História When paths cross ... - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger, Personagens Originais, Tom Riddle Jr.
Tags Tomione
Exibições 42
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente eu ia dar a tradução do titulo mais resolvi não estragar a surpresa.

Capítulo 6 - I will forever protect Jane.


Fanfic / Fanfiction When paths cross ... - Capítulo 6 - I will forever protect Jane.

Virei-me encarando a pele alva e os olhos verdes de Tom.

-Poderia ser menos chato sabia?- ele riu.

-Vem. –disse me puxando pela mão, fomos até uma parede feita inteiramente de tijolos, ele sussurrou algo e te lá surgi uma porta. Ele a abriu, e nós entramos.

-Então aqui é o dormitório da Slytherin?

-É. –ele disse novamente me puxando, subimos escadas em espirais até um laboratório amplo. –Privilégio da Slytherin.

-Na Ravenclaw temos uma biblioteca particular com um acervo de 200 livros, um laboratório e uma sala onde treinamos duelo. –me gabei da verdade.

-Bom pra você. - disse indiferente, fomos até uma das bancadas. – Espero que tenha copiado os ingredientes da poção.

-Não preciso sei de cor e salteado. –me gabei novamente. “Metida” disse ele fingindo tossir. - Oque você disse?!

-Não nada. – eu sabia que ele mentia, mais apesar de estar fruta da vida preferi não arrumar encrenca e sim ajuda-lo a separar os ingredientes que precisávamos. ”Metida” tossiu ele novamente e para seu azar meu sangue não era de barata. Peguei o primeiro pó que vi na frente e taquei nele fazendo uma fumaceira danada.

Quanto ele saiu da fumaceira, sua pele era azul e seu cabelo verde. Não evitei e comecei a rir, ou melhor, gargalhar.

Mais antes que eu sequer imaginasse ele tacou um liquido viscoso em mim. E foi a vez dele rir das várias espinhas que cresciam pelo meu corpo. Peguei outro frasco e taquei nele e suas orelhas ficaram grandes, e assim começou uma guerrinha de líquidos e pós estranhos. Taquei algo rosa nele e ele me tacou algo preto.

Assim que o conteúdo bateu em mim senti tontura, enjoou e uma dor aguda na cabeça e nos ossos. Cai que nem abacate maduro no chão, minha vista escureceu até se apagar...

Pov. Tom Riddle:

A garota de cabelos castanhos caiu no chão em um baque surdo. Uma preocupação descomunal me invadiu algo que nunca em nem um milhão de anos eu senti. Corri até os estilhaços no chão onde se lia perfeitamente o nome da poção em usei nela:

“Poção concentrada do morto vivo”

Logo embaixo havia um aviso escrito em vermelho escarlate:

“Dilua bem ou use somente em seu pior inimigo”

Desesperei-me, peguei a castanha nos braços e desci a toda até o salão comunal, corri até a enfermaria, Flor Pomfrey e sua filha Papoula, estavam lá. As duas correram a me ver com a garota rosa, cheia de espinhas e cabelos verdes nos meus braços.

-Senhor Riddle oque aconteceu?- perguntou Flor Pomfrey.

-Eu e ela estávamos preparando a poção amortentia, começamos brigar e a tacar frascos um no outro, acabei acertando uma poção concentrada do morto vivo nela.

-Oh meu Merlin. –exclamou Papoula- Rápido coloque-a aqui.

Coloquei Jane na marca, Flor Pomfrey começou a ministrar poções na garota, Papoula veio até mim.

-Deite-se senhor Riddle, preciso diagnosticar oque foi usado em você e depois ministrar poções para que o efeito de tudo passe.

-Cuide primeiro dela, eu estou bem. –pedi me surpreendo com meu ato.

-Senhor Riddle minha mãe está cuidando da senhorita Jones, fique tranquilo. –tentou a mulher- Agora se deite.

Contrariado me deitei em uma maca ao lado da maca de Jane. Depois de algum tempo Papoula me deu uma poção para eu dormir, por que suposto ela as próximas poções que ela teria que ministra em mim causariam dor.

~*~

Abri os olhos não sabendo bem o quanto eu dormi, com o barulho da cama ao lado, onde Jane estava cercada de pessoas, doces e balões. Ao meu lado só tinha o bom e velho Abraxas.

