História While I live - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Fluffy, Hentai, Jungkook, Taehyung
Visualizações 20
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Like my mom


Fanfic / Fanfiction While I live - Capítulo 16 - Like my mom

Andávamos a noite pelas ruas de Daegu e passamos pelo beco.

- É aqui. - me segura pela manga da camisa. Assenti e andamos até a mensagem gravada.

Mesmo com o tempo, ela continua significando tanto. Segurou minha mão e entrelaçou os nossos dedos.

- Desculpe mesmo. - abaixou a cabeça.

- Tá...eu vou esperar. Sempre esperei. - a beijo. - Saranghae. - assentiu.

- Eu também, lindo. - fica na ponta dos pés e me abraça.

- Vamos pra casa, tá ficando tarde.

- Tá bem. - sorriu e voltamos de táxi.

Se joga na cama e me deito sobre ela.

- Você é pesado. - me bate.

- Queria relembrar os velhos tempos. - sorriu maliciosa.

- Qual deles?

- Disso. - desci meus beijos para seu pescoço e  puxo seu shorts, beijando entre as suas pernas.

- Ah...- segura no travesseiro com força.

- Nem comecei e já está assim? - rio. - Quero ver quando chegar lá. - mordeu o lábio inferior.

(S/N) ON~

Desceu minha calcinha e começou a me chupar. Segurei seu cabelo, pois aquilo era muito bom. Segurou em minha cintura e sugou o alívio que escorreu pela minhas pernas.

Tira sua calça jeans e vejo o volume em sua box. O puxo pra perto e aperto seu membro. Ele segura os meus pulsos e sobe em cima de mim, abaixando a box e me penetrando.

- Ah...- tampa a minha boca.

- Ainda estamos na casa dos meus pais, querida. - assentiu. - Aish...- o beijei para conter os nossos gemidos.

Fechou os olhos, pois o suor do cabelo caia em nos mesmos. Afasto sua franja e deixo chupões em seu ombro. Me olha doce e morde meu lóbulo, deixando um beijo.

Chegamos ao ápice e apertei seus ombros. Me dá um último beijo e se joga ao meu lado. O abraço de lado e afundo meu rosto em seu ombro.

- Desculpe.

- Pelo que?

- Por não querer aquilo.

- Um filho?

- É...

- Ah. Com o tempo você vai mudar de ideia. - sorriu quadrado.

- Não, amor. Eu não sei se vou realmente querer. Acho que é uma coisa que nunca vai mudar. Eu quero você e nada além disso. - beijo sua bochecha.

- Mas se fosse sem querer.

- Eu pensaria, mas isso não vai acontecer. Eu tomo anticoncepcional. - me olha surpreso.

- Quando?

- Antes de dormir.

- Ah tá. - fica meio triste.

 - Que foi? - viro seu rosto na minha direção.

- Tudo está dando certo, mas eu não me sinto bem. A gente foi no lugar mais importante das nossas vidas e eu não senti nada.

- Que?! - senti na cama de supetão, olhando para a parede na minha frente sem acreditar no que disse.

- Eu pensei que fosse ser especial e foi como a minha rotina.

Meus olhos marejam. Me levanto, começo a me vestir e a fazer as malas. Ele veio de cueca até mim e me abraçou.

- O que você pensa que está fazendo? - me deita no chão e eme prende com suas pernas.

- Você disse que não sentiu nada. Acabou então. Isso aqui foi perda de tempo então! - começa a rir.

- Você nem me deixou terminar. - sorriu e arregalou os olhos. - Eu não senti nada de lá, eu sinto de você. (S/N), você é minha vida, minha deusa, meu amor pra sempre. Sempre. Eu quero ter novas lembranças. Aqueles adolescentes não são mais o que somos agora. É preciso que criemos novas memórias bonitas. - assenti.

- Ah...por que não disse antes? - começo a chorar. - Eu te amo tanto e nem posso cogitar a possiblidade de te ver com outro alguém. Você é meu. - o beijo.

- Também te amo, meu bebê.

- Não me assusta assim de novo. - me pega no colo e me deita na cama.

- Vou trazer o jantar. - beija minha testa.

Assim que saiu, liguei a TV e passava em um canal sobre celebridades nossas imagens, então aumentei o volume.

"Parece que a atriz (S/N) e o cantor Jungkook do BTS já se conheciam. *mostram uma foto nossa na balada* Será que Taehyung sabe? Ou está sendo enganado?"

