História When We Say Goodbye - Capítulo 1


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Alan, Cellbit, Domy, Febatista, Felps, Jvnq, Ketty, Livia, Luba, Malena, Maria, Mikelink, Moon, Pactw, Sam, T3ddy, Taylor, Void
Exibições 108
Palavras 2.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Super Power, Survival, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi!
Então seres viciados em minhas Fanfics, queria dizer que essa é mais uma, finally!
Essa é a Fanfic a qual com toda certeza estará em minhas preferidas, são muitas ideias!
Isso é um começo de uma loooooonga jornada (com choro, claro. Fanfic de Domyy sem choro não é fanfic).
Entooon, para as pessoas novas e as antigas que chegarem, eu não esqueci de vocês <3
Domyy será mais atento, e mais acessível (mais do que eu já era).
Mas então, vamos ler?

✡️ Esta Fanfic é completamente fictícia, não faz apologias, nada escrito aqui é real, ou seja, não tem a ver com a realidade.
✡️ Os personagens apresentados são completamente diferentes da realidade, assim sua personalidade, fictícia.
✡️ Se quiserem adaptar a Fanfic, me comunique, caso contrário, será plágio, e é crime.
✡️ Essa Fanfic é inspirada no anime Zatch Bell, não é copiada e não vai ter o mesmo desfecho, apenas existe algumas adaptações, e algumas características que foram pegas.
✡️ Erros são normais, dizendo assim, desculpem por qualquer erro durante a Fanfic.
✡️ Designe da Capa feito pela: @maah_tw ~ mais trouxa que todos.
✡️ Boa leitura, espero que gostem!

Capítulo 1 - Em busca de um lar.


Fanfic / Fanfiction When We Say Goodbye - Capítulo 1 - Em busca de um lar.

Pac's:

Tudo escureceu. Não sei o que pensar, nem fazer. Eu simplesmente vi todos sumindo rapidamente, e eu, com uma luz um pouco desconhecida, sumi junto.

Um tempo depois, acordei em uma floresta, ela era um pouco sombria. Peguei minha mochila que estava do meu lado, e a abri. O meu livro... Ainda bem que está bem! O ajeitei na mochila e me levantei. Cocei os olhos e me limpei. Estava um pouco sujo pela terra, por isso o feito. Comecei a andar com a mochila nas costas, mas não fazia ideia de onde eu tava. Quem foi o responsável que me trouxe aqui? Ou sei lá?

Continuo andando e avisto uma cidade, enquanto estava em cima de uma montanha, e uma cidade havia ali embaixo. O problema é que tenho medo de altura... Tenho que superar esse medo!

Desço a longa ladeira, com cuidado para não cair e se machucar. Se eu caísse a qualquer momento eu morreria, com certeza. Com cuidado, cheguei ao fim. Atravessei a rua que não estava movimentada e corri até o meu destino: a cidade.

Fico perto de algumas construções, sentado na sombra onde um teto dava. O calor estava insuportável, eu estava literalmente queimando. Eu não sei se era de manhã ou tarde, mas pelo sol de matar, eu acho que seja de tarde.

Assim passou-se o tempo. E eu fiquei mais uma vez só.

[...]

Nossa, que fome! Será que tem algo na mochila?

Abro a mochila e só há o livro ali. Nossa, hein? Quanta ajuda. E agora, o que vou comer? Vou morrer de fome... Por que tudo tão rápido?!

Levanto-me do chão e vou até um mercado perto, lá tinha muita comida, nossa! Vou ver o que consigo. Espero que nesse mundo ao menos não tenha que pagar.

- Oi moço! - Falei.

- Oi! Veio comprar o quê? - Ele me olhou estranho, provavelmente por eu estar sujo.

- Pra comer algo aqui precisa comprar? - Perguntei todo inocente.

- Ah, mas é claro! Eu não trabalho de graça, filho. - Falou grosso e eu abaixei a cabeça.

- Por favor, eu estou com fome... - Pedi com lágrimas nos olhos.

- Oh, coitadinho. Trabalhe pra conseguir algo na vida, a vida não é grátis e nem justa. - Falou sorrindo cinicamente.

- Por favor... - Derramei uma lágrima e ele se levantou da cadeira em que estava e olhou diretamente pra mim.

- Saia daqui agora, ou vai sofrer as consequências! Moleque insolente.

Eu não sou moleque... Também não sou adulto... Esse homem foi mau comigo, e só porque eu pedi algo pequeno...

Sai correndo do mercado com lágrimas caindo repetidamente dos meus olhos, e então voltei aonde eu estava. Me ''escondi'' entre os meus joelhos e as pernas, e fiquei ali... chorando. Como pode ter pessoas tão ruins nesse mundo? Uma pessoa já fez eu ficar magoado... Que mundo triste!