-Pensei que tinha morrido. –murmurou ele.

-Não dessa vez...

Pov. Greta Jones:

Vi que o mestiço havia acordado, fui até sua maca já gritando:

-Olha oque você com minha irmã! Olhe bem! E olhe também quantas pessoas a amam! Seu órfão imundo!- ele riu.

-Não vou lhe dar atenção Jones. Por que é isso oque você quer não é mesmo? Chamar a atenção. Atenção que não consegue atenção que Jane e Gorete ganham. Você se sente injustiçada não é mesmo? Deus não foi tão bonzinho com você, não é? Não lhe deu inteligência nem beleza, duas coisas que suas irmãs tem pra dar e vender. Por que afinal você sempre foi e sempre será a ratinha que se finge de serpente. Sabe oque eu faço com ratinhas? Quebro todos os ossos e dou para Nagini comer.

Senti lagrimas fininhas descerem pelo meu rosto, olhei para Jane e Gorete e a duas eram perfeitas com suas luzes próprias como duas brilhantes estrelas sai correndo com as mãos nos olhos. Chorando.

Pov. Jane Jones:

Pedi educadamente para meus primos e Lina se retirarem, mentido sobre estar com dor de cabeça.

-Ei, Abraxas? –chamei.

-Oque foi Jones? –perguntou ele.

-Posso falar com Riddle um instante? –perguntei, ele olhou de mim a Riddle e ao receber o consentimento do rapaz na maca saiu. –Obrigada.

-Pelo que? –perguntou ele realmente confuso.

-Por me trazer aqui, você poderia ter me deixado morrer, mais não...

-Teria que explicar o corpo depois. - disse ele e inevitavelmente eu ri. –Fica bonita rindo.

-Ai carambola, para de falar que sou bonita!-ele me olhou, um olhar do tipo “você é doida?”.

-Por quê?

-Por que sim!-teimei.

-Por que sim não é resposta.

-Está bem, eu te conto por que não gosto de ser chamada de bonita. – disse irritada. –Mais não vale contar algo pra ninguém! Entendeu?

-Tudo bem. –ele se aprumou na cadeira, pronto para ouvir a história.

-Quando e tinha oito anos, havia um homem, um suposto homem de Deus, que sempre me chamava de bonita. Meu pai e minha mãe sempre confiaram nesse homem. Um dia quanto eu fique doente e não tinha ninguém para me levar para hospital, já que meu pai estava trabalhando e minha estava grávida, esse homem foi comigo ao hospital. Chegando lá eu me consultei tudo certinho. Mais ao voltar ele mudou o trajeto de casa e foi a uma rua escura. Lá... Lá... Ele me estuprou. Quanto voltei para casa ele me forçou a não contar a ninguém disse que mataria a todos se eu contasse...

Terminei a história com lagrimas nos olhos, não gostava de lembrar-me do que me aconteceu naquela noite... Não gostava de lembrar o que meu tio me fez...

-Me desculpe não sabia...

-Não é culpa sua como você disse: “ você não sabia”. –disse limpando minhas lagrimas. –Por favor, não conte a ninguém, seria muita vergonha para mim.

-Eu pessoalmente não acho certo. –disse ele se levantando de sua maca e se sentando na ponta da minha maca. – Mais se você quer assim tudo bem.

-Obrigada novamente. –disse o abraçando, não sabendo por que o fiz.

Ele afagou gentilmente meus cabelos: - Para todo o sempre irei te proteger Jane. E nenhum mal te atingira novamente.

Soltei-me de seus braços e limpei novamente minhas bochechas: -Amigos?

-Amigos. –concordou ele, me virei de ponta cabeça na cama e deitei a cabeça em seu colo. –Vai dar torcicolo.

-Dane-se no momento não quero um pescoço bom e sim um ombro amigo, ou melhor, um colo amigo.


Notas Finais


Pessoas, vou para de colocar Hermione/Jane Jones, Lis/Gina, Oto/Nott e Gus/Malfoy.
Coloquei no começo para vocês saberem quem é quem, mais agora acredito eu que vc já decoraram né?

Uma bela amizade entre Tom e Hermione começa aqui.


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