História When Love Arrives - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Harry Styles, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles
Tags Amor, Aurela Shandaj, Drama, Harry Styles, Hot Sex, Romance, Sedução, Sexo
Visualizações 190
Palavras 3.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - She's My Everything


Fanfic / Fanfiction When Love Arrives - Capítulo 13 - She's My Everything

 

 

 

Ouvimos um barulho de porta abrindo e eu olhei brevemente para o lado encontrando o doutor Williams.

- Precisamos conversar. — Ele disse, visivelmente abalado.

- Como ela está?? — Prontamente perguntei.

- No momento estabilizada, mas de saúde, ruim, Harry. Muito ruim. — Lamentou-me.

- O que ela tem, doutor…? Diga de uma vez… — Choraminguei exausto emocionalmente.

- Não vou fazer rodeios, não acho que estamos em um momento para isso. — Ele retirou os óculos por um momento e coçou os olhos, colocando-os de volta em seguida. — Conversei com Emma e ela me disse que desde alguns anos tem sentido calafrios, fraquezas, dores nos ossos e articulações, desmaios e alguns sangramentos nasais. Você sabia disso?

- Não... — Respondi fungando. — Nós nos conhecemos e casamos em pouquíssimo tempo...

- Esses sintomas são preocupantes e temo que minhas suspeitas estejam certas — Um formigamento nervoso tomou conta do meu corpo.

- Mas que suspeitas...?! — Me entreguei de novo ao choro.

- Que Emma tenha LMA.

- LMA…? — Choraminguei sem saber exatamente o que perguntava.

Pensativo, ele ficou em silêncio, me observando chorar.

- Leucemia Mielóide Aguda.

 

 


 

Harry

 

Eu não reagi.

Nem consegui montar os pensamentos, logicamente, dentro da minha cabeça.

Às vezes a verdade é corrosiva como um ácido. Choca-se como balas de canhão dentro de você...

Soluçando, mais lágrimas escorreram por meus olhos apertados, eu sentia uma dor excruciante. Só queria jogar-me no chão e colher os pedaços de mim... ou chorar agarrado aos meus retalhos espalhados por aquele piso gélido...

Eu tentava falar alguma coisa, mas a minha voz não saia… a minha visão apagava a cada segundo, fazendo tudo escurecer… eu não conseguia falar, mas ouvia tudo ao meu redor...

- Mas é certeza ela ter isso, doutor...? Por favor diga que não... — Rogou Liam, sua voz embargada me indicava que ele também chorava.

- Certeza mesmo só teremos com os exames obrigatórios

- E que exames são esses?? — Perguntou Niall, afogado nas lágrimas em seu rosto.

- O mielograma, que é quando uma amostra de sangue da medula óssea é retirada por meio de uma agulha, sendo fundamental para a investigação das anormalidades registradas no hemograma. Logo em seguida será feita uma biópsia da medula, e um fragmento do osso da região lombar deverá ser retirado para avaliação em laboratório. A partir disso é que será constatada ou não a leucemia. — Não podia aceitar nenhuma palavra do que o médico dizia. Não queria aceitar.

- NÃO! ELA NÃO TEM ISSO! — Gritei ficando de pé. — ISSO É MENTIRA! — Gritei de novo, com meu choro fazendo o meu peito doer.

A dor cortava-me a carne… cerrava-me os ossos. Era uma dor crua.

- Hazza

Corri para a porta e depois corri até Emma.

Tomei-a em meus braços e a abracei com toda força que pude.

Como superar a morte de um ente querido que ainda está vivo...?

Como eu irei conseguir viver sem ela quando chegar o momento...?

Que Deus me leve antes… por favor, por favor, eu imploro!

Ela é meu tudo, um tudo por completo. Não sei como explicar isso. Talvez nem tenha como…

Emma é o amor da minha vida, e digo isso com toda convicção.

Demorou muito até que eu a soltasse e me afasta-se dela…

- Meu amor… — Sussurrou-me baixinho e funguei recebendo suas mãos em meu rosto para secar minhas lágrimas.

- Não fale nada, por favor… só me beija, por favor — Supliquei-lhe e ela concordou beijando meus lábios, buscando minha língua com calma, me afogando naquela sensação gostosa que acontecia em todas as vezes que sentia o seu gosto.

