História When there's love - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~alwaysallyson

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Norminah, Vercy
Exibições 560
Palavras 2.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Não existe nada de completamente errado no mundo,mesmo um relógio parado,consegue estar certo duas vezes por dia." Paulo Coelho

NOTAS FINAIS!!!

Capítulo 14 - Eu ainda a amo


Fanfic / Fanfiction When there's love - Capítulo 14 - Eu ainda a amo

 

POV Camila.

 

Lauren havia saído a pouco para trabalhar, eu estava em meio a um turbilhão de emoções. Estava feliz com o que aconteceu hoje, mas estava preocupada com o rumo que as coisas estavam tomando. Estava mais do que claro que o que aconteceu entre Lauren e eu foi carnal, não havia aquela paixão, teve a entrega e a saudade e isso era indiscutível, mas faltou a paixão.

Decidi ligar a TV para tentar me livrar desses pensamentos e deixar para conversar com Lauren depois.

Ouvi leves batidas na porta e vi Olívia colocar apenas a cabeça para dentro do quarto.

- Posso entrar? - Ela perguntou em um fio de voz.

- Claro meu amor entre, aconteceu alguma coisa?

Ela nada respondeu, apenas deu a volta na cama e deitou ao meu lado. Esperei alguns minutos numa tentativa falha dela dar alguma palavra, mas ela continuou calada.

- Olívia o que aconteceu? - Perguntei já preocupada.

- Nada mama, foi só um sonho estranho, posso ficar com você?

- Pode ficar, mas vai me contar que sonho foi esse que te deixou assim.

- Eu não quero falar sobre isso.

- Eu não estou pedindo. - Falei enquanto puxava ela para meus braços.

Ela se acomodou com a cabeça em meu ombro e suspirou antes de começar a falar.

- Sonhei com aquela peste da Keana. - Eu segurei o riso.

- O que você sonhou?

- A mama, sonhei que a mamãe e ela haviam voltado e a mamãe me tirava de perto de você novamente e me lavava para o Brasil, a Keana fazia da minha vida um inferno, tanto que tentava e conseguia convencer a mamãe a me mandar para um colégio interno na Suíça. - Senti seu corpo estremecer quando terminou de contar o sonho.

- Foi só um sonho meu amor, nada disso vai acontecer. Bom pelo menos não a parte de ela te levar embora e te colocar em um colégio interno, eu jamais permitiria uma insanidade dessas.

- Promete? - Ela perguntou preocupada.

- Claro filha, e sua mãe jamais faria isso, tenho certeza.

- Posso perguntar uma coisa? - Ela me olhou nos olhos.

- Pode. - Respondi com cautela.

- A senhora e a mamãe já conversaram sobre voltar? - Senti seu tom enciumado.

- Não conversamos filha, a rotina acabou com nosso casamento, não sei se haveria chance de reatar. Mas caso isso acontecesse você se incomodaria?

- Eu não sei, seria estranho. Mas muito melhor ver vocês duas juntas do que alguma das duas com qualquer outra pessoa. - Ela respondeu e começou a prestar atenção na TV.

Fiquei pensando no que minha filha falará a pouco. Depois dessa manhã, apesar de não ter visto aquele amor que Lauren transmitia no olhar quando estávamos juntas, eu sabia que meu coração ainda batia por ela, mas não poderia dizer o mesmo a respeito dela.

Deixei meus pensamentos de lado e foquei na minha filha que estava em meus braços.

Passamos a manhã inteira assistindo desenhos em um canal a cabo, me surpreendi ao constatar que ela amava Bob esponja assim como Lauren e eu.

Perto do horário do almoço resolvi levantar pois meus filhos precisavam ser alimentados. Olhei para Olívia e vi que ela dormia tranquilamente, devia estar cansada pois acordou muito cedo. Tirei-a dos meus braços e a acomodei no travesseiro ao meu lado, a deixaria dormir enquanto eu fazia o almoço.

Passei pelo quarto do Lorenzo e ele também dormia, me peguei admirando o quanto ele se parecia com Lauren, até dormindo.

O nariz afilado e arrebitado igual ao da mãe, a boca levemente aberta e ele ressonava exatamente como ela. Resolvi acorda-lo, precisaria ir até o mercado e não queria ir sozinha.

- Lorenzo? Acorda filho. - Chamei e nada de ele acordar.

- Filho, levanta pois já passa do meio dia.

- Qual é mãe, hoje é domingo.

- Preciso ir ao mercado, não quero ir sozinha. Vamos comigo.

- Chama sua filha. - Ele estava mal-humorado.

