White via o seu reflexo naquela pedra deslumbrante, seu olhar cabisbaixo e vazio fora refletido de maneira perfeita e simétrica. Calmamente, ela dissera:

  – O nome dela será Pink. Pink Diamond. A nova herdeira de nossos poderes. – Blue Diamond se impressionou com a clareza de White Diamond em suas palavras. Se perguntou como seria a nova herdeira. Com certeza, não seria uma novata qualquer. Afinal, haviam muitos fragmentos em sua constituição. Ela assumiria uma forma logo mais, logo menos. Já estava se juntando, quando White a enterrou na terra. Ela ainda estava triste e desolada, mas Blue estava ali para acalmá-la. Elas se abraçaram por um tempo, comentando alguns assuntos rápidos. Homeworld não havia mudado muito. Mas algo dentro delas dizia que tudo iria mudar radicalmente. Que aquelas terras tão longínquas iriam se transformar em um império diferente. Um império doce, democrático e acolhedor. Um império único. O império de Pink Diamond. Que, infelizmente…

  Não iria durar tanto.

  No dia seguinte, várias gems se enfileiravam e se aglomeravam ao redor do jardim de infância, apenas para ter uma chance ver o esperado nascimento da mais nova Diamond. Elas estavam curiosas e comentavam diversos assuntos entre si, todos interligados com a autoridade Diamante. Uma Rubi estava dando olhares diretos para uma Sapphire da elite de Blue Diamond. Ela estava corando seriamente, e as outras rubis ao seu redor zoavam com isso, dando pequenos socos na mesma, rindo de maneira escandalosa. Bismuths conversavam sobre como iriam moldar as novas estruturas. Pérolas comentavam como queriam ser as novas aliadas de White Diamond. Os minérios como as Lapis Lazulis falavam sobre a nova Diamond de maneira espontânea e curiosa. As Peridots se perguntavam aonde estava a sua colega, perdida a algum tempo. Ela era a mais dedicada, e sempre se empenhava em proteger a todos. Elas temiam o pior, que a Peridot havia sido rachada. Infelizmente, estavam certas. As Sapphires de cada reino e divisão permaneciam sérias e caladas, erguendo seus vestidos. As Diamonds se posicionavam, observando o local aonde Pink iria supostamente nascer. Todos estavam empolgados, esperando ansiosamente o evento acontecer.

  Subitamente, um feixe de luz enorme e rosado começara a sair da terra. Todos focaram sua atenção ao feixe, que estava entre as Diamonds. Os rostos das gems se iluminaram, elas observavam fixamente aquele brilho intenso, como se estivessem hipnotizadas. Yellow Diamond protegia sua visão, colocando seu braço em frente aos olhos, os escondendo. Blue e White permaneceram sérias e estáticas. O brilho não parava de subir até formar uma cratera no chão, que forçou as Diamonds a se separarem, indo em direções opostas, de maneira rápida e célere, abusando de suas habilidades, ágeis e firmes. White invocara suas asas e planara rapidamente para longe. Blue se teleportara, deixando hologramas seus pelo caminho de teleporte. Yellow simplesmente pulara e flutuara até um local distante da cratera. As gems se impressionaram, seus rostos estavam chocados e radiantes. Até que... O brilho parou. Se esvaiu pelo ar, sumindo em uma grande fumaça, que espalhara uma ampla neblina. As Diamonds se aproximaram da cratera, fitando dois seres estranhos e novos. Um deles era uma gem desconhecida, caída contra o chão rochoso, que tinha a altura de uma pequena fusão. Sua pele e suas vestes eram acinzentadas, quase negras, como se fossem obsidianas. Ela usava um crânio semelhante ao de um dinossauro em sua cabeça, que escondia os olhos da gem pela larga estatura que continha. Podia-se ver que a pedra da gem se localizava em seu olho esquerdo, pelo brilho que saia e reluzia do crânio nessa parte. Seu corpo era coberto por uma larga roupa que constituía em uma regata, calças coladas e um suspensório. Além de firmes botas, que estavam posicionadas de maneira larga. Seus cabelos negros e encaracolados eram vistos de maneira bem discreta, se escondendo no crânio. Aquela gem emanava uma aura estranhamente poderosa. Era como se fosse uma metade perdida de Pink Diamond, que estava em pé de maneira imponente.

