História While You Were Gone - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~Catnip-Potter

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Fred Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Ronald Weasley
Tags Amor, Auror, Confusão, Dor, Drama, Esperança, Família, Fred Weasley, George Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Mudança, Revelaçoes, Romance, Ron Weasley, Trabalho, Vida, Weasley
Exibições 191
Palavras 3.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Random Days.


Um dia aleatório.
(Visitando a Toca)

"Você colocou o encanto no assento do vaso?" Hermione perguntou em voz baixa, com os olhos cintilando de Fred ao lado dela, enquanto ela fingia inocência, observando Bill fazer seu caminho em direção a escada; todo o clã Weasley - menos Percy e Ron - estavam sentados descansando pela Toca para curti um dos finais de semana em família. Os gêmeos e Hermione estavam esperando passar o dia no flat apenas assistindo filmes durante o dia todo numa daquelas invenções maravilhosas que os trouxas criaram, mas Molly havia prometido azarar os dois caso escondessem a filha dela lá, então eles acabaram por concordar no dia em família, pelo bem de seus corpos. Além disso, era o momento perfeito para uma pequena vingança.

"Assim como você me disse para fazer", ele concordou balançando a cabeça. Ele estava virado para George, trocando olhares e uma conversa toda deles, sem demonstrar o que estavam tramando, olhos brilhando em travessura.

"Você tem certeza que não vai demorar muito tempo?" George perguntou, mantendo os olhos unicamente em seu irmão e não deixando-os se aventurar para as escadas enquanto suprimia o sorriso que queria aparecer. 

"Quando ele se sentar, tudo deve acontecer em no máximo cinco minutos", disse Hermione em seu tom de 'É claro que sei o que estou fazendo.'

"Ele comeu todo o pimentão picante que a mamãe fez, isso não vai demorar nem cinco minutos." Fred fez uma careta. Ele inclinou a cabeça para o lado, "O que acontece depois de cinco minutos?" Ele perguntou, curioso.

Hermione sorriu. "Recomeça tudo de novo." Seus olhos levantando sobre o livro em suas mãos, caindo sobre Charlie que estava sentado à frente deles os assistindo com olhos desconfiados, como se soubesse que algo estava errado. Pensando que eles estavam muito quietos, os três.

"Ouch", os gêmeos falaram em coro, divertimento em sua voz.

O tempo pareceu acelerar a partir do momento que eles ouviram um grande ruído vindo do andar de cima, eles seguravam suas risadas do melhor jeito o possível. Outro minuto se passou e um grito ecoou lá de cima, deixando-os com o rosto vermelho pelo esforço de não rir. Quando os cinco minutos se passaram, Bill podia ser ouvido xingando e gritando todo tipo de maldição. Pobre Bill, acabou ficando trancado do banheiro tendo que passar por tudo de novo e de novo, antes de finalmente conseguir sair do banheiro, descendo a passos firmes a escada, seu cinto ainda solto. Sabendo que os três seriam amaldiçoados ou azarados assim que ele chegasse a sala, os três pularam do sofá em um ataque de risos. Eles correram porta fora, os pés indo o mais rápido que podiam, esquivando-se do que quer que Bill lançasse contra eles.

"Isso foi fodidamente brilhante, Mya", George bufou ao lado dela enquanto eles corriam para se esconder no pequeno bosque atras da Toca.

"Eu pensei que seria mesmo", disse ela com orgulho. Quando os gêmeos pediram que ela os ajudasse em uma pequena vingança contra Bill, por conta dos inúmeros comentários e brincadeiras sobre ela estar morando com eles agora, ela apenas concordou, ele merecia. Levou algum tempo, mas ela conseguiu montar um feitiço que enviava faíscas através do vaso sanitário toda vez que uma pessoa se sentasse nele. Iria começar como um pequeno formigamento e, lentamente, a sensação seria de algo queimando e brilhando, uma vez que a pessoa se levantasse e os fogos começassem a explodir por todo lugar. Ele podia compreender o porque Bill estava tão indignado, mas seu orgulho por ter sido capaz de manejar tal travessura era muito maior. Talvez se juntar aos gêmeos em algumas travessuras e brincadeiras fosse um empreendimento futuro que ela não se importaria em participar.

