História White Petals - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Happyamyday, Hoseok, J-hope, Jihope, Jimin, Only_army, Perca De Membro Inferior
Visualizações 327
Palavras 3.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi floquinhos
Eu sei que demorei, estou com tantos problemas que nem pude responder os comentários me perdoem
E muito obrigada pelos favoritos, de verdade, eu amo vocês demais!

Capítulo 3 - Terceiro passo


Fanfic / Fanfiction White Petals - Capítulo 3 - Terceiro passo

Yoongi verificou novamente se nenhum guarda estava monitorando o corredor e adentrou no mesmo, correndo, literalmente, até a sala que guardava todos os arquivos, o médico não era bobo e sabia muito bem que as câmeras mostrariam que ele estava ali, mas qualquer médico poderia verificar os próprios históricos, a câmera não seria precisa a ponto de ver qual papel ele estaria lendo.

O garoto ainda não acreditava que Hoseok estava tomando conta de um caso que até fora parar na mídia, a batida imprudente da famosa Lamborghini dos Park e a perca de um dos membros inferiores do filho mimadinho do casal fora notícia por semanas em todos os noticiários, chegando até os jornais e tabloides internacionais, não que Yoongi tivesse dúvidas da capacidade do amigo, mas era estranho depois de um bimestre, a família tentar “consertar” o filho.

Sorriu fraco ao achar a pasta e anotar o código da mesma na palma da mão, indo assim para o computador onde fez uma cópia completa de todas as informações existentes do paciente 03741 ou melhor, Park Jimin, imprimindo as folhas em seguida e encaixando as mesmas em sua pilha de históricos do atual plantão.

"Coitado..." Sussurrou ao sair da sala naturalmente e esconder o rosto, abaixando o mesmo e com isso, podendo ver algumas das fotos tiradas na chegada de Jimin ao hospital. 

§§

Hoseok entrou na casa e após receber um sorriso cúmplice de sua nova amiga e governanta da quase mansão, a mulher logo puxou seu braço e o levou até o terceiro andar.

O grande corredor era formado somente por duas portas opostas, a empregada se apressou em abrir uma e chamar Hoseok, lhe deixando no grande cômodo espelhado.

"Mas... Quem tem isso em casa?" Perguntou para si mesmo ao ver as imagens refletidas nos espelhos que cobriam as três paredes a sua volta.

O que chamou a atenção do garoto fora as fotos, Jimin era presente em todas, sempre bem vestido ou descabelado pelo cansaço após fazer alguma peça escolar, abaixo de cada imagem existia um certificado ou medalha, todas nomeadas a Park Jimin.

Naquele momento, Hoseok sentiu pena do garoto, era sua casa, provavelmente seu cômodo favorito em toda a construção, tirando o fato que mesmo sendo um mimadinho e metido a rico, Jimin parecia amar atuar e, vê-lo travado naquela cama sem fazer o que gosta, estando agora nas suas mãos, era agoniante.

"Tá bom, vamos lá..." Se sentou no chão, abrindo a pasta entregue por Yoongi horas antes e espalhando as folhas por toda sua volta como fazia de costume nas noites de estudos para o vestibular.

Logo a governanta abriu a porta, ao seu lado duas caixas grandes estavam apoiadas e Hoseok sabia muito bem o que era aquilo, sorriu agradecido para a mulher que avisou que iria se deitar e fechou a porta, ficando assim frente a frente a máquina que mudará a vida de seu paciente.

§§

O dono da casa se irritou ao ver que o lugar agora ocupado pelo tal fisioterapeuta estava vazio, ao seu lado a esposa também aparentava estranhar a situação, mas nada disse, somente ficando quieta por toda a refeição.

"Senhor Park?" Chamou a governanta enquanto entregava uma carta a próprio punho vinda de Hoseok, o garoto fizera pelo caminho do hospital na madrugada passada um pedido para que a maca fosse removida do quarto de Jimin o mais rápido possível, alegando que fazer o garoto se sentir num leito, acamado, não lhe faria bem.

