História When the Dead Rise - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais, The Walking Dead
Tags Ação, Drama, Família, Hentai, Originais, Romance, The Walking Dead
Exibições 4
Palavras 2.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


VOLTEI COM MAIS UM CAPÍTULO. Dei de presente esse pra vocês por ser dia das crianças, o próximo pode demorar, depende do meu humor. Boa leitura a todos.

Capítulo 4 - 4 - Tiffany


Fanfic / Fanfiction When the Dead Rise - Capítulo 4 - 4 - Tiffany

                   POV ISA

O pai da Ju voltou pra mesa e continuamos almoçando, depois disso começou uma briga por carregador de celular. 

- Cara, tem 4 carregadores. Quem vai usar?! - Flavio pergunta segurando dois.

- Eu preciso carregar o meu, preciso falar com a minha mãe! -  Matheus disse com raiva. 

- Querem ligar para a mãe de vocês, liguem da porra do telefone da casa! Não tem como cortarem o telefone, aqueles merdas já devem ter virado debils mentais também. - Bruce disse puto da vida com a briga. - E pra carregar essas porras de celular, brinca de zerinho ou um! Os primeiros que saírem carreguem o celular. Economizem a porra da bateria!

Eles fizeram o que o Bruce mandou, tiraram zerinho ou um. Como eu também queria um dos carregadores eu entrei no negócio também. O primeiro a sair foi o Ivan, depois foi a Ju, depois foi o próprio Bruce, e por último Alvaro. Pegaram os carregadores e deixamos lá carregando. 

- Desliguem o celular para carregar mais rápido. Eles também querem usar, então não fiquem mexendo pra demorar para carregar. - Bruce disse colocando seu celular para carregar. 

- Cadê a Gusta? - Perguntei olhando a Ju.

- Ela saiu da mesa, não sei não. - Deu de ombros. 

- Estranho, euein. - Peguei uns cadernos na minha mochila e comecei a escrever qualquer coisa. - Se eu soubesse que o mundo estava acabando, teria trago livros. 

- Eu também. Nesse lugar não tem porra nenhuma pra fazer. - Disse Flavio do meu lado olhando o que eu estava escrevendo.

- Não é pra ler! - Fechei o caderno na hora. 

- Aff... - Virou pra frente. 

Revirei os olhos e sentei em um canto da sala, e voltei a escrever. Ele deitou no sofá e foi dormir.

 


              POV CAROL

Tiffany... A Tiffany! A Tiffany tinha me mandado mensagem! Fiquei tão incrédula que quase chorei dentro daquele banheiro de tanto que fiquei feliz em saber que ela estava viva. Ou pelo menos consciente, se ela foi mordida. 

Whatsapp On

Hot Bitch: Finalmente criei coragem de te chamar. Finalmente! Estou realmente com muito medo de você está... como esses bichos, esses mortos vivos. Estou mandando essa mensagem só pra saber se você está viva ou não, fiquei com muito medo de mandar antes e você não responder e eu ia ficar imaginando coisas e acabar me matando, mas como já estou quase fazendo isso e as chances de você está morta é de 90%. Mas preciso saber se vc está ou não. Vou estourar meus míolos amanhã caso vc não responda. Eu não consigo sozinha, se caso me responder, eu espero o tempo que for. 

Carol: PUTA QUE ME PARIU! ALELUIA SENHOR! EU TAVA PREOCUPADA PRA CARALHO COM VC SUA PUTA! NÃO SE MATA! PELO AMOR QUE VC TEM A OZZY OSBOURNE! NÃO SE MATE! EU TO VIVA! 

Carol: E eu vou te encontrar, mesmo que isso leve minha vida. Fica em casa, e se quiser sair para pegar comida ou algo assim, pegue um casaco seu e coloque sangue de errante, mate um, o abra e coloque o sangue dele. 

Carol: Eu sei que o cheiro é horrível, e para matá-los, acerte-os na cabeça, tem que pegar no cérebro, se não eles não morrem. Por favor, fique viva, eu vou atrás de você. 

Hot Bitch: Aleluia meu Deus! Eu estava realmente com muito medo de você não está viva. Se você não respondesse até amanhã eu realmente me mataria Carolina! Santo Ozzy... 

Hot Bitch: E eu sei como matar esses zumbis mortos vivos ok? E não se preocupa, tem bastante comida aqui em casa. Roubei das casas dos vizinhos.

