História When We Remember - Capítulo 16


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Categorias Supernatural, The Flash, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Barry Allen (Flash), Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Cisco Ramon, Damon Salvatore, Dean Winchester, Dra. Caitlin Snow, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Hayley Marshall, Jeremy Gilbert, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Sam Winchester, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Crossover, Delena, Flash, Klaroline, Klayley, Lobisomem, Sobrenatural, Supernatural, The Originals, The Vampire Diaries, Vampiros
Exibições 38
Palavras 1.369
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Today will be different.


Fanfic / Fanfiction When We Remember - Capítulo 16 - Today will be different.

“Diário.
Hoje é um bom dia. Me sinto, finalmente, pronta para retornar a escola. Caroline, Elena, Tyler, Matt, Jeremy e Bonnie me deram todo o apoio do mundo nessas últimas semanas, com direito a filmes e festas improvisadas no meu quarto, o que deixou Damon furioso.
Depois disso, sinto subitamente que os problemas se amenizaram com as flores que estão nascendo. Estou me sentindo bem o suficiente para nunca mais usar essas folhas, ou me deitar nesta cama monótona.
Eu não me sinto mais presa, claustrofóbica. Cheguei a incrível conclusão que eu queria ver coisas, sentir coisas, mas não fazia nada. Esperava a adrenalina que senti nos dias bons chegar enquanto estava trancada e sendo sufocada por uma enorme bolha metafórica de existência.
Aprendi com meus pensamentos que as vezes você vai se sentir em chamas e vai querer chorar até que o fogo se apague. Irá se sentir vazio depois, porém pronto para renascer novamente.
Não sei em qual desses estágios estou agora com meus sentimentos bagunçados, mas onde quer que eu esteja.. não irei fugir.
Hoje o dia vai ser diferente,
Diário.

E não acho que suas páginas melancólicas sejam úteis para mim.”

