História Who Are You - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Hunhan, Kyungsoo, Lay, Luhan, Sehun, Suho, Sulay
Exibições 104
Palavras 3.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei muito sim pra postar capitulo e sim, não postei porque comecei a fazer um monte de fanfic e agora estou tomando no meio do meu cu.... Tenho cinco fics em andamento e estou fazendo mais três... Mas essas três só vou postar quando eu terminar essa fic aqui ಠ_ಠ...

E tambem estarei sem NET até janeiro...

Vamos ler?

Capítulo 2 - Explicações Apressadas




Jantamos na velocidade de uma tartaruga ou uma preguiça, Baekhyun levava a comida à boca bem devagar, eu queria o ajudar com a tarefa tão fácil de levar a colher de sopa até sua boca, mas o pequeno não deixou, ele queria fazer as coisas por si mesmo, e ao mesmo tempo em que eu sorria meio preocupado, eu queria chorar por o ver daquele jeito e por Deus! Se eu pudesse, trocaria de lugar com ele só para que meu amor não tivesse que passar por algo assim.

Nossas refeições sempre demoravam quando meu bebê teimava em fazer as coisas sozinho, eu não reclamava ou insistia, porque depois de 50 anos a gente aprende muita coisa e contrariar Park Byun Baekhyun não era nada inteligente.

No fim ele desistiu de se alimentar sozinho, o baixinho estava curioso para saber o resto da história e eu lhe disse que só contaria quando acabássemos de comer, sendo assim ele logo desistiu, e lá estava eu lhe dando comida na boca e limpando os cantinhos de seus lábios quando a sopa escorria por ali, tinha vontade de beijá-lo toda vez que seu rosto se retorcia em uma careta fofinha por ter sopa escorrendo pelo seu queixo.

Baekhyun sempre foi fofo, e velhinho a fofura parecia ter aumentado em mil porcento.

Quando finalmente terminamos de jantar deixei Baekhyun na sala assistindo algum desenho colorido e cheio de músicas, ele gostava de tentar cantar junto e vez ou outra eu filmava por ser algo tão doce e bonitinho. Lavei a louça enquanto tentava me lembrar onde foi que parei na nossa história, eu também estou velho, esquecia das coisas também, não como Baekhyun, mas meu cérebro não era o mesmo de antes. Enxuguei as mãos em um pano e fui até a sala sentando do lado da minha vida.

- Você gosta muito deste desenho não é? - Perguntei ao pequeno, este que tirou os olhos da TV para poder me fitar, sorri me inclinando para beijar suas bochechas as quais ganharam uma coloração avermelhada instantâneamente. - Vai querer continuar assistindo?


- Quero ouvir a história. - Fiquei o olhando por alguns segundos, não era sempre que ele se interessava pela nossa história juntos e eu fiquei meio surpreso.


- Onde eu parei? - Fiz a pergunta para mim mesmo, mas Baekhyun estava gostando de me surpreender nesse dia.

- Quando nos beijamos.


- Sim... - Respirei fundo antes de começar. - "Depois do nosso primeiro beijo eu achei que iriamos ficar juntos, casar e ter vários filhos, bom, não aconteceu tão de imediato, mas aconteceu. O que me deixou triste foi que depois do beijo você ficou estranho.


Me ignorava e pedia para os empregados dizerem que estava indisposto ou qualquer mentira que fosse me afastar, mas nenhuma delas eram o suficiente para fazer com que eu te amasse menos e te deixasse se ver livre de mim. Naquela época era tudo ou nada, eramos adolescentes, não poderia existir "fim" para nós e um "não" era o nosso "fim", lembro de todos os "não" que recebemos durante nossa época cheia de hormônios e achávamos que o mundo iria acabar se não fizéssemos o que queríamos fazer aquela hora.

Não vou dizer que me conformei com sua negação, você tinha me beijado, sentia ciúmes de mim e me amava, eu sabia, mas não tinha toda a certeza do mundo, mas o que é 1% de amor para quem está perdidamente apaixonado?

Passei dias indo na sua casa e sendo rejeitado, houve um dia em que assim que apareci na frente dos portões da sua casa eu dei meia volta e fui embora, meu coração estava se partindo e eu estava desistindo, só não sabia que nesse dia você estava disposto a me deixar entrar, estava disposto a aceitar nosso amor e me querer junto a ti, mas eu não sabia, tecnicamente não apareci na sua casa naquele dia e depois daí as coisas foram de mal a pior para nós dois."