Carol: Não se mate nem saia daí! Eu vou ir atrás de você ok? Eu tenho que desligar porque é muita gente para poucos carregadores. Bjs. E eu te amo. Muito. 

Hot Bitch: Tmb te amo. Bjs. 

WhatsApp Off

Saí do banheiro e fui a cozinha, estava mexendo as pernas bem rápido por conta da minha ansiedade para sair pra buscar ela. Estava me tremendo de ansiedade. 

- O que você tem Gusta? Nunca vi você comendo desse jeito. - Ju disse tirando minha atenção que estava no meu celular e na comida ao mesmo tempo;

- Na-nada... Só estava com fome, faz três dias que não como nada. - Digo evitando à olhá-la nos olhos. 

- Você está muito esquisita. Não quer falar o que está te deixando assim não o maluca? - Perguntou ainda me olhando. 

- Não. Me esquece. Não é nada de mais. - Continuei comendo e logo acabei, taquei o prato na pia de qualquer forma e fui pra sala pensar em um modo de sair daquela casa. 

Bruce achou muito esquisito esse meu modo e ficou do outro lado da sala me olhando com uma cara de 'Se você não falar o que você tem, eu mato você'. Fingi não ter visto. O problema era que ele tinha visto que eu vi e ficou me olhando sério, ele sabia que eu sentia quando me olhavam e ficava muito agoniada com isso. Quando eu o olhei, ele fez sinal com a cabeça para ir atrás dele. Ele foi até a varanda de trás da casa, onde nós não íamos muito por medo de algum errante nos ver e ficar no portão de trás também. 

- Fala logo! O que você tem? Ta toda esquisita depois que foi no banheiro aquela hora. O que você tem? Entupiu o vaso? - Ele perguntou meio nervoso e agoniado.

- Não. Eu não entupi o vaso, e nem tava cagando pra sua informação. E eu não  quero contar pra você, pelo simples fato de que você vai ficar em cima de mim o tempo todo. Pra não garantir que eu faça alguma merda. - Falei rápido.

- Fala logo, se não, eu vou mesmo ficar muito em cima de você. Vou virar sua sombra! - Ele ia continuar, mas eu o cortei.

- Ta ta! Eu... recebi uma mensagem. Da minha melhor amiga. E vou ser direta, não vou resumir nada. Eu vou ir atrás dela. Quer você queira ou não. - Falei com raiva e ele ficou parado me olhando sem expressão.

- Eu te levo lá. - Disse depois de alguns segundos e eu fiz cara de WTF. 

- Que?! Bruce você foi mordido por um desses debils mentais? - Continuei com a mesma cara.

- Eu te levo lá. A gente trás sua amiga. Ela não foi mordida né? - Ele pergunta ainda me olhando e eu tava realmente assustada. 

- Não. Ela não foi mordida. - Falei. - Ela mora aqui perto. Perto da Berlim. 

- Ok. Vamos lá e vamos trazer ela aqui. Fica calma. - Disse e ia saindo da varanda, mas eu o puxei.

- Porque ta fazendo isso? - O olhei nos olhos.

- Eu sei como é ruim perder alguém que gosta, quando se podia ajudar ela. - Disse e saiu. 

[...]

 


                 POV ISA 

Aquela casa estava um verdadeiro tédio. Os meninos estavam quase todos quase dormindo. Ju estava conversando com Alvaro. Anna conversando com Ivan. E eu tava no canto que nem idiota perto do Flavio que não saia de perto de mim. Toda hora ele tentava ler o que eu queria escrever, mas não conseguia porque ele queria ficar em cima de mim pra ler! Que cara chato! 

- Eu vou dormir. - Disse Bruce indo para o quarto. 

- Aleluia... Agora eu posso sair. - Disse Ju depois de alguns minutos que ele tinha entrado no quarto.

- Ta louca? - Perguntei levantando e cercando ela. 

- Isa, não tem nada pra fazer! Eu preciso sair, eu quero me divertir um pouco. - Ela disse como se fosse normal.

- Por acaso brincar com a própria vida é divertido?! - Perguntei indignada. 

- Ai Isa para de ser igual o meu pai pelo amor de Deus! Eu preciso fazer alguma coisa. Se eu não sair eu vou fazer o que? Vamos brincar de deitar e dormir? - Ela perguntou com um tanto de raiva.

- É! Vamos ver um filme na internet então! É melhor que nada! Melhor que ir pra rua e morrer! - Falei apavorada lembrando dos errantes na rua.

