História White De Neve e o Caçador - Capítulo 5


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Categorias Branca de Neve, Branca de Neve e o Caçador
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Boy, Conto De Fadas, Disney, Mundo Paralelo, Paralelo, Romance, Yaoi
Visualizações 15
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tardeee galera, está um dia perfeito para ler; vcs não acham? KSKSKS boa leitura❤❤

Capítulo 5 - PEDIDO DE GUERRA


Fanfic / Fanfiction White De Neve e o Caçador - Capítulo 5 - PEDIDO DE GUERRA

O Reino de Portmans perdeu sua rainha, e sua felicidade junto. Não havia nenhuma alma que pudera levantar o astral do Rei, o Palácio nunca ficou tão silencioso; somente se ouvia os choros nas madrugadas do pobre bebezinho príncipe White Portmans com falta da Rainha, sua mãe querida; invenenada por uma torta de maçã.

Com o passar dos tempos, o Rei recebe uma carta vinda do Reino de Daudarios, escrita o seguinte:

"Prezado Rei Edward.
Venho através dessa carta com os meus nobres sentimentos pela a falecida da sua esposa, anseio em dizer que tanto meu pai David Daudarios e sua esposa não tiveram culpa alguma de morrerem por causa de uma sobresa infeliz, não estou querendo culpa-lo e nada do tipo; mas a sua falta de segurança custou a morte de meu único pai!
Sem mais demoras, o senhor, Edward Portmans está sendo chamado para uma guerra de morte, daqui duas semanas! Junte-se com os seus maiores e aterrorizantes soldados  para batalhar contra os meus! Essa batalha será um acerto de contas, se eu ganhar pegarei o seu reino para mim, dando um fim na raça dos Portmans; caso o contrário... O senhor poderá levar meu Reino consigo podendo adiquirir-SE de qualquer coisa do meu palácio! Meus irmãos e minha mãe; não estou sabendo nada sobre isso, mas é minha obrigação vingar a morte de meu pai!
-Com os agradecimentos de Clécio Daudarios."

- O que diz a carta, Majestade?- Pergunta um dos nobres mais confiantes do Rei.

- O filho de David Daudarios...- O rei amassa o papel amarelado sem perdão e sem dó da pobre folha-...Ele...Ele Está querendo uma guerra.

- Mas.. mas... majestade! Não foi culpa nossa se o cozinheiro adicionou veneno na sobremesa!- O nobre começa a ficar assustado sobre a notícia- Ele- Ele disse quando pretende guerrear?

- Daqui duas semanas...- O rei se levanta do Trono e passa a andar para longe com passos longos- Informe a todos os guerreiros do Palácio! Quero todos treinados e atentos para está guerra de sangue!

O rei se dirigiu ao quarto de seu filho, observava lentamente aos braços da serva Judite, na intenção de acalma-lo e dormir um pouco. O príncipe White esteve muito agitado nos últimos dias, com a falta de sua mãe.

- Está tudo bem, Judite!- O rei entra no quarto e pega seu filho no colo que já estava cochilando- Pode se retirar, eu cuido dele...

- Sim majestade!- Judite sai silenciosamente do quarto, deixando a sós o Rei e seu Filho.

O Rei Edward acariciava as bochechas rosadas da pele branca de seu pequeno filho, ele o admirou tanto que acabou acordando seu filho.

- Não precisa se assustar, meu filho! Enquanto eu ainda estiver vivo! Ninguém fará um mal em nós...- O rei começa a balançar calmamente seu braços na intenção de fazer o bebê dormir novamente- Eu juro pela minha alma!
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Os dias foram se passando rápido de mais, a guerra estava próxima cada vez mais;  outros temiam a guerra já outros mal poderiam esperar para batalhar. Os 6 reinos nunca foram de batalhas, essa seria a primeira vez de décadas que isso acontecerá novamente. Mas o Rei Edward não estava nem aí para treinos ou revisões; ele poupou todo o seu tempo que poderia treinar para ficar junto à seu filho, o Rei não podia prever se voltaria vivo; pois assim, queria passar o seu último dia; com a companhia de seu filho, antes de viajar para Daudarios que na qual seria uma viagem de 30 dias inteiro até chegar ao ponto de batalha.
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Todos estavam à espera do rei para dar partida a grande viajem que no final dela, seria um grande banho de sangue imenso. Junto com seus cavalos, eles levavam armas, água, comida e barracas até chegarem no ponto, com uma viagem dessas tão longe, necessitas de acampamento.

/Já no Castelo:

- Judite!- O Rei estava vestido com sua armadura mais bela, banhada de ouro junto à seu escudo

- S-sim...majestade!- Responde a serva[Judite]

- Me prom...Me prometa, que se algo acontecer com nosso Reino...- O rei da uma pausa para se acalmar um pouco de tanta pressão- Você irá proteger meu filho!

- Pela minha vida majestade...- A serva coloca a mão em seu peito como forma de juramento- Eu não deixarei nada acontecer com ele!

- Ótimo, que assim seja...- O rei pega na mão da pequena serva e a leva para a grande biblioteca real- Preciso que você veja algo!

Ao chegar na grande biblioteca, o rei ordenou de quem estivesse lá; saísse imediatamente, deixando a sós a pobre serva Judite e o grande Rei.

- Você acha q consegue tirar aquele quadro da parede?- O rei aponta para um dos maiores quadros da biblioteca; que estava pendurado em uma das paredes de rochas, uma pintura a mão de sua amada rainha.

- Como? Por quê isso?- Judite não entende aonde o Rei Edward pretendia chegar.

O rei se aproxima do grande quadro de sua amada e o tira da parede deixando a vista uma passagem secreta para o subterrâneo do castelo:

- Pelos Deuses!!- Judite se espanta toda, arregala os olhos até onde consegui- Até onde essa passagem vai ?

- Até a grande cidade de comércios, vocês  provavelmente vão sair de um esgoto ou qualquer coisa do tipo...- O Rei coloca devolta o quadro da sua falecida esposa na parede de rochas- Ninguém saberá que fugiram para um local tão imediato! Se caso eu não conseguir vencer está batalha; quero que pegue meu menino e atravesse o quadro e vá para bem longe deste castelo!

- Como é? Majestade...- Judite coloca a mão em sua testa para conseguir raciocinar um pouco- Como o senhor pretende que eu sobreviva com uma criança em mãos?

- Que esse não seja o problema!- O rei arranca uma sacola média cheia de moedas de ouros que valiam o triplo do triplo, pois eram moedas de ouro vermelho, pois era o tipo mais valioso de dinheiro- Pegue-o, e o guarde-o! Compre uma casa e viva em outro local junto ao meu filho!

- O q é isso?- Judite com duvia abre a sacola e se dá de cara com  brilhantes e raríssimas moedas vermelhas- Não, não pode ser; majestade eu... eu não posso aceitar!

- Sei essa! Judite! Não estou pedindo...- O rei coloca as mãos nos ombros de Judite- Estou mandando, essas moedas valem uma fortuna, use as para construir a vida de meu filho...

Judite pega a sacola cheia de moedas vermelhas, e amarra ele em sua cintura fortemente junto ao seu jaleco. O Rei sem mais delongas se despede de seu filho com um beijo em sua testa, em seguida; parte para sua jornada monstruosa bem longe de sua morada.




Notas Finais


Bom galera espero que tenham curtido bastante, fiquem a vontade para opinar; até a próxima!❤❤


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