História Where it all began - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandre Nero
Tags Pessoasreais
Exibições 184
Palavras 1.893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Peço 2 minutos da atenção de vocês: Sei que sou chata pra caralho e não é muito fácil ler o que minha mente flop idealiza.. Mas peço que leiam minha nova fanfic. Senão gostarem foda-se, mas leiam mesmo assim.

O link é: https://spiritfanfics.com/historia/contrato-selado-7171330

BOA LEITURA

Capítulo 28 - "Aqui na cozinha"


Depois do êxtase ter passado, Alexandre sai de cima da amada lentamente, trazendo-a para se deitar sobre seu peito.

- Onde a gente tá?! - perguntou com a voz ainda fraca, olhando tudo em volta, reparando em que estavam em um quarto muito bonito.

- No paraíso.. - respondeu sorrindo, Giovanna revirou os olhos achando aquele papo bem clichê.

- De quem é esse apartamento? - ergueu o rosto para conseguir olhar diretamente em seus olhos.

- Meu! - respondeu simplesmente.

- Não vai me dizer que sua vó tá em casa e eu tava gemendo feito louca.. - se levantou num salto, dando voltas pela suíte atrás das roupas, se dando conta que ficaram pelo meio da casa. - Que vergonha Meu Deus, com que cara eu vou olhar pra ela, Alexandre?

- Ei.. - puxou-a de volta para a cama. - Minha vó não mora aqui.

- Como não? - ficou confusa. - Tu me disse que morava com ela..

- E eu moro! - afirmou. - Esse apartamento minha mãe deixou para mim quando eu tinha somente 13 anos.

- E por que tu não mora aqui sozinho?

- Porque fiz 18 a uma semana, tomei posse dele ontem! - explicou, vendo-a suspirar aliviada por não ser o apartamento da avó dele.

- Tua mãe é rica? - essa era Giovanna, curiosa. - Por que nunca me falou dela?

- Eu não quero falar da minha mãe agora! - forçou um sorriso, puxando-a delicadamente para se sentar em seu colo. Uma perna de cada lado de seus quadris. - Rebola pra mim.. - espalmou as mãos em sua cintura, forçando a mesma para frente e para trás. Roçando seus sexos ainda úmidos.

- De novo? - pareceu esquecer o assunto 'mãe', correspondendo ao beijo instigante que ele lhe rouba.

As bocas se tocam ávidas, quentes. As línguas se enrolam conforme o beijo vai ganhando intensidade, arrancando gemidos que se rasgavam contra os lábios.

- Ne..Alexandre, eu preciso de um banho! - tentou impedir quando a mão dele descia pela frente de seu corpo.

- Depois! - mordeu seu lábio inferior com força, deixando o mesmo ainda mais avermelhado com a pressão de seus dentes.

- Aaaah.. - gemeu ao sentir as mãos hábeis tocar seu centro de prazer. - Aiiin.. - contrai os músculos ao senti-lo roçar os dedos em sua abertura extremamente sensível.

- Shiii.. - afaga os cabelos com a mão livre, enquanto forçava um dedo para dentro dela. - Não contrai! - sussurrou com a voz rouca de desejo, olhando para o sexo dela que tentava rejeitar seu dedo. - Para de se contrair!

- Vai devagar aí.. - segurou nos ombros músculos com força, jogando a cabeça para trás.

Alexandre conseguia ver seu dedo entrando e saindo de dentro dela lentamente, e aquilo estava mexendo com seus sentidos. Um segundo dedo entra nela, a fazendo gemer ainda mais alto e enterrar as unhas alongadas em seus ombros. Aproveitou o momento em que ela estava de cabeça inclinada para trás, pra abocanhar os seios rígidos.

- Você é tão gostosa.. - gemeu contra o seio esquerdo, mordiscando o bico rijo. - Tão apertada.. - ao invés de mordiscar novamente, ele chupa, soprando em seguida. O corpo da jovem se arrepia por completo, Alexandre leva a mão que ainda afagava seus cabelos até os seios pequenos e firmes, flexionando os bicos entre os dedos.