- Ela está dormindo, levanta essa bunda branca daí e faça algo de útil, me acompanhe até o mercado.

- Aí tá bom, já vou.

Sai de seu quarto e fui colocar uma roupa qualquer. Quando cheguei à sala Lorenzo estava deitado no sofá quase fechando os olhos.

- Anda preguiçoso, vamos.

Ele nada falou, apenas levantou e foi em direção ao carro se acomodou no banco do passageiro encostou a cabeça no banco e fechou os olhos.

- Você não anda dormindo não?

- Claro que não mama, eu ando acordado senão eu seria sonâmbulo. - Mesmo cansado ele não deixava de fazer uma gracinha.

- Haha muito engraçado. Responda minha pergunta ao invés de fazer piada.

- Dormi tarde mama, estava...é... estudando para prova dessa semana.

- De sábado para domingo? Está mentindo para mim? Eu vou tirar aquele vídeo game do seu quarto.

- Tá mama, eu estava jogando. Mas é final de semana. – Ele disse e eu ponderei, afinal ele estuda a semana inteira, não estragaria a única diversão dele.

Entramos no Wall Mart e fomos até a área dos peixes, faria hoje um strogonoff de camarão, Lorenzo amava e havia me pedido a algum tempo, só me esqueci de perguntar se Olívia come camarão.

“ Tem tanta coisa sobre ela que eu ainda preciso saber” - Pensei.

Seria isso, se por acaso ela não gostasse eu inventaria algo rápido para ela comer.

Fomos para o caixa depois de eu pegar tudo que precisava, paguei e fomos para casa.

Preparei tudo na cozinha e Lorenzo subiu para tomar um banho.

Quando o almoço estava pronto subi para chamar os dois para almoçar.

Passei pelo quarto de Lorenzo e o mesmo estava vestindo a camiseta, avisei que o almoço estava pronto e ele desceu para almoçar.

Fui para meu quarto e me deparei com Olívia encolhida na cama, a mesma falava como se estivesse brigando com alguém.

“Ela é tão importante para você abrir mão de mim? Vai me mandar para outro país para satisfazer a vontade dela”

- Filha acorda. - Falei passando levemente a mão em seu rosto.

- Eu já disse que eu não vou. - Ela gritou e abriu os olhos logo em seguida.

- Fica calma meu amor, foi só um sonho. Venha lave o rosto e vamos almoçar.

Ela fez o que eu mandei e logo descemos para almoçar.

Fiquei pensando no quão estranho era ela ter esse mesmo sonho novamente. Iria conversar com Lauren a noite.

 

 

POV Lauren

 

 

Meu dia no hospital foi corrido, atendi cerca de 15 pacientes, sendo consultas de rotina e retornos de cirurgias. Não tive tempo nem para almoçar, estava exausta e tudo que eu queria naquele momento era minha cama.

Camila me ligou no final da tarde dizendo que iria jantar na casa da Ally, mas Olívia estava indisposta e queria ir para casa.

Passei em sua casa para pegar minha filha, ela me deu um breve abraço assim que cheguei e foi em direção ao carro.

- Está tudo bem com ela? - Perguntei a Camila que estava na porta.

- Ela teve um sonho ruim, converse com ela e tenha paciência. Você é a única que vai conseguir realmente passar segurança para ela quanto a isso.

- O que ela sonhou?

- Acho melhor ela te contar.

- Tudo bem, vou para casa pois preciso descansar. Até mais Camz. - Dei um beijo em seu rosto e sai.

Entrei no carro e Olívia estava de olhos fechados e a cabeça apoiada no vidro.

O caminho até em casa foi em total silêncio, e a subida do térreo até nosso andar pelo elevador não foi diferente.

Olívia entrou e foi direto para o quarto, não pensei duas vezes e sai no seu encalço.

- Quer me contar o que está acontecendo?

- Mãe não está acontecendo nada, só tive um sonho ruim eu já disse.

- E por que esse sonho te deixou tão perturbada se não foi nada? Anda me conta.

- Tudo bem. - Olívia sentou em minha cama e relatou seu sonho. Eu sabia que Olívia não gostava de Keana, mas eu jamais abriria mão da minha filha e a mandaria para outro país, jamais faria uma escolha dessas, sobre voltar com Keana? Eu não via isso acontecendo, afinal ela está no Brasil e eu aqui.

- Filha isso foi só um sonho ruim, entenda uma coisa, se a pessoa não gosta de você é como se ela não gostasse de mim, onde não cabe você, também não cabe a mim. Eu jamais abriria mão de você por qualquer mulher na face da terra.

