História When I Met You - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias David Bowie, Lolita
Personagens David Bowie, Personagens Originais
Tags David Bowie
Exibições 19
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Hello,
Is there anybody in there?
Just nod if you can hear me
Is there anyone at home?

Come on now
I hear you're feeling down
I can ease your pain
And get you on your feet again

Relax
I'll need some information first
Just the basic facts
Can you show me where it hurts"

Pink Floyd - Confortably Numb - The Wall

Capítulo 7 - "I can ease your pain and get you on your feet again"


Capítulo 7 - I can ease your pain, And get you on your feet again

Eu me vi inevitavelmente mais ansiosa para o que aconteceria depois do show. Era mais simples estar num palco, tocando para milhares de pessoas do que ficar sozinha com David num ambiente. Havia muito mais perigo ali, só entre nós dois.

Sai cansada e encharcada de suor do palco. Fazia um calor escaldante dentro daquelas peças de couro que me deram. O ouvi me chamar quando eu descia as escadas para o backstage. Sorri discretamente e o esperei para me acompanhar, um braço dele passando imediatamente por minha cintura e seguindo o caminho comigo.

-Vai vir para o meu camarim, sim? -Ele ronronou, beijando um lado de minha face levemente.

-Depois que eu tomar um banho -Ergui uma sobrancelha levemente, apoiando um braço por cima de seus ombros -Deixa a porta aberta, vou ser rápida. -Ele abanou a cabeça e nos separamos quando entramos no corredor dos camarins individuais. Tomei um longo banho e limpei meus pensamentos, minha vista. Precisava me sentir leve e calma para o resto de noite que me faltava, nos sobrava. Coloquei uma calça mais confortável e uma blusa simples, o mais despercebida possível. Fui batendo meus sapatos até a porta de seu lugar, nem se quer me dando ao trabalho de bater antes de adentrar. O chuveiro não estava mais ligado e não parecia ter ninguém ali.

-David? -Chamei, entrando no banheiro que tinha a porta entreaberta. Ali dentro, ele estava se secando, nu e de pé, mexendo nos cabeços com a toalha para se secar. Meus olhos se abriram rapidamente e subiram por toda a pele exposta ali. Ele tinha um porte forte, não exagerado, mas bem feito. Ombros largos, peito liso, quadris largos e cintura fina. Senti meu rosto esquentar quando meus olhos chegaram ainda mais baixo. Minhas mãos taparam a vista e me senti totalmente estranha, dura e colada no chão. -M-Meu Deus, me desculpe!

-Calma, meu bem. Não tem problema -Ele ria como quem não se incomodasse, se movendo para colocar a toalha branca em volta da cintura. -Vejo que está pronta. Preciso de um minuto.

Abanei a cabeça e sai rapidamente para a parte maior do camarim. Me sentei no divã que ficava num canto perto da porta e me encolhi dentro de mim mesma. Algo em mim fazia meu baixo ventre doer. Depois de vê-lo daquele jeito, minhas pernas se envergaram e começaram a tremer. Me sentia arrepiada e quente, muito quente...

-Tudo bem, meu amor? -Ele perguntou ao me ver escondida num canto, já vestido, tentando alinhar os cabelos loiros, levemente escurecidos.

-A-Acho que sim... -Suspirei audivelmente, me levantando e tentando me firmar nas pernas falhas. David parou para me analisar por um momento e pareceu ver através de minhas roupas, de meu corpo, tentando decifrar algo que nem eu mesma sabia que estava acontecendo com meu corpo. 

-Tem certeza? -Ele ergueu uma sobrancelha levemente, se aproximando e se sentando, passando uma mão por meu braço levemente. Abanei a cabeça afirmativamente e tive de me sentar outra vez. 

-Tenho. Nós podemos ir... -Murmurei baixo, os olhos focados nos dele por um momento. David sorriu levemente pelo canto da boca, se aproximando e me envolvendo num abraço gentil, procurando meus lábios. Ele ia um pouco mais sensualmente do que eu me lembrava, uma mão mexendo nas costas de minha blusa até ergue-la, arrancando de mim um suspiro quando seus dedos tocaram minha cintura nua pela primeira vez. Me senti tremendo por qualquer toque e o vi se afastando com um sorriso mínimo. -Q-Que foi...?

-Nada... -Parecia que ele tinha entendido o que se passava comigo. E gostava. -Vamos... Não quero nos atrasar. 

Saímos como um casal qualquer pelas ruas, conversando sobre tudo, menos sobre trabalho. Eu me sentia uma estúpida em alguns momentos de nossa noite. Me via como uma menininha encantada, se exibindo com seu namorado mais velho. Era divertido por alguns momentos. Eu raramente me permiti ter a mentalidade de alguém da minha idade, era diferente. Agir como eu deveria realmente ser era quase fora da minha realidade.

Só fomos chegar no hotel no fim da madrugada, rindo por causa das amenidades que falávamos e também, um pouco, por causa do vinho que tomamos no decorrer da noite. Tropeçamos para dentro do elevador e me recostei em seu peito com o minimo impacto. Era quase uma desculpa para qualquer proximidade.

-Tem certeza que não quer subir comigo? -Ele ponderou outra vez, fazendo um leve biquinho, quase como uma criança.

-Eu não sei... -Ri um pouco desregulada, as mãos dele me virando para me colocar apoiada numa parede.