"Você é diabólica, mulher", disse George sorrindo para ela. "Você é o ingrediente do mal que nos faltava, eu acho."

Sorrindo, Hermione deu de ombros, secretamente feliz por fazer seus meninos felizes.

Fred correu ate onde eles estavam escondidos, respirando ofegante, preocupado. "Sabem quem mais comeu o pimentão picante da mamãe?"

George e Hermione se viraram para ele, testas franzidas.

"Mamãe", ele os respondeu, medo em sua voz.

"VOCÊS TRÊS TEM CINCO SEGUNDOS PARA TRAZER OS TRASEIROS DE VOCÊS ATÉ AQUI E TIRAREM ESSE MALDITO FEITIÇO DO MEU BANHEIRO OU MERLIM OS AJUDE!" Eles ouviram a voz da Sra Weasley gritando de dentro da casa.

Estremecendo, eles correram para fora do esconderijo o mais rápido que podiam, eles precisariam de toda ajuda do mundo agora.

____

Meados de agosto de 1997.

Hermione passou pela porta meio aberta do quarto de Fred, sua boca em uma linha dura e a testa franzida em aborrecimento, uma carranca bem feia. Ela havia passado a última meia hora ouvindo um estrondo persistente vindo de la e isso já estava a deixando louca. Era o dia de folga dela e ela estava tentando ler em seu quarto, mas aquele maldito barulho estava a deixando em um péssimo humor. George estava lá embaixo trabalhando na loja e Fred também deveria estar lá, mas ela podia ver os pés dele pendurados para fora na borda da cama. Um de seus dedos do pé preso em um buraco em uma das meias coloridas e listradas que ele usava. Ela reprimiu um sorriso e abriu a porta para ver o que ele estava fazendo, preparando-se para gritar com ele. Ele estava jogando uma pequena bola de borracha na parede, capturando-a com a mão esquerda e em seguida, jogando para a direita e de volta a parede. Vendo a expressão melancólica no rosto dele, os pensamentos dela sobre gritar evaporaram inteiramente. Em vez disso, ela moveu-se e subiu na cama ao lado dele, deitando as costas sobre a cabeceira da cama, olhando brevemente para o rosto pensativo ao seu lado.

"Eu não estou no clima", disse ele em um tom aborrecido e incomum.

"Eu não estava ciente de que era necessário um clima para deitar ao lado de um amigo", respondeu ela, repetindo o mesmo tom dele.

Ele se virou e olhou para ela, testa franzida, mas ela se recusou a encontrar os olhos dele, os mantendo sobre o teto. Com um suspiro, ele retornou sua concentração a atividade anterior. Movimento contínuo, esquerda, direita, parede e volta. Ela deixou ele fazer isso quatro vezes antes de estender a mão e pegar a bola, jogando-a com a maior força que conseguiu porta a fora. Ao invés de estar zangado com ela, como ela esperava que ele estivesse, ele apenas riu. Ela virou-se para olhar para ele em confusão, apenas pra descobrir um grande sorriso no rosto dele. "Achei que você fosse chegar até o cinco, seis no máximo", explicou.

Bufando levemente, ela revirou os olhos e voltou a se posicionar como antes, olhando para o teto. "Você quer falar sobre isso?"

Ele não respondeu de imediato, movendo-se sobre a cama, deitando a cabeça sobre o colo dela. As mãos foram automaticamente aos cabelos dele, se perguntou o porque ele tinha cheiro de amoras enquanto George cheirava a pêssego, isso sempre a deixava com uma sensação de flip no estômago. George lavava o cabelo com aquele shampoo de de pêssego e a pele ficava com um cheiro de laranja, uma coisa criticamente doce, já Fred era algo amadeirado, pelos com cheiro de amora e cabelo com cheiro de café fresco. Eram cheiros reconfortantes; sensação de ar fresco e sol ao redor dela 24 horas por dia. Ela não tinha a menor ideia do que isso significava, ela só sabia que tinha que se contar perto deles e nunca inalar profundamente.

"Você acha que eu sou um mal irmão?" Ele perguntou de repente, assustando-a, perdendo o fio de seus pensamentos.