  A Diamond vestia uma armadura rosa e metálica. Seus olhos eram singelos e semirreados, tinham um brilho encantador que se espalhava pelas órbitas monocromáticas e rosadas, assim como seu corpo, que parecia brilhar e ser da mesma coloração que suas iris. Seu traje era imperial, de uma natureza medieval e nobre. Ela carregava consigo, uma longa espada fina típica de cavaleiros, sua ponta afiada se enterrava na terra e seu reflexo parecia dificultado por isso, mas ainda se mantinha limpo e reconfortante. A maioria das gems vibrou, com seus olhos iluminados de esperança e afeto, enquanto pensamentos e mais pensamentos se misturavam na mente da recém nascida Diamond, com seus cabelos imponentes e pontudos apontando para o céu. Eles eram lisos e claros, semelhantes a de uma Pearl. Ela estava confusa, olhando para todos a sua volta, retirando sua espada da terra e a desinvocando, vendo-a desaparecer no ar, todos aplaudiam a Diamond que mal nascera e já demonstrava bons conhecimentos. Ela saira da cratera, sendo acolhida pelas outras Diamonds, que a recebera com abraços e apertos de mão. De repente, Pink Diamond teve várias memórias e instruções colocadas em sua mente. Todas elas explicavam como funcionava tudo, como iria se formar seu reino e seus exércitos, como ela iria ser uma boa comandante. Só depois de algum tempo todos notaram a desconhecida gem, jogada no chão, quase beijando a terra. Seu rosto que antes era fino e impecável, estava misturado a terra suja, cheio de manchas e arranhões. Ela começou a acordar, tossindo e fazendo tentativas falhas de se levantar. Seus olhos se fixaram nas outras Diamods, que finalmente a notaram.

  Blue e White viram a gem, que logo ficara assustada e rastejara para trás. Seus pensamentos também estavam bagunçados e confusos, mas nenhum manual ou instrução aparecia em sua memória. Ela só sabia as coisas fundamentais. Falar, ouvir, correr, pensar, escrever... Lutar. Se via sem saída, quase como se estivesse tentando evitar a morte súbita que a esperava. As Diamonds, ao vê-la, ficaram espantadas. Yellow logo se zangara, invocando seu enorme machado de guerra, com espinhos pontudos em suas laterais, pensando que aquela gem seria, de alguma maneira, uma rebelde ou uma vilã. A gem sabia que aquele iria ser seu fim. O suor frio escorria pelo seu rosto enquanto ela colocava o braço em frente a sua cabeça, com medo, temendo pelo pior. Subitamente, um escudo feito de energia aparecera em frente da mesma. Ela mesma tinha o projetado, sem ao menos perceber. Yellow ficava mais equivocada, batendo seu machado diversas vezes naquele escudo sólido e forte, que protegia a gem de maneira resistente e funcional. Ela ficara assustada, se afastando mais e mais. Suas pernas machucadas e surradas não facilitavam muito sua locomoção. Yellow batera com mais intensidade. O escudo estava rachando, pouco a pouco. Pink logo começara a chorar. Sentia que tinha uma ligação com aquela gem desconhecida, algo forte. O que a obrigava ela a protegê-la, mesmo se infringisse as leis ditadoras enfiadas em sua mente.

  – Yellow! PARE! – Pink clamara, gritando e chamando a atenção de Yellow, que logo se virou e disse, equivocada:

  – Vamos, Pink! Deve ser mais uma rebelde querendo te quebrar! Nunca nem ao menos a vimos por aqui, é uma gem totalmente desconhecida e precisamos nos livrar dela! ELA DEVE SER MORTA! – A gem estremeceu com as palavras altas de Yellow, fungando e tremendo. Lágrimas despencavam cada vez mais, escorriam pelo rosto dela. Pink a notou, assustada. Logo, decidira que iria convencer Yellow com a ajuda de suas outras companheiras:

  – Mas e se ela quiser ajudar? Devemos pelo menos perguntar algumas coisas a ela!

