História White and Black - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Happy, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags Fairy Tail, Lerdes Da Autora, Magia, Romance, Sayro, Varias Outras Coisas
Exibições 45
Palavras 1.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei um pouco menos que antes!
sfkjnsdlfns
Tá um pouco curto? Sim, mas é que eu quero deixar o resto, as treta, pro proximo, para mim poder dar um tchan!!
dlfjbsldkjfs
Espero que gostem!
Eu tentei deixar uns sentimentos, mas não sei se deu muito certo!
sfdsçldkfs

Capítulo 20 - Minha voz...?


Eu estava em processo de dormir pela terceira vez, mas senti um incomodo, me senti observada, mas ignorei pois o sono tinha me vencido.  

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Eu estava ofegante, sentia as gotas de suor escorrerem pelo meu rosto, sentia um desespero junto com uma aflição. 

Não sabia onde eu estava, era tudo escuro, não importava o quanto eu olhasse e procurasse algo, tudo que eu via era um breu assustador, ouvia sons que eu sabia identificar e eles pareciam cada vez se aproximar de mim. 

Estava correndo para alguma direção, estava me sentindo cansada e com medo, senti algo pegar no meu tornozelo, me fazendo arrepiar por completo, e logo eu já estava caída, olhei para baixo e vi aquelas mãos começarem a subir pelas minhas pernas. 

Apesar de estar tudo escuro em volta, eu podia ver nitidamente meu corpo, que ia sumindo na escuridão conforme as mãos iam subindo. 

Eu queria gritar, mas nada saia, a única coisa que eu conseguia fazer era olhar aquelas mãos negras. 

Cada vez estavam mais perto e mais perto, quando elas chegaram na altura do meu ombro eu acordei. 

~X~ 

Acordei ofegante, estava suando muito e levemente tremula, olhei para os lados e vi que ainda estava em meu quarto, estava escuro ainda, devia ser de madrugada, olhei para o lado da cama e Sayro estava dormindo, num sono aparentemente bem pesado. 

Devagar eu tirei a coberta de cima das minhas pernas e levantei, andei até a porta do quarto e abri a mesma, olhei o corredor e um calafrio percorreu meu corpo, respirei fundo e em passos silenciosos andei até o banheiro. 

Antes de entrar no mesmo dei uma breve olhada para o quarto onde estava aquela pirralha, a porta do quarto estava um pouco aberta, havia apenas uma pequena fresta que poderia permitir uma mínima visão de dentro do quarto, se ele não estivesse uma completa escuridão. 

Entrei no banheiro e fechei a porta em seguida, abaixei a tampa do vaso e me sentei ali, apoiei os cotovelos nos joelhos e a cabeça nas mãos, uma brisa gelada entrava pela pequena janela da parede, meu coração ainda estava acelerado e meu corpo de certa forma grudento por causa do suor. 

Quando meus batimentos ficaram mais calmos eu fechei os olhos e levei meu corpo para trás, encostando minhas costas na parede atrás de mim. 

O banheiro estava com as luzes apagadas, mas estava bem claro devido a luz que entrava pela janela, a noite estava bem clara(ué) e isso apesar de tudo me relaxou um pouco, mas bem pouco mesmo. 

Ainda estava de olhos fechados e encostada na parede, quando eu senti um vento fraco e morno batendo no meu rosto, fiquei uns segundos pensando da onde estava vindo aquele ventinho morno, até que como uma flecha um medo passou por mim, me fazendo abrir os olhos imediatamente e encontrar aqueles olhos negros e mortos me olhando intensamente. 

Tentei ir para trás, mas a parede não deixava, um forte frio na barriga começou, eu não desviava daquele olhar morto e o olhar morto não desviava de mim, tentei falar alguma coisa mas minha voz estava tão fraca que nada saia. 

Um sorriso sarcástico e macabro nasceu naquele rosto pálido da pirralha, ela foi se aproximando mais e mais, até estar a uns 2, 3 centímetros do meu rosto. 

Tentei mexer meus braços para poder afasta-la, mas senti como se algo estivesse segurando eles, rapidamente deu uma olhada de relance para os meus braços e vi aquelas mãos negras segurando os meus braços, pernas e teve uma que segurou minha cabeça, fiquei quase totalmente imobilizada. 

-Lucyy...-sua voz saiu manhosa e baixa, as mãos dela começaram a passear pelo meu corpo, por cima das minhas roupas. 

