História When Everything Started - Solangelo - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Atena, Clarisse La Rue, Dionísio, Frank Zhang, Gleeson Hedge, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Perséfone, Piper Mclean, Poseidon, Quíron, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Tags Drama, Hdo, Jasiper, Nico Di Angelo, Percabeth, Pjo, Romance, Solangelo, Wico, Will Solace
Visualizações 235
Palavras 1.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou postando pelo celular, entak desculpa qualquer erro...
Pretendo fazer cada capitulo com um POV diferente, entre Nico e Will, o que acham???

Capítulo 2 - Dois


  POV WILL

   Meu dia estava sendo ótimo, eu adorava Malibu, claro, meus amigos são todos de lá, mas poxa, não é todo dia que seu pai chega todo pomposo dizendo com aquela voz grossa "Filho, arrume suas malas, vamos para Nova Iorque".

   Foi bem triste deixar todos lá, só que estudando numa das melhores escolas aqui, é uma passagem só de ida pras melhores faculdades de medicina!

   Eu mal tive tempo de andar por toda a mansão que mudamos, hoje é o primeiro dia de aula e estou atrasado, pelo visto meu pai não procurou saber onde a escola ficava, o que deu num caminho errado. 

   - Pai, me deixe olhar no GPS! - falei pela milésima vez.

   - Não, Will, eu consigo achar o caminho olhando as placas.

   - Só se for o caminho pro café da manhã - resmunguei olhando pra trigésima placa de cafeteria do dia.

   Ele rodou mais dez minutos e parou nos portões da escola.

   - Muito bem, você deve ir a secretaria pegar seus horários e se inscreva numa atividade extra-curricular vai te ajudar na faculdade - enquanto ele falava soltei o cinto, peguei me mochila e destravei a porta da seu potente Maserati Spyder vermelha. - Will - olhei pra ele com metade do corpo pra fora. - Espero que goste da nova escola - disse sorrindo e bagunçando meu cabelo.

   Sorri de volta e saí, fechei a porta e meu pai arrancou com o carro, respirei fundo, fundo de mais, acabei me engasgando.

   Corri pra dentro da escola, meu pai até que era legal as vezes, esbarrei em alguém no corredor dos armários, eu ia parar pra ajudar, mas ainda não fazia ideia de onde era a secretaria e eu estava atrasado. Depois de cinco minutos achei a placa indicando a sala do diretor, corri para aquela direção. Parei numa porta de carvalho enorme com a placa escrita 'DIRETOR: DIONÍSIO", bati três vezes. Depois de muito barulho vindo de lá a porta se abriu.

   Confesso que fiquei assustado, dentro da sala parecia estar havendo uma mini festa particular, e o diretor não era nada de como eu imaginei. Ele parecia um turista, era baixinho, parecia ter o dobro do tamanho recomendado pra ele, estava de bermudão e sandália, sem contar a camisa com estampa de tigre. Os olhos me lembravam vinho, e sua carranca mostrava o quanto gostava de adolescente atrapalhando a festinha.

   - O que você quer moleque? - até seu bafo era de vinho.

   - Hã, eu sou novo na escola e... - parei de encarar ele, começando a olhar para os lados. - Eu precisava dos horários, e um guia pra primeira aula.

   O diretor me encarou por um tempo, entrou na sala e fechou a porta, ouvi vários tons de reclamação de mulheres lá dentro e em seguida ele saiu com uma marca de batom no pescoço gordo.

   - Como é mesmo seu nome?

   - Will, Will Solace - corri pra acompanhá-lo, até que ele andava bem rápido.

   - Filho do Apolo hein? - seu tom não mostrava curiosidade, nem simpatia.

   Passamos pela secretaria e ele entrou lá dentro pra pegar o horário, me entregou e voltou a andar. subimos as escadas até o terceiro andar e antes de abrir a porta ele se virou pra mim:

   - Eu te deixo aqui, estou muito ocupado o resto do dia, procure por Reyna nos finais das aulas, ela é a presidente do grêmio e irá te mostrar a escola.

   Concordei com a cabeça e ele abriu a porta da sala, interrompemos uma professora que não parecia ser legal nem um pouco (notei isso pela cara dos alunos).

      - Srta. Ana, desculpe interromper - o diretor falou - Mas temos um novo aluno, que estava perdido na escola, e está na sua classe essa manhã.

   - Claro diretor - ela fingiu um sorriso. - Por favor, entre e se apresente.

   Entrei, olhei pra sala e quase morri de felicidade, faria amigos rápido aqui.

   - Me chamo Will Solace, tenho 17 anos e vim de Malibu.

   As garotas da sala me encararam sonhadoras, não mencionei antes, mas sou gay, e será uma pena partir o coração delas.

   - Certo Sr. Solace, agora escolha um lugar para se sentar porque o Sr está atrapalhando minha aula.

   Sorri pra ela e ocupei a única cadeira vazia, a penúltima, havia um garoto bem curioso sentado atrás de mim, não se encaixava no padrão "filhinho de papai".

   - Oi - me virei sussurrando. - Me chamo Will.

   - Eu ouvi sua apresentação.

   Touché Will.

   - Meu nome é Nico, Nico di Angelo.

   - Senhor di Ângelo, acho que não quer dois dias na detenção, quer? - A professora perguntou alto.

   O menino, antes pálido, tinha um corado de leve de raiva nas bochechas, era até fofo. Como não queria trazer mais problemas pra ele, me virei pra frente. Consultei meu horário pela primeira vez, seria duas aulas seguidas aqui e depois teria que ir para a aula de matemática, primeiro andar.

