História Who Are You? (Imagine-Park Jimin) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 86
Palavras 2.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente gostaria de dizer que: sim isso agora é um imagine. Pq eu descobri que para a maioria das leitoras é mais confortável e legal se imaginar na fic, então eu farei ESSA FIC desta forma. Pq por mais que pra mim na hora de ler não faça diferença se é imagine ou nao, eu pessoalmente prefiro criar meus personagens.

Ent eu abro uma exceção pra essa fic, ok?


E em segundo: espero que gostem do cap.

Capítulo 4 - Idênticos? - Página 3.


Fanfic / Fanfiction Who Are You? (Imagine-Park Jimin) - Capítulo 4 - Idênticos? - Página 3.

 

 

-O que você fez dessa vez S/n? – Akemi me cutucava com seu lápis enquanto me fazia a pergunta. 

 

Estávamos na aula de história. E super entediadas diga-se de passagem.  Nossas carteiras eram bastante próximas e isso ajudava muito nas nossas distrações,  vulgo conversas.

 

-Hã? Porque eu deveria ter feito ‘’algo’’? – Disse dando um sorriso amarelo. Ela estreitou os olhos, como quem diz: ‘’Hum, é mesmo?’’. 

 

-Fala de uma vez o que anda te incomodando. Você tá olhando pros lado, roendo as unhas e toda agitada. – Ela cruzou os braços. Acho que fui pega...

 

Respirei fundo. E tratei de explicar a coisa toda sobre meu emprego e Park Jimin.

 

-O que?! – Ela perguntava toda animada. – Vai trabalhar como ‘’acompanhante’’ de Park Jimin?!  

 

-Pois é. – Disse nervosa.

 

-Tá, mas qual é o problema disso? – Ela torceu os lábios, fazendo expressão de dúvida.

 

-Esse... Jimin é o problema. Ele é assustador e... me dá calafrios. 

 

-Jimin? Ah qual é S/n. Ele é o ser mais doce do mundo – Ela sorriu de lado. -, definitivamente o melhor.

 

-Será que estamos falando do mesmo Jimin? – Arregalei os olhos em desespero.

 

‘’Não é possível que apenas eu veja o monstrinho que há nele. ’’

 

No mesmo instante ele apareceu na sala de aula. Ele estava sorridente e aparentemente feliz.

 

-Vejo que deu as caras, Park. – O professor de história o interceptou quando ele entrou em seu campo de visão.

 

O Park curvou-se.

 

-Desculpe o atraso.

 

-Sim, sim. Sente-se em qualquer lugar. – Ele fazia sinais aleatórios para que conseguisse retomar a aula rapidamente.

 

Ele concordou e desajeitadamente começou a caminhar para a carteira a minha frente. Nervosa. Era assim que eu me encontrava. Tão nervosa que sequer consegui o encarar quando ele disse algo para mim.

 

-Bom dia. – Ele sorriu até que seus olhos se tornassem risquinhos adoráveis.

 

Espera... Ele estava sendo gentil? E comigo?

 

-B-bom... dia. – Quis bater a minha testa na mesa por gaguejar. Ao me ver nervosa ele deu uma risadinha. E confesso que algo dentro de mim acendeu. Não sei dizer se foi o medo ou a simpatia por aquele ser.

 

Ele estava tão diferente...

 

Como se fosse outra pessoa.

 

‘’Será que você está jogando comigo Park Jimin?’’

 

Eu estava quase ficando louca com meus próprios pensamentos quando o mesmo virou-se para mim.

 

-Você poderia me emprestar seu marcador de morango? – Ele dizia com um tom meio bobo.

 

Eu pendi a cabeça para o lado, e logo abaixei meus olhos para o marcador que estava em minhas mãos.

 

-Como sabia que... – Eu olhei para ele confusa e estendendo o marcador para que pegasse.

 

-Digamos que... – Ele pegou o objeto de meus dedos. -... Eu tenho alguns dons. – Ele cutucou o nariz com o indicador e piscou adoravelmente para mim.

 

''Acho que ele tem um olfato extraordinário.''

 

Ele estava adorável. Meu deus ele só pode estar jogando comigo. E isso estava começando a me irritar.

 

As aulas se passaram rapidamente, e logo o intervalo se iniciava.

 

Eu não tinha dinheiro para o lanche ou algo para comer, então apenas levantei meu capuz e enterrei minha cabeça entre meus braços em cima da mesa. Eu estava terrivelmente faminta naquela manhã. Mas ninguém precisava saber disto.

 

‘’Que fome... ’’

 

Eu pensava comigo mesma, quando alguém cutucou meu braço, forçando-me a encarar seja lá quem fosse.

 

-Você não vai descer também? – Park Jimin estava na minha frente. Com o rosto franzido em dúvida e preocupação.

 

Aquele era meu limite.

 

-Você por acaso está preocupado comigo? – Levantei uma das sobrancelhas. Eu deveria estar com a maior cara de cínica do mundo, mas que se dane eu estou puta.  

 

-Bem... – Ele riu sem graça colocando uma das mãos na nuca, observei suas bochechas ganharem um tom meramente ruborizado.

