História Where is she? - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi galeri
Já estou com os capitulos prontos, só falta fz o final.
Obs: Ainda n fiz pq estou com preguiça :,)
Era pra ser uma twoshot, dois capítulos apenas, mas....... É a vida hahsuaus
Boa leitura!
~XoXo

Capítulo 2 - Agora já é tarde



— O quê?! - gritei, repentinamente.


— Uma menininha.


— Como assim o bebê é do papai?


Ela desliga a chamada.


Então quer dizer que meu pai a traiu. Não estou acreditando… Nunca pensei que ele faria uma coisa dessas.


Por que ela sempre desliga a ligação de repente?


Mãe: Ele teve um caso.


Deve ser difícil para ela falar isso… Então prefere escrever.


Mãe: Eu não queria que você descobrisse…. Eu não queria que você soubesse o que aconteceu hoje.


April: Papai? Um caso? Não estou acreditando.


Mãe: Isso foi um erro. Pelo menos isso é o que ele me contou. Eu não queria contar para você e desapontá-la. Ele tentou terminar com ela… Mas ela ficou louca. Ameaçou matá-la… Ele ficou preocupado com a segurança do bebê, então ele a levou.


April: A senhora está falando sério!?


Fiquei pasma. Então…


April: Essa é a amante dele na porta?!


Mãe: Sim, essa é a Rebekah. Ela é obcecada pelo seu pai. Eu estava esperando que ela não chegasse nesse nível.


April: O papai é um bastardo! Não acredito que ele faria isso. E agora eu sou a pessoa lidando com essa porcaria!


Bufei de raiva e frustração.


Mãe: Eu sei. Me desculpe, April.


Fiquei alguns segundos assimilando tudo isso. Até que respirei fundo.


April: É por isso que ele está se hospedando em hotéis recentemente? Eu sei que vocês não estão se dando bem…


Mãe: Ele estava preocupado que Rebekah o seguisse até em casa e machucasse nossa família.


Ainda não estava acreditando nisso.


April: Uau. Isso é terrível. Você está bem?


Mãe: Estou bem agora. Me sinto muito melhor.


Ah não…


April: Estou ouvindo ela novamente…


Olhei de novo pela janela. Ela está andando ao redor da casa.


— Onde ela está?! - gritou Rebekah.


April: Ela sabe que o bebê dela está aqui!


Mãe: Vá olhar do banheiro no andar de cima. Saia do andar de baixo.


Corri para lá.


Estou vendo ela.


April: Meu Deus, mãe. Acho que ela tem uma arma!


Meu Deus, meu Deus, meu Deus!


April: Onde está a polícia?!


Mãe: Está a caminho.


April: Aquele pobre bebê!


Eu não posso deixar essa mulher psicopata encontrá-la.


April: Vou descer para pegá-la.


Mãe: April, o que eu disse?! Não vá ao porão! Isso é para o seu próprio bem!


April: Eu tenho que fazer algo! Eu não vou ficar escondida em um banheiro enquanto minha irmã grita e chora por ajuda.


Saí do banheiro. Logo vi a notificação do celular.


Mãe: April! Pelo menos uma vez você vai me ouvir?!


April: Mãe, eu te amo, mas eu vou descer.


Desci as escadas até o andar de baixo e então fui ao porão.


Nunca tinha ido a um lugar como este, e nunca me senti desse jeito. Algo aqui me deixava apavorada.


Peguei meu celular para iluminar.


Eu não consigo mais ouvir o bebê… Deus, está frio aqui.


April: Está tão escuro que eu não consigo ver nada.


Mãe: Bem, você não deveria estar descendo lá!


April: Mãe, pode se acalmar, por favor?


Acabei achando um interruptor descendo as escadas.


Ótimo. A luz não está funcionando. Que azar o meu!


Mãe: Por favor, tenha cuidado, April.


April: Eu estou bem, estou usando a luz do celular. Eu não vou ficar aqui muito tempo. Esse lugar é realmente assustador...


Estava com frio, e com um pressentimento ruim. Eu estou com tanto medo…


Mãe: É só um porão. Um lugar para as pessoas armazenarem seus lixos.


Nossa.


April: Então por que o papai traria um recém-nascido aqui?! É tão escuro e frio.


Ele não seria tão cruel… Algo não está certo.


Mãe: O que você quer dizer?


April: Eu não sei… Algo está errado.


Pelo caminho ao entrar no porão, comecei a sentir um cheiro horrível. Começou a arder meu nariz.


April: O que você e papai estão mantendo aqui?! Tem um cheiro terrível! Estou literalmente arrepiando.


Mãe: O que você está vendo?


Forcei meus olhos e observei o local, cada vez me afastando do cheiro.


April: Nada além de caixas. Acho que estou ficando doente.


Mãe: Queria que você tivesse esperado por mim. Eu realmente não queria que você fosse no porão.


April: Tarde demais. Eu vou verificar a lavanderia…


Andei mais um pouco, com cuidado, até que achei um interruptor.


Perfeito, a luz aqui também não funciona. Que…


April: A luz daqui não funciona e acho que algo está se mexendo.