"O que? Não! Claro que não. Por que?" Ela perguntou, espantada.

Mais uma vez, ele ficou em silêncio por um tempo, parecendo pensar em tudo, como se reunisse todos os fatos que comprovassem que era um mal irmão. "Um rapaz entrou na loja, da idade da Ginny, um ano a mais ou a menos. Ele começou a conversa com George enquanto eu estava estocando as prateleiras. Ele era engraçado, tipo cabeça avoada, mas um cara bastante agradável. Queria fazer uma brincadeira com uma menina que ele gosta. Eu não sei ... ele só me fez lembrar de Ron", disse ele, encolhendo os ombros com um pequeno suspiro. "Eu não entendo o porque ele pensou que não poderia falar com a gente. Quer dizer, eu sei que não sou o cara mais sério da família, mas eu teria o escutado. Ele não era o único que tinha que enfrentar as mortes e perdas da guerra. Estamos todos um pouco quebrados de tudo isso." Ele fez uma pausa e Hermione não disse nada, sabendo que ele estava lutando para admitir tudo isso. "As vezes eu não queria estar na Toca, sabe ... cercado por todos  enquanto eles fingiam que tudo estava normal, mas eu tinha George e agora eu tenho você. Eu pensei que se Harry ou Ron realmente ficassem confusos eles saberiam que eles podiam vir falar comigo e com George. Sobre qualquer coisa ..." ela pode ouvir a angústia e raiva na voz dele, embora ele se esforça-se para esconder isso. "Talvez se eu tivesse sido um pouco mais sério com ele ..."

"Não é justo Fred. Você não deve se culpar por isso ... é ridículo", ela disse a ele exasperadamente. "Você é um grande irmão e ele deveria saber que, apesar das palhaçadas, você - vocês -estariam lá por ele se ele precisasse. Que eu estava lá. Mesmo antes de sermos bons amigos, eu sabia que vocês seriam capazes de qualquer coisa por Ron. Até mesmo por Harry. A menos que fosse algo absurdamente estupido."

"Eu sabia que ele estava desconfortável, Hermione. E ao invés de encoraja-lo a falar sobre isso, eu apenas brinquei", ele admitiu, com o rosto nublado sobre uma auto-aversão.

"É assim que você é!" Ela disse, de forma defensiva.

Ele virou-se com a testa franzida em direção a ela, parecendo magoado.

"Eu não quis dizer isso nesse sentindo", ela disse, fazendo uma careta. "Quero dizer, é assim que irmãos são. Você lida com as emoções e as coisas difíceis fazendo piada sobre. Você estava tentando fazer ele sair do estupor com humor. Ninguém pode culpa-lo por isso! Especialmente Ron. Tenho certeza que era reconfortante para ele, de alguma forma, saber que você não tinha mudado depois da guerra. Que você ainda estaria lá para fazê-lo rir e se animar."

"Então porque isso não ajudou?" Ele perguntou, olhando suplicante para ela, como se ela tivesse todas as respostas. "Porque ele não pode tentar, como todos nós?" Quer dizer, todos estamos marcados, mas nenhum de nós fugiu e deixou a família e amigos às cegas!" Ele disse, sua voz aumentando com raiva.

O coração de Hermione se quebrando um pouco mais, Fred estava falando sobre isso pela primeira vez e já estava sendo difícil, tinha medo então de George explodir em duvidas. Ela respirou fundo e, em seguida, suspirou irritada; irritada com os dois que um dia chamou de melhores amigos por deixarem um rastro de dor tão intenso para trás. "Ele e Harry apenas ... não pensaram. Eles estavam confusos e magoados e eles acharam que precisavam desse período de ferias. Não importaria nada do que você fizesse ou dissesse, eles só queriam ficar longe de tudo. Não só ficar longe de você e George, mas de todos nós. De mim. Por alguma razão, nós não fomos o suficiente. Eu não fui." Ela balançou a cabeça, cansada. "Talvez nós não tenhamos dito as coisas certas ou talvez não houvesse uma coisa certa a ser dita. No final, eles apenas decidiram que eu não era o suficiente." O rosto dela escurecido, olhos tornando-se tristes, quebrados. "Mas isso não é motivo para você duvidar de si mesmo como um irmão", disse ela, sua voz assumindo um tom feroz. "Você e George, ambos, são muito bons e cuidados com as pessoas. Você pode sempre ser visto como um brincalhão, sempre tratando tudo com humor, mas eu vi o seu lado sensível, Fred Weasley, e se Ron não foi capaz de perceber que você estava lá para ele, então ele é um cego!"