  – Eu concordo! Essa gem deve ser uma metade perdida de Pink Diamond. Isso aconteceu comigo, lembra? É uma pena que nós nem ao menos demos atenção a pobre gem que nasceu junto a mim! Apenas a matamos! Não quero que outra gem seja morta por minhas mãos! – White Diamond dizia, fazendo Yellow ficar comovida, mas, ainda assim, furiosa.

  – Eu também concordo. Todos devem ter uma segunda chance. – Blue dissera, sem se prolongar muito, com sua voz séria e empática. Yellow ficava cada vez mais furiosa, mas logo, aceitou o fato que tinha de ser contrariada, desativando seu martelo e fuzilando a gem desconhecida com um olhar de fúria e desprezo. A gem sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Ela estava com muito medo, assim como as outras gems na platéia. Elas sentiam a aura poderosa da desconhecida e se estremeciam. Sabiam que ela poderia quebrar uma das Diamonds se quisesse de tanto que seu poder era avassalador. Mas, naquele estado, ela ainda era inofensiva. As Diamonds chegaram perto dela, o que a fez tremer mais.

  – Calma, não iremos te machucar. Somos as Diamonds, e iremos te ajudar. – Pink Diamond alertou, fazendo a gem ficar menos apreensiva. Ela se sentou e desfazeu o escudo de energia que a cobria, como em um passe de mágica. Seus olhos, escondidos pelo enorme crânio, se fixaram em Pink Diamond, que estava bem próxima dela. Ela a observara, de maneira singela, pensando o quanto aquela Diamond era bonita e formosa, corando discretamente, engolindo em seco. Seus lábios tremiam e impossibilitavam sua fala, mas ela ainda tentava pronunciar algo. Pink Diamond colocara seu dedo indicador em cima dos lábios trêmulos da gem, indicando silêncio. – Shh... Não precisa dizer nada. Vamos. – Pink estendera sua mão em direção a ela, que se apoiara na tal e se levantara. Suas pernas surradas estavam dificultando sua locomoção, mas mesmo assim, ela conseguia se mover. Ainda com os pensamentos bagunçados, ela seguia a Diamond, que a levava até suas semelhantes que começaram a comentar:

  – Ela deve ser uma gem poderosa. – Blue dissera, estática, analisando a gem, que estava ao lado de Pink.

  – Ela não DEVE ser, ela É! O escudo que ela fez ali foi impecável! – White dissera, enquanto Yellow apenas cruzava os braços e fazia uma expressão de ódio e raiva.

  – Tenho que admitir... Ela é boa. – Ralhou Yellow, ainda furiosa. Ela não aceitava a derrota tão facilmente.

  – Eu vou fazer dela a minha soldada! – Pink disse, alegremente. Todas as Diamonds a olharam, chocadas. A pobre gem mordera um dos lábios. Sabia que mais uma bronca iria ser direcionada a ela e a sua Diamond, que ela mal conhecera até o momento, mas já confiava em suas palavras. Sentia uma estranha ligação ao se aproximar da tal, o que a fazia ficar confiante, esperançosa e estranhamente feliz. Isso a enchia de dúvidas.

  – Pink, ficou doida?! Nós nem ao menos sabemos se essa gem é confiável ou não! – Yellow berrara, zangada, o que deixara a gem ainda mais assustada. Ela se encolhia, quase se escondendo atrás da Diamond como se fosse uma criancinha medrosa. Estava prestes a invocar outro escudo pela pressão enorme, até que as palavras de Pink a acalmaram, ecooando pelo local:

  – Mas eu confio nela! E ela será mais que minha soldada! Será minha guerreira! – Todas as Diamonds se emocionaram com aquelas palavras. Pareciam vir de uma verdadeira líder. E era isso que Pink pretendia se tornar. Uma verdadeira e pura... Líder. Todas as gems comemoraram quando ela saira do jardim de infância junto a pequena gem, que ainda se escondia, com medo do desconhecido. A comemoração fora enorme e formosa. Gems de todas as classes vibraram e se exaltaram, pularam e gritaram. Tudo estava em um incessante ritmo festeiro, confetes caiam sobre os cabelos de todos, as Lapis jogavam uma água fresca e gelada nas participantes, as brincadeiras e as pegadinhas não paravam de ocorrer. Só depois de algumas horas tudo voltara ao normal, todos retomaram seus postos e ajudaram a construir o mais novo reinado. Depois de basicamente uma semana, a moradia de Pink já estava pronta, e ela já estava devidamente posicionada em seu trono, junto a sua Spinel, a gem que antes era desconhecida já tinha um nome próprio. Ela permanecia ao lado da Diamond, aprendendo as diversas coisas que circulavam o universo de Homeworld.