"O que essa criança acha que é para te fazer entregar uma coisa dessas?" Disse irritado, passando a folha para a mulher ao seu lado.

"Eu acho uma boa ideia, amor... Nunca perguntamos se o Jimin se sente bem com aquilo tudo." O que a mesma se referia era que, até o quarto do filho mudara de lugar pelo fato de se localizar próximo a escada, eram medidas de segurança que tomaram antes de questionar o filho.

"Não acredito nisso, eu..." Logo o celular do homem tocou, lhe tirando da minidiscussão para que o mesmo pudesse conversar com outro acionista da empresa que, praticamente, sua família comandava.

A mulher olhou para a empregada esperando algum comentário da mesma já que assistir pequenas discussões era algo meio incomum na casa dos Park, mas a mais velha simplesmente avisou que iria ver se Jimin estava acordado ou precisava de algo, saindo do cômodo e deixando a mulher sozinha na mesa como sempre acabava ficando durante as refeições.

§§

Hoseok quis se bater por acordar no chão do grande cômodo que escolherá na madrugada para “estudar” o caso de Park Jimin, desde que começara seus estágios e a residência no hospital, o Jung acostumou seu corpo a dormir menos de quatro horas por noite ou, em algumas ocasiões, nem sentir necessidade ou sono.

Passou as mãos no rosto para assim dispersar o restante do sono e sentiu uma leve dor no quadril ao se sentar, naquele momento Hoseok só desejou estar em sua cama ou até mesmo matando uma horinha numa maca hospitalar.

Enquanto juntava as folhas que a noite espalhou pelo chão, as imagens e informações obtidas com a leitura não paravam de surgir na mente do mesmo, descobrira depois de vinte folhas do histórico a localização do amputamento e até a causa, o fisioterapeuta nunca havia visto num mesmo histórico tantas tentativas falhas de reconstrução de ossos e nervos como o daquele paciente, era claro agora para si que não haviam retirado a perna do garoto para criarem mais gastos como o comum em hospitais particulares e sim o contrário, tentaram ao máximo se livrar do Park e devolver a motilidade do mesmo.

"Não é um caso difícil..." Sussurrou para si mesmo, ainda era cedo e não sabia se alguém estava acordado na casa, optando por ficar no cômodo mais um pouco, mesmo após guardar toda aquela papelada e devolver a prótese para sua devida caixa. "Então porque ele não aceita..."

Jimin tinha tudo o que qualquer paciente que já passou em suas mãos já desejou, aquela máquina que teria de programar nem chinesa era, como a maioria das próteses ortopédicas e sim, americana, qualquer pessoa que tivesse uma peça daquelas em casa junto de um tratamento privado, estaria feliz.

Mas Park Jimin não estava e Hoseok queria saber muito o porquê de tanta rejeição.

"B-bom dia." Disse ao topar com a acionista que lhe contratou, a mulher desviou o olhar brevemente, notando de onde o garoto a sua frente havia saído, em seguida a mesma agradeceu mentalmente à alguma divindade por seu marido não ter visto a cena que ela acabara de presenciar, Hyunjoo já não havia simpatizado com o fisioterapeuta de primeira e vê-lo no salão que Jimin sempre usou para ensaios, só faria seu esposo reforçar a ideia de que o jovem só estava ali para se aproveitar e ganhar dinheiro fácil.

"Bom dia, senhor Jung." Respondeu sem dar muita atenção para o fato anterior, indo assim até seu destino inicial, o closet do segundo andar.

"Com licença." Murmurou antes de sair do corredor, em ambas as mãos as folhas que contavam detalhes do acidente de Jimin, por sorte estavam viradas ao contrário, não possibilitando a mulher de ver ou deduzir o que aquelas fichas poderiam ser. "Okay, todo mundo aqui acorda cedo." Disse como se com isso, uma anotação mental fosse feita.