- Não ficamos juntos?


- Calma seu apresado. - Sorri com sua afobação para saber o fim, só que ele já sabia, estamos juntos a 50 anos, o fim da história já estava sendo contado, estávamos sentados no sofá da nossa casa, tínhamos dois filhos e três netos, éramos casados. - Vou continuar... "A primeira coisa ruim que aconteceu foi você ter parado de falar comigo, eu fui estúpido o suficiente para ir a um bar me embebedar como um gambá e me atracar com uma garota que eu imaginava ser você, e o pior, fiz isso na frente de várias pessoas, não lembro de ter transado com ela, mas o que se espalhou pela cidade foi exatamente isso, e eu não desmenti ninguém, eu era um idiota sem escrúpulos algum.

Você no outro dia quando me viu na escola me olhou como se eu fosse o pedaço de merda do primeiro dia de aula, e aquilo me machucou de uma forma que só Deus sabe o quanto meu coração sangrou e doeu. Mas eu merecia não é mesmo? Os dias foram passando e cada vez mais as coisas iam piorando. A segunda coisa ruim que aconteceu foi a data do seu noivado sendo confirmada, no dia que eu soube disso eu só quis morrer, não suportando essa notícia eu tive que te perguntar pessoalmente, eu tinha que te encarar, já estávamos naquilo de ficarmos sem nos falarmos e nos tratarmos como inimigos a quase dois meses, e nossa, eu sentia tanto sua falta, falta de tudo, de te dar meu lanche, de ter você dormindo no meu ombro, de ouvir sua voz bonita me chamando de idiota, eu sentia falta de tudo.

Quando te vi naquele dia você estava com sua suposta noiva e meu sangue ferveu nas veias, porque vocês pareciam perfeitos um para o outro, formavam um casal lindo, me senti um egoísta em pensar de atrapalhar aquilo, eu não era o suficiente para você, você merecia alguém melhor que eu, merecia uma vida e a uma família normal. Eu só não sabia que aquilo estava te ferindo ainda mais que a mim, porque você não queria aquilo, não queria estar naquela família, não queria casar com uma garota e muito menos queria estar longe de mim.

A terceira coisa que aconteceu foi a suposta garota com quem eu transei, ela apareceu grávida, eu jurava de pés juntos não ter consumado o ato com a garota, mas ela também jurava que havíamos feito tal coisa. Mesmo que eu não quisesse ficar com ela, não deixaria um filho meu sem pai, e mais uma vez algo estava nos separando. Foi uma época difícil, os dias pareciam passar rápido demais, e logo eu estava com data marcada para meu casamento, meus pais e os pais da garota diziam que a barriga não poderia estar muito evidente quando estivéssemos no altar e que Deus me perdoe, eu não queria aquilo, eu queria você, e com um dia para o meu casamento eu fui até sua casa."

- Não vamos ficar juntos! - Um biquinho emburrado jazia nós lábios do meu bebê e eu quis rir daquela cena tão fofa, mas me contive porque sabia que se eu sorrisse o pequeno iria ficar com raiva e sua birra era o que eu menos queria no momento.

- Calma amor, eu nem estou na metade ainda.

- Não gosto de histórias tristes. - O biquinho ainda estava lá e eu não consegui me conter, selei os seus lábios bonitos aos meus.


- Tenha paciência, te prometo que ninguém morre. - Ele ansentiu. Limpei a garganta antes de voltar a minha narrativa, segurei sua mão pequena e comecei a fazer um carinho ali. - "Quando eu fui à sua casa não tive paciência de pedir permissão para entrar, pulei o muro e corri até a enorme casa, eu não tinha muito tempo, eu precisava falar com você, sentia que algo iria acontecer naquele dia em questão, então escalei a parede que dava acesso a janela do seu quarto, sabia que você estaria ali, as luzes estavam acessas.

