História When the moon cry - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Drama, Mistério, Terror
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Palavras 1.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiiii genteeeee^^ eu sou uma pessoa muito animda😀😄😉😆😁😎😎😋😀 não sei porque^^enfim, espero que gostem desse próximo cap

Capítulo 5 - Ikkai-Arco 4


Eu puxo a minha bolsa da escola, e já estou pronto para ir. Caminho até as escadas e piso degrau por degrau até chegar na sala. Minha tia está toda sorridente ao me ver pronto para a escola. Estou com uma camisa preta e um jeans normal. Meu tênis é vermelho e minha bolsa tem alguns tons escuros de verde, azul e cinza. 

— Você está um gato, muito cuidado com as garotas. — ela disse, girando a chave do carro, e me analisando com o seu olhar. 

— Ah, você só está dizendo isso para me agradar. Eu não sou assim tão bonito como a senhora está dizendo. — eu comento. 

— Você é sim. Muito bonito. E inteligente. Só não faça isso subir à sua cabeça. — ela continuou. 

— E não vai, porque eu não sou tudo isso. — Digo, por fim. 

— Você não vai chegar atrasado hoje. — ela comenta, parecendo estar Muito focada no trânsito. 

Passamos por algumas ruas, casas bem bonitas, crianças sorridentes e brincando ao ar livre em seus quintais. Estava insolarado e o vento fresco, apenas me acalmava. Eu fiz o que todo aluno novato deveria fazer, avaliar o que dizem sobre sua escola na internet. Embora tenha alguna fóruns na internet que falem sobre alunos e seus problemas pessoais na rede, não encontro mais nada de estranho ou anormal em que se possa transformar em desculpa para não ir á escola. 

Merda. Era um grande conjunto de merda e garotas suspirando e se matendo por conta de um garoto novo chamado Bram Wate, que iria ser transferido para lá no mesmo dia que eu, e ser um grande popstar ou modelo, enfim, não espero que isso me afete hoje, espero não chamar tanta atenção quanto esse tal de Bram

Katy me olhou pelo espelho do carro que dava vista exclusiva para onde eu estava. Minha cara vazia e meu  olhar vagante para um lugar bem longe dali deixou ela desconfiada. 

— Você sabe que estamos chegando bem perto da escola, não sabe? — Sua afirmação me dispara algo ansioso no coração. Só de ver o campus de longe, eu quero me segurar no carro com unhas e dentes e não largar de jeito nenhum. 

—T-t-tia... — eu murmuro. 

— Rayan?... Por quê você estátão estranho assim? — ela me olha com um olhar confuso. 

— Eu não consigo sair do carro. — eu comento. 

— Rayan, não é possível. — ela me encara feio. 

Sua mão segura em meu braço e no começo apenas puxa de leve para depois puxar com mais força. Eu projetei meu corpo para trás e ela me puxava para a frente. 

— Ah, eu... Não estou querendo ir! — eu exclamo. 

— Já chegamos até aqui! Use sua força de garoto forte e destemido, e encare essas pessoas. — Esse conselho que ela me deu, fez com que meu corpo se enchesse denovo com coragem, mas ao mesmo tempo, minha mente dizia que aquilo não era uma boa idéia. 

— Certo. Mas eu não estou com convicção nenhuma de que  vou gostar dessa escola. — eu comento. 

— Hã, mas isso já é um começo não é. Vai lá, meu garotão. — ela comenta. O carro então parte, e me deixa ali sozinho, com apenas a minha coragem e a minha bolsa. Além do que um certo pânico. Um grande pânico

Esse campus é muito grande. As plantas e as folhas são bem verdinhas. Tinham alunos sentados na grama, conversando, alguns namorando e outros apenas escrevendo anotações. 

— Hey, bob, olha ali. — um garoto dizia. 

— Oh,cara, aquela ali é fogo, um grande fogo ardente safado. Hehe.  — outro complementava analisando alguma coisa de longe. 