Troco de canal indignada e outro de celebridades com a nossa imagem aparece, parecia uma continuação.

"O mais novo casal não passa por dificuldades depois que o CEO habilitou o namoro deles. Eles viajaram ontem para a terra natal de Taehyung e esperemos que consigam se entender."

Ele entra na mesma hora, todo sorridente e se senta na minha frente, com macarrão em mãos.

- Abre a boquinha. - fiz o que pediu e ele me alimenta.

- Você viu o que estão comentando?

- Não, o que?

- Descobriram sobre o que eu tive com o Kook. - abaixo a cabeça e faço um biquinho.

- Não esquenta.

- Estão te chamando de corno! - seguro em seu rosto.

- E eu não me importo.

- Mas eu sim. Eu me importo muito com a sua carreira. As suas fãs. - sorriu quadrado.

- Eu admiro isso. - me beija. - Não quero saber o que dizem. Okay?

- Não. Isso é importante, babo!

- Você é importante.

- Esquece. - me oferece mais macarrão e abri a boca.

Se ele não se importa, eu vou cuidar disso sozinha. Assim que voltar para Seul, irei até o Kook e o direi para desmentir e dizer que somos amigos.

- Tava bom? - assenti.

- Tae, amanhã vamos ver a Mina e ir à escola. - concorda. - Você está bem? - parecia pensativo.

- Você acha que as fãs deixaram de shippar você e o Levi devido a nossa relação?

- Acho que sim.

- Ele gosta de você de verdade.

- E daí? - vou escovar os dentes.

- E daí que eu acho que ele te quer, só acho...- se encosta no armário.

- Amor, ele não vai ter nada. - vou pra cama.

- Mas...

- Confia na sua namorada.

- Eu confio em você, não confio é nele. - se deita.

- "Se um não quer, dois não fazem". Se acontecer alguma coisa, eu não fui a culpada. - o abraço. - Boa noite. - lhe dou um último beijo.

- Boa noite. - sorri.

....

No dia seguinte, fomos direto para a casa da Mina. Quando batemos na porta, uma criancinha atende.

- Quem é, filha? - ela pergunta de lá de dentro.

- Não sei. - fala embolado.

- Sou eu, Mina. - Tae explica.

- Ah tá! - veio correndo e pega a fofinha no colo.

 - Com quem você se casou? - a abraço.

- Adivinha! - arregalei os olhos.

- Songjae! - assentiu.

- Appa! - Tae sorriu bobo ao ouvir a garotinha.

Ele pede para segurá-la e fica fazendo caretas. A menina riu e só vi o nosso fim. Sim. O nosso fim. Eu sabia disso pois isso é o que ele quer. Um filho é o que ele quer e isso eu não posso dar.

- (S/N)! - Mina me chama a atenção.

- Que?

- Estava viajando aí, miga.

- Ah...desculpe. - sorriu bondosa e me levou para dentro.

- Vocês querem um café? - assenti e admiro a cena do meu namorado brincando com a criança.

- Vem cá, amor. - me chama com um biquinho. - Olha que fofa. - sento perto dele.

- É. Ela é a cara da Mina.

- Segura um pouco. - neguei. - Eu quero ir ao banheiro, segura pra mim. - revirei os olhos e pego a fofinha.

Ela começa a brincar com os meus brincos e tiro suas mãos da minha orelha antes que arranque. Pôs a mão na boca e me olhou atenta.

- Que foi, bebê? - a encaro de volta.

- Você é chata.

- Eu não vou aguentar isso não. A Mina não educa essa criança não? - sussurro. - Pede desculpas agora. - ordeno e fica com medo.

- Desculpe.

- Isso aí. Se achar que alguém é chato ou irritante, mantenha essa informação com você. Como os policiais fazem para incriminar alguém.

Taehyung ON~

Quando voltei, minha paixão estava segurando a bebê e falava fofa com ela.

- Entendeu? - a mais nova assente.

- O que?

- Nada. - me entrega de volta.

- Fica com ela, você leva jeito. - fico olhando a cena mais linda.

- E agora? O que você acha de mim, huh?

- Parece a minha Omma. - arregalou os olhos e deixou a fofinha comigo, indo para a cozinha. - O que tem com ela?

- Nada. Ela deve ter passado mal. - assentiu.

....



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