Mãe: O que é?


April: Eu não sei… Está no chão, na máquina de lavar.


Que merda.


April: Vou chegar mais perto.


Mãe: Por favor, tenha cuidado.


Verifiquei ao redor da máquina e…


OH MEU DEUS! É o bebê! Estava enrolada em um cobertor, mas ela está congelando!


April: Achei o bebê! Está morrendo de frio!


Começou a cair lágrimas dos meus olhos, enquanto digitava. Não acredito que essa bebezinha estava nesta condição. Papai não faria tal crueldade! Ela não merece!


April: Por que o papai colocaria o seu bebê em um chão frio?!??


Mãe: Se isso significa muito para você… Coloque-a em um lugar mais seguro e depois suba as escadas. Deixe-a aí até eu chegar.


Eu não acreditei quando li o que ela tinha escrito.


Não vou deixar minha irmã em um piso de concreto no escuro!


Peguei e a enrolei em meus braços. Andei devagar para não tropeçar em nada e machucar o bebê.


Mãe: Pare de chamá-la assim! Esse bebê é um erro!


Não acreditei que li isso.


April: Talvez sim, mas ela é um ser humano, poderia ter morrido aqui embaixo! E ela está claramente assustada! Estou seriamente com nojo do comportamento do papai.


Mãe: Isso não é problema seu.


April: Bem, onde está o papai?! Isso é problema dele!


Mãe: Não se preocupe com seu pai agora. Concentre-se em ficar segura.


April: Estou trazendo-a para cima. Nem sei se o papai se preocupou em alimentá-la.


Mãe: A Rebekah pode ouví-la se você subir as escadas!


April: Ela já sabe que o bebê está aqui, mãe.


Mãe: Assim como o seu pai


Subi as escadas do porão com mais cuidado ainda, até que cheguei à porta e então saí.


April: Enfim… Realmente precisamos fazer algo a respeito do porão.


Aqui é assustador como o inferno e o cheiro é horrível.


Mãe: Feche a porta para que o cheiro não entre no resto da casa.


April: Já fiz isso. Espero que ela não comece a chorar. Não preciso daquela louca batendo na porta de novo.


Fui até a cozinha, e abri uma caixa de leite para dar ao bebê. Ela é tão linda, tão pequenina. Sorri ao olhar novamente para o rosto dela. Quando ia pôr o leite para esquentar, recebi uma notificação do celular.


Mãe: O que a Rebekah está fazendo agora?


April: Espere para ver se eu consigo encontrá-la...


Olhei pela janela da sala novamente, até que a vejo. Ela está péssima.


April: Está no quintal, soluçando.


Abri um pouco a janela para ouvir, parecia que ela estava falando algo.


— Graham, Graham, Graham, Graham…


April: Ela está repetindo o nome do papai sem parar. Ela está louca com isso!


Mãe: Ela merece essas lágrimas.


Fecho a janela.


Mãe: April, me desculpe. Estou… Ainda machucada com tudo isso. Eu não deveria descontar em você e no bebê.


April: Entendo. Isso não deve ser fácil para você.


Afinal, traição nunca é fácil quando se ama uma pessoa…


Estava pensando o que tinha acontecido mais cedo, mas rapidamente saí de meus devaneios. Balancei o bebê, para que ela não chorasse.


Nenhuma de nós temos nada a ver com isso.


Mãe: Espero que a Rebekah fique quieta até a polícia chegar.


April: Onde está a polícia? Está demorando uma eternidade.


Mãe: Eu sei, mas aguente firme.


Respirei fundo, então fui até a cozinha. O leite já deve estar pronto.


Ainda estava com o bebê no colo, enquanto derramava o leite em uma xícara, para ver se estava no ponto certo para o bebê. Depois procuro uma mamadeira.


Escuto meu celular apitando, mas ignorei. Tinha coisas mais importantes que isso.


Estava com uma sensação de que alguém me observava. Olhei pela janela e me deparei com Rebekah.


Eu não sabia o que fazer. Estava estática. Consegui mexer os braços, então peguei o celular.


√√Visualizado

Mãe: Huh? April?


Mãe: O que está acontecendo? April, querida, me responda!


Lentamente fui me afastando de lá, ela me olhava e olhava o bebê.


Até que do nada, ela abre a boca e começa a gritar que nem louca.


Rapidamente corri até o sótão para nos proteger. O bebê começava a chorar, tentei acalmá-la, mas ficava cada vez mais nervosa.


April: Meu Deus, mãe, por favor, nos ajude! A Rebekah estava na janela da cozinha e... Me escondi com o bebê no sótão. Eu estou com medo, mãe. Olhar nos olhos dela… Há algo de errado com essa mulher.


Mãe: Eu sei querida. Seu pai e eu tentamos lidar com isso nós mesmos. Me desculpe por isso estar afetando você agora.


Deviam ter sido sinceros desde o começo, assim isso não estaria acontecendo. Mas agora já é tarde.


Notas Finais


Oie
Espero q tenham gostado
Compartilhem com seus amigos se gostarem da estória, me deixaria MT feliz :D
Bjss


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