Fred levantou do colo dela, seus olhos encontrando com os dela, azul chocando-se contra o marrom em um sentimento de dor e conforto. "Mya, obrigado." Ele disse calmamente.

"Não há necessidade de me agradecer", ela disse, balançando a cabeça enquanto tocava a mão dele com a dela de forma firme. "Você e George estão me ajudando todo esse tempo, é justo que eu possa retribuir o favor."

"Você está presa com a gente agora", alertou provocando-a.

Revirando os olhos, mas sorrindo, ela encolheu os ombros. "Eu suponho que não seja a pior coisa do mundo."

Ainda de mais dadas, os dois se deitaram e voltaram a encarar o teto sem nenhuma razão em particular. Eles não tinham certeza de quanto tempo passaram ali em um silêncio confortável, mas, eventualmente, George os encontrou e em vez de provocá-los, subiu na cama ao lado de Hermione, pegando sua outra mão. Rodeada pelo cheiro de pêssego e amora, laranja e cafe, Hermione suspirou. Havia um certo senso de certeza que vinha junto com os gêmeos Weasley, quando perdeu Harry e Ron achou que estivesse terrivelmente perdida, mas havia encontrado um lugar com Fred e George. Uma sorte das grandes.

"De quem é a vez de fazer o jantar?" Fred perguntou algum tempo depois.

"Da Mya", George respondeu imediatamente, mais alto do que o necessário.

"Você sempre diz que é a minha vez e nunca é!" Ela disse, balando a cabeça e arqueando uma sobrancelha para ele.

"Bem, é a vez do Fred, mas eu não estou afim comer outra tigela de purê e milho. Eu quero comida de verdade, sem os enlatados que ele insiste em chamar de comida. Se continuar assim, vou fazer um protesto! Com musicas e rimas." Ele exclamou, erguendo o dedo indicador enfaticamente.

"Que tal pizza, o irmão meu?" Fred perguntou, nem um pouco preocupado com o anúncio de George.

"Eu acho que ia gostar disso", disse Hermione, balanço a cabeça.

"Com abacaxi?" George perguntou, esperançoso.

Sorrindo, Fred e Hermione se entreolharam. "O que você vai fazer se nós dissermos que não?" Eles perguntaram simultaneamente.

"Eu vou protestar! Com direito a marchas!" Exclamou alegremente. "E-"

"Rimas e tudo mais. Já sabemos disso. Mas quem irá protestar com você?" Eles perguntaram, erguendo as sobrancelhas.

"É estranho quando vocês dois fazem a coisa dos gêmeos", ele disse a eles, franzindo a testa. "E eu me sinto deixado de fora. Precisamos virar um quarteto!" Ele lhes disse, balançando a cabeça de forma decisiva.

"De jeito nenhum!" Fred disse, negando com a cabeça. "Adicionar outra menina seria como viver no inferno."

"Quem disse que tem que ser outra menina? Tem o Lee." Seu irmão acrescentou, sobrancelhas sugestivas.

"Seria justo outra menina. Eu estou em desvantagem aqui", Hermione colocou, movendo a cabeça. "Eu gostaria de ter uma menina para conversa sobre outras coisa ... Embora, isso pudesse afetar as coisas ... vocês podem imaginar? Luna Lovegood ou Parvati Patil", ela sugeriu divertida. "Talvez Lavander Brown, talvez ela se adequasse a nós?" 

Tremendo, os gêmeos se sentaram na cama rapidamente, ainda segurando as pequenas mãos dela. "Não!" Gritaram dramaticamente, antes de se virarem para Hermione com expressões exageradas de adoração. "Você sabe que é a única garota para nós, Mya amor."

"Oh, honestamente!" Ela disse, revirando os olhos, soltando as mãos de seus meninos e saindo da cama. "Bem", ela disse batendo o pé. "A pizza não vai vir andando até aqui se ninguém pedir."