 

 

‘’Acho que o deixei constrangido. ’’

 

 

-Diga! – Praticamente gritei, o que o fez se sobressaltar.

 

 

-É que você estava aqui sozinha, então... Eu achei que estava sentindo-se mal. Desculpe-me se te incomodei. – Ele mordeu o lábio inferior e se curvou numa tentativa de desculpar-se.

 

Dei uma risada de escárnio, e olhei para os lados. Eu tinha um sorriso zombeteiro no rosto, e logo direcionei meu olhar a ele.

 

-Você deve estar se divertindo, não é mesmo?

 

-O... Que? – Sua voz falhou, ele estava com toda certeza fingindo.

 

Me levantei da carteira determinada a dizer poucas e boas para aquele cretino, que recuou alguns passos mas logo parou.

 

-Pode parar? Eu sei que está jogando comigo! Sei que não gosta de mim, que me assusta e finge ser quem não é! Você pode enganar a todos eles, mas não a mim. EU NÃO SOU ESTÚPIDA! – Falei com todo o misto de emoções que estavam em meu peito.

 

Para a minha surpresa – ou não – ele apenas olhou para os lados e disse:

 

-Pode parar de gritar? Eu não estou entendo nem meia palavra do que você está dizendo. – Pronunciou tudo numa calmaria assombrosa. E isso aumentou minha raiva.

 

-Deixa de ser cínico! – Controlei meu tom, porém permanecia visivelmente brava.

 

-Espera... – Ele mostrou a duas palmas abertas para mim como quem pede para ‘’esperar’’. –Está dizendo que eu ‘’odeio você’’, que ‘’sou falso e cínico’’ e que estou ‘’jogando com você’’?

 

-É, isso aí mesmo. – Cruzei os braços sorrindo.

 

-Agora me explica: Quando foi que eu fiz tudo isso se essa é a primeira vez que falo ou vejo você? – Ele também cruzou os braços, porque agora também parecia bem interessado no meu surto de raiva.

 

Eu fiquei estática. Congelada. Sem ação. Confusa.

 

‘’Mas que porra?’’

 

Eu abri a boca algumas vezes, mas nada saía. Até que enfim eu disse alguma coisa.

 

-Está mentindo. – Minha voz saiu pouco confiante.

 

-Sou eu, ou você quem está blefando aqui?

 

''É impressão minha ou, ele está tentando manipular a situação a seu favor?''

 

-Mas... Eu fui à sua casa! – Agora eu estava mais que desesperada. – Jungkook também estava lá!  

 

-Desculpe, mas... Ele não vai a minha casa faz bastante tempo.

 

-Mas... – Eu estava totalmente perdida, sem rumo.

 

-Pode perguntar a ele se quiser. – Ele entortou os lábios assentindo com a cabeça.

 

Ele parecia estar tão certo de sua resposta que por um momento questionei minha sanidade.

 

‘’Não. Eu definitivamente sei o que vi.’’

 

-Acho que você me confundiu com outra pessoa. – Ele declarou.

 

‘’Como se fosse possível. ’’

 

-É... pode ser. – Menti.

 

-De qualquer forma eu irei para o intervalo, até mais. – Ele acenou  e eu apenas o ignorei voltando para meu lugar. Ele saiu de lá.

 

Isso foi muito estranho.

 

 

{...}

 

Senti alguém me cutucar novamente.

 

Forcei minha vista.

 

-Menina, tenho que limpar a sala. Poderia se retirar? – Uma funcionaria me avisava.

 

Eu olhei em volta e me assustei ao ver que não havia mais ninguém lá.

 

‘’Por quanto tempo eu dormi?’’

 

-Meu deus o meu emprego! – Berrei comigo mesma, recolhi todos os meus materiais e saí em disparada para a casa do Park.

 

Eu deveria estar umas duas horas atrasada já que eram quase três horas da tarde. Eu corri o mais rápido que conseguia vez ou outra esbarrando em alguém e atravessando sinais vermelhos.

 

E quando finalmente cheguei na residência verde, me apoiei nos joelhos procurando um pouco de ar. Meu estômago doía e era difícil arranjar algum fôlego para subir as escadas. No entanto quando percebi o quão atrasada estava me apressei a subir.

 

Esperei pelo menos dois minutos para enfim tocar a campainha esperando que alguém  me atendesse. E por sorte consegui.

 

Um senhor um pouco mais velho do que meu contratante atendeu a porta. Ele vestia roupas um pouco parecidas com as de um mordomo de épocas antigas.

 

-Você seria a S/n? – Ele falou direto. Sem muito fôlego apenas confirmei com a cabeça.

 

-Entre. – Ele disse me puxando para dentro do casarão.

 

Eu observei a casa que estava exatamente igual desde que me retirei daqui pela última vez.

 

-Está exatamente... – O homem tirou um relógio de bolso preso a uma correntinha de dentro do seu traje, o que me lembrou o coelho da Alice e me fez suprimir uma risada tosca. -... Uma hora e quarenta e seis minutos atrasada.