"O que ela pensa que esta fazendo? Ela vai abusar de mim?", esses eram os pensamentos que rondavam minha mente, eu estava ficando desesperada. 

Ela aproximou o rosto do meu pescoço e depositou um leve beijo ali, e voltou a olhar nos meus olhos com aquele sorriso. 

De repente senti os lábios secos e frios dela contra os meus, eu queria sair dali, correr, mas aquelas malditas coisas negras não deixavam, elas estavam segurando meu corpo bem firme, ela segurou meu rosto com força me fazendo abrir um pouco a boca, logo aquela língua gosmenta, fria e nojenta, estava dentro da minha boca. 

Eu não tenho nada contra mulheres se beijando e tal, mas a língua daquela menina era nojenta fora do normal, não era saliva que ela tinha na boca, parecia... sei lá, uma gosma asquerosa e grudenta. 

Eu comecei a sentir uma sensação de vazio dentro de mim, o meu desespero começou a aumentar, logo ela se afastou, eu tentei falar alguma coisa pra ela ou simplesmente gritar, mas nada saiu, eu mexia a boca, fazia força para falar, mais nada saia. 

Levei minhas mãos até a minha garganta e apertei levemente, meus olhos começaram a ficar embaçado devido as lagrimas, um nó se formava na minha garganta, as lagrimas começaram a escorrer, eu gritava, mas nenhum som saia, oque só me fazia chorar mais. 

Um choro silencioso. 

Aquela maldita se abaixou na minha frente com aquele sorriso maldito e levou a mão para limpar as lagrimas que estavam caindo, mas dei um tapa na sua mão e me afastei, o que só fez com que ela soltasse um riso fraco. 

-Você não vai mais estragar nada com a sua voz. -ela riu soprado e saiu do banheiro, me deixando ali, desolada, chorando, desesperada... muda. 

Fiquei um bom tempo ali, até que levantei e me olhei no espelho, meu rosto estava horrível, meus olhos estavam vermelhos e inchados, meu nariz também estava vermelho, estava tremendo um pouco e me sentia fraca, meu corpo estava mole. 

Lavei o rosto com a agua fria e o sequei com uma toalha pequena que tinha pendurada na parede ao lado da pia. 

Entrei no meu quarto vagarosamente, ainda estava bem abalada e triste, fui até o lado vago da cama e sentei ali, fiquei um tempo naquela posição, até que sinto um movimento na cama, mas não tenho vontade nenhuma de olhar o que é. 

-Lucy? -a voz rouca e sonolenta do Sayro soou baixa, senti mais um movimento na cama e pela visão periférica vi ele sentar ao meu lado, o seu olhar me fitava intensamente, o que me fez o olhar. 

-Lucy, você esta chorando? -ele se aproximou um pouco olhando mais atentamente para mim- O que aconteceu? 

As lagrimas voltaram, descendo pelas minhas bochechas lentamente, deixando Sayro cada vez mais preocupado, oque fez ele me abraçar e perguntar novamente o que tinha acontecido, passei os braços em volta do seu corpo o abraçando forte, as lagrimas vieram mais e mais. 

Sayro tinha parado de perguntar oque havia acontecido, e passou a fazer um carinho nos meus cabelos, eu ainda chorava, mas menos que antes, me sentia cada vez mais fraca e mole me fazendo afrouxar um pouco o abraço. 

Sayro percebendo isso me deitou na cama e me cobriu, ainda abraçado em mim. 

-Vou preparar um chá pra você. -a voz grossa soou baixa perto de mim, ele ia se levantar, mas juntei todas as forças que eu ainda tinha e o segurei, abraçando ele mais forte e ele percebeu que eu não queria que ele fosse, então ele se deitou me abraçando novamente. 

Logo eu já tinha caído no sono, não sonhei com nada. 

~X~  

A luz batia nos meus olhos me fazendo despertar do meu sono, sentia um corpo grande e quente ao meu lado, junto a um carinho na minha cabeça, abri devagar meus olhos e encontrei Sayro me olhando um pouco preocupado, quando nossos olhares se encontraram ele esboçou um sorriso, que me fez sorrir também, mas um sorriso mais triste que o dele. 

Ouvimos a porta se abrir e olhamos na direção da mesma, o que eu vi lá me deu muita raiva e um certo medo. 

A pirralha maldita estava ali com uma cara de "sono", mas eu pude ver no seu olhar algo a mais, só não sabia oque era.



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