- Ok. Que filme vamos ver? - Ela perguntou sentando no sofá, suspirei alivíada. 

- Comédia! - Flavio e Alvaro disseram juntos levantando a mão.

- Suspense. - Falei.

- Drama. - Disse Anna.

- Terror. - Carol falou entediada.

- Ivan? - O olhei e ele me olhou como se tivesse levado um susto.

- Drama. - Disse e olhou a Anna logo depois.

- Matheus? - Olhei ele e ele tava no mundo de Saturno, de tão longe que estava. - Matheus? - Continuou da mesma forma. - MATHEUS?! 

- Que foi caralho?! - Ele perguntou a olhando.

- Que filme você quer ver? - Pergunto entediada.

- Ah sei lá! Qualquer coisa. Porno. - Disse e os meninos riram. 

- Vamos ver comédia então. - Falei e liguei o computador. 

Coloquei um filme qualquer de comédia e no meio do filme acabei pegando no sono. Acordei e o filme ainda não tinha terminado e todos os outros estavam dormindo também. Menos a Carol que acho que estava no banheiro. A luz tava acesa. Voltei a dormir, aquele filme de comédia não tinha nada. 

[...]

 


            POV BRUCE

Cochilei por um tempo no quarto. Quando acordei e fui na sala eles estavam assistindo um filme sem graça no computador. Tão sem graça que todos estavam dormindo. Menos a Carol que estava usando o carregador e olhando o celular.

- É a sua amiga? - Perguntei a olhando. 

- Sim. Ela disse que acabou de almoçar. Vamos quando buscar ela? - Ela perguntou vindo até mim e falando baixo.

- Se arruma e vamos. Não quero que nenhum deles saíbam porque vão ficar perturbando pra ir junto. - Falei sério e ela asssntiu indo até o quarto da Ju. 

Fui ao banheiro e fiz o que tinha que fazer. Que era cagar. E saí de roupão depois de tomar meu banho de depois de cagar. Fui ao meu quarto e coloquei uma roupa qualquer e ela já estava na sala me esperando. Fiz sinal pra irmos e saímos devagar indo até o quintal. Colocamos aqueles casacos que estavam com o cheiro pior do que antes por estarem guardados e o sangue tinha secado, e estava um cheiro de pobre. Tava um nojo aquela merda.

Saímos pelo portão e eu me certifiquei que estava levando todas as chaves do portão que tinha na casa. Não queria que a Ju saísse sem mim. Poderia morrer, aí eu não sei o que faria da minha vida. 

Seguimos andando pelas ruas que estavam repletas de debils mentais até virarmos em uma em especial que não tinha lugar para andarmos praticamente. Eu me assustei com aquilo, e a Carol também. Ela me olhou como se me perguntasse por olhar o que nós faríamos. E eu tentei falar por olhar que íriamos seguir caminho, ela recuou um pouco, mas acabou vindo comigo. Eu estava segurando dois facões e ela também. Ela não sabia que eu estava com duas armas na mochila que eu estava levando, e eu não pretendia contar a ela. 

Com muita dificuldade nós passamos por todas aquelas coisas e chegamos a tal casa da amiga dela. Carol me olhou estranho e eu não entendi muito bem, até ela fazer um sinal pra eu ajudar ela a pular o muro. Até que a rua da amiga dela não tinha muitos debils mentais, então eu me certifiquei que não tinha nenhum perto e juntei as mãos pra ela subir. Ela subiu com facilidade e entrou na casa. Eu fiquei atento no portão olhando lá pra dentro. 

Uns minutos se passaram e nada dela aparecer. Já estava ficando nervoso com aquela porra. Comecei até a suar frio, mas graças ao bom Deus aquela garota saiu daquela casa com uma menina ruiva atrás dela. A ruiva abriu o portão rápido e correu pra dentro de novo deixando a chave com a Carol, entrei na casa e a Carol fechou o portão logo vindo atrás de mim. 

A casa estava até limpa, pensei que estaria suja já que se deixar a Julia deixa aquela casa pior que buteco se eu não mandar ela não fazer as coisas. Eu não vi os pais dela lá e ela estava arrumando uma mochila e procurando no guarda roupa alguma coisa. 

-Tiffany, esse é o Bruce, o pai da Ju. Eu fiquei na casa dele, desde que essa porra começou. - Carol falou olhando a ruiva e ela sorriu timída pra mim e me comprimentou. 