Senti minhas lágrimas misturando-se ao seu sabor ao mesmo tempo que enterrei calmamente minhas mãos em seu cabelo sentindo-a entre os meus dedos…

O beijo estava gentil e calmo, sem nenhum movimento apressado ou súbito, nossas línguas entrelaçavam-se com profundo amor e carinho...

Suas mãos foram soltando meu rosto aos poucos e logo nos encaramos…

Seu olhar estava fixo no meu, apreensivo e confuso.

Meus lábios tremeram e assim abaixei a cabeça, voltando a chorar.

Eu não queria ficar assim na frente dela, e nem poderia. Mas não conseguia mais segurar aquele desespero e choro... meus soluços ficaram ainda maiores, e ela logo me abraçou, retribuí fortemente, enfiando minha cabeça em seu pescoço, sentindo o seu cheiro maravilhoso. Não queria me soltar dela nunca mais. Nunca mais.

- Por que está chorando, amor...? — Perguntou-me aflita.

- Me desculpa… me perdoa… — Comecei a me desculpar, sentindo um nó em minha garganta ao vê-la daquele jeito por minha culpa. — Eu só não queria que você passasse por tudo isso… me perdoa — Minha voz falhava por causa do choro retido.

- Não precisa explicar. Eu entendo tudo — Ela dizia calma e expressei um leve sorriso entre algumas lágrimas. — Odeio ver você chorar, ainda mais sendo minha culpa... — Disse ao enxugar minhas bochechas com a ponta dos dedos e eu a abracei novamente.

Ficamos abraçados por um longo tempo, sua carícia entre meus cabelos estava tão agradável, que me fazia fechar os olhos.

- Posso conversar com vocês por alguns minutos? — Ouvi uma voz dizer ao fundo e não soube dizer se estava sonhando ou não. Eu me sentia em outro mundo com os seus carinhos.

- Amor? — Ouvi a voz de Emma me chamando e automaticamente abri os olhos e foquei-os nela, que estava sorrindo. — Você apagou

- Desculpa — Cocei os olhos, voltando a minha posição normal sob o olhar de todos.

- Emma, acho que lhe devo uma explicação. — Lhe disse o médico. Não, não, ele não vai fazer isso, ele não vai dizer a ela, vai?

- Sim, doutor. — Ela disse. — Quero saber o que tenho

- Bom, como você já sabe seu hemograma apresentou sérias alterações — Ela concordou com a cabeça. — A príncipio não tenho um diagnóstico, apenas suspeitas, e por isso serão realizados uma série de exames em você — Respirei aliviado. Ao menos ele não contou de suas abomináveis suspeitas.

- Quando será isso? — Ela quis saber.

- No momento em que autorizarem.

- E quanto custa esses exames, doutor? — Perguntou Liam.

- Todos juntos sairiam, na média de uns 5 mil dólares — Senti minhas narinas arderem e meu peito encher-se de uma sensação de impotência. Como eu iria conseguir todo esse dinheiro? De onde eu iria tirar?

- Mas nós não temos todo esse dinheiro, doutor... — Informou Emma e meus olhos se tornaram ainda mais molhados, com vontade de chorar por puro desespero.

- A saúde é direito de todos e dever do Estado, existem organizações não governamentais e participantes do Conselho Nacional de Saúde que realizam isso gratuitamente. Com a ajuda de operadoras e empresas privadas, eles prestam assistência médica e hospitalar a quem precisa.

- Então podemos providenciar esses exames agora mesmo? — Questionei energético.

- Infelizmente não. — Lamentou-me o médico. — A fila de pacientes em espera é quilométrica. Seria um milagre Emma conseguir uma vaga tão rapidamente

- Então por que nos falou dessa solução? — Rosnei por entre os dentes.  

- Por que apesar de ser médico, eu acredito em milagres, Harry...

Respirei fundo e olhei para Emma, que limpou uma lágrima que escorreu por seu rosto... não consegui fazer nada a não ser abraçá-la forte.

Ela pôs sua cabeça em meu pescoço, começando um choro que me fez partir em mil pedaços.

Nem percebi o momento que desatei em um choro compulsivo ao mesmo tempo que tentei acalmá-la.

