História Where it all began - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandre Nero
Tags Pessoasreais
Exibições 270
Palavras 2.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo não revisado

Capítulo 15 - "Vestiário masculino"


Depois do mal entendido, Alexandre se manteve afastado de Giovanna sentando-se do outro lado da sala. Quando finalmente as aulas do período da manhã chegaram ao fim, os alunos do terceiro ano foram para a cantina almoçar, pois logo depois do almoço teriam aula de educação física.

- Ele não tá aqui! - suspira desanimada, se sentando na mesa ao lado de Amora.

- Não é pra menos, né Bruxão! - a loira diz o óbvio. - Tu queria que ele te esperasse com rosas? - ironiza num tom forçado. - Nunca pensei!

- Eu não fiz por mal! - rebateu chateada.

- Falou sem pensar! - saboreia a comida enquanto conversam. - Tu não vai comer? - a morena apenas fez que não. - Ótimo, me dá seu bife! - Giovanna apenas revira os olhos, colocando o bife no prato da amiga. - Tu deveria ir se desculpar com ele!

- Ele foi grosso sem motivos! - não queria dar o braço a torcer, mas sabia que se fosse o contrário teria tido a mesma reação. - Precisava tratar o menino daquele jeito?

- Giovanna, ele tava praticamente te fodendo com os olhos quando foi se apresentar! - diz a loira. - Tava todo íntimo, até te chamou de 'Gio'! E nada mais óbvio que o Nero que te fode literalmente, ficar com ciúme!

- É apenas um apelido! - deu de ombros. - E ele não tava nada de me comendo com os olhos. Fui o primeiro contato do menino na escola, natural que ele tenha olhado pra mim!

- Quer um conselho? - pergunta antes de tomar um pouco de suco.

- Não! - respondeu enquanto brinca com o garfo.

- Vou falar mermo assim! - diz a loira. - A essa hora... - olha no visor do celular que se encontrava em cima da mesa. - Ele deve estar no vestiário masculino, a aula começa daqui a pouco tempo.. Mas acho que da tempo de uma rapidinha encostada na parede! Se tu der sorte, ele vai tá sozinho... - jogou uma piscadela para a outra que larga o garfo encarando-a. - Para de fazer a egípcia, vai logo!

- Te amo! - ela deposita um beijo no rosto da loira, saindo em disparado em direção ao lado externo da escola, onde ficavam os vestiários.Amora apenas sorri, voltando a se concentrar na comida.

Ela anda pé ande pé até parar na entrada do vestiário. A jovem respira fundo, torcendo para que ele estivesse ali, e de preferência sozinho.

Quando ela entrou, Alexandre terminava de colocar uma sunga, certamente cairia na piscina depois da aula. De costas para a entrada ele nem se dar conta da presença dela ali. Giovanna morde o lábio ao olhar para o corpo tão sugestivo a sua frente, ao sair do transe ela tranca a porta que dava acesso de entrada e saída, conseguindo a atenção dele com o barulho da mesma se fechando!

- O que você tá fazendo aqui? - questiona assim que nota a amada parada junto a porta. - Tá no vestiário errado! - disse indiferente, ao notar que ela não falaria nada. - Se alguém te pega aqui te dão suspeição!

- Quero falar com você! - ignora o que ele acabará de dizer. - Foda-se a suspeição!

- Temos aula daqui a pouco! - começou a recolher seus pertences do banco, sem ao menos olhar para ela. - Não temos nada pra falar! - colocou uma bermuda de malha por cima da sunga preta.

- Claro que temos! - cruzou os braços, batendo o pé irritada e excitada ao mesmo tempo. Saber que estava sozinha naquele lugar com ele, fazia seu sangue correr mais rápido nas veias. - Não vou sair daqui sem antes falar com você!

- Quer mesmo conversar? - encarou ela que faz que sim com a cabeça. - Então começa me explicando  quem é ele?! - exige uma explicação.

- Eu não sei, conheci hoje depois de falar com você no celular. - responde sincera. - Ele tava procurando a sala de aula, que por acaso era a mesma que a nossa! Eu só ajudei o menino a chegar na sala.

- E ele já estava te chamando de Gio? - sorriu forçado, sentindo uma vontade enorme de matar o outro. - "Que isso Léo, tem nada que agradecer não"! - imitou-a fazendo careta.

- Todo mundo me chama assim! - respirou fundo antes de continuar. - Tenho esse apelido desde que me conheço por gente!

- Eu não te chamo assim! - olhou bem no fundo dos olhos dela, revelando assim o quanto ficou chateado com o acontecido.

- Não chama porquê não quer! - deu de ombros, fingindo indiferença.

Ao notar que ainda estava parada na porta, ela caminha até o amado que não move um músculo sequer, somente a olha se aproximar vagarosamente.

- Eu não falei por mal! - disse se referindo ao episódio da manhã. - Não queria ter dito aquilo! - parou de frente a ele, o encarando no fundo daqueles olhos negros.

- Não falou por mal? E falou por que então? - se virou de costas para ela,  jogando os pertences que ainda segurava dentro do armário com força, fechando o mesmo bruscamente. - Você disse na frente de todo mundo que não tínhamos nada!