- Uma pergunta... Como sobreviveu duas semanas aqui? Seus pais estão aqui? Ou... - Eu ia continuar, mas a ruiva me cortou.

- Eu matei meu pai e minha mãe... - Ela parou um tempo, estava muito abalada com aquilo, estava na cara dela praticamente. - Eu cheguei em casa da escola, e já estava dessa forma e eles já estavam dessa forma... transformados... 

- E você matou eles na hora? - Eu meio que perguntei rápido de automático. Me arrependi na hora, mas não demonstrei muita coisa. 

- Matei. Era eles ou eu. - Ela disse meio que segurando o choro e voltou no quarto para pegar mais alguma coisa. 

Parei quieto olhando o nada que nem babaca pensando no cu que eu falei! PRA QUE EU TENHO QUE PERGUNTAR AS COISAS?! AI QUE SACO! PUTA QUE PARIU! PORQUE EU PERGUNTEI PRA MENINA QUE MATOU OS PAIS?! SE ELES NÃO ESTÃO NA PORRA DA CASA QUER DIZER QUE MORRERAM O IMBECÍL! Eu queria realmente me matar naquele momento. Eu sou muito imbecíl. Meu Deus!

Eu ainda quis me matar naquele mesmo momento pelo simples fato de que eu teria que perguntar mais uma coisa pra menina. E eu estava realmente com raiva de mim mesmo por ainda ter que atormentar a menina com mais uma pergunta.

Ela saiu do quarto e foi na cozinha. Carol estava falando com ela enquanto isso. Eu fui até a cozinha. Esperei elas terminarem um assunto que eu não entendi muito bem e a ruiva me olhou. 

- Mais uma pergunta... - Falei e Carol me olhou com raiva e eu ignorei. - Como você sobreviveu sem comida? 

- Eu uso o mesmo metódo que vocês. Eu cobri um casaco grande que eu tinha com o sangue de um desses bichos. E fui nas lojinhas, mercearias que tem aqui perto e trouxe pra cá. - Ela disse e abriu o armário que estava bem estocado de comida.

- Vamos levar pra lá então. Quanto mais comida melhor. - Falei e ela concordou. Eu peguei uma bolsa grande que achei em um dos quartos da casa. 

As meninas me ajudaram a colocar toda a comida que tinha lá dentro da bolsa e das duas mochilas que eu e Carol ja tínhamos levado com a gente vazia já pra isso mesmo. A ruiva estava levando uma mochila, acho que tinha roupas dela. 

Logo saímos de lá e a ruiva colocou um casaco que fedia tanto quanto os nossos. E fomos pra rua. Quando chegamos perto da rua que estava cheia de errantes que mal dava pra andar direito, nós resolvemos desviar e passar pelo caminho mais longo. Era ruim, pois estávamos levando as bolsas pesadas. Mas era melhor pra certificar que não iamos morrer, porque não daria pra correr com aquelas porras de bolsas pesadas pra caralho. 

Foi uma hora pra chegar em casa. Como eu disse, fomos pelo caminho maior. Demos uma porra de volta inteira naquela merda pra chegarmos. A minha rua estava muito deserta. Tanto que eu achei até esquisito, abri o portão e entramos. Carol suspirou alivíada e soltou a bolsa de comida que eu tinha dado pra ela segurar pra poder abrir o portão. Ela espreguiçou um pouco e até deu pra ouvir os estalos das costas.

- Ta pior que eu que tenho 50 anos garota. - Pensei alto e ela riu e me deu dedo. - Olha o respeito. 

Ela saiu andando pelo corredor de entrada com a ruiva e eu acabei de trancar o portão e levei a bolsa de comida. Quando abri a porta da casa a Julia quase me engoliu com seu olhar mortal de ódio. Então ela olhou a Carol que entrou na casa atrás de mim e com toda certeza nem deve ter visto a ruiva e foi pro quarto com raiva batendo o pé. ELA TEM 17 ANOS E AINDA TEM CIÚMES DE MIM? AI QUE SACO! 

Revirei os olhos e fui no quarto vê a Ju. 

[...]


Notas Finais


Ta um belo coco, mas é a vida. Nem tudo são rosas, e nem tudo é escrito por alguém que escreve bem para caralho! Comentem mesmo assim, isso me incentiva a escrever mais e a ter mais vontade de postar. Bjs de luz.


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