- Mesmo? - Seus olhos marejaram e eu sabia que aquilo tudo estava afetando minha filha devido ao tempo que perdi de sua vida.

- Mas é claro filha. Agora vem cá, me dá um abraço e vamos pedir algo para o jantar por que eu preciso comer e dormir.

Assim fizemos, jantamos e depois fomos dormir. No dia seguinte Olívia acordou bem, estava sorridente e animada para a aula de dança.

Lorenzo me ligou e pediu que eu passasse para pega-lo em casa pois o carro da Camila iria para revisão. E assim eu fiz, passei na casa de Camila e ele já estava pronto, assim como Camila que estava saindo para o trabalho.

- Quer carona Camila? Vou deixá-los no estúdio e depois deixo você.

- Ah não precisa Laur, eu pego um táxi.

- Que isso, é caminho. Olívia vai para trás. - Falei com minha filha que fez cara feia mas obedeceu.

- Obrigada Lauren, mandei o carro para revisão hoje, só pego daqui a três dias.

- Não há de que.

O caminho foi em silêncio, deixamos os dois no estúdio de dança e eu fui deixar Camila na empresa.

Passamos em frente a uma Starbucks e resolvi chamá-la para um café.

- Tem tempo para um café? - Perguntei e ela sorriu.

- Claro, as vantagens de ser chefe é que você não tem que dar satisfação caso se atrase.

- Nem sempre, sou chefe e ainda assim preciso chegar no horário. - Falei rindo.

Entramos e fizemos nossos pedidos, eu pedi um café e Camila ficou no cappuccino como sempre.

Fomos à mesa e um silêncio incômodo se instaurou entre nós. Eu não queria tocar no assunto da manhã de domingo e acredito que ela também não, tudo estava muito confuso ainda. Ficamos mais um tempo em silêncio que foi quebrado por Demi, uma amiga do colégio.

- Lauren? Camila? Meu Deus, eu não acredito, quanto tempo meninas.

- Demetria, quanto tempo mesmo. - Camila falou e cumprimentamos nossa amiga.

- Senta aí Demi.

- E então meninas me contem como estão as coisas?

- A estão bem na medida do possível, estou trabalhando atualmente no Presbyteriam e Camila assumiu a presidência da empresa da família dela. - Falei e me praguejei mentalmente por agir como se ainda fossemos um casal.

- Mas e você Demi, casou? Não nos vemos desde o ensino médio quando se mudou para o Texas.

- É verdade, assim que terminei a faculdade eu e Wilmer nos casamos, vocês se lembram dele né?

- Ah claro, ele era capitão do time de futebol e quase todas as meninas babavam por ele. - Camila falou e nós rimos.

- Mas e vocês? São guerreiras em, mesmo depois de todo esse tempo ainda estão juntas. - Demi falou e eu olhei meio sem graça para Camila.

- Bom na verdade, Camila e eu não estamos juntas. - Falei um tanto sem graça coçando a cabeça.

- Nos casamos após a faculdade e tivemos 2 filhos lindos, e após 3 anos acabamos nos divorciando devido à rotina, Lauren foi embora para o Brasil e retornou a pouco tempo.

- Ah sim entendo. A rotina acaba com qualquer relacionamento. Adoraria conhecer os filhos de vocês qualquer dia desses. Mel iria adorar conhecê-los, tenho certeza.

- Quem é Mel? Sua filha? - Perguntei já imaginando que poderia ser sua filha.

- Sim, adolescente. E está me deixando de cabelo em pé.

- A nossos filhos são tranquilos, 14 anos, mas ainda não nos deixam de cabelos em pé. - Camila falou.

- Graças a Deus. - Falei aliviada.

- Bom meninas o papo está ótimo, mas eu preciso pegar a Melissa no dentista e depois levá-la ao colégio.

- E eu preciso ir pois já deu minha hora. Vamos Camz? - Chamei Camila e ela assentiu.

Nos despedimos de Demi e fui deixar Camila no serviço, ela fala com tanta naturalidade sobre o fim do nosso relacionamento, que eu penso que para ela isso é normal. E com esses pensamentos eu fui trabalhar após deixar ela na empresa.

Eu poderia me acostumar facilmente com isso.

Trabalhei a manhã inteira e próximo ao horário do almoço, os chefes de cada área foram chamados para uma reunião, onde apresentariam a nova obstetra do hospital.