- Pra preservar a gente! - o virou de frente para si, segurando seu rosto entre as mãos. - Você sabe que namoro aqui é proibido, quanto menos o povo saber, menos nos expomos! - vendo por esse ponto, Alexandre chega a se questionar se ela tinha razão, mas o pensamento é espantado quando ousadamente ela leva os lábios até os seus, o segurando pelo pescoço. - Dexxculpa!

- Giovanna... - segurando-a pela cintura, Alexandre empurra seu corpo até que ela bata com as costas em um dos armários de ferro. - Eu morro de ciúmes de você! - esfrega os lábios aos dela com força, fazendo o mesmo com o corpo.

- Aaah! - murmura entre os lábios dele, ao sentir o corpo sendo prensado contra o armário e os músculos do amado. - Nero... - consegue dizer quando ele larga seus lábios, atacando com beijos e mordidas o pescoço.

- Você consegue me deixar assim só com um beijo... - sarra nela com vontade, sem deixar de beijar seu pescoço e colo. - Eu te quero agora! - olhou rapidamente para o relógio da parede, voltando a se concentrar no corpo dela ao se certificar que tinham tempo.

- Rapidinho? - gemeu ao sentir as mãos dele adentrando seus cabelos.

- Rapidinho... - confirma puxando os cabelos dela para trás, conseguindo mais espaço para beijá-la no pescoço. Giovanna já estava completamente entregue ao desejo de se amarem naquele lugar nada romântico. - Tira isso, tira isso! - segura a barra da blusa que ela usava, arrancando a mesma rapidamente.

- Pode chegar alguém... - sussurra ela, se segurando aos ombros dele quando sem ao menos retirar seu sutiã, ele suga seus seios com força. - Porra! - gritou jogando a cabeça pra trás quando ele mordisca um de seus bicos, chupando em seguida como se pedisse desculpas.

- Não vai entrar ninguém! - esfrega o rosto contra os mamilos excitados.

Ao lembrar que havia trancado a porta, ela consegue relaxar e aproveitar mais o momento.
Ele então retira seu sutiã, voltando a sugar com maestria os seios duros de tesão. Suas mãos deslizam vivamente pelo corpo dela, adentrando a calça apertada sem pedir licença, tocando-a no meio das pernas.

- Quero que vire de costas pra mim! - larga os seios inchados, voltando a se apossar de sua boca.

O beijo é forte, castigador. Alexandre pressiona a boca contra a dela com tanta força, que a faz gemer de dor. Ele suaviza o contato dos lábios, mas sem deixar perder a intensidade.

Suas mãos continuam a trabalhar em sua intimidade magistralmente. Giovanna ergue os quadris de encontro aos dedos grossos que massageiava seu clitóris pulsante.

- De costas? - pergunta enquanto rebola sobre os dedos dele. - Enfia o dedo! - mordisca a orelha dele, a boca passeia sedenta por todo o rosto do namorado, puxando seu lábio inferior entre seus dentes. - Enfia o dedo! - pede novamente, impulsionando ainda mais os quadris de encontro aos dedos, ao sentir dois deles entrando dentro de si. - Aaaaah... - o mordisca no ombro, revirando os olhos de tanto prazer.

- Encharcada, apertada, quente... - sussurro com a voz pressa, até respirar era difícil naquele momento. Giovanna abre um pouco mais as pernas, dando carta branca para os dedos dele. - Quero te foder de costas pra mim! - as palavras não ofendem, muito pelo contrário, tem o efeito explosivo no corpo dela.

Enquanto as mãos dele trabalhavam em sua intimidade, ela enfia sua mão dentro da bermuda de malha dele, apertando seu sexo com força.

- Aaai! - seu grito rasga na boca dela, sua língua sambava explorando cada canto daquela boca maravilhosa. - Olh...olha como seu gosto é majestoso! - fala com dificuldade retirando os dedos de dentro dela, levando-os até a boca avermelhada da namorada. - Chupa! - diz com a voz grave, ela então obedece o que ele diz enfiando os dois dedos na boca.

Alexandre coloca e tira os dedos da boca dela, obrigando-a sentir seu próprio mel junto com o gosto da pele dele. Ele levava os dedos até a garganta dela, retirando e colocando repetitivas e prazerosas vezes.
As mãos dela abandonam o mastro duro e grosso, o segurando pelo antebraço. Seus olhos estavam conectados aos dele, e Alexandre já conseguia imaginar ela chupando-o até o talo, até fazê-lo gozar.

- Agora tira essa calça! - retira os dedos da boca dela, colocando-os em sua própria boca. Aquele simples gesto faz Giovanna estremecer de prazer.  - Tira e vira de costas! - se afasta o suficiente para retirar a roupa, vendo-a fazer o mesmo.

Quando já estão completamente nus, se encaram sorrindo. Alexandre apenas admirava o quanto era lindo o corpo esguio da namorada. Já ela se perguntava como poderia desejar tanto uma pessoa quanto o desejava. O tesão que sentia ainda a assustava um pouco.