— Esses caras são estranhos. — comentei para mim mesmo. 

Nem mesmo preciso achar uma sala, um grande homem que se dizia orientador, disse que iria me dar o horário das aulas e me mostrar onde ficava o banheiro, que era algo muito importante para novatos como eu e esse tal de Bram que eu ainda não encontrei na escola. 

Os corredores eram lotados de adolescentes como eu. Mas raramente ficavam vazias. Como no caso, seria agora. Quando o primeiro sinal tocou, eu consegui sentir pela vibração, mesmo estando com os meus fones de ouvido em um volume muito alto e ensurdecedor. 

Ao me virar num corredor, nem percebo o movimento de batida que dou em alguém nos fazendo cair em lados opostos. E minha testa estava doendo muito. Então murmurei desculpas:

— Ah, eu não tinha te visto aí, e... — comecei. 

— Você é realmente um tapado mesmo, seu... — ele disse, antes de olhar para mim de verdade, e algo confuso, deixou suas pupilas dilatadas e confusas. 

Eu estava com a testa doendo ainda e não havia prestado atenção em sua expressão quando me viu. Eu simplesmente continuei:

— Eu sou novato aqui ainda e... bem, eu não queria ter vindo para a escola hoje,sabe, estou me sentindo meio ansioso e tal... mas... hey, você está me encarando como se tivesse visto algum monstro ou algo bem horrível na minha cara.  

Ele engoliu em seco antes de me responder :

— Não, é só que... seus olhos são assim naturalmente? 

— Na verdade são, mas, porque... ah, você quer dizer sobre essas manchas meio alaranjadas nas minhas pálpebras? São bem estranhas mesmo. Tenho elas desde quando nasci, quem olha de longe, pensa que isto que estou tendo é maquiagem só que na verdade não é, isso te assustou? — pergunto para  ele. 

 — Não, mas, se você tem essa mancha então significa que você é... 

  — Senhores, as aulas de vocês já começaram, se não forem agora para a aula, vou ter que dar suspensão em vocês. — O orientador chegou e nos interrompeu no meio da conversa. 

— Sim, mas... ah, a minha primeira aula é de português, mas... 

— Vem. — O garoto segurou em meu braço. — Vou te mostrar onde fica a aula de português da sua turma, acho que somos da mesma sala, já que minha primeira aula é de português também. 

Isso me faz pensar em outra coisa agora também. A mão desse garoto é de certo modo macia, os pelinhos claros e as poucas veias da sua sua mão, me fazem ficar meio estranho. Seus olhos eram claros, com algumas manchas de mel bem clarinho, e seus cabeloa desgrenhados loiros e bem brilhantes, me fazem acender uma lâmpada em minha cabeça. Será que ele é... Não, ele é, Bram Wate? 

Entramos na sala e o professor logo nos chamou:

— Senhor Bram e senhor Rayan, o que vocês estavam fazendo esse tempo todo? 

Um dos garotos que estavam sentados começa a gargalhar e outro logo diz:

 — Ah, será que vocês estavam retocando a maquiagem? 

Rayan logo fecha a cara e olha feio para o garoto. 

— Claro que não, seu idiota. — Bram diz, com toda a convicção do mundo. 

— Agora, quero que o senhor chegue aqui para frente, e nos conte seu nome, sua idade, mas não conte tudo sobre a sua vida. — o professor disse para logo cair na gargalhada junto com os seus alunos. 

— B-bom... Meu nome é Rayanne Simon Nir. — todos caem na gargalhada menos Bram Wate. — Tenho 14 anos, moro com meus tios e fui acolhido por um circo quando era um bebê.

Agora todos estão em silêncio, e estranhamente, ali, apenas a opinião de Bram me importava. 


Notas Finais


Eae? Gostaram?? Se quiserem alguma informação adicional, podem perguntar nos comentárioskkkk,^^😂😭😊😁😋😃😭😊😆😅😂😉😂😉


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