- Não chore, meu amor, por favor, não chore — Segurei delicadamente seu lindo rosto. — Vamos achar um jeito. Eu te prometo que vou conseguir esse dinheiro. Eu daria minha vida por você… eu trocaria de lugar com você agora… nem o céu é o limite até onde eu poderia chegar por você — Eu dizia entre o choro, com muita dificuldade.

- Fique calmo… — Acalentou-me.

- Não consigo… — Choraminguei. — Eu não quero perder você… — Confessei, chorando baixinho. — Eu tô com tanto medo, Emma — Ela apertou minha mão com tanta força que a senti formigar.

Segurei sua cabeça em meu peito e guardei minhas dores e medos na gaveta mais escondida dentro de mim, consolando-a com os meus carinhos e silêncio.

- Eu também estou com medo… — Me confessou. — Mas estou mais sobre você ter algum treco — Como ela poderia se preocupar com isso?

E mesmo sem humor nenhum acabei por rir.

- Você é mesmo maluca, sabia…? — Comentei a ouvindo rir, sentindo seus braços me apertarem mais forte.

- Olhe pra mim… — Ela tocou meu rosto em um sinal para que a olhasse e assim o fiz. — Eu quero que me prometa que independente do que eu tenha... você vai se manter firme. Por mim… e para mim... — Ela me encarava com o olhar vivo, e os lábios trêmulos ao prender o choro.

- Eu prometo que vou tentar… — Respondi lutando contra a vontade de novamente desabar. — Me prometa que não irá me deixar… prometa, me prometa, por favor

- Eu prometo que vou ser forte… que vou ser brava e vou enfrentar o que vier até o meu último suspiro...

- Por que está dizendo isso...? — Olhei-a desolado.

Ela sorriu triste ao acariciar meu rosto.

- Eu sei que o que devo ter é grave, amor. Eu já estou morrendo há anos… eu só preciso saber do quê…

- Não… — Abracei-a de novo, escondendo o meu rosto em seu peito. — Você não vai morrer… você não vai me deixar… você prometeu, Emma… 

- Te prometi que ia ser forte… mas não posso prometer algo que está além de mim...

- Para de falar isso, para! — Choraminguei na tentativa em vão de pará-la.

- Amor, me escute

- Não, não… não quero ouvir você dizendo essas atrocidades, Emma! — Olhei para ela com uma expressão repreensiva.

- Me escute. — Pediu com uma firmeza mansa.

Desviei o olhar do dela. Não conseguia encará-la… não queria ouvir as palavras que eu sabia que ela iria dizer olhando em meus olhos.

- Vamos viver cada dia de uma forma diferente? —  A encarei por alguns instantes, confuso com suas palavras. — Sem esperas, sem medos, sem receios, sem sofrimentos, sem planos, sem expectativas, sem futuros. Mas vivendo intensamente…?

- Emma — Eu ia interrompê-la, mas ela não deixou.

- Cada minuto que passa pode ser tudo que me resta para viver, Harry… e eu só quero ser feliz com você. Você pode fazer isso por mim...? — A abracei forte, com minha mão direita entrando em seus cabelos para afagá-los ali.

- Posso… claro que posso, meu amor… — Sussurrei-lhe.

- Eu amo o teu sorriso… e não quero que ele suma nunca… — Assenti.

- E eu não quero que chore mais… — Limpei seu rosto enquanto tentava controlar minhas próprias lágrimas. — Você fica ainda mais linda quando está com um sorriso no rosto — Ela sorriu fixando seus olhos nos meus. — ...me dá um beijo? — Sorri de canto.

Ela assentiu e seus lábios rosados se abriram nos meus iniciando um beijo vagaroso.

Sem pressa... sem medo... mas com muita união e amor.

Com calma e um beijinho no rosto ela nos separou, bocejando.

Acariciei seu rosto, e desviei nossos olhos, olhando ao meu redor rapidamente. Estávamos sozinhos.

- Você precisa dormir, Emm — Bocejei involuntariamente.

- Nossa, já passam das três da manhã — Assustou-se ao olhar no relógio de parede. — Você também vai? — Tentarei.

- Sim.

- Dorme comigo aqui? — Assenti.

