História When the moon cry - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Drama, Mistério, Terror
Visualizações 9
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii gente, obrigado por lerem a fanfic:):P:-o*_*ˇˍˇ◑ˍ◐◑ 3◐T_T≧ˍ≦●ˍ●espero que gostemkkkkkkbeijos>﹏<>ˍ<

Capítulo 3 - Ikkai- Arco 2


Eu estou no meu quarto, segurando o meu iphone e escutando a quarta música da minha lista de reprodução. Uma música bem triste por sinal. Eu remexia a minha cabeça e cantarolava os trechos de que conhecia. 

Não entendo o porquê das coisas serem tão formais ou tão bem planejadas na vida. Não fazemos nada, do que já no soubéssemos o final e se seria benéfico ou não para nós mesmos. Recentemente, pensei em pintar o meu cabelo preto em azul, verde ou rouxo mas não quero que os meus tios me vejam com maus olhos ou de que eu esteja sendo rebelde ou algo assim. Queria entender o que teria de errado dentro de mim. Era como se um grande espaço do meu coração estivesse apertado ou encharcado com algo sombrio ou obscuro. Algo negro que me consumia ou que me segurava já faz muito tempo. 

Amanhã era o meu primeiro dia de aula, e parecia com que meu corpo estivese estremecido ou paralisado de ansiedade. Não sabia se as minhas roupas estavam boas, ou se iriam gostar de mim. Tenho pouco carisma e vontade de rir para agradar os outros. Esse era o meu defeito. Ser transparente demais.

O meu tio falou pouco comigo naquele dia, mas minha mão não. Parei música que estava eacutando e abaixei os fones de ouvido até o meu colo. 

Ela sorriu de um jeio estranho e confortante, antes de me dilacerar com suas palavras. 

— Rayan. —sua voz estava orgulhosa e meio embargada. — Tem algo que você queira falar comigo? 

Desvio o olhar, remexo em meus fones de ouvido. 

— Tem, sim. — comento, tentando ser legal e compartilhar com ela, algo sobre mim. 

— huh, achei Isso interessante da sua parte. — ela sorri e se acomoda na cama, junto à mim. 

— Tenho,bem... eu sinto falta do circo. — começo. — Mas eu não quero muito, ir para à escola amanhã. 

Ela suspira bastante e seu olhar carinhoso me de deixou mais tranquilo. 

Correu o olhar pelo meu quarto, procurando alguma coisa, mas não sei oque é. 

— Pronto! — ela exclama ao pegar uma camisa minha que estava empilhada com algumas outras roupas. — É assim que quero explicar, essa camisa pode não estar preparada para se juntar a outras roupas ou até mesmo para ser lavada na máquina com todas as outras, mas é algo em que ela não pode fugir para sempre. 

O rumo estranho da conversa, apenas me deixou ainda mais confuso e perdido. Era assim que deveria se chamar a história da minha vida: Perdido. 

— E outras calcinhas não se dão bem com outras cuecas, mas... 

Ignoro o rubor vermelho em minhas bochecas e dou uma risada meio que sem graça. 

—Tia, acho que estamos falando de mim, não de uma cueca calvin klein. — comento, ainda meio sem jeito e vermelho. 

— Tá, eu sei, mas eu só queria dizer que desejo o melhor para você. E se você não quiser ir amanhã, podemos adiar para depois de amanhã, ou depois do depois de amanhã. — ela piscou o olho. 

— Sério, você é demais. — eu digo, dando um abraço nela. 

— Ser mãe de um adolescente tão mimado, é assim mesmo. 

Quase dou uma gargalhada sem noção ali mesmo. O senhor Carson aparece na porta e faz um gesto para Katy descer. Ele me dá uma  piscadela também. 

* * *

Naquela noite, me viro sem parar de um lado para o outro, sem conseguir dormir. Estava apenas de cueca calvin klein azul escuro — que eu não gosto —, e sinceramente, tomar água à noite não complementa muito bem a minha barriga. Apenas um bom copo de leite morno compensa. Mas como eu não vou deixa-lo quente, prefiro tomar gelado assim mesmo. 

Ligo a luz da cozinha e pego um copo de vidro simolsimples es para encher de leite e depois fecho a geladeira bem devagar. Eu não quero acordar ninguém agora. Coço a barriga e vou até a sala com o meu copo e minha bebida favorita. 

