História When Is Love - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 2.083
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capítulo especial! Espero que gostem!

Capítulo 29 - Comemoração especial


Algumas semanas depois

Parei em frente ao espelho observando meu reflexo. Eu tinha colocado uma blusa de mangas na cor nude com rendas pretas e um short também preto, tinha feito algumas ondas nos cabelos e colocado uma bota de cano curto com salto grosso.

- você está linda – ouvi

Olhei de lado e encontrei com minha mãe na porta. Ela tinha um sorrisinho no canto dos lábios e os braços cruzados na altura do peito. Respirei fundo.

- ajudaria se eu soubesse pra onde estou indo – eu disse voltando a encarar o espelho – droga, eu devia colocar o vestido...

- você ta perfeita Lua – disse vindo em minha direção e colocou meu cabelo atrás da orelha – ia deixar isso pro seu aniversário, mas acho que é a oportunidade perfeita – me mostrou uma caixinha preta de veludo

- o que é isso? – perguntei curiosa

- abre – me disse

Peguei a caixinhas nas mãos e a abri. Era uma corrente de prata com dois pingentes em forma de coração. Um deles era turquesa e o outro era prata com algo grafado nele. Peguei o pingente com cuidado e um sorriso bobo nos lábios. Meu nome estava grafado em uma caligrafia tão delicada quanto o objeto em minhas mãos. A olhei.

- deixa eu te ajudar a colocar – disse minha mãe pegando o colar

Virei de costas, puxando meu cabelo todo para o lado e senti o toque de leve e frio da peça em minha pele. Assim que minha mãe travou o fecho da corrente senti suas mãos em meus ombros, virei-me e lhe dei um abraço apertado, sussurrando um obrigada.

- deixa eu ver... – falou se afastando um pouco pra me olhar – você tem sorte do seu pai não está aqui ou duvido que ele deixaria você sair. Só quero que me prometa uma coisa

- o que? – perguntei

- se divirta e aproveite – falou sorrindo – é uma noite especial

- pode deixar – concordei e sorri

[...]

Não conseguia ver nada a minha frente, mesmo que eu me esforçasse pra isso, a venda que Guilherme tinha colocado em meus olhos não deixava. Sabia que estávamos em um prédio, que tínhamos pego o elevado e subimos acho que uns três ou quatro andares.

- calma, espera um pouquinho – ele disse e se afastou

- não é como se eu fosse me atrever a sair correndo – falei e ouvi seu riso

- pronto coisa chata – ele disse me puxando de leve em sua direção

Me apoiei em seu corpo e senti ele tirar a venda de meus olhos.

Estávamos em um apartamento. A sala estava a meia luz e com algumas velas acesas espalhadas pelo local. A mesa de centro estava com uma pequena pilha de filmes no canto e do lado tinha uma barca de comida japonesa o suficiente para duas pessoas junto com uma garrafa de vinho. Ouvi a porta fechar atrás de mim e senti as mãos de Guilherme em minha cintura ao mesmo tempo em que senti um leve toque e molhado em meu pescoço.

- feliz cinco meses de namoro – sussurrou

Virei em sua direção, envolvendo meus braços em seu pescoço e sorri antes de tocar meus lábios nos seus em um beijo calmo e gostoso. Senti suas mãos me puxando de leve pela cintura em direção ao seu corpo e sorri entre o beijo, me afastando um pouco.

- quais os planos? Jantar e filme ou filme e jantar? – perguntei

- o que você preferir – falou

- então deixa eu ver... – falei me afastando indo em direção ao centro da sala e o chamei

Guilherme riu baixo, passando a mão nos cabelos e veio em minha direção. Sentei-me no chão, puxando uma das várias almofadas espalhadas para o meu colo. Guilherme sentou do meu lado, passando o braço por meus ombros e se inclinou um pouco pra frente pegando um hashi.

- eu deixei o vinho porque ficava mais romântico, mas temos outras opções de bebidas – disse

- por mim tudo bem – falei – mas você não pensou nisso tudo sozinho, pensou?