A cama era enorme, tinha um bom espaço de um lado, então retirei meus sapatos com os pés e deitei ao lado dela.

Passei um dos braços ao redor da sua cintura mantendo-a colada em mim.

- Você está caindo da cama… — Disse ela.

- Eu não me importo

- Não, amor — Protestou.

Viramos um de frente para o outro, e então ela ergueu a mão para iniciar um carinho em meu rosto, também ergui a minha para acariciar seu macio cabelo.

- Eu te amo… — Soprou-me.

- Eu também te amo… — Rocei carinhosamente nossos narizes fazendo-a sorrir.

E foi admirando o seu lindo sorriso, que comprometir-me a não só fazê-la sorrir todos os dias, como amá-la pelo resto da minha vida...



 

                                                               Horas depois...




 

- Amor? — Abri os olhos apavorado.

- O que houve?! — Sentei na cama. — Está sentindo alguma coisa?! — Ela sorriu, levando sua mão para acariciar a minha bochecha.

- Não, calma! Eu estou bem — Disse acalmando-me.

- Caramba, amor… — Meu coração doía ao tentar recuperar suas batidas.

Beijei sua bochecha rosada e puxei o cobertor da cama para cima dela, cobrindo-a até a cintura.

- Como você está…? — Quis saber.

- Com a boca seca… estou com sede…

- Eu vou pegar água — Eu disse a ela, segurando em sua mão antes de beijá-la. Ela sorriu doce, com aquele sorriso amoroso e agradecido.

Saltei da cama e calcei meus sapatos o mais depressa.

- Já volto — Ela assentiu com a cabeça.

Caminhei pelo corredor e enchi dois copos descartáveis para ela, bebendo quase dois litros, também com sede.

Voltei para o quarto e entreguei um dos copos para ela.

- Aqui está — Nossos olhares não se desviaram, observei atententamente quando ela virou com calma o copo em sua boca. — Quer mais? — Ela assentiu com ânsia.

Estendi o outro copo para ela, que ao virar na boca, buscou por mais.

- Mais? — Questionei.

- Sim.

- Como está a paciente mais bonita desse hospital? — Perguntou o doutor Williams ao aparecer na porta do quarto.

- Estou bem, doutor — Emm sorriu sem graça.

- Ela está com muita sede — Informei-o e ele olhou-a cauteloso.

- Somente isso como novos sintomas? — Como assim sintomas?!

- Acho que sim — Ela pareceu sincera ao ser examinada por ele.

- A boca seca pode ser ocasionada por diversos fatores. Alguns medicamentos podem alterar a produção de saliva, o que pode ser bem desconfortável  

- Então ela tomou algum medicamento que pode tê-la deixado assim? — Eu parecia um investigador.

- Tomou. Mas também pode não ter sido por isso. Abra a boca, por favor — E assim ela fez.

Sua língua estava vermelha e seca.

- Tudo normal na coloração — Ele disse ao analisar. — É bem provável que tenha sido apenas um efeito colateral dos remédios fortes que ela tomou. Está com fome?

- Não — Ele ficou pensativo por rápidos instantes.

- Vamos esperar mais um pouco. Quem sabe essa fome apareça mais tarde, não é? — Ela sorriu de canto. — Agora preciso ir ver outros pacientes. Com licença

- Eu já volto, amor — Eu disse afagando sua nuca. — Doutor. — Chamei-o assim que fechei a porta atrás de mim. — Eu vi como o senhor ficou quando ela disse que não está com fome. Me diga. Isso é grave? — Ele suspirou antes de responder.

- A perda de apetite certamente é um sintoma de LMA.

- Eu já disse que a Emma não tem isso! — Proferi em estresse.

- Isso somente os exames poderão confirmar, Harry — Disse tranquilamente. — Então apresse-se. — Aconselhou-me ao tocar meu ombro e sair quando o chamaram. Respirei fundo e ergui a mão para apertar a minha nuca.

 

Apresse-se.

 

Apresse-se.

 

Apresse-se.  

 

Apresse-se... ela não tem muito tempo, Harry!

 

Voltei a abrir a porta, sentindo um nó no peito, porém me aproximei de sua cama.

- Amor. Eu preciso resolver umas coisas — Mordi o canto da bochecha.