   Nico não falou comigo até terminar a primeira aula, já na metade da segunda um papel voou por cima do meu ombro caindo na minha mesa enquanto a professora estava de costas para a classe.

   Abri o bilhete. "Qual a sua próxima aula?".

   A letra dele é bonita, uma caligrafia meio antiga na verdade, e as letras são deitas, o que eu acho fascinante. "Matemática, e a sua?" rabisquei rápido e devolvi o papel pra ele.

   Um minuto depois ele me devolveu o papel "Física, ao lado da sua sala, posso te acompanhar até lá se quiser." observei o papel, seria um bom começo para amigos.

   "Eu iria gostar, obrigado. Pq pegou detenção?" escrevi.

   Ana virou pra sala, o que impediu de saber o que havia acontecido.

   - Quero um trabalho em dupla sobre Vulcões, ativos e inativos. Estudem a área, anotem os climas, os intervalos das erupções e façam uma maquete em cima desses dados. Vocês tem uma semana para fazer o trabalho, e não se esqueçam que eu sei de tudo.

   Okay, ela fala de dois vulcões e pede uma maquete?

   - Professora - levantei minha mão, a classe engoliu em seco, Ana me estudou da cabeça aos pés. - Er, bom, uma maquete pra cada vulcão ou a gente escolhe um vulcão?

   Percebi que fiz a coisa errada no momento que surgiu um sorriso nos olhos dela.

   - Uma maquete para cada vulcão Sr Solace, e uma explicação do motivo do vulcão estar inativo. Válido para toda a sala.

   Perdi a oportunidade de fazer amigos agora, geral me olhou feio. Percebi a falta de amigos também quando todos escolheram suas duplas, me deixando de escanteio, nem mesmo as meninas que haviam se interessado por mim me queriam como dupla pro trabalho.

   - Pode fazer comigo se quiser - ouvi a voz do menino nas minhas costas.

   Me virei para encará-lo, observei ele direito pela primeira vez, os cabelos eram bagunçados e a franja quase lhe cobria os olhos, estes eram da mesma cor do cabelo, um preto vem escuro, se houvesse buraco negro na Terra, ele seria os olhos do Nico.

   - Eu adoraria fazer com você - murmurei.

   - O trabalho Will - ele rolou os olhos pra mim.

   - Mas eu digo o trabalho mesmo, o que estava pensando Sr di Angelo? - sorri maroto.

   Nico me estudou e deu de ombros, o sinal tocou e todos se levantaram ao mesmo tempo, ele jogou a mochila nas costas e saiu andando, me levantei rápido e corri atrás dele.

   - Então, porque detenção? - perguntei quando cheguei aos eu lado.

   - Cheguei atrasado na sala - ele deu de ombros.

   Realmente, Ana era uma professora cruel.

   - Sabe onde posso encontrar Reyna? 

   - Quando as aulas acabarem procure perto da biblioteca.

   - Certo - começamos a descer as escadas, eu estava tentando não ser derrubado e nem derrubar ninguém. - Onde é a biblioteca?

   Ouvi Nico suspirar, mal terminamos de descer uma escada e já começamos a descer outra.

   - Eu vou ter que ir pra detenção mesmo, qual a sua última aula?

   - Português? - consultei meu horário, nunca tive aula de português antes.

   - A minha também, uma sorte, nos vemos na última aula então e te levo até a Reyna.

   Terminamos de descer as escadas em silêncio, paramos em frente ao que seria minha sala de aula, Nico já ia se afastando quando uma pergunta surgiu na minha mente.

   - Posso passar o intervalo com você?

   Ele me estudou novamente e me deu as costas.

   - Te espero na frente da minha sala - falou por cima do ombro e sumiu sala adentro.

   Entrei e me sentei na penúltima cadeira novamente, dessa vez, atrás de mim havia um menino de aparência latina, bonito, mas não era meu tipo, quando o professor chegou tive que me apresentar de novo, tirando mais suspiros das meninas.

   O professor era bem legal, louco, mas legal. Estava começando a pegar o jeito da coisa quando cutucaram minhas costas. Me virei e o latino me deu um sorriso mostrando todos os dentes.

   - Oi Will, eu sou Leo, mas todos me conhece como Gostoso pra Dedéu.

   Dei risada da cara dele.

   - Não amola o menino Valdez - uma garota sentada na última cadeira olhou pra ele brava. Ela parecia ser do tipo lutadora, não era magra nem gorda, ela tinha músculos espalhados nos lugares certos, tinha cabelo longo num tom de castanho claro e os olhos na mesma cor. - Eu sou Clarisse, porque veio pra cá?

   - Meu pai veio por causa do trabalho - falei.

   - Hummmm, seu pai faz oque? - Leo perguntou enquanto mexia com alguns legos e fios.

   - Ah, ele já foi de tudo um pouco, agora é neurocirurgião.

   Leo arregalou os olhos para mim. Clarisse continuou sem expressão.

   - Assim, sem querer ser chato, mas seu pai é Apolo?

   Confirmei com a cabeça e ele soltou um assobio baixo.

   - Já tem com quem focar no intervalo Will? - Clarisse sussurrou.

   - Ah, sim, um menino que conheci na aula de geografia, Nico.

   O sorriso de Leo se alargou.

   - Então estaremos todos juntos no intervalo.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...