História White: incesto - Capítulo 9


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Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, G-Friend
Personagens Eunha, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Rap Monster, Rocky, Rosé, Suga, V
Tags Astro, Babydoll, Babygirl, Basquetebol, B-boy, Black Pink, Cheerleader, Daddy, Drama, Eunha, Gfriend, Hoseok, Hot, Imagine, Incesto, Jennie, Jeon, Jeonggukk, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Minhyuk, Namjoon, Primos, Rocky, Romance, Rose, Sadomasoquismo, Taehyung, White
Exibições 222
Palavras 1.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


o cap bogou e tive que reenviar.
Demorei? Não, talvez um pouco. ASHASHJKJKAJ
Não fiquei muito satisfeita com o cap, mas hoje sobrou tempo para escrever e eu tive umas ideias ai e comecei a escrever... Boa leitura <3

Capítulo 9 - I want to lose myself on your lips part 2


Fanfic / Fanfiction White: incesto - Capítulo 9 - I want to lose myself on your lips part 2

Já faziam semanas desde que a pior coisa da vida da menor havia acontecido, ela voltou para casa junto do pai e desde então não saiu mais do quarto, estava deprimida.

Na escola evitava passar perto de Jungkook, poucos olhares foram trocados algumas vezes pelos corretores, mas mesmo assim ela achava melhor evitá-lo.

Seu pai a buscava na escola todos os dias e ela já não tinha direito de usar seu celular, somente nos finais de semana e com a supervisão do mais velho.

Sua mãe como sempre, não palpitava, apenas aceitava calada as regras que o marido impôs na casa, já não falava com a filha desde que a mesma havia voltado para casa.

 

Por duas semanas aquilo vinha acontecendo, a menor apenas vivia por viver pois, não tinha mais sonhos e tampouco objetivos.

 

Naquela manhã, como já havia se acostumado a fazer diariamente, pegou uma xícara de café e ficou observando o lado de fora pela janela. Eram pouco mais de seis da manhã e uma chuva fraca acompanhava o frio, o sol mal podia ser visto e as árvores balançavam com o vento.

Dois toques na porta foram o suficiente para a menor voltar a realidade.

 

-Está aberta. -Falou com um desânimo quase palpável-

 

A menor ficou surpresa ao ver sua mãe diante de si, com os olhos inchados e vermelhos.

 

-Mãe? O que houve?

 

A preocupação da menor crescia a cada segundo que a mais velha demorava a responder.

 

-Eu queria ter te dito antes mas você não deixava eu me aproximar então... -A mais velha disse fungando em seguida. -Sua tia estava internada no hospital à alguns dias atrás, ela piorou e teve uma crise... -A maior já não conseguia terminar uma única palavra.

 

A mãe não precisava dizer mais nada mesmo, a menor sabia o que aquilo significava, sua tia sofria de Lúpus; uma doença inflamatória que ocorre quando o sistema imunológico ataca seus próprios tecidos, incurável e mortal.

 

A menor deixou sua posição atual e abraçou imediatamente a mãe que soltava soluços sem medo de serem escutados.

 

 

✰~

 

 

-Olívia? Vou entrar. -A mais velha proferiu antes de abrir a porta e adentrar o quarto da menor, que tentava fechar o colar em volta do pescoço.

 

A mulher de cabelos grisalhos se aproximou da filha e a ajudou a fechar a corrente de prata, as duas trocaram olhares e a maior sorriu enquanto acariciava os ombros da outra.

 

-Vamos?

 

A menor afirmou com a cabeça e as duas caminharam para fora da casa.

 Durante o caminho todo que era percorrido, a menor só conseguia pensar em Jungkook, que deveria estar arrasado com tudo aquilo. Seu estômago se revirava em nervosismo só de pensar que o veria novamente, e que não poderia tocá-lo e aconselhá-lo em um momento como esse.

 

 

✰~

 

 

Assim que colocaram os pés para fora do carro, ambas correram em direção a pequena sala enquanto fugiam da chuva. Assim que voltaram a atenção para o local, perceberam que o mesmo já estava com um número alto de pessoas, parentes, amigos... Algumas pessoas se aproximaram e deram seus pêsames a irmã, enquanto a menor procurava um certo alguém com os olhos.