Ela sorriu.

- Tudo bem. — A olhei com atenção.

- Vai ficar ''bem'' sozinha? — Fiz aspas.

- Vou te esperar ansiosa — Sorri triste e acariciei seu rosto, o meu coração estava apertado. Eu precisava conseguir esse dinheiro de qualquer jeito. Por favor, Deus.

Me inclinei sobre o seu rosto e dei um selinho em seus lábios.

- Você está linda. — Eu disse sem conseguir me controlar.

Era incrível como ela conseguia se manter bela estando livre de qualquer maquiagem e com a aparência levemente abatida.

- Obrigada — Sorriu sem graça esfregando as mãos pelos braços.

- Eu volto logo — Disse em um fio de voz.

Caminhei até a porta do quarto e saí determinado.

Eu só voltaria com o dinheiro.

Com o dinheiro necessário.

Assim que passei pela porta da saída do hospital, avistei os meninos descendo do carro.

Caminhei até eles.

- Como ela está, Harry? — Perguntou Liam.

- Na mesma... — Neguei com a cabeça.

- Eu tô arrasado... sinto como se fosse comigo — Lamentou-se Niall.  

- Pois é.. — Lastimou Liam. — A gente fica se sentindo impotente…

- Eu também me sinto assim… eu… — Senti meus olhos molharem sem conseguir prosseguir e então respirei fundo. — Vocês podem me ajudar muito em uma coisa, galera — Funguei.

- Nem precisa pedir. Eu dou todo o meu cachê pra ela de todos os shows que faremos. — Surpreendeu-me Niall. — Pode não ser muito, mas é de coração. Eu adoro aquela menina, Harry — Revelou-me sinceramente.

- Eu também dou o meu — Liam concordou.  

- Pode contar com o meu também, Styles — Ouvi a voz rouca de Louis.

- Calma, gente, a ajuda é bem vinda, mas temos que combinar isso direito — Manifestei-me sem querer ser injusto. — Cada um de vocês têm suas contas atrasadas, nós podemos conseguir mais dinheiro sem ninguém ter que sacrificar nada ou prejudicar-se ainda mais

- Conseguir? — Questionou Louis.

- Mais dinheiro — Depois Liam.

- Como? — Niall finalizou.

- Eu vou bater de porta em porta, de todos os bares dessa cidade perguntando e pedindo uma oportunidade para a nossa banda.

- Ficou maluco, Styles...? — Questionou-me Louis. — Sabe quantos bares existem aqui? Mais de 300!

- Irei em cada um deles.

- Harry, podemos usar a razão? — Pediu-me Liam.  — Você está agindo pela emoção, cara

- ENTÃO ME DIZ COMO VOCÊ AGIRIA?! — Explodi fazendo-os olharem-me compassivos. — Quando se ama alguém, o infinito é PEQUENO diante do sacrifício que somos capazes de fazer pela pessoa que a gente ama! — Voltei as lágrimas. — É difícil suportar a dor que estou sentindo… eu sinto como se fosse perdê-la a qualquer momento, a cada vez que a beijo sinto a dor de uma nova despedida, principalmente quando a deixo sozinha… eu preciso salvá-la. Eu preciso dela pra sempre na minha vida. Eu daria tudo para estar no lugar dela... mas como não posso, darei tudo de mim para tirá-la dessa situação! Não posso perdê-la, eu não suportaria… eu... — Eles aproximaram-se de mim, num abraço coletivo e apertado, tentando consolar-me.

- Ela também é nossa família... — Choramingou Liam. — E a verdadeira família é aquela que é unida pelo espírito e não pelo sangue. — Nos apertamos. — Emma é nossa famíla também… queremos ela em todos os nossos natais… em todos os nossos momentos…

- Eu não quero que ela morra… — Soluçou Niall.

Meu choro era alto e desconsolado.

- Nós vamos te ajudar, irmão... — Liam apertou meu ombro. — A maior riqueza que temos no mundo é a nossa família. E o maior diamante que temos na alma é o amor.

 


Notas Finais


Capítulo tenso, eu sei. O que acharam? Tentei escrevê-lo com o máximo de amor que consegui. Espero que vocês o sintam.
Me digam o que acharam e até o próximo ❤️


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