§§

Tirando o fato de odiar acordar e se lembrar do incômodo de ter ainda nos próprios órgãos e artérias o sangue pulsante que lhe fazia continuar vivo, passar breves minutos no banho era o que mais incomodava Jimin por todas as manhãs.

Sempre que a governanta batia em sua porta sem ser chamada, o corpo do mais novo entrava num quase choque, travando completamente, Jimin, que sempre fora apelidado de gato por meninos e meninas no colégio, agora se sentia realmente como o animal, tendo aversão não aos banhos e sim, ao fato de molhar os pelos ou melhor, corpo.

Jimin evitou encarar o rosto no espelho preto do box, mas fora impossível não o fazer enquanto sentia os dedos da mulher que mesmo sendo uma empregada, lhe criou mais do que a mãe, massageando seus fios cobertos pelo shampoo que há anos atrás, tinha sua espuma mesclada pela cor usada em seus fios antes tingidos.

Encarava qualquer lugar enquanto o sabonete líquido se espalhava pelo corpo que já fora definido, desde o espelho embaçado pelo vapor até os enfeites da pequena prateleira onde ficava os cosméticos e produtos de higiene, Jimin contava cada peça colada na parede se fora preciso, tentava se distrair ao máximo para não encarar o chão e lembrar que estava sentado numa cadeira de banho e não era mais um ser humano completo.

O Park não via mais beleza em si como antes e por isso pedira para removerem todos os espelhos de seu quarto e do banheiro privativo, o garoto não desejava se arrumar ou pintar o cabelo, era tudo tão inútil para o apelidado “novo Jimin”, que não lhe mudaria em nada, na mente do mesmo, era besteira tentar ficar bonito sendo que nunca mais seria bom aos olhos de qualquer ser humano.

"O que o senhor gostaria de vestir?" Questionou a governanta enquanto fechava o registo e levava Jimin para fora do box, ainda junto da cadeira.

"Qualquer coisa, senhora Lee." Respondeu o mesmo de sempre, não gostava de ignorar a governanta pois sabia que a mulher somente estava recebendo ordens de sua mãe, no fundo, a mesma poderia nem desejar estar ali.

A empregada voltara para o cômodo abafado pelo vapor com uma camiseta roxa e uma calça de moletom cinza, junto da roupa íntima branca como sempre Jimin exigiu ter, a mais velha conhecia o outro mais do que a si própria.

Não demorou muito para que o garoto estivesse novamente na maca chorando, após a governanta sair dizendo que iria trazer seu café, a única coisa que Jimin pôde fazer fora chorar, como sempre fazia ao ver que não estava num pesadelo e realmente lhe faltava uma parte do corpo.

Limpou os olhos com o próprio lençol recém-lavado ao ouvir alguém bater em sua porta, estranhou a rapidez da governanta em trazer o desjejum, mas pediu que a mulher entrasse no quarto, se arrependendo do ato no momento em que viu o fisioterapeuta no cômodo, segurando em sua mão esquerda um milk-shake enquanto na outra teclava algo aparentemente engraçado no celular que logo voltará para o bolso do short branco.

"Bom dia, Park Jimin, como está?" Hoseok exclamou sorrindo em seguida para, assim, tentar animar o paciente que tinha seus olhos ainda úmidos e avermelhados.

§§

Taehyung tocou o braço do namorado novamente naquela manhã, em quase todos os dias Seokjin trocava o caminho mais rápido que usavam para irem até a faculdade por um alternativo, sempre aproveitando para ficar um tempo encarando a grande casa dos Park e algumas vezes, como fazia no momento, tocando a campainha na esperança que alguém lhe atendesse e deixasse adentrar na construção, o mais velho ainda se sentia culpado e responsável em pedir desculpa ao ex-namorado de seu irmão mais novo.