As lágrimas continuavam a sair dos meus olhos, até que começou a chover, e eu continuei ali, chorando. Várias pessoas passavam por mim fingindo nem me ver ali, eu estou sendo ignorado totalmente por elas... É como se eu não existisse... Fosse um fantasma. Eu não sou um fantasma... Eu sou uma pessoa... Eu não sou um moleque... Sou um pré-adolescente! Só tenho um pouco de coisas de crianças... Eu queria ser grande, assim gostariam de mim e não me ignoravam!

Começou a ficar frio... Eu estava tremendo de frio... A noite chegava rapidamente, e o tempo continuava passando. Mais e mais pessoas passavam por mim ignorando, não via que eu estava mau... O frio continuou, e eu coloquei o capuz do meu casaco, pra tentar proteger a cabeça, pelo menos.

O meu short continuava sujo, mesmo com a água passando pelo meu traseiro e molhando. Eu não tenho ninguém, nunca tive! Talvez não exista um feliz fim pra todos, e nem um bom começo. Eu estou próximos aos dois, quem sabe morrer não é a solução? Claro... Pareceria tudo mais fácil, menos doloroso, e assim eu daria motivo pras pessoas não me verem. Não interessa pra onde eu for... Quem sabe não volto ao meu mundo?

Esse mundo é chato, eu não gostei dele, e é minha primeira visita! O que me resta é esperar... Eu não me mataria... Isso faria eu ficar mal, eu sei! Não acredite no seu pensamento, Pac, não...

Logo coloquei minhas mãos na cabeça e olhei pro céu. As estrelas... são tão lindas. Tão brilhantes, tão maravilhosas! Eu queria ser uma estrela. Seria legal! Ó, eu consegui sorrir. Eu consigo viver sem ninguém... É fácil, só falta coragem.

''- O que aquele menino faz sozinho uma hora dessas da noite? Ele não tem pais?''

''- Coitado, deve ser de rua. Crianças, não cheguem perto dele, pode ser perigoso!''

É, isso que estou tentando aguentar. Isso que está saindo da boca dessas pessoas que passam por mim acompanhadas ou sós. Eu continuo com fome, e a sede também está vindo. Será que a água da chuva é boa de se beber?

Levanto-me e junto minhas duas mãos pra fora de onde não atinge a chuva, fazendo uma poça de água em minhas mãos pra eu beber. Logo levo elas até minha boca e bebo. Não é ruim, mas também não é bom! Eca! Parece que saiu da terra. Achei que as nuvens eram doces. Hihi.

Bom... Acho melhor eu continuar aqui, não tenho pra onde ir. E também estou ficando com sono, ah! Não tenho onde dormir também... Que saco.

As horas passaram, agora era completamente escura a noite. Não tinha quase ninguém na rua... Estou com medo...

Continuando a chorar pensando no que me aconteceu mais cedo, encosto minha cabeça na parede e começo a flutuar no pensamento, até que vi alguém chegando perto de mim e me olhando estranho.

- Oi menininho, que aconteceu? O que você faz sozinho aqui fora? - Perguntou a moça.

- Hm, eu não tenho pra onde ir. - Falei, simples e calmo.

- Mas e seus pais? - Disse a moça.

- Eu não tenho pais... - Respondi em poucas palavras.

- Mas... Ei, não chore. - Limpou minha lágrima que saiu despercebida do meu olho. - Venha comigo, eu vou te ajudar.

Assim, ela me levantou e segurou na minha mão. Estava me levando pra não sei onde, e confesso que não estou com medo... Pelo menos não agora.

- Chegamos! - Disse, soltando minha mão e abrindo a porta.

- É sua casa? - Sorri.

- Sim. Venha, entre. Você deve estar morrendo de frio. - Sorriu simpática.

Entrei na casa e enxuguei os pés, estava usando um sapato vermelho, ai poderia manchar o piso. Ela tá sendo tão legal comigo, devo ser com ela também.

- Venha cá, tome essa toalha. - Ela me entregou uma toalha macia e branca para eu me enxugar.

- Não precisa... - Sorri envergonhado.

- Tome, não tenha vergonha. - Ela diz e eu obedeço. Pego a toalha e logo me enrolo com ela, sorrindo como agradecimento.

- Está com fome? Vou preparar algo pra você. Pode sentar no sofá. - Disse e eu fiz.

Ela mal me conhece e já deixou eu entrar na casa dela. Sem nem saber meu nome também. Eu posso ter me precipitado um pouco...

Logo apareceu um menino na escada da casa de pijama listrado e calça branca me olhando estranho. Eu meio que corei com isso.

Logo ele desceu a escada rapidamente e estranhando ou se perguntando quem era eu. Abaixei a cabeça e fiquei jogando um pé pra frente e o outro pra trás, parecendo uma criança. Odeio isso. Então, logo o menino foi até a cozinha, onde estava sua mãe, ou sei lá.

Ele me trouxe vergonha...

- A senhora está maluca? Um menino que a senhora achou na rua e vai ficar com ele por um tempo? - Gritava o menino da cozinha.