Giovanna podia sentir a ponta do sexo duro e molhado do namorado contra sua barriga, deixando-a com vontade de cavalgar sobre o mesmo. Alexandre ainda excitava sua intimidade e seios,sendo incentivado pelos pequenos gemidos que sílabam de seus lábios entreabertos.

- Para! - com dificuldade leva uma das mãos até os pulsos do outro, impedindo-o de continuar com a tortura.. - Eu não vou aguentar.. - sussurrou engolindo em seco, levando a outra mão até os cabelos dele que levanta a cabeça para encará-la. - Me fode com força!

Rapidamente Alexandre retira os dedos de dentro dela, levando-os até a boca carnuda. Ele passa os dedos sobre os lábios secos da amada, fazendo que não quando ela faz menção de passar a língua. Leva as duas mãos até os cabelos dela os puxando de encontro ao seu rosto. Preguiçosamente passa a ponta da língua pelos lábios agora molhados de mel, forçando a mesma para dentro da boca dela.

Enquanto a beijava, suas mãos descem novamente pelas laterais do corpo esguio pairando na altura da cintura. Ele levanta levemente os quadris dela, e quando os força para baixo novamente ela o sente entrando cada centímetro dentro de si.

- Oh..sim.. - revira os olhos. Ele apertava com força sua cintura fina, enquanto ela o apertava nos ombros. - Deus..mais rápido..mete com força! - enquanto ela gemia jogando a cabeça para trás, o estudante beijava seu pescoço impulsionado-se para cima, entrando cada vez mais fundo.

- Ah Giovanna, vai gostosa.. - geme rouco, enquanto se movia dentro dela com força. - Vai amor, vai..

Firmando as mãos ainda mais nos ombros dele, Giovanna começa a cavalgar com força. Praticamente pulando no colo do outro. Fazendo as coxas se chocarem, o som estridente ecoando por todo o ambiente.
Descia, subia, ia para frente e para trás, sendo controlada pelas mãos firmes que ainda agarravam sua cintura.

- Delíciaaaa... - sugou o ar entre os dentes, atacando a boca entreaberta do namorado com vontade.

Os movimentos vão ficando ainda mais precisos, descontrolados. Nenhum dos dois tinha mais noção do que faziam. Sentiam que os corpos não aguentariam por muito tempo naquele ritmo cadenciado. As mãos passeiam ávidas pelos corpos molhados de prazer. O cheiro forte de sexo pairando no ar, se misturando aos gemidos descontrolados que saiam sem pudores.

Ao sentir os corpos tremerem, Giovanna empina ainda mais a bunda acelerando ainda mais os movimentos. Seus cabelos molhados de suor grudados contra as costas, onde Alexandre apertava com força, sem se importar com as marcas que ali poderiam ficar.
Uma, duas, três investidas foram o suficiente para gritarem ao mesmo tempo, agarrando-se com ainda mais força. Os líquidos quentes se misturando e escorrendo pelas pernas dormentes.

...

Depois de um banho super temperamental, ambos trocam os lençóis sujos por outros, deitando-se entre beijos somente de peças inferiores.

- Eu tô com fome! - ela diz, quebrando o clima de romance.

- Eu tô encima de você, quase rasgando sua calcinha pra te foder gostoso, e você me diz que tá com fome? - ergue a cabeça pra olhá-la diretamente nos olhos. - Olha, sente só como meu pau tá... - segurou a mão dela, guiando-a até seu membro completamente disperso.

- Ah Nero, já transamos 2 vezes e ainda não comi nada.. Sem contar que esse banho foi mais divertido do que deveria. - deu de ombros, se lembrando das provocações que trocaram durante o demorado banho.

- Tá falando sério? - ela fez que sim. - Ah Giovanna, o que eu faço com você? - sorriu diante a própria frustração, saindo de cima dela.

- Pode começar me dando comida... - se levantou da cama, sorrindo com a língua entre os dentes. Lentamente ela se vira de costas para ele, o olhando por cima dos ombros. - Depois tu pode me foder bem gostoso.. - jogou uma piscadela, antes de pegar a camiseta dele no chão, jogando a mesma sobre seu corpo seminu. - Bora Alexandre, eu tô com fome! 