Desde que a notícia do acidente saiu, Seokjin só soube chorar e pedir para que Jeongguk pelo menos pedisse perdão ao garoto, mas, de nada adiantou, era como se nada houvesse acontecido na vida do Jeon de sangue puro, como assim gostava de ser chamado ao jogar na cara do mais velho que não vinha de um útero desconhecido.

Não demorou quase nada para que o garoto começasse outro relacionamento conturbado, dessa vez com uma garota que fazia seu primeiro semestre de música, infelizmente a pequena e simples Yuna não sabia do passado do Jeon mais novo e parecia não querer ouvir sobre o mesmo e ser alertada.

"Sim?" Jin se espantou por ser outra mulher e não a empregada a lhe atender. "Gostaria de algo? Se for algum assunto com a senhora Park, devo avisar que a mesma acabou de ir para a empresa com o marido."

"Na verdade... Queremos falar com o Jimin." Taehyung disse sorrindo como sempre fazia, era a primeira vez que alguém não batia a porta em sua cara e na do namorado, teriam que tentar.

§§

Jimin começou a rir ao ouvir a proposta do fisioterapeuta, desejava internamente saber onde aquele homem queria chegar removendo a maca de seu quarto e lhe devolvendo uma cama, sabia que a última coisa que seria novamente era um homem normal e por isso, seria obrigado a viver com “proteções” definidas pelos pais.

"Park Jimin ainda não acredita que vou fazer isso? Sério?" Disse no mesmo tom de deboche usado pelo mais novo, desde que chegara no quarto do paciente e lhe pegou, possivelmente, entre uma crise de choro, o garoto lhe tratara com essa aspereza, então, estava recebendo o que deu.

"Você se acha né, faça-me o favor garoto, quantos anos você tem mesmo? Comprou o diploma aonde? No Paraguai? Brasil? Foi muito caro?" Perguntou fazendo dessa vez o mais velho rir.

"Está interessado? Que feio Park Jimin, seria mais fácil levantar dessa cama, ops maca, e ir para a faculdade, não acha?" Devolveu a provocação dessa vez recebendo um olhar triste do mais novo, o que fez Hoseok pensar numa forma de se desculpar, mas antes que pudesse colocar o plano em prática, ouviu uma resposta da qual mais fora um desafio vindo do Park.

"Você disse dois dias e até agora, estou aqui, nessa maca, faça como minha mãe e desista de suas ideias inúteis." Disse ainda com o tom baixo pelo choque de realidade que levara anteriormente.

"O dia ainda não terminou, Park Jimin." O fisioterapeuta virou de costas e antes que pudesse sair do cômodo, ouviu o que exatamente queria ao fazer aquela “visita” ao garoto em plena manhã:

"Aposto que você não vai conseguir dobrar meu pai ao ponto dele tirar essa maca." Respondeu confiante e somente conseguiu ouvir a risada do mais velho ecoando no quarto que ainda tinha suas janelas fechadas, causando um leve eco no interior.
Hoseok tapou a boca com uma das mãos e após controlar o riso, fez sua proposta.

"Se você perder essa aposta, terá que fazer o que eu quiser." Havia pesquisado sobre o acidente pela madrugada também na internet e todos os sites e tabloides diziam que tudo acontecera por causa de uma aposta que resultou no racha, pelo que conseguiu assimilar o garoto gostava de apostar e sempre ganhar. Seria uma pena te ver perder novamente, pensou o mais velho ao ouvir um breve “feito” do paciente.

Jimin iria iniciar uma lista de condições, como sempre fazia na faculdade entre as apostas dos amigos, mas a governanta bateu na porta, colocando somente a cabeça para dentro do cômodo.

"Senhor Park, Kim Taehyung e Kim Seokjin estão na porta, devo deixar algum entrar? Querem conversar com o senhor." Hoseok virou o rosto para encarar o paciente e viu o mesmo ficar tenso ao ouvir o segundo nome.

