História Wherever You Are - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Seonyeondan, Bts, Hoseok, J-hope, Jimin, Jungkook, Kim Namjoon, Namjoon, Rap Monster, Seokjin, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 244
Palavras 1.934
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI OI GENTE
JA FAZ 84 ANOS
Mas quem é vivo sempre aparece né non aldjaksja

Me desculpem por sumir por uma semana eu estava com os dias muito cheios e não tive tempo nem disposição pra escrever.

Preciso avisar aqui que eu voltei. E voltei pra foder tudo. Se preparem. Coloquem o colete. Mas não coloquem só um.

Boa leitura amores 💟

Capítulo 32 - Capítulo​ 31


Fanfic / Fanfiction Wherever You Are - Capítulo 32 - Capítulo​ 31

Chegando ao apartamento dos meninos, digo para Jimin entrar e avisar que estou com outra pessoa. Bruna Unnie está nervosa de novo e preciso acalmá-la antes que ela entre e comece a berrar igual louca.

— Tá legal. Olha pra mim, calma ok? – digo olhando em seus olhos e ela concorda com a cabeça. Abro a porta devagar, ouvimos algumas vozes e suponho que estão todos na sala. O nervosismo de Unnie passa pra mim quando penso em Namjoon.

Entramos devagar, a vejo respirar fundo diversas vezes, adianto os passos e entro na sala antes dela. Limpo a garganta antes de falar.

— Oi. – digo acenando levemente, Bruna Unnie já está do meu lado petrificada mais uma vez, os meninos a olham sorridentes, provavelmente Jimin disse que ela é Army também. – Essa é Bruna, minha amiga.

Todos dão um 'oi' e vejo os olhos dela se encherem de lágrimas, nos olhamos e sorrimos e novamente ela me dá as costas e segue em direção a porta de saída do apartamento, olho para os meninos e estão todos com semblantes curiosos, noto que Namjoon não está na sala.

— Será que ela vai gritar de novo? – Jimin pergunta.

— Gritar? – Jin pergunta o olhando assustado. – Por quê?

— Calma, omma. Não é nada, ela só tá surtando por conhecer vocês. – digo calmamente.

— Omma? – pergunta ignorando o resto do que eu disse, eu apenas dou um sorriso.

— Eu vou ver como ela tá. – digo saindo da sala, mas ainda me perguntando porque Namjoon não está ali.

Chego até a porta de saída e Unnie está parada de frente pra porta, a ouço fungar e tenho certeza que está chorando.

— Unnie. – digo colocando a mão em sei ombro. – Tudo bem?

— Uhum. – diz baixinho fungando de novo. – Eu não acredito que tô na casa do BTS conhecendo eles. Eu tô muito feliz, sempre sonhei com isso.

— Eu sei. Vem cá. – sorrio e a puxo pra um abraço que é retribuído prontamente. Ficamos assim uns minutinhos até ela me soltar. – Tá bem agora?

— Tô sim. – responde sorrindo e limpando algumas lágrimas que ainda insistem em cair. Ela se dirige até a sala novamente e eu a sigo.

— Você tava chorando? Está tudo bem? – Jimin pergunta se aproximando rapidamente.

— Estou bem. – responde sorrindo, pareceu meio assustada com a aproximação repentina. Sorrio levemente com a cena, sinto o olhar de Tae sobre mim e o olho de volta. Ele me lança um olhar significativo mas sou lerda demais pra conseguir entender. 

— Então... Vamos comer? – Hoseok diz se levantando.

— Vamos! Tô morto de fome. – Jungkook anuncia e vejo todos levantarem também. Seguimos à saída do apartamento, fico pensando onde Namjoon pode estar, mas não pergunto por medo de parecer muito intrometida.

Fomos ao mesmo restaurando do outro dia, durante o almoço ninguém tocou no nome de Rap Mon o que estranhei demais. Vi Taehyung me lançar diversos olhares significativos, mas não entendi nenhum e me xinguei por isso.

Apesar de achar estranho ninguém tocar no nome de um dos integrantes consegui me juntar nos assuntos aleatórios conversados, Bruna Unnie estava extremamente feliz com tudo e isso me deixou feliz também. Conseguia ver Jimin a olhando a todo momento e achei fofo demais, senti vontade de juntar os dois. Na minha mente ambos combinavam muito, sempre sorrindo e fazendo brincadeiras. 