  – Então quer dizer que todas as gems assumem um cargo aqui? – Spinel indagava, observando como Pink ficava majestosa em seu trono. Ela sorrira, de maneira simpática e singela. Seus olhos brilhavam com a presença de sua mais nova líder e aliada. As duas riam enquanto respondiam as perguntas uma da outra.

  – Sim, todas tem um cargo específico! – Dizia Pink, olhando para Spinel, que ainda permanecia com suas roupas características, que demonstravam em seu peito um símbolo em forma de losango reluzente e brilhante. Ambas se analisavam e se olhavam, como forma de saber mais sobre quem elas eram fisicamente. Uma pergunta surgira na mente de Spinel.

  – Qual é meu cargo? – Pink a olhara, sorridente. Hesitara antes de responder a sua pergunta.

  – Seu cargo é me servir como uma guerreira e aliada. – Spinel sorriu ao ouvir tais palavras vindas da Diamond. Sua pergunta foi respondida da maneira que ela desejava.

  – Ótimo! Era bem esse cargo que eu queria! – A Diamond, ao ouvir a animação de Spinel, perguntara para ela, de maneira simples e breve:

– Mas... Por que justo esse cargo? Porque você quer ele tanto assim, querida?

  – Porque… Eu realmente queria te proteger e ficar perto de você… – Spinel dissera, de maneira tímida, corando, exaltando seu rosto cinzento, fazendo Pink Diamond rir de maneira abafada. – Hey, é sério! Eu não tô brincando! – Insistiu Spinel, também rindo.

  – Ah… Spinel, você é tão legal comigo! – Pink dissera, ainda rindo.

  – Sabe por quê?

  – Huh...? Por quê?

  – Porque eu gosto de você! – Spinel dissera, fazendo Pink Diamond rir ainda mais. Seu rosto ficara corado também, em um tom de rosa mais escuro. Ela exibia um sorriso grande e simpático. Seus lábios carnudos formavam uma expressão alegre junto ao seus grandes olhos iluminados e reluzentes. Elas riam juntas, como se fossem boas amigas de infância. Depois de um certo tempo conversando e trocando assuntos, elas ouviram um ruído estrondoso, que ecooara pela sala. A porta enorme e cora-de-rosa, personalizada com vidro e cristal, havia se abrido completamente. Uma pérola azulada e com o rosto coberto pelo seus cabelos claros entrara na sala. Sua saia de tecido transparente parecia deslumbrar, deixando Spinel ligeiramente corada. Aquela pérola era realmente bonita e deslumbrante. Ela andava de forma rápida e imponente. Seu nariz grande e pontudo estava apontado para o céu enquanto ela se aproximava do trono de Pink Diamond, protegido por Spinel, que se localizava ao lado do trono como se fosse um cavaleiro medieval protegendo sua rainha. A Pérola chegava cada vez mais perto, até finalmente ficar em frente à Diamond.

  – Senhorita Pink Diamond, saudações. – A Pérola falara, se curvando como sinal de respeito. Sua voz era baixa e doce, serena e tímida. Ela se levantara e voltara a fitar a enorme Diamond.

  – O que lhe traz aqui? – A voz alegre e divertida de Pink se tornara imponente e firme. A Pérola respirou fundo e dissera, alertando:

  – Nós deixamos um de seus fragmentos na terra para se tornar uma Quartzo especial. Que pudesse lhe servir bem.

  – Ah é? E ela já nasceu, suponho. Qual é o nome dela?

  – Rose. Rose Quartz.


Notas Finais


Acabou!
Se gostou, não se esquece do favorito!
Valeu e...
Fui >:3


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