- Olhe, é bom você ir se acostumando! Ele vai ficar com a gente até quando ele conseguir um lugar pra morar, e fim de papo. - Disse ela gritando também.

- Você ficou louca mesmo, meu Deus. - Falou o menino novamente.

- Você fale baixo! E é bom você ser amigo dele, porque vão conviver juntos sim!

- Há, vai sonhando. - Disse o menino mal educado saindo da cozinha e subindo a escada de novo. - E você vê se vai embora logo, hein? - Falou cínico.

Fiquei triste... Quanta mágoa, eu não fiz nada...

- Não liga pro que ele falou... Espera, qual seu nome mesmo? - Perguntou ela esquecendo.

- Meu nome é Tarik... mas me chama de Pac, por favor. Eu gosto de Pac! - Sorri sincero e ela retribuiu.

- Então tá, Pac. Não liga pro que ele disse, ele sempre foi assim desde que o pai dele nos abandonou... - Disse ela meio triste. - Mas eu me chamo Luna, e sou mãe dele, como já deve ter percebido.

- Bonito nome! - Ri.

- Fofinho, vem, vamos comer. Lave as mãos primeiro, pra não pegar doença. - Sorriu.

A obedeci e fui à cozinha onde havia uma pia e lavei as mãos lá. Sentei na mesa e tinha torradas, eu gosto de torradas. Ela me serviu com uma porção de dez torradas, o que acho que me satisfaria.

- Pode comer. - Falou Luna enquanto colocava o suco pra mim. Eu gostei dela! Como uma pessoa tão boa pode ter um filho desses? Bom, não devo julgar. Ele deve ter sofrido muito com a perda do pai...

Comi as torradas e tomei um copo de suco, enquanto ela me olhava e eu ficava cada vez vermelho. Terminei a refeição e olhei pra ela para agradecer.

- O-obrigado! - Falei, tímido e olhando pro pano da mesa.

- De nada! Se quiser, pode ir tomar banho. - Disse. - Ou quer que eu dê banho em você?

- N-não! Não precisa... Me diz aonde é o banheiro... - Falei, mais vermelho ainda. Ela riu e apontou pro mesmo.

Me levantei e fui até lá, com a toalha e entrei.

- Quando terminar, me avise pra eu te dar umas roupas novas! É umas do meu filho, mas acho que te serve!

- A-ah... Okay! Obrigado. - Agradeci e comecei a tirar minha roupa. Logo fui tomar banho.

[...]

Acabei, finalmente! E agora estou com sono... Esse dia, ou tarde foi cheio pra mim. Que sono...

- Luna... eu terminei! - Falei gritando, e com vergonha, claro.

- Estou aqui. - Disse ela abrindo a porta e com os olhos fechados colocou as roupas na pia.

- Obrigado. - Falei ainda vergonhoso.

Me vesti por completo, e também usei as meias que ela me deu. Eram brancas e tinham uns aviãozinhos... Terei que aguentar, mas admito que eu gostei...

Sai do banheiro com o cabelo todo bagunçado, e peguei as roupas sujas que tinham ali. Luna me olhava com amor nos olhos, ela realmente gostou de mim, o que é bom!

- Tá super fofinho, own! - Falou apertando minhas bochechas. E eu ri. - Agora pode subir comigo até o seu novo quarto, venha. - Deu sua mão e eu a segurei, deixando ela me levar.

Primeiramente subimos as escadas, depois andamos em um corredor pequeno... Ela também carregava minha mochila. Chegamos até um quarto e ela bateu na porta.

- Abra a porta, Mikhael! - Disse ela, pedindo apressadamente. Então ele se chama Mikhael... É um nome bonito.

- Não enche! - Disse grosseiro.

- Anda ou eu derrubo essa porta em segundos. - Falou ela, em um tom desafiador. Então ele abriu a mesma, e olhou pra mim, de primeira.

- O que é isso? - Perguntou.

- Dê boas vindas ao seu novo companheiro de quarto! - Falou animada.

- Mas... - Eu disse meio que com medo.

- Mas nada, pode entrar. Mikhael arrume o colchão dele, ou a cama pra dormir com você. Beijos, fui! - Acrescentou e me ''empurrou'' pra dentro do quarto, depois o fechou. Eu corei completamente de novo, mas continuei olhando pro chão.

- Ô, que saco hein? - Falou mais grosseiro ainda. - Ninguém merece... O que você pretende?

- N-nada... - Falei gaguejando. Droga!

- Espero que isso seja por breve prazo, criança. - Resmungou e eu não disse nada.

Isso não vai dar certo.


Notas Finais


Entãaaaaaaao, chegou o fim. Af!
Terá mais capítulos, e mais e mais! Até enjoarem.
DIGAM O QUE ACHARAM, SE QUEREM MAIS, SE ACHOU DE BAIXO NÍVEL. To esperando a resposta. ~
Obrigado por ler, obrigado mesmo! *--*

Quem chegou agora, bem vindo. Vamos ser trouxas? :3
~Bjs


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