História Where it all began - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandre Nero
Tags Pessoasreais
Exibições 141
Palavras 2.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu queria saber onde foi que eu disse que a Gelva TERIA um bebê.. Isso tá fluindo da imaginação de vocês, real

Capítulo 27 - "De costas para mim"


Sábado dia 20 de fevereiro do ano de 2016

Depois de ter passado toda a sexta-feira ao lado da mãe, Giovanna finalmente consegue um momento com o namorado:

- Até que enfim! - diz quando ela se aproxima. - Demorou hein Giovanna!

- Coloque a culpa na minha mãe! - depositou um selinho rápido nos lábios dele.

- Ela não queria deixar você vim? - pergunta surpreso, pois sabia que Suely não fazia o estilo "controladora".

- Não é nada disso.. - negou rindo. - Ontem ela passou o dia inteiro dizendo que eu tinha que me cuidar, que tava muito nova pra engravidar.. E hoje ela resolveu me dar uma aula de educação sexual. Tu acredita que até camisinha ela me deu? - revira os olhos com a lembrança. - Me obrigou a colocar aqui dentro da bolsa. - apontou para a bolsa tiracolo que trazia consigo.

- Eu comprei camisinha! - gargalha com a revelação. - Acho melhor prevenir agora.. - puxou-a pela cintura, colando seus corpos com perfeição.

- Não precisa de camisinha, tô tomando remédio! - espalmou as mãos nos ombros dele, arranhando por cima da blusa.

- Isso é bom.. - afundou os dedos nos cabelos dela na altura da nuca, sugando sugestivamente seu lábio inferior. - Aqui não.. - nega quando ela tenta beijá-lo, puxando seus cabelos para trás.

- Aqui sim! - retirou as mãos dele de seus cabelos, conseguindo assim colar seus lábios.

...

Eles já estavam dentro do carro, Alexandre havia dito pra ela que tinha uma surpresa. Curiosa do jeito que era, Giovanna não parava de tentar adivinhar para onde iriam.

- Se eu falar deixa de ser surpresa! - ela apenas faz um bico, cruzando uma as pernas.

- Custa ao menos me dar uma dica? - revirou os olhos desistente quando ele faz que não. - Tu é um chato..

- E você uma curiosa! - rebateu bem humorado.

Ela olha através da janela sem dizer mais nada, sabia que não conseguiria arrancar nenhuma informação dele. Alexandre tinha essa mania de querer fazer suspense com tudo.

Não demorou muito para chegarem onde ele tanto almejava, ela já tinha desistido de adivinhar que lugar era aquele. E chegou a achar estranho quando ele adentrar um condomínio.

- Que lugar é esse? - pergunta curiosa. Alexandre havia entrado em uma garagem de um condomínio de luxo. - Pensei que íamos ao cinema!

- Você queria ir no cinema? - franziu o cenho ao questionar.

- É que a gente não faz essas coisas normais, né?! - sorriu amarelo. - Passamos nosso final de semana inteiro trancados em um quarto!

- Você não gosta disso? - abriu a porta do carro, dando a volta no mesmo e parando na porta dela. Abrindo a mesma com rapidez, a ajudando descer do automóvel.

- Eu disse que não gostava? - rebateu com outra pergunta, quando já estão do lado de fora. - Apenas disse que.. quer saber, esquece o que eu disse!

- Melhor mesmo.. - segurou as mãos dela, guiando-a até o elevador que já os esperava.

Para a sorte de Alexandre, o mesmo estava vazio, dando assim ideias nada convencionais para o lugar em que estavam.

- Meu cabelo tá péssimo! - exclama ao se olhar no espelho do elevador, largando a mão do namorado para arrumar os fios desalinhados. - Parece que não penteio a semanas... - se virou de costas para ele que não consegue desgrudar os olhos de sua bunda. - O que foi? - o olha através do espelho. A cabeça dele estava levemente inclinada para o lado, os olhos negros brilhavam só de pensar em possuí-la naquele elevador mesmo. - Nero? - chamou novamente, trazendo-o novamente para a realidade.

- Nada! - olhou rapidamente para o painel que indicava os andares, vendo que ainda estavam no segundo andar. - Ainda temos tempo, vem aqui! - Giovanna chega se assustou com a brutalidade que ele a puxa contra si.

Tudo aconteceu muito rápido, ela não teve tempo para protestar. E quando recobrou a consciência, ele já havia a jogado contra a parede gélida de metal, beijando-a com ferocidade. Ela tentou empurrar o namorado, porém ele forá mais rápido segurando-a pelos pulsos no alto da cabeça. Sem ter como resistir, ela apenas se entrega ao beijo molhado. 8° andar, era o deles. Alexandre empurra a namorada para fora sem separar seus lábios. As pernas dela bambeiam ao ser encostada em uma porta de madeira.