Algumas cartas estavam numa mesinha de madeira e chamava atenção pelo monte enorme e cheios de selos. Ao beber algumas vezes, deixo o copo na cozinha e começo a ler alguns nomes e datas. Deveria ser do meu pai, já que ele é um homem que gosta do mundo dos negócios e de grandes construções. Algumas delas me chamavam atenção e outras não. Até que eu acho uma carta um pouco maior do que as outras no monte. Eu a viro e leio o nome do meu tio nela. 

A luz se ascende e uma figura alta e de um porte maior aparece. Sua barba feita e seus cabelos desgrenhados me chamam a atenção. O meu tio, apenas queria me matar de susto naquele momento. E dado as circunstãncias, eu estava parecendo um rato suspeito e bem medroso. Muito medroso. 

— Tenho certeza de que você estaba fazendo algo interessante aí. — ele diz, com seu rosto sonolento. 

Meu coração ficou acelerado por causa da adrenalina, e as palavras acabaram saindo todas se sentido e confusas. 

—A-a-h,bem... Eu só estava... Só queria ver as cartas que estavam aqui... E beber um pouco de leite. — comentei. 

Ele fez uma expressão séria e depois uma bem mais calma e alegre. 

E então, se aproximou da pilha de cartas. 

— Droga, realmente é uma grande pilha. Eu acho que não sou tão organizado como sua mãe. — ele sorri. 

— Nem eu sou, tão organizado assim. — Também sorrio. 

— Só tenha cuidado, para não ficar assim na frente dos outros.. — No momento não entendo muito bem, ele estaria falando o porque de que eu estou só de cueca, ou... 

Eu aindanão havia percebido. Mas no choque do susto que tinha levado, algo na minha cueca ficou... Sério, sou uma pessoa muito retarda. Eu nunca vou conseguir amigos desse jeito. 

— É... — eu murmuro. 

— Problemas masculinos, sei bem como é isso. Coisas de adolescente. — ele diz casualmente. — Só não entendo como uma carta pode excitar uma pessoa. As únicas coisas que me deixam excitado é no trabalho, ou se ganhasse num sorteio um carro. 

Fico constrangido. E agora, tento pegar um travesseiro para colocar no colo e não me sentir tão constrangido e sem reação naquele momento. 

— Porque essa carta é maior do que as outras? — pergunto. 

— Vou te contar uma coisa,mas, não sei se você vai me entender bem. — ele começa. — Você conhece o novo parque de diversões que vai abrir nessa semana? 

— Eu conheço. — respondo. 

— Então, o Moon cry vai ser uma grande construção da minha empresa. Muito dinheiro vai ser investido nele. O governo está pagando muito para que o parque seja criado. 

Sinto uma pontada no estômago, algo que não conseguia me expressar bem o que fosse. O que seria. Talvez, uma premonição. O lugar onde o Moon Cry foi construído sempre foi alvo se exploração e estudo sobrenaturais já que nesse lugar, foi coberto por um campo eletromagnético que até hoje ficou sem explicação. Em um fórum da internet, conheci uma garota online chamada Débora, que me contou algumas histórias tenebrosas sobre o local, além de aparições sobrenaturais. 

— Nossa, e porque o governo se interessaria tanto em construir um parque de diversões logo em cima de um lugar como esses? — Pergunto, meio desconfiado e surpreso. 

— Por algum motivo pessoal, ou só porque o lugar é gigante, enorme, eu não sei, mas o importante é que eu vou ganhar muito dinheiro com isso. — disse ele sorrindo pra mim. 

— Isso é um sorriso meio orgulhoso e arrogante da sua parte e em. — digo, ao ver sua expressão confusa. 

— Você é muito novo para saber sobre arrogância. — diz o meu tio, ao me afrontar com várias cócegas e me rendendo no sofá. 

Então, Katy aparece encostado na entrada da sala, com os braços cruzados e uma expressão de raivinha no rosto. 

— Oh, eu mesinto com muito ciúme de vocês dois... — resmungou ela. 

— Não estamosfazendo nada de mais, tia.  — eu brinco. 

— Eu nunca iria macular um jovem tão inocente como esse... — ele murmura. 

Katy vem e se joga entre nós. Eu fecho os meus olhos, me apoio no ombro de Katy e bocejo. E quase durmo. 


Notas Finais


Obrigado por leremkkkkk eu estou gostando muito de escrever essa história para vocês😁😎😊😀😆😅😉😃😊😅😋😋😉😊😀😂😁😅😂😆 acreditem, muito mistério, segredos, novos personagens, dramas, problemas familiares, sobrenatural e um super plot twist que sei que muita gente vai cair em lágrimas emmmm😂😀😄😊😎😋😆😉😃😀😄😂😆😀😆😀😄😃


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