Estava rindo de algo que Jin disse quando sinto meu celular vibrar no bolso na calça. O pego e vejo uma mensagem de número desconhecido.


xxxx-xxxx: Você precisa voltar para seu hotel agora mesmo. Sozinha.


Sinto um calafrio percorrer minha espinha, me pergunto quem mandou essa mensagem. 


Quem é?


Assim que a mensagem enviou, recebi outra de imediato.


xxxx-xxxx: Não importa Sophia, apenas venha.



Arregalo os olhos espantada por um desconhecido saber meu nome e fico com medo.


Como sabe meu nome? E como assim 'apenas venha', você está no meu hotel?


Mais uma vez o celular vibra de imediato após a mensagem ser enviada.



xxxx-xxxx: Eu explico quando estiver aqui. Agora será que, por favor, você poderia voltar para seu hotel?


Fico confusa, um desconhecido que sabe meu nome está pedindo para eu voltar ao hotel educadamente? O medo diminui, mas não deixo de achar o fato estranho demais.


Tudo bem, então…


Fico alguns minutos esperando uma resposta, mas ela não vem. Respiro fundo, vou ter que arrumar alguma desculpa pra voltar ao hotel sozinha.

— Ah, eu tenho que ir ao hotel. – digo levantando da mesa, recebendo olhares curiosos de todos ali. 

— Por que? – é Bruna Unnie quem pergunta.

— É... – fico sem jeito tentando encontrar alguma desculpa convincente. Opto por lançar um olhar que diz que realmente tenho que ir e não quero dizer o motivo, ela parece entender. 

— Tudo bem. – diz finalmente e a agradeço em silêncio, por impulso olho Tae e ele está me olhando com um sorrisinho no rosto, fico sem entender mas o ignoro dando um 'tchauzinho', dizendo que depois vou ao apartamento dos meninos de novo e que é pra Unnie me esperar lá.

Consigo pegar um táxi assim que saio do restaurante. Por mais que esteja com um pouco de medo a curiosidade fala mais alto. Sinto meu coração acelerado e as mãos tremem por estar nervosa. Me acho idiota por estar tão ansiosa pra saber quem está no hotel, vai que é um estuprador ou um assassino e eu estou correndo direto para a minha morte. Desvio de meus pensamentos assim que chego perto do hotel, pago o taxista e saio rapidamente, sinto que meu coração pode sair pela boca. 

Entro pela recepção e vejo Namjoon sentado em uma das poltronas, o olho com curiosidade e ele praticamente pula vindo em minha direção.

— O que tá fazendo aqui? – pergunto me espantando instantaneamente com a normalidade em que fiz a pergunta.

— Eu preciso falar com você…

— Olha agora eu não posso. – o interrompi lembrando da mensagem que recebi.

— Espera, a gente tem que conversar. – diz segurando meu braço, fazendo eu sentir os pelos de meu corpo eriçarem. Antes mesmo que eu diga algo ele me corta. – Fui eu quem mandou as mensagens.

Então o desconhecido era ele? O olho tentando entender tudo. Até que faz sentido. Sou lerda demais.

— Como conseguiu meu número? – foi a primeira coisa que consegui dizer.

— Tae... – ah, claro, Taehyung, só podia ser.

— Mato ele. – digo baixinho.

— Podemos conversar? – questiona soltando meu braço.

— Tudo bem. Vamos subir. – respondo indo em direção ao elevador com Namjoon logo atrás.

Durante o pequeno percurso no elevador tudo vem à tona em minha mente e acabo ficando nervosa novamente. Me pergunto o que ele quer conversar, junto com mais milhares de questionamentos. Ouço o elevador apitar informando que chegamos ao andar selecionado, saio rapidamente. 

— O que precisa falar? – pergunto assim que entramos no hotel, fico impressionada com meu tom de voz. Por fora posso parecer não me importar nem um pouco, mas por dentro estou explodindo.

— Bem... É que, eu quero pedir desculpas pelo beijo, foi algo muito repentino pra você, e pra mim também. – fala pausadamente prestando total atenção em minhas feições. Suspiro pesadamente.

— Não se pede desculpas por um beijo. – digo já ficando irritada. – Olha, eu fiquei bem confusa com tudo aquilo e sinceramente ainda estou, mas não vou desculpar o beijo. – nesse momento ele faz uma cara de espanto, mas o ignoro e continuo. – Porque foi recíproco, eu retribui o beijo e gostei. Você pode não ter gostado, mas sei lá. Só acho que não se deve pedir desculpas por algo que foi aceito pelos dois lados.