 

-Oh, me desculpe houve um imprevisto. – Me curvei.

 

-Não, não, não, não. Não se explique para mim, e sim para o Jovem Mestre. De qualquer forma... – Ele bateu levemente no seu ombro como se limpasse algo. – Vou lhe entregar uma lista de afazeres até que o Jovem Mestre se sinta disposto para levantar.

 

-Ah... Tudo bem então. – Assenti e ele começou a andar pela casa. Que mais parecia um palácio colonial por dentro.

 

Ele puxou do bolso um papel e começou a falar enquanto andava.

 

-Primeiro vá até a dispensa e prepare o suco de maçã do Jovem Mestre.

 

-Suco de maçã, ok. – Repeti baixinho como uma nota mental.

 

-Depois abra todas as janelas do primeiro e segundo andar, esqueça o terceiro e quarto. – Ele ditava, com sua voz fazendo um eco naquele corredor enorme e parcialmente escuro.

 

-Abrir as janelas, esquecer o terceiro e quarto. O...kay. – Reafirmava.

 

-Por último separe todos os ingredientes necessários para que se possa fazer uma bela sopa de carne com legumes. – Ele disse. O tom de voz teatral do mais velho me fazia sorrir.

 

-Separar... – Antes que eu o terminasse continuou.

 

-Pare de repetir tudo o que eu digo.

 

-Oh, está bem. – Ele andava rápido e eu tentava o acompanhar por aquele corredor infinito, quando ele de repente parou.

 

-Ah, eu quase esqueci. Não vá ao quarto andar por nada neste mundo. Entendidos?

 

Confirmei e ele prosseguiu.

 

-Eu continuarei meu caminho, vá para esquerda e achará a cozinha. – Ele disse andando ainda mais rápido.

 

E quando eu tentei retrucar, ele já estava muito mais a frente de mim.

 

-Mas... tem muitas portas... – Eu olhava em volta. -...na esquerda. – Meu tom de voz diminuía a cada palavra.

 

Respirei frustrada, mas logo sorri ao verificar que em cima de cada porta havia uma plaquinha de madeira, no qual estavam talhados – provavelmente a mão – os nomes dos locais a qual davam passagem.

 

-Então eu só tenho que achar a cozinha primeiro.

 

Alguns minutos foram necessários para que eu me deparasse com a bela cozinha rústica que me fez sentir em um castelo medieval.

 

-Que linda. – Eu sorri maravilhada.

 

-Também acha? – Uma voz já conhecida por mim se pronunciou, me fazendo ficar assustada. Então me virei rapidamente em direção a pessoa.

 

Meu coração batia frenético, e eu nem sabia o porquê.  

 

-É o meu local preferido daqui. – Jimin dizia olhando para o teto feito em madeira cara e polido, logo depois descendo seu olhar para mim. – Você deve ser a garota que o nosso tutor contratou. – Ele sorriu novamente.

 

‘’Ele disse ‘’nosso tutor’’? ‘’

 

Mas eu estava chocada e com medo de mais para pensar nisso naquele momento. Acho que as palavras de Jimin naquela tarde me traumatizaram tanto que eu tinha medo de sequer estar perto dele.

 

E isso me faz questionar o porquê de mais cedo eu ter tido tanta coragem para confrontá-lo. A aura dele estava tão diferente mais cedo, que parecia ser outra pessoa.

 

‘’Se bem que... ele também não parece o mesmo agora.’’

 

Tem definitivamente algo de errado com esse garoto.

 

-Park Jimin... – Eu apenas consegui pronunciar estas palavras. Mas algo estranho aconteceu.

 

Park Jimin franziu o cenho numa eterna dúvida e repetiu minhas palavras.

 

-‘’Park Jimin?’’. Porque me chamou assim?

 

-O que? – Eu indagava duvidosa.

 

-Porque me chamou por outro nome? Aish! Só deus sabe o quanto eu odeio que errem meu nome... – Ele cortava os temperos rapidamente enquanto falava. – Quer dizer, o quão óbvio eu sou para que as pessoas errem o meu nome? É tão fácil me reconhecer, que eu fico triste quando algo assim ocorre e eu... – Ele falava rápido de mais então eu tive que o parar.

 

-Então... – Falei um pouco mais alto. –Qual é o seu nome, se não é Park Jimin? – Disse estreitando os olhos.

 

-Isso é fácil. Meu nome é: Kim. Seok. Jin. – Ele falou pausadamente.

 

E foi naquele momento que tudo ficou uma loucura.

 

Afinal, poderia Park Jimin ter outros dois irmãos gêmeos idênticos a ele e ninguém saber disso?

 

Será que esse tempo todo, Park Jimin, ‘’Não era Park Jimin’’?


Notas Finais


MEU DEUS ISSO TÁ MT LOKO RSRSRSRS

GOXTARAM DO CAP? E SOBRE A FIC TER SE TORNADO UM IMAGINE? ODIARAM?

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JÁ QUERO TEORIAAAAAAAAAAAAS


BJAAAAAAAAAAAAAAAAO S2


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