"Tae... Deixe o Taehyung entrar." Respondeu no impulso, sempre que Jin batia em sua porta, haviam ordens para que o mesmo não pudesse entrar, mas agora que a empregada encarregada nessa função havia pedido licença para cuidar duma filha também acamada, voltara a ser incomodado com o garoto e agora, também, seu namoradinho. 

Jimin somente deixara o outro entrar para que pudesse se livrar do fisioterapeuta já que quando o Kim entrasse em seu quarto, faria várias perguntas que não teriam resposta, o filho do dono da casa se sentia mal por usar o garoto somente como uma distração, mas era necessário tomar aquela medida para se ver livre do outro que mal conheceu e já sentia ódio sobre.

§§

Taehyung segurou firmemente a mão do namorado lhe passando, ou pelo menos, tentando transmitir calma. 

Anteriormente a governanta da casa retornou à porta, Seokjin já estava preparado para ouvir um não vindo da mulher e se assustou ao perceber que o mais novo fora aceito dentro da casa.

A vontade do mais velho era de questionar o Park até saber qual fora sua mudança de comportamento e também, o porquê de o mesmo aceitar seu namorado em uma visita, sendo que nem seu amigo Taehyung era.

"Por favor, não fale do Jeongguk..." Pediu o mais velho para o namorado que assentiu antes de entrar na grande casa, deixando assim o outro confuso, lhe esperando no mesmo lugar.

O Kim nunca havia entrado antes na casa de Jimin e no momento que adentrou no grande corredor do segundo andar, se sentiu, realmente, inferior.

A casa que hoje Seokjin e o irmão mais novo dividiam não era grande como a da mãe de ambos, mas mesmo assim, não superava nem mesmo a casa de praia que visitaram por serem da família de Namjoon.

Quando a porta fora aberta, Taehyung se espantou ao ver um garoto alto e com roupas que, julgava, serem de marca, saindo do quarto indicado como o de Jimin.

O fisioterapeuta saiu do cômodo ainda sorrindo pela discussão que tivera antes com o paciente e que, com certeza, seria o pontapé inicial para o tratamento do outro, quando acabou dando de cara com o tal amigo do acamado, sorriu para o mesmo e se afastou do corredor, deixando assim os dois a sós enquanto criava uma forma em seu subconsciente de unir aquele possível amigo do Park como um aliado no tratamento do mesmo.

Jimin suspirou e virou o rosto para a janela quando a porta de seu cômodo fora aberta novamente, dessa vez abrindo espaço para Taehyung adentrar no lugar.

"Oi, Jimin." Disse sorrindo fraco para o garoto, estranhando que o mesmo continuava deitado não em uma cama normal e sim, numa maca hospitalar, o mais novo verificou se nas paredes haviam mais algum aparato médico, mas a única coisa que vinha desse objetivo era mesmo o “móvel” que sustentava o corpo do garoto.

Não sabia o que acontecera com Jimin após o acidente e sentia que não iria descobrir nada também encarando o outro, então respirou fundo e se preparou para iniciar o pedido de desculpas que Jin havia ensaiado para falar pelo irmão, travando no mesmo instante ao se recordar que não podia tocar no nome do garoto.

"Posso te perguntar uma coisa?" A voz de Jimin soou baixa e até um pouco envergonhada, algo que não era comum.

Pelo menos não quando o assunto é ele, pensou o garoto sorrindo em direção ainda à janela após ouvir um sim do outro. 

"Como ele está?" Questionou fechando os olhos antes de ouvir a resposta do Kim.

"Ele quem?" Devolveu a questão com outra, conseguindo assim, observar pela primeira vez depois de muito tempo a face de Jimin que, agora, lhe encarava.

"Jeongguk..."
 


Notas Finais


Tentarei melhorar e voltar aqui mais rapidamente, obrigada a todos que leram <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...