- assim você fere meus sentimentos – ele disse fazendo bico e lhe dei um selinho

- não teve ajuda? – perguntei o olhando

- claro que tive ajuda Lua – falou como se fosse obvio – mas a ideia original é toda minha

- ta tudo muito lindo – eu disse olhando ao redor e voltei a seus olhos – obrigada

- disponha, minha princesa – falou e me deu um beijo no canto dos lábios

Me inclinei e peguei um temaki, provando em seguida. Gui riu baixo e pegou a garrafa de vinho, a abrindo e servindo nas duas taças.

- Gui – chamei e ele me olhou – posso escolher o filme?

- claro – deu de ombros voltando a servir o vinho

O observei de costas, mordendo o canto interno de meus lábios. Ele estava muito lindo. Usava uma camisa social escura de mangas compridas, mas estavam dobradas até quase a altura dos cotovelos, jeans escuro quase preto e tênis. Guilherme virou em minha direção me oferecendo uma das taças e voltou a frente, tomando um gole do liquido da taça em suas mãos e pegando um futomaki com os hashi.

- escolheu? – perguntou se encostando novamente no sofá do meu lado

- esse – eu disse pegando a capa que estava por cima sem nem mesmo olhar qual era e ele riu

- adoro quando te deixo desconcertada – ele disse – mas eu conheço você, e já deixei o filme no ponto... – ele pegou o controle da TV não sei de onde e deu play, tirando da tela de descanso

- eu não estou desconcertada – protestei e ele me olhou levantando uma sobrancelha – talvez – bebi um gole do vinho – mas bem pouquinho

- ta bom Lua – ele disse sorrindo

- não seja chato – eu disse e olhei a tela da TV – anda logo com isso vai

Guilherme riu baixo e deu o player no vídeo.

No início eu até estava prestando atenção no filme, estava jantando e vez ou outra tomava um pequeno gole do vinho que ele tinha me servido, mas logo deixei a taça em cima da mesa de centro e me apoiei em seu peito. A partir daí fui aos poucos perdendo a concentração do filme.

Guilherme começou a distraidamente deslizar seus dedos por meus braços, traçando linhas incertas subindo e descendo ao longo de minha pele. Não demorou muito pra que sentisse seu toque suave em minha pele, em meu pescoço, me fazendo arrepiar de leve e fechar os olhos. Puxei meu cabelo para o lado e senti seu toque de leve em meu pescoço, distribuindo pequenos beijos em minha pele exposta até chegar em minha orelha, onde dava uma leve mordida. Acabei não resistindo a seus toques e virei-me em sua direção e o beijei.

Senti suas mãos em minha cintura, me puxando para si e me fazendo sentar em seu colo. Envolvi meus braços em seu pescoço e me entreguei a sensação que seus toque me causavam. Prendi meus dedos em seus cabelos, arranhando de leve sua nuca, fazendo Guilherme soltar um gemido rouco contra meus lábios. Senti quando uma de suas mãos soltou minha cintura e logo depois senti seu toque em meu queixo, me afastando um pouco.

- você vai perder o filme – falou baixo encarando meus lábios antes de desviar para meus olhos

- não tô nem ai pro filme – eu disse e desci minhas mãos por seu peitoral. Me inclinei um pouco mais em sua direção e enquanto abria um dos botões de sua camisa, mordisquei seu lábio inferior – eu quero você, Gui

- caralho – ele disse antes de olhar nos olhos, sorri mordendo o lábio – sério?

Não respondi, em vez disso terminei de abrir os botões de sua camisa, envolvi meus braços em seu pescoço e o beijei. Senti suas mãos em minha cintura me puxando contra si. Soltei um gritinho quando senti ele me virar e cair deitada no chão e apoiada em uma almofada enquanto ele deitava por cima de mim, se apoiando nos braços e voltava a me beijar. O beijo era um pouco mais movimentado, molhado, intenso e gostoso. Desci minhas mãos por seus ombros, arranhando sua pele e afastando sua camisa. Guilherme se afastou, ficando de joelhos e me prendendo embaixo de si, para tirar a peça e me observar. Minha respiração estava rápida e eu desejava que ele voltasse logo a me tocar.

