História Where Is Your Boy Tonight? - Capítulo 37


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adam Lambert, Fall Out Boy
Exibições 34
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Harem, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie!!!

Eu sumi, eu sei e bou explicar!!

Cortaram minha internet e meu pai entou de férias. Mas foram feitas algumas reformas no quintal de casa e não deu para ele pagar a internet e o resultado VCS já sabem.
Estou postando o cap pelo celular, e é uma bosta. Então, me desculpem pela demora e por esse imprevisto.

Boa leitura!!

Capítulo 37 - Young Volcanoes


Fanfic / Fanfiction Where Is Your Boy Tonight? - Capítulo 37 - Young Volcanoes

 

   -Vamos, Lotte, vamos nos atrasar – Pete grita e logo tosse.

A garganta arranhava desde que acordara. O moreno bebe um gole de água e teve dificuldade de engolir. A voz quase não sai e podia ter a certeza que Charlotte não ouvira.

   -Papai, e se eu não gostar da escola?

Charlotte aparece com a mochila da Barbie nas costas, de tranças e uniforme da escola que ficara linda.

   -Você vai gostar, meu amor. Você vai fazer amigos, vai aprender coisas novas, não se preocupe. Não tem o que temer.

   -O que houve com a sua voz, papai?

   -O papai está rouco. Deve ter sido o sorvete de ontem. Agora vamos?

   -Mas e se as outras crianças não gostarem de mim?

   -É claro que elas vão gostar de você. Eu te amo, minha filha.  Todo mundo vai gostar de você.

   -Por que você não pode ficar comigo?

   -Porque o papai tem que ir trabalhar. Eu vou entrar mais tarde hoje e vou com você, tudo bem?

Charlotte assente. A buzina do ônibus escolar vem do lado de fora, Pete pega as últimas coisas e tranca a casa. Charlotte entra e diz bom dia para o motorista.

   -O nome dele é Miller e ele sempre vai te levar para a escola, ok? E a Anne vai cuidar de você - Pete aponta para uma mulher sentada no banco de trás do motorista.
   -Olá - ela diz.

Charlotte assente. Encara o corredor apreensiva, crianças conversavam e algumas a encararam. Pete se senta e Charlotte senta em seu colo.

Estava ansiosa e com medo, as casas ficavam para trás do lado de fora da janela. Meninos e meninas continuavam a tagarelar causando barulho demais. Charlotte segura firme a mão do moreno ao sentir o ônibus parar. Do lado de fora, uma mãe se despede dos filhos gêmeos que entram no ônibus causando mais gritaria ao se encontrar com os amigos.

   -Está tudo bem, querida? – Pete pergunta atencioso.

Coisas novas nos deixam inseguros. Charlotte assente e o ônibus segue viagem. Alguns minutos depois e duas paradas, o ônibus estaciona em frente a escola. Mais dois ônibus amarelos estavam parados e crianças desciam outras seguiam de mãos dadas com suas mãos.

   -Vamos? – Pete pergunta cuidadoso.

Charlotte não disse nenhuma palavra durante o percurso e isso o deixara intrigado. As crianças desciam conversando e rindo umas com as outras. Charlotte desce do colo do pai e pega a mochila no banco ao lado e de mãos dadas descem do veículo.

Charlotte se assusta quando dois meninos passam por ela correndo brincando. Ela olha para os lados e segura forte a mão do pai.

   -Papai, se eu não gostar da escola, eu posso nunca mais voltar?

   -Por que você não experimenta e depois me diz o que acha?

Charlotte não responde. Encara o enorme prédio atrás do portão. Uma mulher sorridente recebia os alunos.

   -Bom dia, senhor Wentz – ela diz simpática –  Bom dia, Charlotte. Seja bem-vinda.

   -Bom dia – Charlotte diz hesitante.

   -Bom dia – Pete diz apertando a mão da mulher.

   -Meu nome é Ruby e eu sou a inspetora da escola, a diretora esperam vocês na sala dela. Me acompanhe, por favor.

Pete segura a mão de Charlotte enquanto segue a inspetora até a sala da diretoria.

Charlotte olha em todas as direções, as salas pareciam serem todas iguais. Em algumas paredes de tijolinhos do corredor, tinham o alfabeto ou números de um a dez colados com formas gordinhas. O “A” tinha um sorriso alegre e dizia oi. A letra “O”, se parecia com um biscoito. Havia desenhos feitos pelas crianças em cartolinas em alguns murais. O corredor ela longo e a diretoria ficava no final dele.