- Alexandre.. - resmungou contra os lábios dele, prendendo-os entre seus dentes.

- Cala a boca! - resmunga de volta, tentando abrir a porta com a chave que ela ao menos percebeu que ele havia tirado do bolso de trás da calça. Com um pouco de dificuldade pelas mãos trêmulas, Alexandre consegue finalmente abrir a porta empurrando a namorada para dentro, fechando a mesma com o pé.

Camiseta, sapatos, meias, vestido e salto são jogados pelo meio do caminho. Ela nem se deu o trabalho de tentar descobrir aonde estavam, queria mesmo era matar a vontade que consumia seu corpo. Quando já está apenas de calcinha, e ele de calça jeans eles chegam ao quarto.  Alexandre a joga com força na cama, fazendo a namorada cruzar as pernas na intenção de provocá-lo.

- As pernas, abre agora! - se ajoelhou diante dela, fazendo o colchão afundar onde seus joelhos tocam.

- Me obrigue! - dobrou os joelhos, apoiando os pés no colchão.

Ela sorria, com as pernas fechadas. Alexandre se levanta lentamente, coçando a cabeça ao olhar o corpo tão escultural jogado sobre os lençóis.
Sem dizer nada, ele termina de retirar a calça com rapidez, jogando-a no chão. Voltando para junto dela apenas com uma cueca azul.

- Não vai abrir? - pergunta desafiador, ela faz que não. - Ótimo, quero te foder de costas para mim!

Giovanna arregalou os olhos, e antes que pudesse falar algo ele a puxa pelos pulsos. Obrigando-a ficar de joelhos sobre a cama.

- Levanta, eu vou tirar sua calcinha! -  ela nem pensou em dizer não, prontamente se levanta ficando de pé sobre o colchão macio. - Gosto assim, obediente...

Ele ainda estava ajoelhado na cama, ficando assim com o rosto próximo ao sexo dela. Pensou em rasgar o fino tecido cor de vinho, mas achou melhor apenas retirá-lo. Numa desenvoltura de quem conhecia bem aquele corpo esguio, Alexandre deposita um beijo leve ainda na peça, tocando-a pelas laterais do corpo, dos tornozelos aos quadris. Onde enfia as mãos pelas laterais, descendo a calcinha lentamente até deixá-la completamente nua.

Giovanna olhava a cena sem dizer nada, seu corpo já tremia querendo sentir toques mais ousados da parte dele.

- Agora deita! - ela faz que sim com a cabeça, seus olhos brilhavam e suas entranhas estavam pra lá de acessas, estavam em erupção. - Ontem quando você me chupou naquela sala... - vagarosamente separa as pernas dela, se posicionando no meios das mesmas quando ela já havia se deitado com as costas no colchão, enquanto ele ainda se encontrava de joelhos na cama. - Fiquei com vontade de fazer o mesmo com você.. pena que aquele maldito sinal atrapalhou meus planos.. - o estudante vai falando enquanto circula os seios dela com os polegares, aquele carinho inicial fazia os bicos se enrijecer. Tamanha era a vontade de sentir a boca dele naquela parte de seu corpo. - Agora, eu continuo querendo te chupar ma...

- Então chupa! - interrompeu o que ele falaria, fazendo-o sorrir do seu desespero.

- Eu vou chupar.. - segurou uma de suas mãos, deixando-a confusa. - Vou te foder com a língua.. Mas antes, eu quero te ver...

- Me ver, como assim me ver? - pergunta sem entender. O jovem não responde com palavras, apenas leva a mão que ainda segurava até seu centro de prazer. - Nero eu não... - arregalou os olhos negativando, nunca havia feito aquilo sozinha.

- Sim Giovanna, sim.. - ela fechou os olhos respirando fundo, percebendo naquele momento que aquilo poderia ser uma das muitas fantasias dele. - Você já me viu, sentiu te tocando várias vezes. Sabe como é que faz, não sabe? - ela assentiu. - Então vamos lá, pode começar! - Dito isso, ele abandona a mão dela sozinha.

Ainda de olhos fechados, ela começa a fazer movimentos circulares em seu próprio clitóris. Alexandre podia sentir o sexo doer só de vê-la fazendo aquilo. As costas dela se desgrudam da cama no momento em que intensifica a própria carícia. Alexandre leva uma mão até seu ventre, obrigado-a a colocar as costas no colchão.