Assim que viu sua silhueta ainda de costas, sentiu seu coração acelerar. Ele estava sentado em um lugar afastado dos demais e a menor pensou por um minuto se deveria ou não falar com ele, mas acabou indo automaticamente  a passos lentos até onde ele estava.

Parou atrás do mesmo e engoliu seco, tocou seu ombro e o mesmo não reagiu, então a menor deu a volta e ficou de frente para si.

 

Sua cabeça estava abaixada e os cotovelos apoiados nos joelhos, seu semblante parecia perdido, mas assim que seus olhos se encontraram, ele se permitiu chorar. A cintura da menor foi agarrada de forma desesperada, como se o menino a sua frente dependesse do seu abraço, e realmente dependia.

 

Sentia falta do seu cheiro, da sua voz, dos seus toques, e da maneira como a menor lhe trazia uma paz inexplicável.

 

-Jungkook... Eu sinto muito.. -A menor sussurrava baixinho enquanto chorava e, pelo tecido molhado de seu vestido, soube que não era a única.

 

E assim ficaram por um longo tempo, apenas abraçados. A menor acariciava o cabelo liso do outro que estava quase dormindo com a cabeça apoiada em seu ombro. Um sorriso bobo foi solto por ela, que jurou jamais vê-lo assim tão perto novamente.

 

 

✰~

 

 

-Quer um remédio? -A mais velha perguntou ao ver a filha passar a mão entre os fios e seu semblante permanecia angustiado.

 

-Não mãe, já vai passar... Foi só um enjôo.

 

A mais velha concordou, as duas desceram do carro e caminharam lado a lado até estarem dentro de casa.

 

-Vou fazer algo para comermos. -A mais velha disse indo em direção a cozinha, enquanto a menor jogava o corpo no sofá de qualquer jeito.

 

Estava completamente tonta, sua cabeça parecia girar e doía fortemente. Fechou os olhos tentando restabelecer-se e apoiou uma mão sobre a cabeça, sentindo um desconforto enorme lhe atingir.

 

-Filha, tem certeza que está bem?  -A mais velha perguntou chamando sua atenção, a mesma apenas concordou em silêncio e arrumou a postura no sofá.

 

-Deve ser fome... Vou comer algo. -A menor disse baixinho, se levantando e caminhando -praticamente se arrastando- até a cozinha.

 

Abriu a geladeira e inclinou-se enquanto procurava por algo. Pegou um pedaço de galinha e deu a primeira mordida, assim que engoliu e o gosto da galinha invadiu sua boca, seu estômago se embrulhou.

Deu mais uma mordida e olhou para o alimento, dando de cara com uma parte levemente crua, onde havia um pouco de sangue.

Aquilo foi o cúmulo. Sentiu algo subir sua garganta e correu para o banheiro, colocando tudo para fora.

 

 

 

 

 

"Espere um minuto antes de me dizer algo, como foi o seu dia?

Porque eu senti falta

De você ao meu lado

 

Eu acordei você de seu sonho?

Desculpa, mas eu não poderia dormir

Você me acalma

Há algo no som da sua voz

 

Não é fácil continuar se movendo de cidade em cidade

Apenas levanto e sigo em frente

O show tem que continuar

Então eu preciso de você para ser forte

 

Eu-eu-eu nunca nunca

Nunca estou tão longe quanto parece

Em breve, vamos estar juntos

Nós vamos começar exatamente de onde paramos

 

Paris, Londres, Tóquio

Há só uma coisa que eu tenho que fazer

 

Não vou me deixar levar por outro adeus

Amor, não vou demorar

Você é a única que eu estou esperando

 

Eu vou estar pensando em você em todo mundo, em todo mundo, em todo mundo

 

Sim, eu posso ate conhecer um milhão de garotas bonitas que sabem meu nome

Mas não se preocupe

Porque você tem meu coração..."


Notas Finais


Música: Worldwide -Big Time Rush
COMENTEM <3


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