História When We Collide - Capítulo 36


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Batalha, Romance, Sobrenatural
Exibições 27
Palavras 761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Ainda tenho uma semana de aula :(
Eu já editei e mudei tantas vezes os capítulos que esse é o 30 no meu pc hsuayhsay

Capítulo 36 - Capítulo Trinta e Cinco


 

Ela franziu as sobrancelhas ligeiramente.

– Creio que tenhamos essa informação nos livros de registro, mas...

– Yogblo – disse Adam sem mais nem menos.

– O que? – todas as cabeças se viraram em sua direção.

– Esse era seu nome. Yogblo – respondeu simplesmente.

Contive uma risada.

– Você sabe o nome do nosso primeiro ancestral de cabeça? – zombei.

Ele cutucou meu nariz com o indicador.

– Você não cresceu como uma Draacon, priminha, eu sim. Foram horas e horas desperdiçadas estudando sobre os nossos parentes mortos – revirou os olhos.

– Você não gostaria de dar esse nome ao seu primogênito?

Ele me olhou com os olhos arregalados, incrédulo antes de desatar em gargalhadas.

– Yogblo? Serio? Por que eu daria essa maldição ao meu descendente? Alem do mais, Cassidy me disse que eu terei seis meninas antes de um garoto – revirou os olhos novamente. – Deus daí me força.

Rindo levemente dele continuei.

– Sendo assim, o meu dragão irá receber esse nome.

Nicholas sorriu para mim e acarinhou os meus cabelos com afeição, amor brilhando em seus olhos.

– Pronto pessoal – falou o moreno se levantando. – Acabou o show, minha noiva precisa descansar. Henry, Florence e Josephine saíram após me desejarem melhoras.

– Mas eu nem disse a ela o que vim fazer aqui – reclamou Ezra.

– Ela irá para o Scan amanhã, não se preocupe você falará com ela – declarou .

Ezra levantou os ombros como se fosse discutir, mas eles desceram e ele saiu sendo seguido por Alicia que não me dirigiu um olhar.

Adam me deu um abraço e um beijo na bochecha deixando apenas eu, Nicholas e Yogblo no quarto. Ele pegou o pequeno dragão dos meus braços o colocando em um belo e elaborado berço de mogno que eu não havia notado no canto do quarto.

Ele sorriu feliz, voltando para a cama.

– Esse berço será do nosso filho quando nascer, mas por enquanto é do nosso dragão – falou ainda sorrindo.

– Nick – chorei. – Estou cansada de ficar deitada aqui sem fazer nada – reclamei.

Ele sorriu como se eu fosse adorável e me deu um pequeno beijo nos lábios.

– Amanhã eu te levo para o Scan, prometo.

Franzi as sobrancelhas confusa.

– O Scan já começou?

Ele hesitou.

– Sim.

Curiosa pela sua expressão continuei a indagá-lo.

– Por quantos dias eu estive doente?

– Luna – tentou.

– Quantos?

– Quatro. Quatro dias com febre e mais dois antes de acordar, amanhã seria o sétimo dia.

Minha boca se abriu em choque.

– Todo esse tempo?

– Você precisava descansar. O seu corpo precisava. Não pense que eu não me preocupei, eu te amo. Eu sinto muito por...

O beijei para que ele parasse de se desculpar, ele me puxou contra ele de forma sôfrega, mas fomos interrompidos por uma batida forte e insistente na porta.

– Eu vou matar quem quer que seja – o moreno disse e eu ri.

Ele caminhou até a porta e abriu apenas uma pequena fresta colocando a cabeça pára fora assim que seus ombros se tencionaram.

– Ela não pode receber visitas – disse de forma ríspida.

– Está tudo bem, Nicholas, meu amor? – chamei.

– Está – minha querida – respondeu com a voz tremendo com que eu julguei ser raiva.

– Me deixe vê-la – a voz rosnou. Eu conhecia aquela voz.

– A minha noiva precisa descansar e vê-lo não a ajudará nesse quesito – concluiu fechando a porta com força.

Ele voltou para a cama respirando fundo algumas vezes e me abraçando com força como se tivesse medo de me perder se me soltasse.

– Quem era? – perguntei depois que a sua respiração se acalmou.

– Ninguém importante – respondeu com a voz calma.

– A forma rude como você agiu diz o oposto – falei.

Ele balançou a cabeça.

– Está tudo bem, minha rainha. Eu prometi que seria honesto com você não foi?

Isso me fez relaxar instantaneamente.

Ele me deu um daqueles sorrisos apaixonantes  antes de prosseguir.

– Eu tenho algo para lhe contar e tenho certeza de que vai gostar – disse antes de fechar a boca e se manter em silencio.

Arregalei meus olhos morrendo de curiosidade.

– O que é?

Ele riu descontroladamente da minha expressão.

– Acho que alguém gosta de surpresas – proferiu pausadamente cutucando a minha barriga e arrancando risadas de mim também.

– Vamos me conte – articulei em meio às risadas.

– Eu não sei – negou com a cabeça com os olhos semicerrados. – E se você ficar muito eufórica e não conseguir dormir? Você e o nosso bebê precisam de sono – completou.

– Conte logo! – exclamei de forma chorosa.

– Tem certeza de que não quer comer nada antes? – perguntou tentando esconder um sorriso.

– Seu grande idiota – resmunguei dando-lhe um soco no braço.

Ele riu antes de finalmente me contar.

– Seu pai chegou.


Notas Finais


Acho que estou perto do final da historia, eu escrevo ela desde agosto de 2013 vocês não tem noção de como acabar ela vai me deixar feliz.
Amo vocês


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