Assim que consegui estar na varanda passei a bater meio desesperado no vidro, você veio todo assustado e preocupado abrir a janela para que eu pudesse entrar, e a partir do momento em que eu te vi tudo que pensei foi em beijar seus labios e ter você para mim, bom, realmente eu fiz isso, puxei sua cintura para que colasse em mim e com a outra mão prendi os cabelos da sua nuca entre meus dedos trazendo seu rosto para que ficasse próximo ao meu.

Iniciamos um beijo necessitado e cheio de saudades, nosso beijo foi uma mistura de sensações e nem eu nem você queria que o contato fosse findado, lembro e sinto a sensação daquele momento até hoje... Foi algo tão bom, tão inexplicável.

Fizemos amor pela primeira vez, eu tive seu corpo entre meus dedos por aquela noite e  eu me sentia o homem mais feliz do mundo, palavras não foram precisas para saber que você tinha me perdoado e que eu te que amava muito. Quando já estávamos deitados na sua cama enorme, cansados e sonolentos eu soube que nunca tinha sentido aquela sensação na minha vida, era boa demais. Nossa conversa começou tímida com o rubor de suas bochechas dando cor a nossas palavras e a cada "eu te amo" que eu dizia, via você arfar, eu não precisava te ouvir dizer isso, suas reações já me diziam o quanto você me amava e isso era suficiente no momento. Te contei o que descobri sobre o meu suposto filho, que o verdadeiro pai apareceu querendo conversar comigo, disse que o filho era dele, mas eu era rico e poderia criar a criança lhe dando uma vida melhor, e eu até criaria a criança como minha, mas só se eu a criasse com meu Baekhyun, a pessoa com quem eu queria me casar e passar o resto da minha vida.

No fim você entendeu minha explicação e me disse que planejava fugir comigo ou contar para os seus pais sobre nós para enfim fugirmos. Eu achei a ideia de fugir ridícula, queria contar para o mundo inteiro que você era meu.

Então a quarta coisa aconteceu, contar para os seus pais foi horrível, sua mãe quase teve um infarte, seu pai lhe bateu na minha frente e eu tive que ver você sofrer enquanto era segurado pelos subordinados do seu pai, fervia de raiva toda vez que ele dizia que você era uma aberração, que nós dois iríamos queimar no inferno, que você era uma desgraça para os Byun's, ele disse várias coisas horríveis e quando eu percebi que você não se movia mais, tudo a minha volta perdeu a cor, estava tudo meio manchado e eu não podia ouvir qualquer som, só pensava em te tirar daquele inferno que chamava de casa e aceitar fugir, porque aquela idéia não era ridícula, eu que era,  por achar que seus país eram boas pessoas.

Não sei direito o que aconteceu depois que eu sai da casa dos seus pais com você em meus braços, só ouvi o senhor Byun dizer que você não pisaria mais ali e certamente que você não pisaria mais naquela casa. Eu queria te levar para minha casa, mas e se meus país fossem tão ruins quanto os seus foram? E se meu pai tirasse a espingarda da parede e resolvesse atirar em nós dois? Eu estava com medo, então resolvi que só por aquele dia você seria apenas meu amigo na frente dos outros, eu precisava cuidar de você, juntar algum dinheiro que eu tinha guardado para que pudéssemos ir embora daquela cidade.

Mas no outro dia seria meu casamento, eu tinha que contar ao menos aquilo para os meus pais, com toda coragem reunida eu fui para casa com você nos meus braços e contei sobre a gravidez e o filho que não era meu para minha mãe, logo depois que ela cuidou de suas feridas, depois contamos para o nosso pai e assim o casamento foi cancelado naquele dia."

- Chen, eu morri, não vamos ficar juntos!


- Bebê, você não morreu, está vivo ainda e eu sou o Chan, não o Chen. - Fiz um bico por ter sido chamado de Chen.

O pequeno espremeu os olhos e bocejou em um claro pedido para ir dormir, sorri com seu jeito dengoso, algo que mesmo com o passar dos anos ele não havia perdido. Peguei minha vida no colo e o levei meio acordado e meio dormindo para o nosso quarto, o deitei na cama lhe cobrindo em seguida.

Voltei a sala desligando a TV, verifiquei se as portas estavam bem fechadas, se as janelas também estavam devidamente fechadas e fui à procura do meu celular que ainda estava na cozinha em cima da mesa, desliguei a luz do cômodo e deixei apenas a luz do banheiro acessa, Baekhyun ainda tinha medo do escuro e eu não vou mentir dizendo que não gosto quando ele procura abrigo em mim quando está com medo, mas também não gosto de ver meu baixinho com medo ou chorando.