Após botar aquela antiguidade no lixo, fui para a cozinha tomar meu café da manhã. A primeira coisa que notei foi o relógio, onde percebi que estava claramente atrasada no meu primeiro dia depois de tanto tempo. A segunda coisa foi o pano de prato no ombro de Damon acompanhado com um avental, indicando que ele acordou super cedo apenas para preparar um waffle. Me sentei na bancada, olhando fixamente para a janela. Por algum motivo, eu me sentia extremamente observada.
-Por quê demorou tanto? Olhe a hora. -Ele corria de um lado para o outro, preocupado com deixar tudo pegar fogo.
-Os professores não vão se importar. -Tentei pegar o bacon que o mesmo recém fritou, porém acabei por queimar meus dedos.
-Você precisa ir! -Pegando tudo quente com as próprias mãos e embalando numa sacola, aquele maníaco praticamente me expulsou de casa. -Eu te amo, meu monstrinho. Mas você sabe as regras que deve seguir para continuar naquele inferno, certo? Você ficará bem, eu prometo. -Mais apressada do que nunca, fui correndo para a escola após receber um beijo na testa acompanhado com sermão.
Quando cheguei, todos os olhares se viraram para mim como armas. Estava acostumada, é a básica sociedade. Você a julga, e ela julga você, principalmente aonde todos querem ser o centro das atenções.
Duas garotas estavam vindo em minha direção totalmente eufóricas, então tive que aumentar o passo para não ter o dia arruinado por histerias. Já não bastando a de..
-Hayley! -Caroline pulou em meu pescoço no exato momento que pensava nela, foi até um pouco estranho. Mas a recebi de braços abertos como se fizesse tempo que não nos víamos. -Achávamos que não iria vir hoje, porque passei na sua casa mais cedo e você ainda estava dormindo..
-Sério? -Ri fraco. -E que hora era? -Perguntei por saber o histórico de super adiantamentos dela. Começamos a caminhar lentamente até a sala de teatro, do outro lado da escola.
-Não sei.. seis.. cinco..? -Elena e eu rimos da nossa amiga pensativa. Minha Gilbert favorita estava quieta. Mesmo depois de três meses, ela e o irmão não superaram o que houve. Sempre que penso no demônio, ele aparece;
-Olá, minhas madames. -Jeremy se pôs em nossa frente, fazendo uma reverência. Após isso, foi para o lado da loira dele. Estúpido, e com certeza chapado, já que esse é o novo passatempo dele. Não demorou nem alguns segundos para os outros idiotas chegarem acompanhados de Bonnie.
-Ei! Bom ver você. -Ela e Matt me deram um abraço duplo, eu sorri e começamos a caminhar novamente, agora com Tyler Lockwood pendurado em mim e em Elena, a namorada dele.
-Quem diria, hein? Os Amaldiçoados andando pelos corredores da escola como antigamente.
Todos na escola nos chamavam assim. Isso porque a gente tem histórias tristes para contar, sempre envolvendo a morte. Começou com Caroline, quando o pai da mesma foi assassinado e a mãe ficou maluca. Depois, a mãe de Tyler morreu afogada no mar, deixando o filho nas mãos do pai egocêntrico. Então chega Matt com sua irmã morta por um animal selvagem. Avô de Bonnie morrendo sem explicações. Os pais Gilbert em um acidente, e por final.. eu enlouquecendo por pais que morreram a muito tempo, ou.. simplesmente me abandonaram.
Fomos discutindo sobre qual é a nossa verdadeiro maldição. Algo como “ande com eles e em menos de três meses, alguém próximo de você morrerá.”? Nenhum de nós acredita nisso. Além disso, recebemos o ilustre convite para uma festa de fraternidade. Estávamos todos indecisos em relação a isso, mas então fomos obrigados pelo Lockwood estúpido, já que ele acha uma boa ideia beber até esquecer dos problemas.
Quando chegamos na sala de teatro, fiquei decepcionada ao perceber que o professor continua o mesmo. Alaric Saltzman não é nem um pouco gentil, muito pelo contrário. Sua raiva é voltada exclusivamente para mim. Um passo em falso e estou morta.
-Bom dia, artistas. -Ele adora nos chamar assim. O que não sabe é o nosso pouco interesse nas aulas. -Hoje nós aprenderemos como.. -Enquanto ele falava suas besteiras matinais, algo na última cadeira, da última fileira da arquibancada, me chamou a atenção. Era uma pessoa, talvez. Com um capuz preto e o rosto coberto pela falta de luz naquele espaço.
Depois de quatro longos períodos restantes de aula, fomos para a festa, típica de idiotices e problemas. Todos nós estávamos cansados, eu estava em um ponto de ver coisas o dia inteiro. A sensação de estar sendo seguida, observada, analisada, esteve presente em todos os minutos. Pensei em ir para a casa, mas talvez beber realmente seja a resposta para tudo. Caroline estava firme na pista de dança, tentando não cair de sono. Jeremy estava jogado em um canto, enquanto Matt e Tyler dançavam de forma engraçada ao redor de Elena, apenas para anima-lá. Ao meu lado, sabia que Bonnie me encarava, pronta para perguntar algo. Mas suas dúvidas eram especificamente estranhas. Se eu a olhasse, logo perguntaria.
-Você sentiu, certo? -Sabia do que ela estava falando. Mas temi em responder. -A sensação de..
-Estar sendo observado? -Um garoto, parecendo ter a minha idade, se sentou ao nosso lado, pegando minha bebida e a tomando.
-Com licença? -O encarei com desprezo, até ele notar a própria inconveniência e largar minha cerveja. -Quem é você?
-Eu sou.. -Virado para mim, o mesmo continuaria a falar, até Bon o interromper.
-Stefan. -Ambos olhamos para ela sem entender. -Ouvi você fazer sua inscrição na secretaria.
-Exatamente. E vocês são?
-Bonnie Bennett.
-Hayley.
-Sem sobrenome, melhor para lembrar. -Tentando fazer uma piada, o garoto demonstrou ser o maior estúpido.
-Idiota. -Peguei minha cerveja e comecei a desviar das pessoas para ir lá fora. Senti que ele me seguia correndo.
-Você é rápida. -Sem fôlego, ele se escorou na parede de tijolos do beco atrás da boate. Ri do jeito fraco dele.
-Novo aqui, né? -Com frio, caminhei até o muro próximo do estacionamento, que proporciona uma boa vista a qualquer um que senta lá.
-Como sabe? -Após me ajudar a subir, o mesmo sentou ao meu lado e me deu a própria jaqueta.
-Você realmente é um clichê. -Ri fraco, olhando fixamente para a frente. -Já teria te visto antes. Pessoas como você é fácil de notar.
-Pessoas bonitas? -Com um sorriso estampado no rosto, Stefan brincou.
-Pessoas garantidas. Acham que só porque dizem seu nome não são mais estranhas e podem levar qualquer pessoa para a cama.
-Não quero te levar para a cama. Não podemos ser amigos? -Parei para refletir a pergunta idiota que ele fez. Não fazia nexo, mas por quê não?
-É, podemos. -Desci do muro e comecei a caminhar rumo a minha casa, onde poderia dormir pelo resto dos meus dias. Até amanhã de manhã, na verdade.
-Aonde você vai? -Por uma fração de segundos, quase esqueci da jaqueta. Tirei e entreguei nas mãos do garoto convencido.
-Casa. Eu não sei. Para onde você quer ir, amigo?
-Não seja oferecida, Hayley.
-Não seja idiota, Stefan. Estou te fazendo um convite.



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