História Who Are You? - Kim Taehyung - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Luta, Mistério, Romance
Visualizações 28
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Eu vou te encontrar


Sook

– Por que ele cismou com você?

– Ele não se conformou com o fato de não ter aceitado que eu fizesse o trabalho dele. Apesa de tudo, eu não sou o seu principal alvo.

– O principal alvo dele é o Taehyung?- assente.- Qual seria motivo?

– Eu não sei.- suspira.- O que foi?

– Olha isso.- entrego-lhe o bilhete.- Vê se acha algo errado.

– Uma tia em Genebra?- arqueia uma sobrancelha.

– Jimin, ambos os pais são filhos únicos, como poderia surgir uma tia assim do nada? E outra, ela é muito atenciosa quando trata-se de gramática, então como poderia usar um "fui ficar" quando sabe que está errado?

– Kang a pegou... Com certeza ele está com ela!- se afoba.

– Jimin, acalme-se. Você não poderá fazer nada ferido deste jeito.- o contenho.

– Taehyung está sem celular então... Sook, por favor, ligue para o Nam e pergunte onde Tae está.- assinto, pegando o celular e ligando para ele.

[...]

– E então, onde ele está?

– Segundo ele, Taehyung foi para a casa de Jin, mas não sabe dizer se ele ainda continua lá.

– Entendo...

Vejo que assim como eu, ele se preocupava com ela e mesmo que quisesse fazer algo para ajudar, não podia.

– Não se preocupe, vou procurá-lo.


Su Mi

Assim como da outra vez, fiquei trancafiada numa espécie de porão, sendo que dessa vez eu ficaria aqui por um longo período.

O lugar era completamente nojento. As paredes completamente sujas, o cheiro de mofo que emanava devido a pouca luz, sem falar nos ratos que passeavam pelos cantos.

Este lugar poderá enlouquecer-me com o tempo, mas farei o possível para me manter sã, a menos que precise de uma válvula de escape.

– Trouxe o seu café.- põe a bandeja no chão, saindo logo em seguida.

Fiquei tão distraída com um milhão de pensamentos emergindo ao mesmo tempo que nem percebi que o "G" havia entrado.

O cheiro de comida não só alarmava o meu estômago como o dos ratos também. Agora teria que disputar com eles pelo alimento.

[...]

Só de pensar que havia adormecido neste chão podre, meu estômago embrulhava. De qualquer forma, aquilo não chegava a ser pior do que ser torturado da mesma forma como Jimin foi. Não que isso tenha acontecido comigo, mas não sei o que faria se isso fosse uma possibilidade.

– Ei, trouxe roupas e um balde de água.- entrega-me as coisas.- Pode tomar banho naquele canto ali.

Viso o canto, procurando buracos aos quais dessem vazão para o outro lado. Como o esperado, mesmo sendo pequeno, havia uma brecha no teto, ao qual iluminava levemente o canto.

– Pra você me espionar? Não, obrigada.- bufa.

– Então dê o seu jeito.- responde seco, logo saindo do cômodo.

Mesmo que não fizesse sentido ficar limpa para depois se sujar, ainda assim a sensação de frescor era ótima.

[...]

"G" novamente aparece, olhando-me de cima a baixo. Reprovo seu olhar e o mesmo trata de voltar para a postura anterior.

– Seu pai quer conversar com você.- cruzo os braços.- Não tem escolha, de qualquer forma você vai.


Jimin

Abro lentamente os olhos ao sentir leves toques pelo corpo e vejo que era a enfermeira Kim quem os fazia.

– Desculpe se te acordei, eu só vim trocar os seus curativos.

– Não, tudo bem.- sorrio.

– E então, como está?

– Bem, mas estou faminto.

– Vou trazer algo para você comer. Já volto.- assinto.

Mesmo os pequenos momentos de distração, ainda assim isso não me acalmava. Só de pensar que ele continua solto por aí, e que estou incapaz de fazer algo, isso só me frustra ainda mais.

[...]

– Aqui está.- coloca uma bandeja sob a cama.- Preciso ir. Boa refeição.

Não podia comer apressadamente ou tudo faria com que o estado das feridas piorasse, por isso tive que comer em leves garfadas, o que era totalmente sem graça.

Olho diversas vezes para a porta, esperando que ele aparecesse. Se foi por sorte ou não, só sei que Taehyung realmente apareceu. Estava bastante ofegante, talvez por ter corrido.

– Que bom que você chegou.

– O que ele fez com você?- pergunta, ainda ofegante.

– Acalme-se primeiro. Tome.- entrego-lhe um copo de água.- Ele tentou me eliminar, mas como você pode ver, até nisso falhou. Agora, tenho certeza de que ele está com a Su.

– O quê!?

– Sook não te falou?- nega.- Desde que a esposa morreu, ele ficou louco e agora acha que a filha é a mulher falecida. Tenho certeza absoluta que ele está com ela pois fazia questão de deixar isso claro enquanto estive lá.

– Eu mato ele...- levanta rapidamente, exalando fúria.- Falo com você depois.

Kang já era...


Taehyung

Se eu tivesse acabado com ele naquele dia, nada disso estaria acontecendo novamente. 

Bato freneticamente em sua porta, esperando o mesmo atender. A porta se abre, revelando a imagem de uma menina.

– Com licença, aqui é a casa de uma menina chamada Sook?- a mesma assente.- O irmão dela está?

– Sim, entre.- permite-me passagem e eu entro.- Só um instante que irei chamá-lo.

Há um tempo atrás, Su tinha me falado sobre como ele a ajudou na busca pelo seu pai. Talvez ele posso me ajudar a encontrá-la também.

Um garoto de estatura mediana desce, mexendo no rosto diversas vezes. Deduzo que ele estivesse dormindo por conta do seu rosto amassado e inchado.

– Shin, não é?- assente.- Preciso da sua ajuda.

– Do que se trata?

– Su me disse uma vez que você a ajudou a localizar seu pai, certo?- assente.- Ele está com ela, por isso preciso que me ajude a localizá-lo.

– Vai ser difícil...- suspira.- Ele provavelmente está com um novo número, por isso não tenho como usar os dados antigos.

– E se for através do celular dela?

– Até tem como, mas não sei se o celular está com ela.- diz baixo.- Você pode ir checar no quarto dela. É o quarto à direita.

Naquele momento estava torcendo firmemente para que o celular estivesse com ela e não espalhado pelo quarto.

Entro no cômodo e vasculho tudo à procura do mesmo, mas nem sinal dele. Volto novamente ao quarto do rapaz, vendo-o mexer em coisas desconhecidas por mim.

– Não está lá, então com certeza está com ela.

– Bingo.

[...]

Após horas e horas esperando, vejo-o soltar um riso, então deduzo que ele descobriu a sua localização.

– E então?

– Ela está em Nyungam, um tipo de vilarejo.


Notas Finais


Obs: o nome do vilarejo é fictício.


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