Entrei no quarto o vendo ressonar, me deitei ao seu lado deixando um beijo cálido na pontinha do seu nariz, acomodei seu copro junto ao meu e o vi se aninhar em mim como um filhotinho em busca de calor.

- Amanhã... Se você ainda se lembrar... Eu te conto o resto da história...

Não esperava que ele estivesse ouvindo, mas ouvi ele dizer que sim e não deixei de sorrir com isso. Senti meu celular vibrar na minha mão no exato momento em que eu iria o colocar na cômoda ao meu lado, era uma mensagem do Junna, fiquei apreensivo com o que estava por vir quando abri a mensagem e meus olhos se arregalaram.


"Pai

Estou indo ficar ai por uns dias...

A Irene me expulsou de casa."


Eu não sabia se isso era bom ou ruim, Junna não tinha qualquer paciência com Baekhyun, tanto que quando ele vem para aqui o garoto finge não ter outro pai a não ser eu. Não sei se fico feliz por ter meu filho comigo por alguns dias ou se me preocupo com a tolerância baixa dele para com o pai.

Não iria conseguir dormir enquanto estivesse pensando nisso, mandei uma mensagem para Luhan e esperava que meu bonequinho respondesse o mais rápido possível e assim ele fez.

"Calma appa, eu vou ai amanhã.

Vou conversar com o Junmyeon e pedir para que ele venha ficar comigo por alguns dias, não quero que o appa Baek se estresse com o filho ingrato dele."

Sorri meio triste e desejei boa noite para meu chinês, assim que sua mensagem de "Boa noite" e "Eu te amo, durma bem" chegou eu fui dormir um pouco mais aliviado.

Seria um dia cheio..

•••

Logo cedinho a campainha tocou, abri meus olhos meio assustado e ainda dormindo, mas o som irritante voltou a tocar e infelizmente tive que sair do conforto que era o corpinho do meu marido para atender a porta, me arrependo de ter demorado tanto para abrir a porta, ainda era cinco da manhã, fazia frio já que era começo de outono e na minha frente jazia um Junmyeon tremendo e com enormes olheiras debaoxode seus olhos, deixando em contraste a cor escura com sua pele tão clara quanto a neve.

- Pai.

Ele falou tão baixo que se eu não estivesse perto não teria o escutado, não queria enxer meu filho de perguntas tão cedo, mas minha língua estava coçando para perguntar o que havia acontecido, mesmo que eu tivesse uma mínima noção do que poderia ter se sucedido da conversa do meu filho com a esposa ou ex esposa dele, eu não sabia dizer mais.

Vi o meu garoto entrar em seu antigo quarto e depois de um tempinho sair com suas roupas antigas, mas que ainda cabiam em si e entrar no banheiro do corredor. Respirei fundo me sentando no braço do sofá, não gosto de ver meu príncipe desse jeito, na verdade nenhum pai gosta de ver seu filho sofrer - o pai do Baekhyun era uma das excessões do mundo - por isso fui a passos lentos até quarto do Junna e arrumei a cama com lençóis novos e quentinhos, dei uma limpadinha no pó - porque meu príncipe era alérgico e poderia passar mal e até ser internado por uma crise de asma - que se acumulou ali durantes os dois dias que eu não limpei e fui para cozinha fazer o café da manhã.

Geralmente eu estaria acordando às sete, mas fazer o quê se o sono não vai voltar?

- Vai fazer café? Sinto falta do seu café...

Quase gritei de susto, mas eu ainda sou bem másculo e preservei minha dignidade, olhei para Junna que estava sentado de frente para mesa trajando seu pijama de flanela e os fios molhados, o mandei ir dormir e ele negou veemente dizendo que queria conversar comigo antes, queria desabafar com alguém que confiasse e eu como sempre fui seu ouvinte, terminei de colocar o café no fogo para me sentar de frente para si e esperar que começasse a falar.