- Vira de costas! - diz mordendo os lábios, tocando o próprio mastro latejante pra aliviar um pouco da dor que sentia. Fazendo o que ele manda, Giovanna se vira de costas, deixando o bumbum exposto para ele - Boa menina... - mordisca a pele clara da nuca, segurando-a pelos cabelos. - Que bunda gostosa! - estala um tapa na mesma, fazendo com que ela grite com o susto. - Quietinha... - apertou a bunda da namorada, deixando a mesma avermelhada com a pressão de seus dedos. - Empina pra mim! - roça o mastro contra seu bumbum.

Ela se segura no armário, se empinando ao máximo que consegue, abrindo bem as pernas. Suas costas estavam colocadas ao peitoral do amado, seus seios sendo espremidos pelo gélido armário.
Uma das mãos dele estavam entre os cabelos sedosos da amada, enquanto a outra a segurava pela cintura controlando as sarradas.

- Você é muito gostosa... - aperta a mão na cintura fina, escorrendo para a barriga. - Não, fica assim! - impede que ela saía da posição em que se encontrava. - Eu quero você assim... - cheira o rosto dela que estava apoiado de lado. - Olha como isso tá bom... - esfrega o sexo no meio de suas pernas.

- Não faz isso! - arranha o armário agoniada, quando ele entra apenas um pouco, retirando rapidamente. - Sem tortura, eu quero agora!

- Você quer? - puxou os cabelos dela para trás, colocando a boca em seu ouvido brincando com o nódulo de sua orelha. - Quer que eu te foda? - pincela toda a extremidade dela, flexionando com força o clitóris inchado.

- Aaah... - fecha os olhos com força, desfalecendo de tanto prazer. - Anda logo com isso! - rebola a bunda contra o sexo dele, o levando a loucura.

- Toma! - ruge feito um animal, enterrando-se dentro dela. Giovanna fecha os olhos mordendo os lábios, senti-lo latejando dentro de si era gostoso demais. - Não caí! - apertou as mãos em torno da cintura dela, quando sente suas pernas fraquejarem. - Não caí! - bomba com força dentro dela, impulsionando seu corpo para frente.

O máximo que ela conseguia era gemer, nenhuma palavra que fazia sentido ecoavam de seus lábios. Ela pedia por mais, ficando cada vez lubrificada com as coisas que ele estava sussurrando em seu ouvido.
Alexandre investia contra seu corpo pesadamente, fazendo ela bater o rosto contra o armário cada vez que os corpos se chocavam. Giovanna rebolava facilitando o encaixe, prendendo-o vez ou outra dentro de si.
As mãos dele passeiam pelo corpo dela, se demorando em seus seios e intimidade.

- Hahaha... - não contém um gemido gutural ao sentir o sexo sendo bombado por trás  ao mesmo tempo que o clitóris era tocado na frente. - Qu..quero mais.. - suas as mãos alcançam a mão direita dele que se encontrava em seus seios. - Que delícia... 

- Você vai acabar me matando... - sua língua ávida brinca com a nuca dela, enquanto suas mãos a tocam majestosamente. - Você é muito gostosa, safada, tesuda... - os sexos deslizavam um no outro facilmente, tamanha era a excitação.

Seus corpos soavam, o impacto das coxas ecoam por todo o vestiário, os gemidos são inevitáveis, eles não sabiam se poderiam ser ouvidos do lado de fora.

- Nero! - geme frustrada, quando sem avisar ele saí de dentro de si. - Alexandre Nero Vieira, volta aqui agora! - ele apenas sorriu, a virando de frente.

Quando os olhos se encontram, o fogo explode um beijo animalesco. As bocas se tocam com intensidade, poderiam gozar apenas em sentir a língua um do outro. Alexandre a segura pela coxa, obrigando assim que ela levante a perna direita.
E não demora para ele a penetre novamente, fazendo com que ela morda seu lábio inferior com força, para evitar um gemido.

- Aain Nero.. - uma das mãos dele estavam entre seus cabelos, enquanto a outra dava assistência para sua coxa. Suas costas batiam contra o armário, fazendo ela sentir dor. O que não incomodou em nada aquela hora.

Ele urrava enquanto investia bruscamente contra ela. Os lábios não conseguiam largar a boca doce e macia da namorada. As unhas dela passeiam pelas costas do namorado deixando a mesma marcadas.

- Goza pra mim...Vai giovanna, eu sei que você tá quase lá! - sussurra no ouvido dela.

Giovanna não responde, apenas procura a boca dele que entende que ela estava chegando no limite do prazer.

Uma, duas, três investidas foram o suficiente para que ambos gozem em sincronia. Um gemendo o nome do outro, se agarrando com força. Os corpos tremem, se contraem tamanho era o prazer que sentia.
Permanecem agarrados por alguns minutos, apenas esperando os corpos voltarem ao estado normal.

Quando o sinal ecoa por toda a escola, eles sorriem cúmplices. Sabiam que aquele sexo animalesco foi arriscado, mas ainda assim foi uns dos melhores momentos que tiveram juntos.


Notas Finais


Eu não sei se é uma reconciliação a altura dos olhinhos safados de vocês, mas tentei.

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