Ele apenas balança a cabeça, antes de levantar e ir atrás dela na cozinha.

- O que a gente vai comer? - pergunta vasculhando os armários.

- Por mim, eu comeria você.. - a olha de cima a baixo, reparando bem nas pernas torneadas amostra por conta da camiseta que nela caia como um vestido.

- Para de graça oh, tô falando sério! - mostrou a língua para ele, voltando a mexer nos armários. - Não tem nada aqui.. - lamenta quando abre a geladeira. - Pô, eu tô com fome!

- Não tem nada? - franziu a testa ao perguntar.

- Tudo por fazer! - deu de ombros. - Ou seja, não tem nada!

- Você não sabe cozinhar? - solta uma gargalhada exagerada quando ela fez que não com a cabeça. - Como não?! Toda mulher sabe cozinhar, toda mulher tem que SABER ao menos fritar um ovo!

- Eu não sou "TODA MULHER"! - começou a se irritar com ele.

- Como a gente vai fazer quando casar? - coça o queixo pensativo, desviando quando ela arremessa uma colher em sua direção. - Ou, vai devagar aí maluca!

- Deu sorte que não achei a faca! - resmungou com o mal humor notório em seu semblante. - Sem contar que eu nunca casaria com uma pessoa machista, que acha que lugar de mulher é na cozinha, meu lugar é onde eu quiser, seu idiota! 

Alexandre não pode deixar de notar o quanto ela era linda com fome. O rosto avermelhado de raiva, os cabelos "pós-foda" soltos, os braços cruzados logo abaixo dos seios, e o rosto levemente inclinado para o lado.

- Vem aqui.. - se levanta do balcão onde havia sentado-se para observá-la na cozinha. - Eu sei cozinhar, sua chata! - depositou um beijo na ponta do nariz dela. - E eu não sou machista, você que é feminista demais!

- Sabe? - os olhos brilham quando ele assenta positivamente, ela ao menos se importou com o fato dele tê-la chamado de feminista, sabia que era verdade.

- Não é aquela coisa que se diga: "nossa como cozinha bem o Alexandre", mas... - fez suspense. A puxando pela cintura para colar seus corpos.

- Mas...? - pediu que ele prosseguisse. - Mas o que?

- Eu sei ferver água! - diz brincalhão, ganhando um olhar mortal da namorada.

- Idiota! - tentou se soltar dos braços dele, mas não conseguiu. - Me solta!

- Eu tô brincando com você. - deu um selinho rápido nos lábios dela. - Eu vou fazer alguma coisa pra gente comer! O que você quer comer?

- Qualquer coisa que não seja água fervida! - se soltou dos braços dele, se sentando em um banco alto próximo ao balcão.

- Lasanha, você gosta? - pergunta já mexendo nos armários e retirando dali os ingredientes.

- Tu sabe fazer? - arqueia a sobrancelha quando ele faz que sim. - Taí, quero ver se sabe mermo!

- Tá me desafiando, Giovanna? - ela faz que sim. - Ótimo, adoro desafios!

- Se ficar ruim.. Tu vai ter que me pagar uma prenda! - inclina a cabeça pro lado, sorrindo com a língua entre os dentes.

- Que tipo de prenda? - pergunta interessado no assunto.

- Tu vai ter que me chupar aqui na cozinha mermo, sentada sobre esse balcão que ao meu ver é super afrodisíaco.. - Alexandre arregalou os grandes olhos negros sem acreditar no que acabou de ouvir. - Que é, não vai querer?

- Eu topo.. - apertou a mão que ela lhe oferece, selando o trato. - E se ficar bom, o que você vai fazer pra mim?

- Posso te chup.. - parou de falar quando ele fez que não. - Não vai querer um boquete? - falou descaradamente.

- Anal! - falou somente, fazendo o corpo dela vibrar em excitação antecipada. - Você vai ter que liberar pra mim, aqui na cozinha!


Notas Finais


Quem ganha? O que vocês querem? Sim, ainda vem muuuito hot por aí (PQ SOU UM AMORINHO DE PESSOA). Retribuições em forma de favoritos na nova fic são aceitos, obrigada!


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