- Foi uma briga tão feia, pai... Ver meus filhos chorarem me partiu o coração de um jeito.... - Ele respirou fundo como se fosse chorar, mas apenas apertou os lábios antes de voltar a falar. - Eu sabia que um dia ela iria explodir, mas não esperava que fizesse isso na frente dos nossos filhos! Ela... Não mediu as palavras nem suas ações, eu sai daquela casa como um monstro na visão dos meus bebês... - Queria poder me entrometer e dizer que Irene tinha todo o direito de estar irritada e explodir desse jeito, ela nunca disse nada mesmo sabendo que era traída, mas as coisas tomaram outra proporção quando de mulheres o marido a traiu com um homem, o orgulho feminino falou mais alto e a bomba finalmente explodiu. - Eu estou errado, claro que estou, até um cego veria isso, mas eu estava e ainda estou com muita raiva dela, ela foi hipócrita comigo, porque ela sempre soube de tudo e eu sempre soube que ela tinha seus casos no trabalho. - Disso eu não sabia era novidade. - A cena que ela fez na frente dos nossos filhos foi ridícula e de pai eu passei a ser um bandido, um monstro!

- Se acalme e fale um pouco mais baixo, vai acordar seu pai. - Segurei sua mão em cima da mesa e lhe ofereci um sorriso calmo. - Me diga o que aconteceu depois.

- Ela simplesmente me expulsou, eu já sabia disso, mas ela não me deixou fazer minhas malas ou pegar minha carteira, apenas foi me estapeando e jogando coisas em mim até o meio da rua, agora os vizinhos sabem que eu sou um cafajeste e gay... Eu mereço... - Ele suspirou antes de continuar. - Eu não podia ir para casa do Yixing, ainda não conversei com ele porque segui o seu conselho de falar com a Irene primeiro, então eu mandei uma mensagem para você e eu teria vindo para cá naquele mesmo momento, mas já era tarde e eu não queria te preocupar ainda mais...

- Onde passou a noite?


- Eu vim para cá de toda forma, mas dormi nos pés da porta. - Ele riu, porque quem falava que as coisas inanimadas tinham pés era o Baekhyun. - Passei mó frio, e quando não aguentei mais comecei a tocar a campainha.


- Filho eu te amo, mas você é um idiota.


- Novidade.

- Sério, onde eu e seu pai erramos na sua criação? Porque eu não lembro de ter te ensinado nada disso não.


- Desculpe... Vocês foram ótimos pais, eu que sou todo torto.

- Coma e vá dormir, eu não posso comer agora, o baixinho invocado não gosta de comer sozinho.


Ele sorriu de modo fraquinho e depois de comer foi para seu quarto dormir, lógico que antes ele me abraçou e chorou como a criança que ele era e a criança que nunca deixou de ser, minha criança. Beijei o topo de sua cabeça e disse que o amava inúmeras vezes, repeti que ele poderia ficar o tempo que quisesse, no fim das contas eu não deixaria que Luhan o levasse para sua casa.

Junna ainda tem problemas com o irmão por sua opção sexual e eu posso domar a fera se ela estiver comigo. Esses dias o Baekkie está mais calminho e não vou deixar que pai e filho briguem outra vez.

Assim que o pequeno saiu de minha vista arrumei a mesa e lavei a pouca louça que jazia suja ali, suspirei com sono assim que vi no relógio da cozinha que eu poderia dormir por mais 40 minutos até que minha vida acordasse e perguntasse quem eu era outra vez.


•••


Notas Finais


Aigoo esse Junna ai... Alguém acha que ele vai ter paciência com o Baek? Quem está achando que ele merece tudo que está sofrendo levanta o pé?!

Então, queria dizer que essa fic é bem pequena e no momento eu só estarei atualizando ela, queria dizer também que eu amei os comentários do capitulo passado e chorei com 99% deles e que eu não sabia o tanto de amor que receberia.... Vamos fazer uma meta aqui? Se esse capitulo tiver 10 comentários eu posto o terceiro capitulo, okay?

Queria explicar também que estou sem WiFi em casa até janeiro e que eu venho para casa do meu pai que é longe para um senhor caralho, então eu enfrentarei um sol de rachar para poder postar o capítulo, por isso vamos bater a meta e quando batemos a meta, dobraremos a meta ヽ(´ー`)┌

Beijos no cu

A tia ama vocês

XoXo~


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