- Eu vou colocar o dedo em você.. - com a mão livre, faz o que diz,penetra o indicador lentamente, fazendo gemer alto. - Não para de mover a mão! - alerta num tom grave quando ela faz menção de parar os movimentos. - Caralho, olha como você tá.. - girou o dedo de um lado para o outro, sentindo-a apertar o mesmo contra suas paredes. - Para de se contrair! - tirou a mão que ainda estava sobre a barriga dela, batendo com força em sua coxa.

Giovanna morde os lábios tentando evitar um novo grito, relaxando os músculos quando ele bate novamente em sua coxa. Ela não parou os movimentos, nunca pensou que aquilo poderia ser tão prazeroso. Seus quadris mais pareciam ter vida própria, se moviam em círculos. Alexander que agora entrava e saía dela com dois dedos, sentia que a amada estava cada vez mais próxima de explodir em um gozo majestoso.

- Ale..Alexandre!! - ofega ao sentir ele retirar os dedos, e descer com a língua. - Oh, eu não aguento mais... - gemeu sem parar de excitar o clitóris.

Alexandre extrai toda e qualquer gota de desejo que o corpo dela liberava, ele ansiava por sentir o mel dela em sua boca. Ele enfiava a língua em sua abertura com maestria, fazendo o corpo dela dar espasmos do prazer maior. Ela geme alto, sentindo as pernas amolecerem e o corpo convusionar por alguns segundos ao explodir num gozo forte, intenso.

- Vira de quadro pra mim! - ela fez que não, impossibilitada de atender ao seu pedido. - Então fica assim... - num movimento rápido a deita de barriga para baixo, com a cabeça apoiada de lado em um travesseiro. Ela solta um pequeno grunhido ao sentir ele afastar suas pernas com vagareza, deitando-se sobre suas costas. Ela mantinha os olhos fechados, os braços amolecidos jogados a cada lado de sua cabeça. O mastro duro do namorado roçava entre suas nádegas, denunciando que ele havia retirado a cueca box.

- Aiiin.. - apertou fortemente os lençóis de seda ao senti-lo preenchendo-a lentamente. - Porra... - murmurou ao senti-lo latejar dentro de si. - Filha da puta! - gritou quando ele se impulsiona para frente, fazendo com que sua cabeça bata na cabeceira da cama.

- Não grita  - ordenou ele, mordendo levemente o lóbulo de sua orelha. - Tá gostoso? - estocou com força, segurando os cabelos dela com a mão esquerda, enquanto a direita a apertava na cintura. - Tá gostoso, safada? - repetiu a pergunta, puxando os cabelos dela ainda mais. - Fala pra mim, é assim que você gosta? - lamentou ainda mais o ritmo, fazendo a namorada revirar os olhos de tanto prazer.

- Aaah, sim.. - consegue responder com um fio de voz.

Seus lábios beijavam, mordiscavam, sugavam onde alcançavam. Com a boca entreaberta e respiração entrecortada, Giovanna o.sentia se mover cada vez mais bruscamente. Ela só conseguia gemer e pedir por mais, sendo obedecida por ele que metia profundamente, incansavelmente.

- Eu ainda vou comer essa sua bunda Giovanna, escuta o que estou te falando... - sussurrou em seu ouvido, alucinado de prazer. - Vou comer tão gostoso, que você não vai conseguir andar... - Giovanna não pode deixar de notar o quanto o desejo dele aumentava seu próprio desejo, era incrível a química que tinham na cama.

O corpos estavam suados, deslizando assim com uma facilidade fora do comum. Gemiam coisas desconexas que não conseguiam compreender, mas o corpos compreendiam já que ficavam a cada minuto mais excitados.

Limitada por conta do corpo dele sobre o seu, Giovanna começa a remexer os quadris por debaixo dele. Ela o sentia duro feito pedra dentro de si, podia sentir o coração do amado batendo fortemente grudado em suas costas. As respirações ficavam mais altas e aceleradas a cada segundo, os corpos molhados de suor avisavam que o momento de prazer chegava ao fim. Os mesmos estavam prontos para o momento crucial. Uma única e longa investida foi o suficiente para que os corpos caíssem em queda livre. Um gritando o nome do outro, caindo em um mundo onde só existia os dois; exaustos e satisfeitos pelo amor feito.


Notas Finais


Como o hot "ganhou" ( pq vcs são um bando de putas melosas), taí. Eu sei que não sou o gênio do hot, mas eu tento. Me digam o que acharam nos comentários.

Algum palpite sobre o lugar que eles estão???

P.S: Demorei pq tava sem vontade nenhuma de escrever, mas pra compensar voltarei ainda hoje lá pra 12/13 (hora), ok?!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...