"Nós também amamos você, mulher!" Eles falaram, se levantando e seguindo pelo mesmo caminho que ela seguiu.

E eles amavam mesmo.

____

Uma quarta aleatória.

"Você acha que eles colocariam uma placa de 'reservado' se eu pedisse?" George perguntou, inclinando-se para trás e olhando o menu a sua frente. Eles estavam de volta ao restaurante bruxo que frequentavam toda quarta-feira desde que ela se mudou com os gêmeos. As garçonetes os conheciam pelos nomes e eles já haviam decorado o cardápio todo, podendo recita-lo de trás pra frente e de frente pra trás se fosse necessário.

Hermione encolheu os ombros, tomando um gole da cerveja amanteigada a sua frente. "É improvável, Georgie." Disse ela usando aquele apelido que ele achava bobo por demais. "Além disso, nunca tivemos problemas em conseguir essa mesa antes. Porque você quer uma placa?" 

"Eu apenas quero marca meu território", ele disse galante, piscando para ela de forma travessa. "Eu posso mijar na mesa também, mas teremos que continuar comendo aqui uma vez por semana."

Sufocando em sua bebida, Hermione levou o guardanapo oferecido a sua boca, a limpando, enquanto olhava para George que ria a sua frente. "Você fez isso de propósito, não foi?" Ela acusou.

Sorrindo, ele assentiu. "Você acha que Fred fica com ciúmes por você gastar todos os seus almoços de quarta-feira comigo?" Ele perguntou, levantando uma sobrancelha insinuativa que ela fez questão de ignorar.

Ela sabia que as vezes - não que fosse dizer isso em voz alta - queria acreditar que sim, eles tinham ciúmes dela, só não sabia o porque. Dela com outros homens, com outros Weasleys. Pobre Charlie mal conseguia conversa com ela mais.

"Porque ele ficaria?" Ela perguntou, sobrancelha arqueada igual à dele. Colocou o menu de lado, já havia escolhido. "Além disso, foi ele quem disse a Verity que ela podia ter toda quarta-feira de folga, não foi?" Ela encolheu os ombros.

George parecia um tanto inseguro. Estranho.

"Poderíamos fechar a loja por uma hora e vir almoçar todos juntos", ele a lembrou, chamando a garçonete para anotar seus pedidos.

"No meio da tarde de uma quarta feira?" Ela disse levantando uma sobrancelha. "É um dos seus dias mais movimentados. Eu sei, não se esqueça, sou eu quem olha os livros de movimento no último semestre, recorda-se?"

Ela não quis comentar alto, mas gostava das quartas só deles. Como gostava das segundas só com Fred. Gostava de ter a atenção deles só para ela nem que fosse uma vez por semana.

"Verdade", disse George, sorrindo. "Tudo bem. Vamos deixá-lo à sua miséria então. Mas se ele começar a reclamar que eu ganho toda a sua atenção, eu vou me trancar dentro do seu quarto. Com você de preferência e não vou deixar ele participar."

Hermione sentiu as bochechas avermelharem-se com o pensamento impróprio que lhe ocorreu. Tomou outro gole de sua bebida e adicionou. "Como se ele não fosse dar um jeito de entrar no meu quarto ... você reparou como ele anda carente ultimamente?"

"Provavelmente ele só precisa transar. Deve estar querendo sua ajuda", George respondeu piscando para ela, fazendo com que ela se engasgasse com sua bebida novamente. Ele sorrindo para ela.

É, quartas sempre seriam divertidas.


Notas Finais


Olá olá olá tortinhas,
Tudo bem com vocês?

Desculpem essa autora terrível que ficou sem inspiração, mas voltou para vocês e não desistam de mim <3
Agradeçam a minha co-autora linda pelo mega capítulo.

E aí, o que acharam? Opiniões? Críticas? Maldições Imperdoaveis?

Compartilhem conosco o que estão achando. Aproveitem e nos digam, vocês são #TeamFred ou #TeamGeorge?

Obrigada pelas 471 visualizações, 24 favoritos e 17 comentários, vocês são demais!

Até loguinho <3


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