-Me deixa te ajudar a pensar... -A voz de homem dele fazia cocegas em meu pescoço, em meu ouvido. Sua boca procurou a minha e imediatamente senti que tudo estava mais forte e mais quente do que jamais esteve. Me sentia maravilhosamente envolvida. A mão esquerda dele me alisou um pouco mais do que o de costume, ameaçando subir para tocar meu peito porém voltando a descer. Quando o ar faltou, nos afastamos e ele apertou o número do último andar do hotel, para ganharmos tempo, voltando para minha boca, apressado. David ia avançando ao notar que eu gostava e correspondia. Eu me arqueei levemente ao sentir seus dedos tocarem meu ventre por baixo da camisa, ameaçando ir mais abaixo, brincando com o elástico da barra de minha calça. 

-E-Eu...

-Se não gostar, me diga. Irei parar. -Ele me garantiu, mordendo um lábio meu com leveza, indo com lentidão para dentro de minha peça. Meu corpo ficou um pouco mais tenso de repente, não sabia onde aquilo tudo iria dar.

A ponta de um de seus dedos tocou meu sexo quase abruptamente, me fazendo erguer a cabeça num susto. Era totalmente novo. Seu toque esfregava em círculos gentilmente, me fazendo esquentar como se eu estivesse em chamas. Sentia como se meu corpo estivesse se esvaindo por inteiro. Minha coluna se arqueou mais e apoiei a cabeça na parede, meus olhos tendo de se fechar para me focar melhor naquela sensação.

Soltei um gemido agudo e o elevador parou.

Ele teve de se afastar já que uma senhora entrou na cabine. Fiquei prostrada no mesmo canto onde David me deixou. Ele segurou minha mão com leveza e piscou um olho pra mim, esperando a mulher sair do ambiente para rir alto, quase zombando, lambendo os dedos que tinha colocado em meu corpo enquanto me penetrava com o olhar.

-Você é maluco...

-Mudou de ideia, meu bem?

-Bem, sim... Mas não sei explicar...

-Vem comigo, fica calma.

David me deu a mão e descemos no andar de seu quarto. Me sentia cada vez mais nervosa e mais ansiosa.  Ele abriu a porta com muita ansiedade, sorrindo para mim, acariciando meus dedos. Me ofereceu bebida e cigarro, perguntou se queria conversar um pouco mais, tomar um banho. Seus cuidados não eram mais necessários agora. O calei com um beijo e uma mão dele fechou a porta, entendendo que eu não precisaria de desculpas.

-Vamos por partes, hm? -Ele murmurou em uma orelha minha, me abraçando apertado e erguendo meu corpo para sentar numa mesa de madeira que ficava num dos cantos do quarto. Trocávamos carinhos cuidadosos, a boca dele percorrendo meu pescoço, meus ombros, dois dedos abaixando uma alça de minha blusa. Eu ia me entregando aos poucos, me permitindo sentir absolutamente tudo que ele me entregava. Uma mão áspera subiu por uma de minhas coxas, carinhoso. Ergui meus quadris para a peça escorregar para baixo, caindo em meus pés. O sorriso de dentes tortos dele apenas se abria ainda mais, se inclinando para se ajoelhar no piso, suas mãos tocando com cada vez mais curiosidade. Nós dois eramos novos naquilo, não conhecíamos um ao outro dessa forma ainda. Seus dedos fisgaram a última peça que eu tinha nos quadris, um sorriso maldoso na boca, seus lábios começando a pressionar na pele de minhas pernas, subindo por minhas coxas, parando para abrir um pouco mais a distância entre meus joelhos.

-O que vai fazer?

-Vai ver, meu doce...

Ele encaixou o rosto ali e colocou a boca em meu sexo, lambendo cuidadosamente minha pele úmida, pontos sensíveis que eu se quer sabia que existiam em mim. Ofeguei alto e apertei os olhos, me inclinando mais perto de seus estímulos. Seus lábios chupavam avidamente e a ponta da língua me percorria como queria. Meu Deus, eu jamais me deixaria levar por outro alguém. Ninguém vai me fazer sentir assim de novo. É tudo sobre ele. Ele, ele, ele....

Uma mão minha apertou seus cabelos quando senti alto a mais me encher, me fazendo choramigar desesperadamente. Era uma falta de ar que apenas aumentava gradativamente, satisfação e cansaço, tudo me abatendo de uma vez. Me arrebatando. David não parava de forma alguma, por mais que nós dois acreditássemos que eu já tinha chegado a um orgasmo.

-C-Calma... C-Cuidado, está dolorido... -Suspirei fundo, meus quadris vibrando sem nenhuma autorização minha.

-Você vai me deixar louco -Ele rosnou com ansiedade, me agarrando pela cintura, mais e mais sedento, mordendo meus ombros com leveza. -Vai passar a noite comigo?

Quando David terminou a frase, ouvimos alguém bater na porta com força, me fazendo encolher com o susto. Nós dois guiamos os olhares para a porta.

-Quem é? -Ele quase tinha ódio na voz por ter sido interrompido.

-David, desculpa te acordar, mas sua esposa está no saguão e está ameaçando fazer um escândalo. -Tony suspirou cansado, me fazendo saltar da mesa. Nada pior do que experimentar um pedaço do céu e tomar um soco de realidade na boca do estômago



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