Me dirigi sem pressa até o local onde aconteciam as reuniões do hospital e qual não foi minha surpresa ao encontrar minha velha amiga parada ao lado do diretor geral do hospital. Ao me ver a morena abriu um lindo sorriso e veio me cumprimentar com um abraço.

Eu sei um pouco informal para uma reunião, mas Normani e eu sempre fomos grandes amigas, e passamos quase 12 anos sem contato, e o almoço na casa de Camila não foi suficiente para matar a saudade.

- Vejo que a Dra. Jauregui e a Dra. Kordei já se conhecem. - O diretor falou quando Normani se colocou ao seu lado.

- Sim Dr. Cowell, Normani é uma velha amiga, além de ter feito meu parto e o de minha esposa. - Vi alguns olhares curiosos de algumas pessoas que não sabiam sobre minha orientação.

- Bom, a indicação vinda da senhorita eu já confio Dra. - Cowell falou.

- Eu confio em Normani de olhos fechados. - Falei com sinceridade.

- Bom pessoal quero que conheçam Normani Kordei, ela é a nova obstetra deste hospital. - Ele falou e algumas pessoas foram cumprimenta-la.

Esperei que as devidas apresentações fossem feitas, e chamei minha amiga para almoçar. Ela aceitou de prontidão, resolvi que era melhor almoçarmos na cantina mesmo pois meu horário estava apertado e se fosse até o shopping eu iria me atrasar. Fomos em direção à cantina e fizemos nossos pedidos.

- E então Jauregui, soube que está mais "próxima" a Mila e ao Lorenzo.

- Aí Mani nem me fale, estou realmente próxima, e realmente feliz com a relação com meu filho.

- No começo quando você foi embora para o Brasil foi difícil para Mila, o Lorenzo ficou doente, acredito que por sentir sua falta e da irmã. Foi uma barra.

- Olívia também me deu trabalho nas primeiras semanas, e olha que eu dificilmente estava em casa. - Falei de cabeça baixa.

- Tudo bem, mas agora já passou e eles se reencontraram e se dão muito bem viu.

- É eu sei, a cumplicidade que eles têm é lindo de se ver. Mas e você? Como está?

- Ah, me casei com Arin pouco tempo depois que você foi embora e me divorciei pouco tempo antes de você chegar. E bom, agora estou saindo com a Dinah. - Ela falou um tanto envergonhada.

- Você e Dinah? Meu Deus eu sabia que tinha algo ali. - Eu gargalhava.

- Sua sacana, não ria.

- Tudo bem, tudo bem. - Olhei para Mani e como sentia saudades dela.

- Mas e você e Camila?

- Bom Mani, não acho que tenha possibilidade de reatarmos, mas...

- Mas o que? - Ela perguntou sorrindo

- Aí Mani, nós transamos no domingo.

- Vocês o que? - Ela quase gritou e eu notei olhares curiosos em nossa direção.

- Fala baixo, e sim nós transamos.

- E foi só isso?

- Nós não falamos sobre isso depois Mani, e na verdade não sei se quero.

- Você ainda gosta dela?

- Eu a amo. Eu tenho certeza disso, mas não sei se é recíproco. Eu sentia tanta saudade dela Mani.

- E a pegada?

- Normani, você não muda mesmo. - Falei e ela gargalhou.

- Vai conta.

- A idade fez muito bem a ela, ela está ainda mais gostosa.

- Quero só ver onde isso vai dar.

- Nem me fale Mani. Mas agora eu preciso ir, tenho uma consulta daqui a uns 15 minutos.

- Tudo bem, vou para o meu consultório, ajeitar umas coisas para amanhã.

- Bom seja bem-vinda Dra. Kordei, e até amanhã.

Voltei para meu consultório, depois de almoçar com Normani e contar tudo para ela, eu senti como se tivesse tirado uma tonelada de peso das minhas costas. Normani apesar de seu jeito maluco e escrachado, sempre foi uma ótima amiga.

Ela e Vero sempre foram minhas melhores amigas no tempo que morei aqui, e é bom saber que nada mudou mesmo depois de todos esses anos sem contato.

Voltei para o consultório e atendi os pacientes da tarde e depois do expediente fui buscar Olívia e Lorenzo no colégio.


Notas Finais


Como estão?
Aqui estou eu mais uma vez sendo boazinha.
Liberei o capitulo agora, e ainda assim vai ter o de amanhã. Vou soltar os dois por que esse está meio sem graça, é só uma ponte para o próximo que na verdade eu nem sei o que acontece, por que ele está escrito a mais de um mês e eu não reli! kkkkkkkk
Enfim, espero que gostem e até amanhã. <3


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