Eles entram na sala e a diretora, uma mulher de quase quarenta anos, bem vestida e sorridente chamada Rachael como dizia na plaquinha em sua mesa, os recebem. O sinal toca e chama atenção de Charlotte de imediato.

   -Não se preocupe, é só o sinal para os alunos entrarem – a diretora explica – então você é pequena Charlotte? Seu pai me falou muito sobre você.

Charlotte engole em seco e segura a manga da blusa do pai.

   -Ela só está um pouco assustada.

   -O senhor está bem?

   -Só estou um pouco rouco – Pete tosse um pouco.

A diretora assente.

   -Bom – ela mexe em alguns papéis e escolhe um, logo pegando um lápis – Seu pai me disse que te ensinou muitas coisas.

   -Ele me ensinou a ler e a escrever.

   -E você gosta de ler?

Charlotte assente. A diretora não parecia ser brava.

   -Qual é a sua história preferida?

   -A Rapunzel.

   -Eu também gosto muito dessa – a mulher sorri – Eu tenho que passar uma atividade para você, tudo bem?

Charlotte assente mais uma vez. A diretora coloca algumas folhas e lhe entrega o lápis.

   -Não se preocupe se você não souber responder tudo, isso você vai aprender aqui, tudo bem?

Charlotte concorda mais uma vez. A menina realiza as pequenas atividades e escreve o novo nome com perfeição. Com letra de forma, preenche as lacunas com as letras faltantes nos nomes de cada figura e realiza as contas de adição e subtração utilizando os próprios dedos.

   -Eu... Eu não sei fazer essas.

   -Eu ainda não ensinei multiplicação e divisão a ela... Às vezes, o dia é corrido no hospital.

   -Mas ela está ótima – diz a diretora avaliando a atividade – Até a letra é mais bonita que a dos alunos do sétimo ano.

   -Ela é bem caprichosa – Pete diz orgulhoso pela filha.

Charlotte sorri tímida.

   -Bom, acho que você já pode ir para a sua sala. Eu acompanho vocês.

De volta ao corredor, Charlotte ainda segura a mão do pai que seguia a diretora. A sala era a terceira do corredor indo para o pátio. A diretora bate na porta que logo é aberta por uma outra mulher.

   -Pois não, diretora?

   -Bom dia, professora Merilin. Essa é a nossa nova aluna, Charlotte.

A menina continua segurando a mão do pai, todos os alunos da sala a olham pela porta.

   -Seja bem-vinda, Charlotte – diz a professora com a mão estendida.

Charlotte não aperta sua mão, recua um passo para trás do moreno e aperta forte a mão do pai.

   -Desculpa, ela está envergonhada.

   -Tudo bem – a professora sorri amistosa.

   -papai, eu quero ir para casa.

Pete se agacha a frente da menina.

   -lembra que você disse que não gostava de brócolis, mas depois quanto experimentou se tornou sua comida favorita?

Charlotte assente.

   -Então, é a mesma coisa. Você tem que experimentar.

   -Tudo bem, papai – diz a mina melancólica.

Pete sorri e abraça a menina.

   -Boa aula, filha.

   -Tchau, papai – Charlotte dá um beijo estalado na bochecha do pai.

A menina entra e a professora faz menção de fechar a porta.

   -Pode deixar um pouco aberta? Quero ver como ela vai se sair.

   -Tudo bem.

Pete observa a menina caminhar hesitante entre os alunos. Uma menina de trancinhas como Charlotte a chama fazendo um gesto e Charlotte corre em sua direção. Era Madison, a menina do parque. Charlotte se senta ao seu lado e retira o material da bolsa mostrando seu caderno novo. Pete sorri orgulhoso da menina.

   -Ela vai ficar bem, senhor Wentz. O senhor vai se atrasar ainda mais para o trabalho.

   -É, eu... eu sei. Bom, é melhor eu ir então – Pete não queria, mas o trabalho o chamava. Seu coração de pai se aflige – Obrigado.

Ele sorri para a diretora e a acompanha até a saída.

   


Notas Finais


Espero não demorar muito para voltar a postar normalmente. Por enquanto vou postar pelo celular.

Desculpa-me mais uma vez



bjjo bjjo.


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