— É, tem razão. Eu também gostei. – com isso sinto minhas pernas bambearem mas continuo firme fingindo que não me importo. 

— Era só isso? – pergunto olhando para o lado.

— Você não tá nem aí né? – me olha incrédulo, sinto vontade de chorar por fazer isso, mas é preciso.

— Sei lá. – dou de ombros, sinto o nó na garganta se formar e fecho os olhos respirando fundo.

— E eu achando que teve algum significado pra você. Sou muito trouxa mesmo. – ouvindo isso meus olhos enchem de lágrimas, mas não deixo elas caírem.

Ficamos em silêncio, sinto o olhar de Namjoon sobre mim mas não ouso fazer o mesmo por que sei que se o fizer vou desabar na hora.

— É sério? Você não sentiu nada mesmo? – insiste. – Eu sei que a gente se conhece a menos de uma semana, mas pra mim significou muito e não me pergunte o por quê disso, pois eu não sei... – respira fundo colocando a mão nos olhos, parecendo estar na mesma luta que eu contra as lágrimas. – Eu não deveria estar falando isso.

— Eu senti... – digo baixinho mas ele ouve. – Eu senti até demais e isso não deveria ter acontecido.

Por quê? – questiona alterando um pouco o tom de voz.

— Você não entende. – volto a falar baixo.

— Diga. – insiste novamente.

— Não é fácil... Gostar de alguém que mora longe. Você alguma vez já pensou que daqui a uma semana vou embora e sabe-se lá quando vou voltar? – pergunto agora o olhando e deixo uma lágrima cair, mas a limpo rapidamente. Ele para. Solto um riso sem humor. – Você não pensou né? Pois é. Mas eu pensei e não será nada bom pra nenhum de nós dois se levarmos isso à frente. Você tem que esquecer. Vai ser mais fácil agora, já que nada começou realmente.

— Não. – fala agora também baixo, como se tivesse algo o prendendo o ar.

— Você precisa... Nós precisamos esquecer isso. – digo sentindo outra lágrima querer cair, mas a impeço.

Namjoon vira de costas pra mim, penso que ele vai embora mas ele continua parado, o vejo respirar fundo diversas vezes.

— Eu nunca senti nada assim. – diz finalmente. – Apesar de ficar com várias, nunca senti algo tão forte em tão pouco tempo. Eu não sei se consigo.

— Você tem que conseguir. – o encorajo como se dissesse para mim mesma. Estou impressionada por saber que minha confusão não era platônica, é estranho saber que o bias gosta de mim e eu sinto o mesmo. Mas eu não posso me permitir sentir isso, preciso acabar com tudo antes mesmo de começar. Respiro fundo me preparando pra falar, o que, talvez, seja a coisa mais difícil pra dizer no momento. – Namjoon nós não podemos ficar juntos.

— Mas você quer, não quer? – diz agora virando e me permitindo ver seus olhos também avermelhados por conto das lágrimas prensas, sua pergunta me faz parar de respirar por alguns segundos.

— Não... – minto sentindo o nó em minha garganta apertar cada vez mais, me impedindo de respirar. Ele chega perto de mim e estende a mão para me tocar mas para no meio do caminho como se o que estivesse fazendo fosse errado ou como se quando me tocasse eu quebraria. Nossos olhares se encontram e sinto que sou capaz de desmaiar novamente, meu coração parece estar se despedaçando.

— Essa é a verdade? – pergunta novamente e eu confirmo com a cabeça, mentindo novamente, sabendo que não conseguirei falar. – Tudo bem…

Após isso Namjoon apenas vira as costas e segue até a porta, saindo calmamente como se nada tivesse acontecido. Aquilo me atingiu como uma bala de revólver e assim que a porta se fecha sinto tudo cair. Minha mente vira cinzas e meus olhos ficam embaçados pelas lágrimas que agora não consigo mais evitar. Desato a chorar como se não houvesse amanhã, vou até o quarto sem realmente saber onde estou indo, encosto na parede escorregando até o chão. Abraço os joelhos e apoio a cabeça nos mesmos, aproveito que não tem ninguém no hotel e me permito chorar como um bebê.

Me pergunto como vou para o apartamento agora, como vou olhar para os meninos, como vou escutar música sem lembrar dele. Deito no chão frio ainda chorando e a dor que se apossa de mim é destrutiva.


Notas Finais


Cap bem triste mesmo
Mas foi necessário
Mais coisas estão por vir. Se preparem
É isso aí

Compartilhem, comentem...

Te amo vocês. ❤❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...