- não – falou passando a mão nos cabelos, parecendo frustrado – essa nunca foi minha intenção pra essa noite...

- você não me quer? – perguntei abraçando meus braços, me sentindo uma idiota e com medo de sua resposta

- você não tem noção do quanto eu te desejo – falou se inclinando em minha direção tocando meu lábios – do quanto te quero fazer minha, te tocar e te fazer gemer... – sua voz estava rouca, embriagada de desejo

- então me faça sua, porque eu quero você Gui – falei

[...]

- Lua – ouvi e senti seu toque em minha pele

Abri os olhos devagar, encontrando com seus olhos. Guilherme deu um sorrisinho de canto.

- você ta bem? – perguntou baixo, preocupado – não queria te machucar, desculpe

- não me machucou – eu disse – bom, não mais que o normal. Foi tudo muito... Intenso

- intenso? – perguntou em dúvida – eu te machucar foi intenso?

- não estraga esse momento, ta bom? – pedi lhe dando um selinho demorado – você me fez sua Gui, você vai ser pra sempre o meu primeiro - ele deixou escapar um sorrisinho – doeu um pouco, o que é normal, mas o que você fez... O que me fez sentir, isso sim foi intenso

- e o que você sentiu? – perguntou deslizando seu dedo em minha pele

- não acho que seja possível colocar em palavras – eu disse e me inclinei em sua direção, colocando seu cabelo para o lado e lhe dando um selinho demorado – eu te amo

- também te amo, morena – disse baixo, tocando meu nariz, me fazendo sorrir – descansa

- podemos ficar aqui? – perguntei em duvida

- claro – ele me disse

Puxei o cobertor comigo e deitei em seu peitoral, passando meu braço por seu corpo e fechei os olhos. Eu realmente estava muito cansada! Senti seu toque de leve em meus cabelos em um cafuné delicado e me deixei levar pela sensação gostosa que isso me proporcionava.

[...]

Quando acordei estava sozinha na cama. Sentei-me olhando ao redor. Era um quarto pequeno, mas um tanto aconchegante. A cama era confortável, tinha um criado mudo do lado junto com um relógio digital que mostrava passar das seis da manhã, um guarda roupas na parede ao lado e uma porta onde supus ser o banheiro. Levantei, ajeitando a camisa e Guilherme em mim e fui até lá. Me apoiei na bancada de mármore da pia e encarei meu reflexo no espelho.

Ainda estava um tanto embriagada da noite anterior. Sentir cada toque de Guilherme em meu corpo, das sensações que isso causava e da intensidade com que senti tudo. Mordi de leve o canto dos lábios, lembrando. Eu tinha feito isso, tinha me entregado, literalmente, de corpo e alma a Guilherme e tinha amado. Encarei mais uma vez meu reflexo no espelho e logo tratei de prender meus cabelos bagunçados em um coque alto, um pouco desfiado, mas não tão rebelde.

Assim que sai do quarto, trombei com Guilherme, que segurou em minha cintura, sorrindo. Envolvi meus braços ao redor de seu pescoço e toquei meu lábios nos seus em um beijo calmo e gostoso, mas logo me afastei com um sorrisinho bobo nos lábios.

- iria perguntar como se sente, mas acho que já tenho minha resposta – falou segurando minha mão e me fazendo girar – você acaba de fazer com que essa camisa agora seja a minha preferida

- quer que eu te devolva? – perguntei levando minhas mãos aos botões

- deixa que eu tiro – falou me encostando a parede e tomando suas mãos no lugar das minhas – se você acha que noite passada foi intenso – levantou o olhar pra mim, mas continuou desabotoando a camisa e sorriu – meu amor, você não perde por esperar

Senti seu toque deslizando por meus ombros empurrando sua camisa em direção ao chão. Me senti completamente vulnerável ali, semi nua, mas me senti extremamente bem com seu olhar em mim. Senti seus lábios nos meus e seus braços em volta de minha cintura, me puxando contra seu corpo e me levantando do chão. Prendi minhas pernas em volta de seu quadril e meus braços por seu pescoço.


Notas Finais


Vejo vocês em breve!
Deixem a opinião de vocês, é muito importante!


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